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Sobre a insulina:
qual o seu mecanismo de ação ?
quais são as suas vias de administração ?
quais as diferentes formulações ?
mimetiza a ação da insulina endógena
subcutânea ou intravenosa (em casos de cetoacidose diabéticas e hospitalares)
as diferentes formulações são:
Ação rápida (Lispro, Aspártico, Glulisina) • Açãocurta(Regular);
Ação intermédia(NPH)
Ação prolongada (Detemir e Glargina)
Açãoultra-longa(Degludec)
Nas insulinas humanas, qual o objetivo que cada uma, regular e NPH ?
a regular tem como objetivo o pico de insulina pós prandial
a NPH tem como objetivo simular a insulina basal

Insulina Regular
a molécula é igual á insulina e forma dímeros que são estabilizados por iões zinco, ao serem estabilizados estes iões zinco formam hexâmeros
quando contactam com os fluídos intersteciais vai ser dissolvidos desta forma formando monómeros de insulina são absorvidos na corrente sanguínea
o início de ação desta insulina seja entre 30 a 45 minutos para começar a aparecer, tem o seu pico máximo ao fim de 2/3 horas.
o ideal é um pico rápido e um inicio de ação curto, e esta tem um início de ação tardio
pode acontecer hiperglicemia inicial (inicio de ação tardio) ou hipoglicemia tardia (duração de ação longa)
variabilidade de 25% na abs desta insuluna

Insulina NPH ou Isofana
mimetiza a insulina basal
nesta temos protamina junta com os hexâmeros que faz com que a insulina seja libertada mais tarde o que atrasa o inicio de ação e prolonga a duração de ação da insulina
Ao ser administrada na corrente sanguínea as protéases dos tecidos vão
retirar a protamina. Seguidamente os hexâmeros dissociam-se em dímeros,
por sua vez resultam monómeros que posteriormente irão ser absorvidos na
corrente sanguínea
Nas Insulinas de ação rápida (prandiais) – qual a modificação estrutural?
São análogos da insulina humana com pequenas alterações na sequência de aminoácidos, que reduzem a formação de hexâmeros, acelerando a absorção
O que muda na insulina lispro?
Inversão de dois aminoácidos na cadeia B:
Lisina (B29) ↔ Prolina (B28)
Diminui autoassociação em hexâmeros → ação rápida.
Qual a modificação da insulina aspart?
Substituição de Prolina por Ácido Aspártico na posição B28
Aumenta carga negativa → menos hexâmeros → absorção rápida.
Quais as modificações da insulina glulisina?
Substituições de aminoácidos que reduzem interações intermoleculares
Menor formação de hexâmeros → ação rápida.
Do ponto de vista farmacocinético das insulinas de ação rápida:
inicio de ação rápido e duração de ação mais curta
apresentam dimeros muito instáveis devido á substituição dos aa logo transformam-se logo em monómeros que são quase imediatamente absorvidos na corrente sanguínea
INSULINAS DE AÇÃO PROLONGADA
Glargina e Detemir
Qual modificação ocorre na Insulina Glargina?
Substituição de um aminoácido e adição de duas argininas na cadeia β, torna a insulina menos solúvel no pH fisiológico (só é a pH acido e o nosso ronda os 7), levando à liberação lenta e ação prolongada
Quais insulinas têm adição de ácidos gordos na sua estrutura?
Insulina Detemir (prolongada) e Insulina Degludec (ultra longa)
Como atua a insulina detemir e a degludec ?
aa → ag que já estão na forma de monómeros e fazem com que a insulina se ligue de forma reversível à albumina, o que vai atrasar a sua eliminação por via renal e fica mais tempo na corrente sanguínea (insulina sem pico com duração 12h)
apresenta tb um aa de terminação o ácido hexadecanedióico, que estabiliza a insulina em dihexâmeros levando á formação de multihex quando administrada SC, na corrente vai também ligar-se á insulina impedindo a sua libertação rápida
quais são as reações adversas da imunoterapia ?
aumento de peso
reações locais
lipodistrofias
hipoglicemia
onde devemos (não obrigatório) aplicar cada tipo de insulina ?
ação rapida abdomen
média glúteos
lenta membros inf e post
quais são os regimes de insulinoterapia ?

de que maneiras se fazem a monitorização da glucose ?
glicosímetros: picar o dedo e ver na tira
sistema de monitorização flash da glucose: Discos colocados no braço/abdómen com uma microagulha SC que faz a monitorização da glicemia interstecial, ssociados ao telemóvel
Quais são as formas de administração da glucose ?
subcutânea habitual com canetas
subcutânea contínua de insulina: bomba de insulina contém um reservatório onde se coloca quer a insulina basal, quer a prandial. Depois, existe uma cânula que comunica com uma espécie de um disco adesivo que contem no meio uma microagulha que faz uma administração subcutânea da insulina. Neste aparelho consegue controlar-se hora a hora a injeção da insulina basal e depois à hora das refeições, de acordo com a glicemia capilar e os HC a ingerir,
como devemos atuar na hipoglicemia moderada ?
Medir a glicemia, se estiver <70mg/dLadministrar 15g de açúcar e esperar 15 minutos e avaliar novamente a glicemia. Podemos fazer até 3x
se não resultar, administrar glucagina intramuscular
se continuar sem resultar contactar o INEM
Se resultar e ficar abaixo de 100 deve proceder à ingestão lenta de HC
de que resulta a cetoacidose diabética ?
Resulta da deficiência absoluta ou relativa de insulina + excesso de hormonas contrarreguladoras (glucagina, catecolaminas, cortisol, hormona de crescimento)
Como ocorre este quadro ?
sem insulina a glicose fica livre no sangue mas não entra nas células para ser usada como energia (hiperglicemia)
o corpo acha que está em jejum pois não havendo energia suficiente ocorre um estado catabólico onde no tecido muscular ocorre a libertação de aa (proteólise) e no adiposo de ag livres e glicerol (lipólise)
o fígado usa os aa e glicerol para produzir mais glicose e quebra o glicogénio (glicogenólise que o transforma em glicose) armazenado, piorando a situação
Os ácidos gordos libertados da gordura vão para o fígado e são transformados em corpos cetónicos, que servem como energia alternativa, e como estes são acidosocorre a cetoacidose diabética
Quais são os principais corpos cetónicos ?

Qual o diagnóstico provável e o tratamento ?
