1/35
Looks like no tags are added yet.
Name | Mastery | Learn | Test | Matching | Spaced | Call with Kai | Chat |
|---|
No analytics yet
Send a link to your students to track their progress
O que é convulsão febril?
Convulsão associada à febre em criança geralmente entre 6 meses e 5 anos, sem evidência de infecção do sistema nervoso central ou outra causa definida
Qual é a faixa etária clássica da convulsão febril?
6 meses a 60 meses
Como é definida uma convulsão febril simples?
Crise generalizada, com duração menor que 15 minutos e sem recorrência no mesmo episódio febril ou em 24 horas
Como é definida uma convulsão febril complexa?
Crise focal, com duração maior que 15 minutos ou recorrente em 24 horas
Qual é a conduta durante uma convulsão febril?
Colocar a criança em posição lateral segura, proteger contra traumas, manter via aérea livre e não colocar nada na boca
O que nunca deve ser colocado na boca durante uma convulsão?
Objetos, medicamentos, água ou dedos
O que fazer se a convulsão febril durar 5 minutos ou mais?
Tratar como emergência convulsiva e administrar benzodiazepínico de resgate
Qual é a abordagem inicial durante uma convulsão prolongada?
ABCDE, posição lateral, avaliação da respiração e circulação, controle do tempo da crise e glicemia capilar
Quando administrar oxigênio durante a crise?
Quando houver hipoxemia ou comprometimento respiratório
Por que medir glicemia durante uma crise convulsiva prolongada?
Porque hipoglicemia pode causar ou perpetuar a convulsão e precisa ser corrigida rapidamente
Quais benzodiazepínicos podem ser usados para abortar uma crise prolongada?
Midazolam por via intranasal, bucal ou IM e diazepam por via IV ou retal, conforme disponibilidade e contexto
O que fazer se a primeira dose de benzodiazepínico não controlar a crise?
Reavaliar ABCDE e considerar uma segunda dose conforme protocolo, evitando excesso de benzodiazepínicos e depressão respiratória
Quando pensar em estado de mal epiléptico?
Quando a crise convulsiva persiste por 5 minutos ou mais ou quando há crises repetidas sem recuperação da consciência, exigindo tratamento imediato
O que fazer se a crise persistir apesar de benzodiazepínicos adequadamente administrados?
Administrar uma medicação anticonvulsivante de segunda linha e preparar suporte avançado conforme o quadro
Quais medicamentos podem ser usados como segunda linha em estado de mal epiléptico pediátrico?
Levetiracetam, fosfenitoína ou valproato são opções, conforme idade, contraindicações e protocolo local
Qual é a função do antitérmico na convulsão febril?
Promover conforto e tratar a febre, mas não prevenir de forma confiável novas convulsões febris
A convulsão febril simples causa dano neurológico permanente na maioria das crianças?
Não. O prognóstico geralmente é excelente
Convulsão febril simples aumenta muito o risco de epilepsia?
Não. O risco é apenas discretamente maior que o da população geral
É necessário realizar EEG após uma convulsão febril simples?
Não, se a criança estiver neurologicamente bem e não houver outras indicações
É necessário realizar TC ou RM após uma convulsão febril simples?
Não rotineiramente
É necessário realizar exames laboratoriais de rotina após uma convulsão febril simples?
Não. A investigação deve ser direcionada à causa da febre
A punção lombar é obrigatória em toda convulsão febril?
Não. É indicada quando houver suspeita clínica de meningite ou infecção do SNC
Quando considerar punção lombar em criança de 6 a 12 meses com convulsão febril?
Quando a imunização contra Hib ou pneumococo estiver incompleta ou desconhecida, ou quando houver outros sinais de suspeita de meningite
Quando a punção lombar pode ser considerada após convulsão febril mesmo sem sinais clássicos de meningite?
Em situações selecionadas, como uso prévio de antibióticos que possa mascarar sinais de meningite
Quais sinais sugerem meningite em uma criança com convulsão febril?
Rigidez de nuca, alteração persistente do nível de consciência, sinais meníngeos, abaulamento de fontanela em lactentes ou aspecto tóxico
A convulsão febril complexa exige automaticamente TC ou RM?
Não. A investigação depende das características da crise e do exame neurológico
Quando solicitar neuroimagem em uma criança com convulsão febril?
Quando houver sinais focais, alteração neurológica persistente, suspeita de lesão estrutural ou outras indicações clínicas
A profilaxia anticonvulsivante contínua é indicada de rotina após convulsão febril simples?
Não
A profilaxia intermitente com benzodiazepínico é indicada de rotina para todas as crianças com convulsão febril?
Não. Pode ser considerada em situações selecionadas, mas os efeitos adversos geralmente superam os benefícios na maioria das crianças
A profilaxia anticonvulsivante reduz o risco futuro de epilepsia?
Não
Qual é a principal orientação aos pais após uma convulsão febril?
Explicar o bom prognóstico na maioria dos casos, ensinar medidas de segurança e orientar quando procurar emergência
Caso: criança de 2 anos apresenta convulsão generalizada de 3 minutos durante febre, sem nova crise e recupera completamente. Qual é a classificação?
Convulsão febril simples
Caso: criança apresenta convulsão generalizada durante febre com duração de 20 minutos. Qual é a classificação?
Convulsão febril complexa por duração prolongada
Caso: criança com febre apresenta crise convulsiva há 8 minutos. Qual é a conduta?
Tratar como emergência convulsiva, realizar ABCDE e administrar benzodiazepínico de resgate
Caso: criança teve convulsão febril simples e está bem após a crise. Precisa de EEG e TC de rotina?
Não. Deve-se investigar a causa da febre e realizar exames adicionais apenas se houver indicação clínica
Caso: lactente com febre e convulsão apresenta rigidez de nuca e alteração persistente da consciência. Qual é a principal preocupação?
Meningite ou outra infecção do sistema nervoso central e necessidade de investigação urgente