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em 2027 serei r1 de go 🧿

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1
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PED - (HIAE 21 + INEP 26) síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica: definição e critérios

síndrome que parece com kawasaki e ocorre 2-4 semanas após contato com covid

TEMPESTADA IL1 IL6 TNF ALFA, AUTOAC

febre >38 e >3d + evidência sars cov2 prévia (RT PCR, ANTÍGENO, AC | EVIDÊNCIA EXPOSIÇÃO <60D)

>2 multissistêmico:

  • oral, mãos, pés

  • hipotensão/choque

  • alteração cardíaca (NÃO PRECISA TER)

  • coagulopatia

  • tgi agudo

  • marcadores inflamatórios


2
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CIR - síndrome de realimentação

FATORES DE RISCO

desnutrição imc <16, jejum prolongado

anorexia

pós bariátrica

sd intestino curto


confusão, convulsão (hipofosfatemia)

arritmia (hipocalemia)

fraqueza, fadiga, queda ca (hipomagnesemia)

encefalopatia (deficiência b1)

edema, congestão, dispneia (retenção na)

aumento exacerbado de insulina


COMO EVITAR:

monitorizar 4/4h

calcular valor calórico e iniciar fracionado - inicia com 33% no primeiro dia, aumenta a cada 1-2 dias

correção dhe e vigikância 12/12h

etilista dar tiamina 100mg/dia 5-7d

3
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CIR - (USP RP 25) composição do soro de manutenção

água, dextrose, sódio, potássio

PODE RETIRAR POTÁSSIO DO POI

NÃO TEM CÁLCIO E MAGNÉSIO - NÃO DÁ PRA TIRAR O QUE NÃO TEM POR DEFINIÇÃO

4
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DECOREBA CIR - (INEP 22 + MEDFOCO ENAMED) febre no pós-operatório: causas

IMEDIATAS

infecção prévia, reação à droga (hipertermia maligna), remit (il1, il6,tnf alfa)

PRECOCES (1-5D)

atelectasia: redução mv, febre baixa, taquicardia, redução da saturação

  • redução frêmito toracovocal, macicez, retração do hemitórax à inspeção

  • vni e fisio respiratória

iam, tep, flebite, itu

infecção necrosante <72h: crepitação

  • drenagem + atb amplo (clinda + genta) +- desbridamento se necrose

TARDIAS

infecção, fístula, deiscência


MACETE: 7P

1-3d padrão, pulmão, perfringens

3-5d perna, piúria

5-10d pele, parede (infecção ferida, deiscência aponeurose) = saída secreção, pcr

5
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CIR - técnica de mcvay: para que serve e como fazer

HÉRNIAS FEMORAIS

MCVAY

correção de hérnia femoral
sutura tendão conjunto (fusão tendão transverso do abdome + oblíquo interno) ao longo do lig. pectíneo (cooper) para tamponar canal femoral = não usa tela


PLUG FEMORAL/PLUG AND PLAY:

tela fixada em cima do canal femoral

evitar sutura na borda lateral (veia femoral)


<p>HÉRNIAS FEMORAIS</p><p>MCVAY</p><p>correção de hérnia femoral <br>sutura tendão conjunto (fusão tendão transverso do abdome + oblíquo interno) ao longo do lig. pectíneo (cooper) para tamponar canal femoral = não usa tela</p><p></p><p>PLUG FEMORAL/PLUG AND PLAY:</p><p>tela fixada em cima do canal femoral</p><p>evitar sutura na borda lateral (veia femoral)</p><p></p>
6
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CIR - técnica de bassini

sutura tendão conjunto no ligamento inguinal, passando pelo oblíquo interno e transverso do abdome e evitando oblíquo externo

hérnia inguinal

técnica com tensão e mais risco de recidiva = hoje é “pré etapa” da lichtenstein

<p>sutura tendão conjunto no ligamento inguinal, passando pelo oblíquo interno e transverso do abdome e evitando oblíquo externo</p><p>hérnia inguinal</p><p>técnica com tensão e mais risco de recidiva = hoje é “pré etapa” da lichtenstein</p>
7
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CIR - técnica de shouldice

imbricação de 4 planos musculares na parede posterior

hérnia inguinal

muita tensão, mas pouco risco de recidiva

<p>imbricação de 4 planos musculares na parede posterior</p><p>hérnia inguinal</p><p>muita tensão, mas pouco risco de recidiva</p>
8
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CIR - (SUS SP 23 + UNICAMP 26) atls lesões cervicais/trauma cervical: abordagem

1) fúrcula - cricoide
muito grave (lesão vasos desfiladeiro torácico, difícil acesso)
fazer imagem


2) cricoide - ângulo mandíbula (carótida, jugular, vertebrais, trato aerodigestivo)

carótidas, vertebrais, trato aerodigestivo
fácil acesso cirúrgico = cirurgia imediata


3) ângulo - base crânio
carótida distal, glândulas salivares, faringe
fazer imagem


NOVO ATLS NÃO USA MAIS ZONAS

estável, sem sinal de lesão vascular ou aerodigestiva = endoscopia, broncoscopia, arteriografia se suspeita penetração platisma


ESTÁVEL

angiotc/arteriografia/doppler

laringoscopia, broncofibroscopia, eda, esofagografia

EMBOLIZAÇÃO ARTERIAL: extravasamento ctx, pseudoaneurisma


SOFT SIGNS

sangramento pequeno, hemoptise leve, enfisema subcutâneo discreto

angiotc


9
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CIR - por que iot gera aumento da pic?

estimulação simpática durante laringoscopia

10
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CM - (USP RP 22) síndromes medulares: tratos sensitivos e motores + diagnósticos diferenciais

corticoespinhal (motor): feixe de neurônios

  • nasce de um lado, cruza no tronco e desce cruzado na medula = INCENTIVO MOTOR CONTRALATERAL

espinotalâmico (dor e temperatura): entra na medula e já cruza pro outro lado = percebe sensações do outro lado

espinocerebelar (propriocepção, vibração): ipsilateral


sd medular anterior: disfunção motora e sensitiva; alteração esfincteriana; propriocepção e vibração preservadas

sd medular central: disfunção motora (geralmente mais intensa em mmss se cervical)

sd medular posterior: perde propriocepção e sensibilidade vibratória bilateral; motor e termoalgésica preservados

brown séquard: hemiplegia e perda propriocepção ipsilateral,
perda sensibilidade dolorosa/térmica contralateral

<p>corticoespinhal (motor): feixe de neurônios</p><ul><li><p>nasce de um lado, cruza no tronco e desce cruzado na medula = INCENTIVO MOTOR CONTRALATERAL</p></li></ul><p>espinotalâmico (dor e temperatura): entra na medula e já cruza pro outro lado = percebe sensações do outro lado</p><p>espinocerebelar (propriocepção, vibração): ipsilateral</p><p></p><p>sd medular anterior: disfunção motora e sensitiva; alteração esfincteriana; propriocepção e vibração preservadas</p><p>sd medular central: disfunção motora (geralmente mais intensa em mmss se cervical)</p><p>sd medular posterior: perde propriocepção e sensibilidade vibratória bilateral; motor e termoalgésica preservados</p><p>brown séquard: hemiplegia e perda propriocepção ipsilateral, <br>perda sensibilidade dolorosa/térmica contralateral</p>
11
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CIR - (USP SP 24 + HIAE 25) paciente com tce grave e hic + hérnia diafragmática + mv reduzido: ordem das condutas

craniotomia descompressiva

lapa (lapa antes pode piorar hic e fazer hérnia de úncus)

drenagem torácica (“se fizer antes da lapa vira uma colostomia”)

12
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PREV - 9 critérios de causalidade de hill

1 força da associação (+ forte tem + chance de causal - medidas de associação)

2 consistência (comprovado em vários outros contextos, USANDO FÁRMACO DA MESMA CLASSE)

3 especificidade (exposição só dá 1 resultado, e tirá-la some resultado)

4 temporalidade* (mais importante)

5 gradiente biológico (dose-resposta)

6 plausibilidade biológica (explicação lógica - faz sentido farmacodinâmica, fisiopatologia?)

7 coerência (história natural)

8 evidência experimental (testou humano)

9 analogia (outro fator gerou esse desfecho)

  • valsartana tem efeito uricosúrico? já sei que losartana tem


13
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DECOREBA PREV - (UNIFESP 24) tipos de variável; métodos estatísticos

CATEGÓRICAS/ QUALITATIVAS = nominal, ordinal

qui-quadrado: variáveis categóricas/ comparar proporções entre expostos e não expostos (dicotômico!)

EM AMOSTRA ADEQUADA

  • pode usar em estudo transversal

teste exato de fisher (QUI QUADRADINHO): variáveis categóricas em amostras pequenas (<30): variante do qui quadrado


QUANTITATIVAS = discreta,

coeficiente de pearson: correlação linear entre 2 variáveis quantitativas

  • SE UMA AUMENTA E OUTRA DIMINUI = -1

  • AMBAS AUMENTAM OU AMBAS DIMINUEM = +1

  • SEM CORRELAÇÃO = 0

  • P VALOR = A NÍVEL DE SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA

regressão linear: para 2 variáveis quantitativas


MISTURAR QUALITATIVA E QUANTITATIVA

teste t de student: comparar médias entre 2 grupos quando há uma categórica e outra quantitativa

PRESSUPÕE DISTRIBUIÇÃO GAUSSIANA

ex. quantos cigarros x tem ou não bronquite

anova: comparar quantitativa e qualitativa nominal em 3 ou mais grupos (paramétrico)


mann whitney/wilcoxon para amostras independentes:

compara distribuições/medianas de variável quantitativa/ordinal entre DOIS grupos, não usar para variáveis dicotômicas

comparar amostras independentes e não pareadas teste não paramétrico (não exige amostra gaussiana)


NÃO PARAMÉTRICOS = NÃO SEGUEM GAUSS

kruskal-wallis

14
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PREV - (USP RP 23 + SUS SP 24) curva roc: o que é e como interpretar

capacidade do teste diagnóstico de definir valores de sensibilidade e especificidade

aumenta para Esquerda (eixo x = 1 - Especificidade) e para Superior (Sensibilidade)

parâmetro discriminatório do acaso: linha diagnonal (representa 50% de acurácia)


cai ponto de corte = ganha sensibilidade (qualquer cheirinho de doença já positiva

15
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PREV - (INEP 26) como confirmar surto epidêmico

comparar incidência atual com anos anteriores = montar diagrama de controle (últimos 10 anos)

para cada mês, calcular média de incidência e 2dp acima (limiar superior endêmico) e abaixo

saber se valor tá acima do limiar superior endêmico

16
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PREV - principal manifestação do benzenismo

mielotoxicidade (lma, lmc…)

17
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PREV - o que é amostragem estratificada

dividir população em grupos que compartilham características semelhantes (ex idade)
ideal para representatividade de subpopulações

18
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PREV - intoxicação por isocianatos: ocupação e clínica

poliuretano, verniz, tinta

urticária, irritação sistema respiratório

19
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PREV - (UNICAMP 25) numa distribuição normal da curva de laplace-gauss:

68% (2/3) dos valores ficam a um desvio-padrão da média

95% dos valores ficam a dois desvios-padrão da média
média coincide com mediana e moda


média é ruim quando houver valores extremos; usar mediana

<p>68% (2/3) dos valores ficam a um desvio-padrão da média</p><p>95% dos valores ficam a dois desvios-padrão da média <br>média coincide com mediana e moda</p><p></p><p>média é ruim quando houver valores extremos; usar mediana</p>
20
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CM - rabdomiólise

cocaína, cafeína, convulsões prolongadas

HIPOCALEMIA GRAVE (UNICAMP 26) - ALTERA CONTRAÇÃO VASCULAR E GERA ISQUEMIA!!!

evitar ringer lactato (tem potássio)

21
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DECOREBA GO - (SUS SP 23) índice de bishop: função

avalia maturação do colo uterino

<6 desfavorável, >9 ocitocina

<p>avalia maturação do colo uterino</p><p>&lt;6 desfavorável, &gt;9 ocitocina</p>
22
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DECOREBA GO - ganho de peso recomendado para gestante em cada trimestre

baixo peso - ganho 12,5-18kg

peso normal - ganho 11,5-16kg

sobrepeso - ganho 7-11,5kg

obesidade - ganho 5-9kg

23
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GO - (SUS SP 25) assinclitismo posterior x anterior

flexão lateral da cabeça

PARIETAL QUE DESCEU PRIMEIRO DÁ O NOME
Posterior (obliquidade de litzmann): sutura sagital próxima do Púbis e parietal posterior é o primeiro a entrar na escavação pélvica

anterior (obliquidade de naegele): sutura sagital mais próxima do sacro (ânus), parietal anterior desce na pelve em primeiro lugar

<p>flexão lateral da cabeça </p><p>PARIETAL QUE DESCEU PRIMEIRO DÁ O NOME<br>Posterior (obliquidade de litzmann): sutura sagital próxima do Púbis e parietal posterior é o primeiro a entrar na escavação pélvica</p><p>anterior (obliquidade de naegele): sutura sagital mais próxima do sacro (ânus), parietal anterior desce na pelve em primeiro lugar</p>
24
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GO - ponto de referência fetal e materno na apresentação transversa

fetal: acrômio

mãe: espinha isquiática

25
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DECOREBA GO - (USP RP 24) contraindicações para indução de parto

CI INDUÇÃO

apresentação pélvica (SACROTRANSVERSO…)/ apresentações anômalas (transversa…)
gemelar
hiv (mesmo se cv indetectável) - MAS PODE TER PARTO VAGINAL ESPONTÂNEO
herpes genital ativo
placenta prévia
macrossomia
sofrimento fetal
malformações uterinas
vício pélvico
carcinoma cervical invasivo


INDICAÇÕES ABSOLUTAS DE CESARIANA

desproporção cefalopélvica verdadeira/ VÍCIO PÉLVICO (DX INTRAPARTO!!)

  • TOCAR PROMONTÓRIO NÃO INDICA DCP, APENAS PREDIZ PARTO MAIS DIFÍCIL

placenta prévia total

transversa

dpp com feto vivo em instabilidade materno-fetal

cicatriz uterina corporal prévia

morte materna com feto vivo

lesões infecciosas com alto risco de transmissão

26
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DECOREBA GO - (SUS SP 22) versão cefálica externa

rotação pélvica pra cefálica ao manipular abdome materno

baixa taxa de complicações

reduz em 60% risco de apresentação não cefálica e 40% risco de cesariana

risco de desaceleração, sangramento, rpmo


CONTRAINDICAÇÕES

bolsa rota com oligodramnia (ila<5)
gemelar
sofrimento fetal
placenta prévia
malformações/tumores

<p>rotação pélvica pra cefálica ao manipular abdome materno </p><p>baixa taxa de complicações </p><p>reduz em 60% risco de apresentação não cefálica e 40% risco de cesariana</p><p>risco de desaceleração, sangramento, rpmo</p><p></p><p>CONTRAINDICAÇÕES</p><p>bolsa rota com oligodramnia (ila&lt;5)<br>gemelar<br>sofrimento fetal <br>placenta prévia <br>malformações/tumores</p>
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<p>GO - manobras intraparto</p>

GO - manobras intraparto

CABEÇA DERRADEIRA

bracht (PEGA NA BUNDAAAA): apreender nádegas e fêmur e rodar bebê em relação ao abdome da mãe - aumentar flexão da cabeça e facilitar desprendimento


DISTÓCIA DE OMBRO

ALEERTA

ajuda, avisa, anestesia

levantar (mcroberts)

external suprapubic pressure

EPISIO CONSIDERAR

remover braço posterior (jacquemier)

toque (rubin 2, woods, woods reversa)

alterar posição (gaskin)


primeira linha: mcroberts e pressão suprapúbica (rubin 1)

segunda linha:

rotação:

  • woods: mão face anterior ombro posterior, roda 180

  • rubin 2: pressão atrás do ombro anterior do feto empurrando ombro em direção ao tórax do feto (adução ombro anterior)

  • jacquemier: enfia a mão e puxa braço fetal posterior na fossa antecubital (reduz diâmetro biacromial)

  • shrug (dar de ombros) - bb com braço estendido impede jaquemier - eu puxo a axila do bb pra cima, com a outra mão giro cabeço e ombro em bloco

quatro apoios: gaskin (aumenta diâmetro ap pelve) ou corredor

zavanelli: empurrar cabeça de volta e fazer cesariana


DESCOLAMENTO PLACENTA

jacob-dublin: leve tração placenta pra descolar membranas (tirar girando)

sinal do pescador: percutir fundo do útero e transmitir para cordão umbilical

<p>CABEÇA DERRADEIRA</p><p>bracht (PEGA NA BUNDAAAA): apreender nádegas e fêmur e rodar bebê em relação ao abdome da mãe - aumentar flexão da cabeça e facilitar desprendimento</p><p></p><p>DISTÓCIA DE OMBRO</p><p>ALEERTA</p><p>ajuda, avisa, anestesia</p><p>levantar (mcroberts)</p><p>external suprapubic pressure</p><p>EPISIO CONSIDERAR</p><p>remover braço posterior (jacquemier)</p><p>toque (rubin 2, woods, woods reversa)</p><p>alterar posição (gaskin)</p><p></p><p>primeira linha: mcroberts e pressão suprapúbica (rubin 1)</p><p>segunda linha:</p><p>rotação:</p><ul><li><p>woods: mão face anterior ombro posterior, roda 180</p></li><li><p>rubin 2: pressão atrás do ombro anterior do feto empurrando ombro em direção ao tórax do feto (adução ombro anterior)</p></li><li><p>jacquemier: enfia a mão e puxa braço fetal posterior na fossa antecubital (reduz diâmetro biacromial)</p></li><li><p>shrug (dar de ombros) - bb com braço estendido impede jaquemier - eu puxo a axila do bb pra cima, com a outra mão giro cabeço e ombro em bloco</p></li></ul><p>quatro apoios: gaskin (aumenta diâmetro ap pelve) ou corredor</p><p>zavanelli: empurrar cabeça de volta e fazer cesariana</p><p></p><p>DESCOLAMENTO PLACENTA</p><p>jacob-dublin: leve tração placenta pra descolar membranas (tirar girando)</p><p>sinal do pescador: percutir fundo do útero e transmitir para cordão umbilical</p>
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GO - defletida de 3º grau: queixo precisa estar em qual posição para nascer?

para cima nasce, para baixo não

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DECOREBA GO - tipos de apresentação pélvica

completa (lótus): pelve e pés se apresentando

franca (carpado): pernas fletidas

  • MELHOR PRO PARTO VAGINAL (volume da potranca dilata melhor)

incompleta (pés/joelhos): muito risco prolapso de cordão


<p>completa (lótus): pelve e pés se apresentando </p><p>franca (carpado): pernas fletidas</p><ul><li><p>MELHOR PRO PARTO VAGINAL (volume da potranca dilata melhor)</p></li></ul><p>incompleta (pés/joelhos): muito risco prolapso de cordão</p><p></p>
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GO - relação entre amniorrexe e idade gestacional

o período de latência é inversamente proporcional à idade gestacional

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<p>DECOREBA PED - (SUS SP 22, USP RP 22 + HIAE 23 + 24 + USP SP 23 + 26 + SUS SP 26) perímetro cefálico, comprimento/estatura, peso, imc</p>

DECOREBA PED - (SUS SP 22, USP RP 22 + HIAE 23 + 24 + USP SP 23 + 26 + SUS SP 26) perímetro cefálico, comprimento/estatura, peso, imc

PERÍMETRO CEFÁLICO

33-37 cm (média 35)

2cm/mês no primeiro trimestre

1cm/mês no segundo trimestre

0,5cm/mês no segundo semestre

>P97 desenvolvimento normal, sem fator de risco, mesmo canal de crescimento: macrocefalia constitucional, seguimento


COMPRIMENTO/ESTATURA

1º trimestre: 3cm/mês

2º trimestre: 2cm/mês

2º semestre: 10cm ao todo

1º ano todo: 25cm

2º ano: 10-12cm/ano

pré-escolar: 7-8cm/ano

escolar: 6-7cm/ano


PESO (HIAE 24)

1º trimestre: 25-30g/dia (ao todo, 700g/mês)

2º trimestre: 20g/dia (ao todo, 600g/mês)

3º trimestre: 15g/dia (ao todo, 500g/mês)

4º trimestre: 10g/dia (ao todo, 300g/mês)

DUPLICA AOS 4/5 MESES E TRIPLICA COM 1 ANO


IDADE GESTACIONAL

<28 pré-termo extremo

28-31+6 muito pré-termo

32-33+6 pré-termo moderado

34-36+6 pré-termo tardio


PESO DE NASCIMENTO

>3000 adequado

2500-2999 insuficiente

1500-2499 baixo peso

1000-1499 muito baixo peso

<1000 extremo baixo peso


PICO DE CRESCIMENTO INTRAUTERINO

comprimento: segundo trimestre

peso: terceiro trimestre


IMC

<-3 ou p<0,1: magreza acentuada

-3 -2 ou p0,1-3: magreza

-2 +1 ou p3-85: eutrofia

+1 +2 ou p85-97: risco sobrepeso | sobrepeso

+2 +3 ou p97-99,9: sobrepeso | obesidade

>+3 ou p>99,9: obesidade | obesidade grave


PREMATURO USAR GRÁFICO INTERGROWTH PRA CORRIGIR PESO

parâmetro de ganho ponderal: idade corrigida até 2 anos, até 3 anos se <28s


ESTATURA PARA IDADE

bioindicador mais sensível das condições de vida de uma população (crianças do mundo todo têm ritmo idêntico nos primeiros 5 anos, efeito cumulativo agressões crônicas)

< -3 muito baixa

entre -3 e -2 baixa

maior que -2 adequada


PESO PARA IDADE

<-3 muito baixo

entre -3 e -2 baixo

entre -2 e +2 aAdequado*

> +2 elevado

32
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DECOREBA PED - (INEP 24 + SUS SP 24) icterícia neonatal

FISIOLÓGICA

htc mais elevado, meia vida hemácia menor

imaturidade hepática (pouca captação, pouca conjugação pela glicuronil transferase - antes era placenta eliminando bbi)

aumento circulação êntero-hepática (desconjugada e reabsorvida) - trânsito lento, sem microbiota desconjugando (glicuronidase)

normal: início 2-3d, pico 3-5, persiste <14d, não aumenta mais que 5/dia


FATORES DE RISCO HIPERBB SIGNIFICATIVA

<24h pós nascimento

perto limite de foto

pais ou irmãos com necessidade foto ou exsanguineo

incompatibildiade sanguínea/doenças hemolíticas/ policitemia

cefalo-hematoma ou equimose

down

macrossomia, mãe dmg

asiático


KRAMER

1 cabeça e pescoço 6
2 tronco-umbigo 9
3 umbigo-coxas 12
4 tornozelos e punhos 15
5 palmo-plantar 18


EXSANGUINEO

se abo: usar o negativo

se rh: pode usar mesmo tipo sanguíneo, desde que rh negativo (bb tem coombs positivo e rh positivo vai hemolisar mais)


ENCEFALOPATIA BILIRRUBÍNICA: hipotonia, sucção débil, opistótono, convulsão

kernicterus é foram crônica

SÓ BI CAUSA (LIPOSSOLÚVEL PASSA BHE)

rn com sonolência, hipertonia, crise convulsiva com movimentos oculares e “pedalar” em mmii

descartar infeccioso, metabólico (hipoglicemia)

  • fenobarbital ataque 20mg/kg, monitorização

  • intubar se apneia, incapacidade proteger via aérea, rebaixamento progressivo


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DECOREBA PED - toxoplasmose congênita

INVESTIGAÇÃO FETAL

amniocentese com pcr dna 17-21s

seguimento com usg fetal

tríade de sabin: coriorretinite, hidrocefalia, calcificações intracranianas difusas


APÓS NASCER

fundo de olho, usg transfontanela, bilirrubinas, tgo tgp

esquema tríplice 1 ano

corticoide 2-6s se proteinorraquia >1g ou coriorretinite em atividade

QUANDO TRATAR

igm positivo (IGM E IGA NÃO PASSAM PLACENTA = SÃO DO BB)

  • fica positivo 1-2s pós infecção aguda, permanece 2-3m

igm negativo não afasta toxo congênita (pode já ter caído e ter só igg)

igg em títulos ascendentes (pico 3-6m, permanece toda a vida)

manifestações clínicas: baixo peso, macrocefalia, icterícia, hepatoespleno


34
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PED - causas para teste do coraçãozinho alterado

CAUSAS DE ALTERAÇÃO: coarctação de aorta (obstrui mmii) com canal arterial patente (sangue não oxigenado pelo shunt tronco para aorta)


hipoplasia de ve não altera teste porque sangue pouco oxigenado vai do canal arterial pro corpo inteiro

35
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DECOREBA PED - (USP SP 25) teste desnaturação alcalina da hb (apt teste): positivo x negativo

misturar amostra sangue com naoh

hbf resistente permanece rosa = positivo (sangramento fetal - gastrite, distúrbio coagulação)

hba mãe desnatura em amarelo-acastanhado = negativo (parto, fissura mamária)

36
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DECOREBA PED - (USP SP 25) manifestações da doença hemorrágica do rn (deficiência vitamina k)

precoce - associação com uso de anticonvulsivantes, warfarina, atb, hic

clássica - sangramento tgi, cutâneo-mucoso

tardia - condições que interferem na absorção de vitamina k

APT TEST POSITIVO (SANGUE REAGE COM NAOH E FICA ROSA)

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PED - (USP SP 21) propedêutica na encefalopatia hipóxico-isquêmica

lesão neuronal, diagnóstico de bebês a termo (pré-termo: leucomalácia periventricular)

descartar hipoglicemia e hipocalcemia

NÃO REPOR CÁLCIO SE GLICOSE NORMAL
dose de ataque fenobarbital 20mg/kg e depois manutenção

benzo não


HIPOTERMIA TERAPÊUTICA: se >35s e <6h do insulto (ph<7, apgar <6 no 10º minuto, convulsão, letargia, hipotonia)

resfriamento por 72h com temperatura central 33,5

ajudar neuroplasticidade

ÓXIDO NÍTRICO É PRA HIPERTENSÃO PULMONAR!!!


escore de sarnat: consciência, atividade espontânea, reflexos, pupilas, fc, respiração

  • moderada/grave: fazer hipotermia terapêutica em <6h do insulto


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<p>DECOREBA PED - (USP SP 21 + UNICAMP 25) enterocolite necrosante/ necrotizante: diagnóstico e tratamento</p>

DECOREBA PED - (USP SP 21 + UNICAMP 25) enterocolite necrosante/ necrotizante: diagnóstico e tratamento

vômitos, distensão, intolerância alimentar/ resíduo gástrico, sangramento retal, geleia de framboesa - suspeita

pode ter pneumoportia

dieta zero, sng, atb, suporte nutricional, rx abdome (dx confirmado se pneumatose intestinal)

operar se pneumoperitônio (pneumatose não indica perfuração)


<p>vômitos, distensão, intolerância alimentar/ resíduo gástrico, sangramento retal, geleia de framboesa - suspeita</p><p>pode ter pneumoportia</p><p>dieta zero, sng, atb, suporte nutricional, rx abdome (dx confirmado se pneumatose intestinal)</p><p>operar se pneumoperitônio (pneumatose não indica perfuração)</p><p></p>
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PED - (UNICAMP 25) decorebas de rn/recém nascido/ neonatologia

TEMPERATURA RN 36,5-37,5 E SALA DE PARTO 23-26


PRIMEIRO BANHO

após 24h do nascimento ou 6h (cultural)
se hiv, mais precoce possível

banho de imersão (menor perda de calor, 37º, 5-10min)


ABAULAMENTO CRANIANO

bossa serossanguínea/caput succedaneum: subgaleal, autolimitado

céfalo-hematoma: subperiosteal, restrito às suturas


CONJUNTIVITE NEONATAL

gonocócica: primeiros dias

clamídia: 7-10d

tt empírico cefriaxone im + eritromicina clamídia + colírio atb

COLÍRIO PROFILAXIA

iodopovidona 2,5% (eficácia contra germes específicos, não gera resistência)

alternativas: eritromicina 0,5% ou tetraciclina 1%

antigamente era nitrato de prata 1% (credé)


PROCEDIMENTO COM DOR MÍNIMA

não farmaco (aleitamento, contato pele a pele, sucção não nutritiva, solução de sacarose)


REPOSIÇÃO/ SUPLEMENTAÇÃO

potássio pós 72h

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DECOREBA PED - glicemia normal bebê

  • Até 4 horas de vida: inferior a 25 mg/dL 

  • Entre 4 e 24 horas de vida: inferior a 35 mg/dL 

  • Entre 24 e 48 horas de vida: inferior a 50 mg/dL 

  • Mais de 48 horas de vida: inferior a 60 mg/dL 


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DECOREBA PED - teste do eluato na incompatibilidade abo?

coombs direto pode ser falso negativo (rn tem pouco determinante ab nas hemácias)

eluato = amostra que contém ac separados das hemácias

OBS MÃE SENSIBILIZADA NA VIDA, PODE SER PRIMÍPARA

<p>coombs direto pode ser falso negativo (rn tem pouco determinante ab nas hemácias)</p><p>eluato = amostra que contém ac separados das hemácias<br></p><p>OBS MÃE SENSIBILIZADA NA VIDA, PODE SER PRIMÍPARA</p>
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PED - policitemia no rn: causas, diagnóstico, tratamento

hipóxia, clampeamento tardio

htc > 65% (dx laboratorial)
maior viscosidade = hipoglicemia, menor perfusão

tt exsanguineotransfusão (se sintomáatico)

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PED - valor de hiponatremia em rn?

menor que 130

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PED - tratamento candidíase oral em rn

nistatina 1-4ml 4x/dia 10-14 dias
fluconazol se refratário

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DECOREBA PED - (UNIFESP 23 + 24 + HIAE 23 + INEP 24 + USP SP 24) sífilis congênita

GESTANTE TT PRÉVIO COMPLETO, ÚLTIMO VDRL 1:2, HOJE TR+: solicitar novo vdrl


ESTÁGIO ADEQUADO

INICIAR 30 DIAS OU MAAAAAAAAAISSSSSSSSSSSSSSS

25 É MENOR QUE 30

PORRA


INADEQUADA: vdrl sangue periférico, hemograma,

rx ossos longos (periostite, osteocondrite, lesões metafisárias radiolucentes)

líquor


ADEQUADA: vdrl mãe e bb

  • vdrl bb >2 mãe

  • <= mãe


PRECOCE

pênfigo sifilítico

rinite serossanguinolenta

condiloma plano

osteocondrite, periostite - pseudoparalisia parrot


TARDIA >2A (CICATRIZAÇÃO)

surdez

ceratite intersticial

articulação de clutton
fronte olímpica/ tíbia em sabre

hidrocefalia

dentes de hutchinson

nariz em sela, perfuração septo


SEGUIMENTO SEM NEUROSSÍFILIS:
teste não treponêmico aos 1, 3, 6, 12 e 18 meses, sendo suspenso quando dois não reagentes consecutivos

  • SE NÃO CONSEGUIR FAZER VDRL, UMA DOSE PRESUNTIVA BENZETACIL

ideal: queda titulação aos 3 meses e negativação aos 6 meses

aumento em 2 diluições indica falha tratamento

acompanhamento oftalmo, neuro, audiológico 6/6m por 2 anos

se neurossífilis, líquor 6/6m até normalização


NEUROSSÍFILIS SE >25 células (leuco), proteína >150 ou vdrl reagente


OBS DX FORA DO PERÍODO NEONATAL = IDEAL FAZER CRISTALINA

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CM - posso ter colestase sem sinais clínicos?

SIM! bd > 1 (fazer usg…)

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CIR - classificação de gustillo-anderson

1: <1cm, pouca extensão/contaminação

  • cefazolina ou clinda se alergia

2: 1-10cm, contaminação moderada

  • cefazolina ou clinda se alergia

3: >10cm, contaminação

  • cefazolina + genta

se meio rural ou água parada, cobrir anaeróbio (penicilina)


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GO - (INEP 24 + SUS SP 25 + MEDFOCO ENAMED) amenorreia primária: morris x rokitansky

DIFERENCIAÇÃO SEXUAL

até 7s genitalia externa é comum; diferenciação termina ate 12 (externa depende da dht)

genitália interna ainda seformando em 20s, depende do ham

tubérculo genital - clitóris

pregas urogenitais - pequenoslábios, hímen

pregas labioescrotais- grandes lábios


ANOMALIAS MÜLLERIANAS- genéticas, alteraçoes no desenvolvimento embrionário

fertilidade preservada - porem mais risco de parto prematuro e apresentação pelvica, abordamento segundo trimestre, incompetencia istmocervical

didelfo: dois colos e um septo longitudinal

muller paramesonéfricos de cada lado se fundem, parede absorve e gera único útero 

PARTE DISTAL É SEIO UROGENITAL, NADA A VER COM MÜLLER

tt ressecão cirúrgica do septo vaginalk

bicorno: fusão incompleta ductos, colo único

septado: reabsorção incompleta do segmento medial dos ductos

arquato/arqueado: discreta convexidade no fundo uterino ou pequeno septo na linha média




EM HOMENS E MULHERES NORMAIS:

HOMENS

gene sry induz formação dos testículos = sertoli secretam amh = regressão ductos de müller

leydig produzem testosterona = ductos de wollf se diferenciam em epidídimo, ducto deferente e vesículas seminais

MULHERES

sem testículos = sem amh = ductos de müller formam tubas, útero e terço superior da vagina

ausência de testosterona regride wollf


INVESTIGAR 13 SEM CSS OU 15 COM CSS

MORRIS/SIAC 46XY
testículos intra-abdominais/inguinais produzem amh e testosterona

  • regride mesonéfricos/wollf (tecidos periféricos não respondem à testosterona)

  • regride paramesonéfricos/müller (amh atrofia) - não forma genitália interna (útero, tubas, 2/3 superiores vagina = FICA CURTA)

  • testo livre convertida em estrogênio periférico = mamas


ROKITANSKY 46XX

reride mesonéfricos (wolff) normalmente pela ausência de testosterona

agenesia müller = tem útero rudimentar ou não tem útero/partes superiores da vagina

ovários funcionam = tem caracter sexual secundário, pelo normal, ovário


SWYER/DISGENESIA GONADAL PURA: MUTAÇÕES SRY

anéis fibrosos no local dos testículos - não produzem ham

nao produz testo = ausencia feedback negativo no eixo hh - aumenta gonadotrofina com reducao estradiol

amenorreia primária, crescimento eunucoide, infantilismo, ovários em fita, útero e tubas normais ou rudimentares

<p><span style="background-color: transparent;">DIFERENCIAÇÃO SEXUAL</span></p><p><span style="background-color: transparent;">até 7s genitalia externa é comum; diferenciação termina ate 12 (externa depende da dht)</span></p><p><span style="background-color: transparent;">genitália interna ainda seformando em 20s, depende do ham</span></p><p><span style="background-color: transparent;">tubérculo genital - clitóris</span></p><p><span style="background-color: transparent;">pregas urogenitais - pequenoslábios, hímen</span></p><p><span style="background-color: transparent;">pregas labioescrotais- grandes lábios</span></p><p></p><p><span style="background-color: transparent;">ANOMALIAS MÜLLERIANAS- genéticas, alteraçoes no desenvolvimento embrionário</span></p><p><span style="background-color: transparent;">fertilidade preservada - porem mais risco de parto prematuro e apresentação pelvica, abordamento segundo trimestre, incompetencia istmocervical</span></p><p><span style="background-color: transparent;">didelfo: dois colos e um septo longitudinal</span></p><p><span style="background-color: transparent;">muller paramesonéfricos de cada lado se fundem, parede absorve e gera único útero&nbsp;</span></p><p><span style="background-color: transparent;">PARTE DISTAL É SEIO UROGENITAL, NADA A VER COM MÜLLER</span></p><p><span style="background-color: transparent;">tt ressecão cirúrgica do septo vaginalk</span></p><p><span style="background-color: transparent;">bicorno: fusão incompleta ductos, colo único</span></p><p><span style="background-color: transparent;">septado: reabsorção incompleta do segmento medial dos ductos</span></p><p><span style="background-color: transparent;">arquato/arqueado: discreta convexidade no fundo uterino ou pequeno septo na linha média </span></p><p></p><p></p><p></p><p><span style="background-color: transparent;"><strong>EM HOMENS E MULHERES NORMAIS:</strong></span></p><p><strong>HOMENS</strong></p><p><strong>gene sry induz formação dos testículos = sertoli secretam amh = regressão ductos de müller</strong></p><p><strong>leydig produzem testosterona = ductos de wollf se diferenciam em epidídimo, ducto deferente e vesículas seminais</strong></p><p><strong>MULHERES</strong></p><p><strong>sem testículos = sem amh = ductos de müller formam tubas, útero e terço superior da vagina</strong></p><p><strong>ausência de testosterona regride wollf</strong></p><p></p><p>INVESTIGAR 13 SEM CSS OU 15 COM CSS</p><p>MORRIS/SIAC 46XY<br>testículos intra-abdominais/inguinais produzem amh e testosterona</p><ul><li><p>regride mesonéfricos/wollf (tecidos periféricos não respondem à testosterona)</p></li><li><p>regride paramesonéfricos/müller (amh atrofia) - não forma genitália interna (útero, tubas, 2/3 superiores vagina = FICA CURTA)</p></li></ul><ul><li><p>testo livre convertida em estrogênio periférico = mamas</p></li></ul><p></p><p>ROKITANSKY 46XX</p><p>reride mesonéfricos (wolff) normalmente pela ausência de testosterona</p><p>agenesia müller = tem útero rudimentar ou não tem útero/partes superiores da vagina</p><p>ovários funcionam = tem caracter sexual secundário, pelo normal, ovário</p><p></p><p>SWYER/DISGENESIA GONADAL PURA: MUTAÇÕES SRY</p><p>anéis fibrosos no local dos testículos - não produzem ham</p><p>nao produz testo = <span style="background-color: transparent;">ausencia feedback negativo no eixo hh - aumenta gonadotrofina com reducao estradiol</span></p><p>amenorreia primária, crescimento eunucoide, infantilismo, ovários em fita, útero e tubas normais ou rudimentares</p>
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GO - spotting: causa e conduta

aco com baixa dosagem de estrógeno gera atrofia endometrial = vasos ficam expostos

prescrever aine ou anti-fibrinolítico OU trocar pra aco com mais estro ou prog com maior meia vida

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CM - alteração do magnésio pode gerar queda no...

pth, levando à hipocalcemia

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CM - fórmula de compensação da alcalose

ALCALOSE RESPIRATÓRIA

VR CO2 40 E BIC 24

aguda: delta bic = 0,2 x delta pco2

crônica: delta bic = 0,4 x delta pco2


METABÓLICA

pco2 esperada = bic +15


VOMITO E PERDA POR SONDA GERA ALCALOSE METABOLICAAAAAAAAAAA HIPOOOOOOOOOOOCLOREMICAAAA PERDE ACIDO CLORIDRICOOOOOOOOOOOOOOOO


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CM - ânion gap corrigido para hipoalbuminemia?

ag corrigido (normal entre 8 e 12) = ag calculado + (4-alb) x 2,5

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CM - ânion gap normal prova que não há distúrbio...

duplo

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CM - como calcular o delta-delta

ânion gap doente - ânion gap normal / bic doente - bic normal

RESULTADO >2 = ALCALOSE METABÓLICA CONCOMITANTE


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CM - cálculo da variação de sódio (fórmula de adrogué)

na solução - na paciente / act +1

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CM - hiperparatireoidismo secundário: fisiopatologia e achados clínicos

SECUNDÁRIO

queda da tfg retém po4 = quela cálcio

rim doente não consegue ativar vitamina d = redução reabsorção intestinal de cálcio

hipocalcemia estimula aumento de pth

osteodistrofia renal = rx reabsorção subperiosteal falanges, crânio sal e pimenta, tumor marrom

SE CITAR CISTOS PERTO DE ARTICULAÇÃO, É AMILOIDOSE RELACIONADA À DIÁLISE (ACÚMULO BETA 2 MICROGLOBULINA) - CONSIDERAR USO DE MEMBRANA DE ALTO FLUXO


HIPERPARATIREOIDISMO TERCIÁRIO

drc produz pth tentando elevar calcemia, mas permanece hipocalcemia

estímulo contínuo do pth hipertrofia paratireoides e podem ficar autônomas

paratireoidectomia com autoenxerto (para hiperplasia)

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CM - teste stress furo: como fazer? positivo se...?

1mg/kg

positivo se diurese >200ml em 2h

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CM - (USP RP 22 + USP SP 23 + SUS SP 23 + INEP 25 + MEDFOCO ENAMED) sd nefrótica

definição: proteinúria 3,5g/24h*, spot prot/crea >3

criança >50mg/kg/dia OU 40MG/M²/H, prot/crea >2

hipoalbuminemia <2,5*, edema* (defining features)

lipidúria (perda lipoproteína - gera hiperlipidemia)

perda antitrombina: hipercoagulabilidade

perda transferrina: anemia refratária

perda ig: pbe por pneumococo


CAUSAS

lesão mínima (80-90%) criança: 1ª ou 2ª (hodgkin, aine), boa resposta corticoide (2mg/kg/dia, max 60/dia)

  • FURO EM CASOS SELECIONADOS

gesf: mais comum adulto, 1ª ou 2ª

membranosa: 2º lugar em adulto (branco, idoso)

  • anti-pla2r

  • ANTI THS D7A

  • ANTI NELL 1

neoplasia sólida (secreta antígeno ou gera resposta imune com formação de imunocomplexos), hepatite b, captopril, sais ouro, d-penicilamina, lúpus

principal causa de trombose veia renal (dor lombar, hematúria, piora edema)

gn membranoproliferativa/mesangiocapilar: criança, adulto jovem

parece gnpe e consome complemento >8s, associaçãp hcv


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DECOREBA CIR - (UNIFESP 26) divertículo de meckel: regra dos 2, diagnóstico, conduta

anormalidade congênita mais comum do tgi (2% população geral)

ainda mais frequente se crohn

fechamento incompleto conduto onfalomesentérico (ducto vitelínico)

pode complicar com diverticulite e dd apendicite

2 tipos de mucosa ectópica: gástrica e pancreática

2 polegadas de extensão

2 cm na boca do divertículo

2 pés da válvula ileocecal (45-60cm)


dx: padrão-ouro cintilo tn99 (mostra células da mucosa gástrica ectópica)

(UNIFESP 26) bebê com demora na cicatrização de coto umbilical, saída de secreção achocolatada aerada pelo umbigo


CONDUTA

criança: ressecção imediata

adulto: ressecção se complicação ou achado na apendicec incidental

UNICAMP MANDA RESSECAR POSTERIORMENTE SE NECESSÁRIO

<p>anormalidade congênita mais comum do tgi (2% população geral)</p><p>ainda mais frequente se crohn</p><p>fechamento incompleto conduto onfalomesentérico (ducto vitelínico)</p><p>pode complicar com diverticulite e dd apendicite</p><p>2 tipos de mucosa ectópica: gástrica e pancreática</p><p>2 polegadas de extensão</p><p>2 cm na boca do divertículo</p><p>2 pés da válvula ileocecal (45-60cm)</p><p></p><p>dx: padrão-ouro cintilo tn99 (mostra células da mucosa gástrica ectópica)</p><p>(UNIFESP 26) bebê com demora na cicatrização de coto umbilical, saída de secreção achocolatada aerada pelo umbigo</p><p></p><p>CONDUTA</p><p>criança: ressecção imediata</p><p>adulto: ressecção se complicação ou achado na apendicec incidental</p><p>UNICAMP MANDA RESSECAR POSTERIORMENTE SE NECESSÁRIO</p>
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CM - nutrientes absorvidos em cada parte do delgado

duodeno: ferro

jejuno

íleo: b12, sais biliares, vitaminas lipossolúveis recebe fatores inibidores da gçastrina

  • NÃO ABSORVE FERRO


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CM - local de absorção intestinal do cálcio e vitamina c?

todo o delgado

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CIR - (USP SP 21 + 22 + USP RP 22 + HIAE 23) aneurisma de aorta abdominal: rastreio, indicações de intervenção

aneurisma: dilatação >=50% diâmetro original

<50% ectasia

verdadeiro: todas as camadas

pseudoaneurisma: hematoma pulsátil não contido por todas as camadas

degenerativo - aterosclerose

fusiforme: “dilatação circunferencial concêntrica, transição gradual…”
sacular: dilatação excêntrica focal, protuberância, aspecto diverticular, bolsa


1 infrarrenais: mais comum, colo livre abaixo das renais

  • prótese reta

2 justarrenais

  • endopróteses fenestradas, cirurgia aberta (prótese reta não resolve porque precisa ramificar pras renais e viscerais)

3 pararrenais engloba renais

4 toracoabdominais acima e abaixo das renais


FATORES DE RISCO

tabagismo 8:1 > homem, idade, branco, hf+

hipercolesterolemia, has, dpoc

PROTEÇÃO: DIABETES, mulher, cor negra

  • se mulher tiver, tem mais risco ruptura


massa assintomática, pulsátil, dor abdominal inespecífica

RASTREIO: usg doppler aorta abdominal = homem 65-75a tbg ou ex tbg

  • ponderar +50a se hf ou tabagismo

usg não avalia ruptura em 50% dos casos (rompe retroperitonial)

dx ideal tc/angio tc: delineamento preciso, relação vasos renais e ilíacos, avalia trombos e calcificações


TRATAMENTO

suspender tabagismo, controle has e dislipidemia (reduzir risco cardiovascular global)

seguimento usg

  • 2,6-2,9 a cada 5 anos

  • 3-3,4 a cada 3 anos

  • 3,5-4,4 a cada 12m

  • 4,4-5,4 a cada 6m

CIRURGIA ELETIVA APÓS ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO: sintomático (dor abdominal, lombar)

>5,5cm diâmetro (5cm mulher) NAO É EXTENSÃO

crescimento >5mm/6 meses ou 1cm/12 meses

complicação (embolização periférica, infecção)

configuração sacular

endovascular boa na infrarrenal


ENDOLEAK: principal falha do reparo endovascular

1 falha na vedação proximal (1a) ou distal (1b)

  • tt imediato

2 (+ comum): enchimento retrógrado vindo das lombares ou mesentérica inferior

  • tt se dilatação/embolização

3 falha 1 componente ou na vedação entre eles

  • tt imediato

4 vazamento pelos poros da prótese | 5 dilatação na ausência de vazamento visível (ultrafiltrado)

  • autolimitados, resolvem após fim da anticoagulação


RUPTURA: mortalidade 90%

fatores de risco: tabagismo, mulher, diâmetro inicial grande, crescimento rápido, has, tx renal ou cardíaco, redução vef1

sacular

pode ser tamponado pelo retroperitônio: massa pulsátil + dor abdominal + hipotensão (tríade em 1/3)

localização parede posterolateral esquerdo

estável: hipotensão permissiva, angiotc (densidade anômala, hematoma retroperitoneal, ausência clivagem psoas-aorta)

ideal reparo evar (endovascular aneurysm repair) com anestesia local

instável: balão intra-aórtico

  • favorável = endovascular

  • não candidato ao evar: reparo aberto (alta mortalidade), b


<p>aneurisma: dilatação &gt;=50% diâmetro original</p><p>&lt;50% ectasia</p><p>verdadeiro: todas as camadas</p><p>pseudoaneurisma: hematoma pulsátil não contido por todas as camadas</p><p>degenerativo - aterosclerose</p><p>fusiforme: “dilatação circunferencial concêntrica, transição gradual…”<br>sacular: dilatação excêntrica focal, protuberância, aspecto diverticular, bolsa</p><p></p><p>1 infrarrenais: mais comum, colo livre abaixo das renais</p><ul><li><p>prótese reta</p></li></ul><p>2 justarrenais</p><ul><li><p>endopróteses fenestradas, cirurgia aberta (prótese reta não resolve porque precisa ramificar pras renais e viscerais)</p></li></ul><p>3 pararrenais engloba renais</p><p>4 toracoabdominais acima e abaixo das renais</p><p></p><p>FATORES DE RISCO</p><p>tabagismo 8:1 &gt; homem, idade, branco, hf+</p><p>hipercolesterolemia, has, dpoc</p><p>PROTEÇÃO: DIABETES, mulher, cor negra</p><ul><li><p>se mulher tiver, tem mais risco ruptura</p></li></ul><p></p><p>massa assintomática, pulsátil, dor abdominal inespecífica</p><p>RASTREIO: usg doppler aorta abdominal = homem 65-75a tbg ou ex tbg</p><ul><li><p>ponderar +50a se hf ou tabagismo</p></li></ul><p>usg não avalia ruptura em 50% dos casos (rompe retroperitonial)</p><p>dx ideal tc/angio tc: delineamento preciso, relação vasos renais e ilíacos, avalia trombos e calcificações</p><p></p><p>TRATAMENTO</p><p>suspender tabagismo, controle has e dislipidemia (reduzir risco cardiovascular global)</p><p>seguimento usg</p><ul><li><p>2,6-2,9 a cada 5 anos</p></li><li><p>3-3,4 a cada 3 anos</p></li><li><p>3,5-4,4 a cada 12m</p></li><li><p>4,4-5,4 a cada 6m <br></p></li></ul><p>CIRURGIA ELETIVA APÓS ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO: sintomático (dor abdominal, lombar)</p><p>&gt;5,5cm <strong>diâmetro </strong>(<strong>5cm mulher</strong>) <strong>NAO É EXTENSÃO</strong></p><p>crescimento &gt;5mm/6 meses ou 1cm/12 meses</p><p>complicação (embolização periférica, infecção)</p><p><strong>configuração sacular</strong></p><p>endovascular boa na infrarrenal</p><p></p><p>ENDOLEAK: principal falha do reparo endovascular</p><p>1 falha na vedação proximal (1a) ou distal (1b)</p><ul><li><p>tt imediato</p></li></ul><p>2 (+ comum): enchimento retrógrado vindo das lombares ou mesentérica inferior</p><ul><li><p>tt se dilatação/embolização <br></p></li></ul><p>3 falha 1 componente ou na vedação entre eles</p><ul><li><p>tt imediato</p></li></ul><p>4 vazamento pelos poros da prótese | 5 dilatação na ausência de vazamento visível (ultrafiltrado)</p><ul><li><p>autolimitados, resolvem após fim da anticoagulação</p></li></ul><p></p><p>RUPTURA: mortalidade 90%</p><p>fatores de risco: tabagismo, mulher, diâmetro inicial grande, crescimento rápido, has, tx renal ou cardíaco, redução vef1</p><p>sacular</p><p>pode ser tamponado pelo retroperitônio: massa pulsátil + dor abdominal + hipotensão (tríade em 1/3)</p><p>localização parede posterolateral esquerdo</p><p>estável: hipotensão permissiva, angiotc (densidade anômala, hematoma retroperitoneal, ausência clivagem psoas-aorta)</p><p>ideal reparo evar (endovascular aneurysm repair) com anestesia local</p><p>instável: balão intra-aórtico</p><ul><li><p>favorável = endovascular</p></li><li><p>não candidato ao evar: reparo aberto (alta mortalidade), b</p></li></ul><p></p>
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CIR - benefícios e efeitos adversos do tiopental

hipnótico que reduz a pic (neuroprotetor) e indução rápida

depressão respiratória e hipotensão

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CIR - benefícios do bzd

amnésia retrógrada, sedação leve

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CIR - efeitos adversos do etomidato

dor

insuficiência adrenal

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PED - teste do coraçãozinho: interpretação e conduta

SÓ >34 SEMANAS

normal: maior ou igual a 95, diferença <3

duvidoso: 90-94 e/ou diferença >4

  • REPETIR EM UMA HORA; SE MANTIVER ALTERADO, REPETIR DE NOVO; SE MANTIVER, PEDIR ECO

positivo: menor ou igual a 89 em um dos membros

  • avaliação neonatal/cardio completa, eco

  • não dar alta até esclarecimento


<p>SÓ &gt;34 SEMANAS</p><p>normal: maior ou igual a 95, diferença &lt;3</p><p>duvidoso: 90-94 e/ou diferença &gt;4</p><ul><li><p>REPETIR EM UMA HORA; SE MANTIVER ALTERADO, REPETIR DE NOVO; SE MANTIVER, PEDIR ECO</p></li></ul><p>positivo: menor ou igual a 89 em um dos membros</p><ul><li><p>avaliação neonatal/cardio completa, eco</p></li><li><p>não dar alta até esclarecimento </p></li></ul><p></p>
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DECOREBA PED - (INEP 25 + HIAE 26 + MEDFOCO ENAMED) asma ambulatorial

ESPIROMETRIA: vef1/cvf <0,75-0,8 adulto | 0,9 criança

prova broncodilatadora positiva pós 15min de saba (aumento vef1 >12% E >200ml em relação ao basal no adulto)

  • se ja usa saba, suspender 4h antes da espiro


BRONCOPROVOCAÇÃO: assintomático ou espiro normal + forte suspeita dx (queda vef1 >20% pós inalação metacolina ou histamina)


Atividades limitadas (1/mês)
Broncodilatador >2x/semana
Calada da noite (1/mês)

Diurnos >2x/semana


controlada: 0 para todas
parcialmente controlada: sim 1-2

não controlada: sim 3+ OU QUALQUER EXACERBAÇÃO GRAVE ÚLTIMO ANO


DX VEF1 >12% E >200ML PÓS BD


ASMA <5A

DIAGNÓSTICO
episódios recorrentes sibilância aguda (2+ em um ano, >24h, 1 deles preciso flagrar)

sem outro dx mais provável

prova terapêutica positiva


TRATAMENTO (<5A = <5 STEPS)

1 saba sos (sintomas <2/semana)

2 ci dose baixa + saba sos (>2/sem ou 1 crise grave no último ano)

3 ci dobra dose + saba sos

4 especialista


MANEJO AMBULATORIAL 6-11A

1 saba ou ci + formoterol - alívio

2 ci baixa - manutenção

3 ci média | ci + laba baixa | budform dose baixa mart (melhor)

4 ci + laba média manutenção | ci formoterol baixa mart

5 lama, biológico, ci alta dose


CONTROLE >12A

1a e 2b: budform sos (alívio bobo - sintomas <3d/semana)

3c: budform com ci dose baixa 200-400/dia (crônico - sintomas quase diários)

4d: budform com ci dose média 400-800/dia (dose aumentada - sintoma diário ou crise recente)

5e: budform com ci dose alta >800/dia + especialista (laba, fenotipagem pra biológico)

  • biológico se eos >150, fração de excreção óxido nítrico >20ppb


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DECOREBA GO - (USP RP 22 + INEP 22 + 24 + USP SP 26 + USP RP 26 + MEDFOCO ENAMED) indicações de profilaxia gbs/sepse neonatal

NÃO FAZER PROFILAXIA: swab negativo <5 semanas


FAZER PROFILAXIA SE

status desconhecido e:

  • febre intraparto >38ºc

  • parto prematuro <37s

  • amniorrexe >18h

swab/ cultura positiva entre 35-37s

filho anterior gbs, bacteriúria gbs


NÃO COLHER SWAB (JÁ VOU FAZER PROFILAXIA DE QUALQUER JEITO - NÃO CONFIO SE SWAB NEGATIVO):

história sepse neonatal gestação anterior

swab em gestação anterior se status desconhecido na gestação atual

bacteriúria por gbs em qualquer momento da gestação, MESMO TRATADA E CULTURA DE CONTROLE NEGATIVA


NÃO FAZER PROFILAXIA MESMO SE COLONIZADA: cesárea eletiva com bolsa íntegra


NÃO MUDA CONDUTA: swab positivo em gestaçaõ anterior (FODA-SE O SWAB, SÓ LIGO SE NENEM TEVE SEPSEEEE)


DROGAS:

ampicilina 2g ataque + 1g 4/4h até clampeamento

penicilina 5mi ataque + 2,5mi 4/4h

ALERGIA A PENICILINA:

  • baixo risco anafilaxia (rash maculopapular tardio, prurido leve): cefazolina ataque 2g iv + 1g 8/8h

  • ige mediada (hpp anafilaxia, broncoespasmo, hipotensão, edema glote, urticária imediata) -

    • gbs sensível = clindamicina SEM ATAQUE + 900mg iv 8/8 intraparto

    • resistente/desconhecido = vancomicina SEM ATAQUE + 20mg/kg iv (max 2g) 8/8h


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DECOREBA GO - (USP SP 26 + MEDFOCO ENAMED) saaf: critérios, conduta

MORBIDADE GESTACIONAL

1 óbito >20s

1+ óbitos >10s fetos normais

3+ abortamentos consecutivos <10s, excluídas causas cromossomiais ou maternas
1+ partos prematuros <34s feto normal pós pe grave, eclâmpsia ou insuficiência placentária (CIUR, ALTERAÇÃO VITALIDADE…)


TROMBOSE

sítio venoso (mais comum tvp), arterial (mais comum ave)


LAB (2+ ocasiões com intervalo >12s)

anticoagulante lúpico, anti-beta2 glicoproteína IGG IGM, anti-cardiolipina IGG IGM


CONDUTA

na próxima gestação, aas 100/dia + enoxa profilática


OBS PODE TER PLAQUETOPENIA PORQUE PLAQUETAS TÊM AC ANTIFOSFOLÍPIDE


CONTRACEPTIVO MAIS SEGURO:

diu de cobre oms - cat 1

diu levonorgestrel - cat 3 (RESPALDO PELO ACR)

outros progestágenos - cat 3

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CM - critérios diagnósticos mash

1 fator de risco cardiovascular + esteatose em exame de imagem

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CM - mash/cirrose não alcoólica: tratamento

ELASTOGRAFIA

<8kpa = acompanhamento

fibrose >f2 = semaglutida, pioglitazona


pioglitazona
agonistas glp1

METFORMINA NÃO (NÃO ATUA NA INFLAMAÇÃO)

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GO - (INEP 24 + 26 + MEDFOCO ENAMED) doença inflamatória pélvica

SINAL DE CHANDELIER

dor à mobilização do colo uterino (dor tão intensa que paciente pula da maca em direção ao teto, para “agarrar o lustre”)


MONIF

1 endometrite/salpingite sem envolvimento peritoneal (não complicada) - ambulatorial

2 sa com peritonite - atb ev

3 sa com oclusão tubária ou abscesso tubo-ovariano íntegro - atb ev

4 ato roto ou outras complicações - cirurgia


clamídia e gonococo são agentes primários; infecção é polimicrobiana

actinomyces israelii mais comum em diu - penicilina g, amoxi


3M + 1m ou 1e

maiores:

dor abdominal

dor à palpação de anexos

dor à mobilização do colo

menores:

febre >37,5, leuco, pcr, vhs

sinais cervicite, massa pélvica

lab gonococo (cultura thayer-martin), clamídia ou micoplasma


elaborados:

endometrite bx

abscesso tubo-ovariano usg ou rm

aderências pélvicas e outros sinais vl


TT AMBULATORIAL

cef 500mg im dose única + doxi 100mg 12/12h 14d + metro 250mg 2cp 12/12h 14h - reavaliar em 48-72h


TT HOSPITALAR (ABSCESSO JÁ INTERNA)

cef 1g iv 1/dia + doxi 100 12/12h (VO = FLEBITE) + metro 400 iv 12/12h por 14 dias

opção: clinda + genta

24h após cessação da febre, transicionar para vo até completar 14 dias (manter doxi e metro pra casa)


INDICAÇÕES CIRURGIA

falha tratamento clínico

massa pélvica persistente ou crescendo

ato >10cm ou roto

hemoperitônio

abscesso em fundo de saco


COMPLICAÇÕES

sd fitz hugh curtis: exsudato na cápsula de gleason > cronifica com aderências em corda de violino entre parede abdominal anterior e superfície hepática (dor pleurítica, dor hipocôndrio)

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GO - (INEP 22 + MEDFOCO ENAMED) candidíase primeiro episódio x recorrente

miconazol 5 noites, nistatina 14 noites

fluconazol 150mg vo


KOH LIMPA LÂMINA E AJUDA A VER PSEUDOHIFAS

ph <4,5


INDUÇÃO:

fluconazol 150mg/dia, dias 1-4-7

itraconazol 100mg 2cp 2x dia 1 dia

miconazol vv 10-14 dias

MANUTENÇÃO:

fluconazol 150mg/semana, por 6 meses

miconazol 2x/semana, por 6 meses

óvulo vaginal 1x/semana, por 6 meses

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DECOREBA PREV - saúde do trabalhador

SCHILLING

1 trabalho é sine qua non

2 fator de favorecimento (ler/dort, asma ocupacional, pair, burnout)

3 fator de agravo (has, dm…)


COMUNICAÇÃO ACIDENTE DE TRABALHO/CAT

carteira assinada

abertura na SUSPEITA: médico emite relatório para a empresa

empregador emite até primeiro dia útil seguinte ao acidente, imediatamente se óbito

  • se omissão, sindicato, trabalhador, médico que o atendeu ou autoridade pública podem emitir

nos primeiros 15d de afastamento, empresa paga salário; depois, auxílio-doença pelo inss


COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA)

rissco físico/verde: radiação, frio, ruído

químico/vermelho

biológico/marrom: microrganismos

ergonômico/amarelo

acidente/mecânico/azul: máquina, queda, eletricidade

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DECOREBA CIR - (USP SP 25 + INEP 25 + MEDFOCO ENAMED) coledocolitíase: preditores risco e conduta de acordo com estratificação

MUITO FORTE

usg com cálculo no colédoco

colangite aguda

bb >4 com colédoco dilatado

  • cpre


FORTE

colédoco dilatado usg >6mm

bt 1,8-4


MODERADO

bioquímica hepática anormal exceto bt

idade >55

clínica pancreatite biliar


RISCO

alto (1 muito forte ou 2 fortes): cpre

intermediário (1+ forte ou moderado)

  • se vai operar: cvl + colangiografia intraop

  • não pode operar: colangiorm

  • NÃO FAZ CPRE PORQUE RISCO PANCREATITE NÃO VALE

baixo: só cvl


PÓS CPRE FEZ DOR EPIGÁSTRICA E TAQUICARDIA, DOR À PALPAÇÃO SEM PERITONITE: PERFUROU DUODENO RETROPERITONEAL (EX 2 E 3 PORÇÃO)

AR ATRÁS DO PÂNCREAAAAAAAASSSSS E ENTRE RIM E DUODENO


MANEJO

PRÉ CVL: cpre, descompressão biliar se cpre inviável

INTRAOP:

cpre posterior se cálculo <2cm e não impactado
derivação biliodigestiva (anastomose coledocoduodenal) se cálculo >2cm pq colédoco litogênico


(USP SP 25) clínica de coledocolitíase melhorada, com colédoco dilatado, sem cálculo visível e sem colangite: usg endoscópico ou colangiorm

CPRE APENAS SE RISCO ALTO DE COLEDOCOLITÍASE

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CIR - características específicas do ca de papila de vater

períodos de atenuação dos sintomas + melena

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CIR - mirizzi: classificação de csendes e conduta

1 sem fístula (apenas compressão do hepático comum) - cvl + colangio intraop (dreno kehr se dúvida)

2 fístula envolve até 1/3 circunferência do ducto hepático comum - explorar via, sutura fístula, kehr ou coledocoplastia

3 até 2/3 circunferência do ducto - coledocoplastia

4 toda a circunferência do ducto - coledocojejunostomia em y de roux

*5a colecistoentérica sem íleo biliar (coleCINCOentérica com Ausência) - cvl + enterotomia para retirada cálculo

*5b colecistoentérica com íleo biliar - cvl + enterotomia para retirada cálculo


dx cpre intraoperatória

<p>1 sem fístula (apenas compressão do hepático comum) - cvl + colangio intraop (dreno kehr se dúvida)</p><p>2 fístula envolve até 1/3 circunferência do ducto hepático comum - explorar via, sutura fístula, kehr ou coledocoplastia</p><p>3 até 2/3 circunferência do ducto - coledocoplastia</p><p>4 toda a circunferência do ducto - coledocojejunostomia em y de roux</p><p>*5a colecistoentérica sem íleo biliar (coleCINCOentérica com Ausência) - cvl + enterotomia para retirada cálculo</p><p>*5b colecistoentérica com íleo biliar - cvl + enterotomia para retirada cálculo</p><p></p><p>dx cpre intraoperatória</p>
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CIR - (USP SP 21) indicações de cvl/colecistec na ausência de sintomas

pólipo >10mm ou em crescimento

associado a cálculo

colangite esclerosante

>50 anos

sintomas típicos

cálculos >2,5-3cm

vesícula em porcelana

anomalia congênita da vesícula

80
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DECOREBA CIR - colecistite

DIAGNÓSTICO (SUSPEITO A+B, DEFINITIVO TODOS)

A inflamação local

  • murphy

  • dor/massa palpável, sensibilidade em qsd

B inflamação sistêmica

  • febre >38

  • leuco

  • pcr

C imagem típica

  • murphy usg, espessamento parede >4mm, distendida >4cm, cálculo encarcerado, líq pericolecístico

  • tc, rm, cintilo hida imagem típica


TOKYO

3) hipotensão com necessidade de aminas

rebaixamento

pao2/fio2 <300

oligúria, cr>2

inr >1,5

plaqueta <100mil

2) ausência de disfunção orgânica

leuco >18

massa palpável e dolorosa em qsd

>72h

sinais de complicação local (abscesso, perfuração, colecistite enfisematosa)



RESGATE EM CVL DIFÍCIL

conversão para aberta (apenas se material ruim ou limitação da equipe)

colecistec subtotal

  • com clipagem do coto remanescente (risco de colecistite de coto)

  • sem clipagem (precisa drenar)

colecistec retrógrada (fundus first)

colecistostomia + cvl tardia 14d


ENFISEMATOSA: clostridium perfiringens, welchii, FAZER TC ABDOME

  • DILATAÇÃO DO COLÉDOCO SUGERINDO COLEDOCOLITÍASE - EXPLORAÇÃO RADIOLÓGICA INTRAOP


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CIR - componentes do tronco celíaco

esplênica, hepática comum, gástrica esquerda

82
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CIR - trajeto vascular até a hepática direita

aorta, tronco celíaco, hepática comum, hepática própria, hepática direita

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DECOREBA CIR - colangite: critérios de tokyo

DIAGNÓSTICO:

A inflamação sistêmica

- febre >38 e/ou calafrios

- leuco >10mil, leuco <4mil, pcr

B colestase

- icterícia bt >2

- canaliculares elevadas, tgo/tgp >1,5x lsn

C imagem

- dilatação vias

- evidência etiologia obstrutiva (cálculo,estenose, stent obstruído)


GRAUS DE GRAVIDADE

TOKYO 3

hipotensão com necessidade dva

alteração estado mental

p/f <300

oligúria, cr >2

inr >1,5

plaquetas <100mil

  • atb + drenagem URGENTE


TOKYO 2

2+ sem disfunção orgânica:
leuco >12 ou <4
febre alta 39
idade 75

bilirrubina >5

hipoalbuminemia (0,7x limite inferior)

  • atb + drenagem PRECOCE >24h


TOKYO 1: nenhum desses

  • atb


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CIR - contraindicações absolutas a procedimentos eletivos

imc >60 (risco de hipoventilação)
angina instável, valvopatia, ic moderada/grave

asma grave não controlada, fibrose cística

distúrbios de coagulação que necessitam de infusão pós op

gravidez complicada, feto >21s

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CIR - strasberg: lesões iatrogênicas de via biliar

A fístula (ducto menor - cístico e luschkas)

B estenose - ducto hepático direito aberrante
C fístula - ducto hepático direito aberrante
D fístula - ducto principal lateral à direita
E estenose - ducto principal

<p>A fístula (ducto menor - cístico e luschkas)</p><p>B estenose - ducto hepático direito aberrante<br>C fístula - ducto hepático direito aberrante<br>D fístula - ducto principal lateral à direita<br>E estenose - ducto principal </p>
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CIR - tumor de klatskin (colangiocarcinoma proximal): fatores de risco

colangite esclerosante primária

cisto de colédoco

litíase intra-hepática

colangite piogênica recorrente

parasitose

lynch

ctx intravenoso

cirrose

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CIR - (USP SP 25) bismuth-corlette para tumores periampulares: classificação e tratamento

1 hepático comum + vesícula + linfonodos = y de roux

2 confluência hepáticos + vesícula + linfonodos = hepp couinaud

3a confluência + hepático direito = segmentectomia V

3b confluência + hepático esquerdo = segmentectomia IVb

4 ambos = ressecção completa ou paliação (drenagem)


DX INICIAL TC COM CONTRASTE (TNM)

ANGIOTC RELAÇÃO VASOS MESENTÉRICOS (IRRESSECABILIDADE)

<p>1 hepático comum + vesícula + linfonodos = y de roux</p><p>2 confluência hepáticos + vesícula + linfonodos = hepp couinaud</p><p>3a confluência + hepático direito = segmentectomia V</p><p>3b confluência + hepático esquerdo = segmentectomia IVb</p><p>4 ambos = ressecção completa ou paliação (drenagem)</p><p></p><p>DX INICIAL TC COM CONTRASTE (TNM)</p><p>ANGIOTC RELAÇÃO VASOS MESENTÉRICOS (IRRESSECABILIDADE)</p>
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CIR - cisto de colédoco: classificação de alonso-lej/ todani

ALONSO LEJ TODANI 1 dilatação árvore extra-hepática (UMsiforme, número UM em prevalência)

1a dilatação cística

1b dilatação segmentar focal

1c dilatação fusiforme

2 dilatação DIverticular (divertículo verdadeiro de colédoco)

3 dilatação cística da porção intraduodenal do colédoco (coledococele) - ÚNICO QUE NAO TEM RISCO AUMENTADO DE NEOPLASIA

  • TT ESFINCTEROTOMIA COM CPRE

4a múltiplos cistos via intra e extra

4b múltiplos cistos via extra

5 caroli (múltiplos cistos intra com ou sem fibrose portal)


TRATAMENTO

1, 2, 4 cvl + ressecção lesão e ductos extra-hepáticos + hepaticojejunostomia em y de roux

3 esfincterotomia

5 hepatec/tx/ colangiografias percutâneas para tratamento hepatolitíase

<p>ALONSO LEJ TODANI 1 dilatação árvore extra-hepática (UMsiforme, número UM em prevalência)</p><p>1a dilatação cística</p><p>1b dilatação segmentar focal</p><p>1c dilatação fusiforme</p><p>2 dilatação DIverticular (divertículo verdadeiro de colédoco)</p><p>3 dilatação cística da porção intraduodenal do colédoco (coledococele) - ÚNICO QUE NAO TEM RISCO AUMENTADO DE NEOPLASIA</p><ul><li><p>TT ESFINCTEROTOMIA COM CPRE</p></li></ul><p>4a múltiplos cistos via intra e extra</p><p>4b múltiplos cistos via extra</p><p>5 caroli (múltiplos cistos intra com ou sem fibrose portal)</p><p></p><p>TRATAMENTO </p><p>1, 2, 4 cvl + ressecção lesão e ductos extra-hepáticos + hepaticojejunostomia em y de roux</p><p>3 esfincterotomia</p><p>5 hepatec/tx/ colangiografias percutâneas para tratamento hepatolitíase</p>
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CIR - lesão iatrogênica de via biliar: conduta

antibioticoterapia + drenagem

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CM - consenso de baveno: acompanhamento de cirrose por elastografia?

anual

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CM - valor de ist que define sobrecarga de ferro?

>45%

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CM - hemocromatose

autossômica dominante perda função ferroportina (porteira do macrófago) = nao consegue exportar dos macrófagos, faz sobrecarga reticuloendotelial

saturação transferrina normal em fases iniciais

hepcidina: molécula que bloqueia a absorção de ferro no intestino; reduzida na hemocromatose

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DECOREBA GO - (INEP 24) medicações usadas na profilaxia de ists em violência sexual

tarv
vacina 0 1 6 + ig <14d - hbv (se suscetível)

vacina hpv (9-14 2 doses 15-45 3 doses)

em até 14d:

azitro 1g vo - clamídia e cancro mole

benzetacil 2,4mm ui - sífilis

cef 500mg im - gonococo

metro 2g vo 0 - tricomoníase

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<p>DECOREBA GO - (USP SP 26 + INEP 22 + 26 + MEDFOCO ENAMED) pcdt: tratamento sindrômico e específico</p>

DECOREBA GO - (USP SP 26 + INEP 22 + 26 + MEDFOCO ENAMED) pcdt: tratamento sindrômico e específico

SINDRÔMICO

evidência vesícula: tratar herpes

sem vesícula

  • >4 semanas = tratar sífilis, cancroide; investigar linfogranuloma venéreo e donovanose; biopsiar

  • <4 semanas = tratar sífilis e cancroide (SÍFILIS MESMO SE FOR DOLOROSA)

cancro mole/cancroide (linfadeno dolorosa fistulização 1 orifício, cardume de peixe): múltiplas por autoinoculação

  • azitro 500mg 2cp dose única OU

  • ceftriaxone 250mg im

sífilis (linfadeno bilateral indolor não supurativa): penicilina benzatina 2400000 ui im dose única

herpes (linfadeno inguinal dolorosa): aciclovir 400mg 8/8h 7-10d

linfogranuloma (unilateral, bubão, fistuliza em bico de regador):

  • doxi 100mg 12/12h 21 dias
    se gestante: tetraciclinas são contraindicadas - fazer eritromicina

donovanose (não tem linfadeno; pseudobubão por subcutâneo):

  • azitro 1g 1x/semana por 3 semanas ou até cicatrização

  • ou doxi 100mg 12/12h por 3 semanas ou até cicatrização


ALTERNATIVA URETRITE CLAMÍDIA-GONOCOCO

dx biologia molecular (naat/pcr), bacterioscopia gram, cultura thayer martin

cef 500 im + azitro 500mg 2cp dose única (MINISTÉRIO DA SAÚDE - RISCO DE RESISTÊNCIA)

cef 500 im dose única + doxi 100mg 12/12 7d (OMS - exceto gestante)

tratar parceiros últimos 60d, abstinência por 7 dias


RASTREAMENTO IST

anual todas as mulheres <30a | >30a com nova parceria, múltipla, hpp ist

gesante 1º trimestre, pvhiv, violência sexual


URETRITE MASCULINA REFRATÁRIA AO CEF + AZITRO: tratar tricomoníase com metro 250mg 2cp 12/12h 7 dias

aguardar mais 14 dias

se mantiver refratário, encaminhar ao especialista

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CM - qual valor de sódio urinário indica má adesão de cirrótico à dieta hipossódica?

>80meq/dia

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CM - como está a proteína do líquido ascítico na insuficiência cardíaca x cirrose?

>2,5 (fenestras dos sinusoides estão intactas e permitem a passagem de proteínas para a cavidade abdominal)

<2,5/baixa (fibrose dos sinusoides hepáticos oblitera fenestras e só deixa passar água)


gasa

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CM - hepatite b

hbsag tem hepatite b
anti hbc igm aguda, igg cicatriz sorológica ou crônica

  • ANTI HBC TOTAL REAGENTE E IGM NR = SÓ TEM IGG = CRÔNICA

hbeag replicação ativa e infectividade

anti-hbe baixa replicação e baixa infectividade


NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA

pedir anti hbe, hbeag, hbv dna, avaliação grau de fibrose hepática


INDICAÇÕES TRATAMENTO CRÔNICA

hbvdna >2000ui/ml e alt >1,5lsn confirmada em 2 ocasiões em 3 meses

hbeag + e idade>30

hf de chc

coinfecções hcv, hiv, hdv

manifestações extra-hepáticas

bx mostrando metavir com atividade>2 e fibrose>2

elastografia alterada

antes de tt imunossupressão
gestante com carga viral >200mil ou hbeag positivo

  • tenofovir 300mg/dia, iniciar entre 24-28s, manter até pos parto


ATÉ QUANDO TRATAR

cirrótico: tempo indeterminado
não cirrótico: após dois exames de hbsag nr com intervalo mínimo de 12m


MUTANTE PRÉ-CORE: hbeag-, anti-hbe +, hbv dna em altos títulos (se replica sem secretar antígeno E e escapa do sistema imune)

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GO - (UNICAMP 26 + INEP 25 + MEDFOCO ENAMED) possibilidades de abortamento legal

ANENCEFALIA

LISENCEFALIA, MICROCEFALIA, CALCIFICAÇÕES NÃO SÃO CONSIDERADAS

não precisa de ordem judicial

qualquer ig

duas usg >12 semanas assinadas e datadas por dois especialistas

registro formal em prontuário com laudo médico

2 fotos: feto em sagital e visualização polo cefálico no corte transversal mostrando ausência calota e parênquima

tcle da gestante, >18 anos


RISCO DE VIDA

2 médicos assinam laudo


ESTUPRO

não precisa de perícia, juiz, boletim de ocorrência

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CM - (INEP 24 + SUS SP 25 + INEP 25 + 26 + MEDFOCO ENAMED) enxaqueca: tratamento abortivo, profilático e efeitos colaterais

leve/moderada: analgésico, aine

moderada/grave

  • triptano (agonista serotoninérgico 5ht1)

  • antagonista cgrp: rimegepant, ubrogepant

  • lasmiditan

  • plasil/metoclopramida: pode ser tt isolado (tem propriedade analgésica)

  • clorpromazina: refratários (efeito antipsicótico)

  • dexametasona 4mg dose única: graves e refratários (evita recorrência)


PROFILAXIA

se >3-4 crises por mês OU IMPACTO VIDA

propranolol

topiramato - perda ponderal; parestesia, lentifica pensamento

ácido valproico

  • risco perda gestacional, hipospádia, pé torto congênito

amitriptilina - anticolinérgico

venlafaxina - perda ou ganho ponderal

flunarizina (bloqueador canal cálcio, antagonismo dopaminérgico) - ganho peso, parkinsonismo (2ª linha)

100
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CM - (UNICAMP 23) qual a doença autoimune mais comumente associada ao vitiligo?

hashimoto (20% de prevalência)
outras: graves, dm1, anemia perniciosa, artrite reumatoide