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em 2027 serei r1 de go 🧿
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PED - (HIAE 21 + INEP 26) síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica: definição e critérios
síndrome que parece com kawasaki e ocorre 2-4 semanas após contato com covid
TEMPESTADA IL1 IL6 TNF ALFA, AUTOAC
febre >38 e >3d + evidência sars cov2 prévia (RT PCR, ANTÍGENO, AC | EVIDÊNCIA EXPOSIÇÃO <60D)
>2 multissistêmico:
oral, mãos, pés
hipotensão/choque
alteração cardíaca (NÃO PRECISA TER)
coagulopatia
tgi agudo
marcadores inflamatórios
CIR - síndrome de realimentação
FATORES DE RISCO
desnutrição imc <16, jejum prolongado
anorexia
pós bariátrica
sd intestino curto
confusão, convulsão (hipofosfatemia)
arritmia (hipocalemia)
fraqueza, fadiga, queda ca (hipomagnesemia)
encefalopatia (deficiência b1)
edema, congestão, dispneia (retenção na)
aumento exacerbado de insulina
COMO EVITAR:
monitorizar 4/4h
calcular valor calórico e iniciar fracionado - inicia com 33% no primeiro dia, aumenta a cada 1-2 dias
correção dhe e vigikância 12/12h
etilista dar tiamina 100mg/dia 5-7d
CIR - (USP RP 25) composição do soro de manutenção
água, dextrose, sódio, potássio
PODE RETIRAR POTÁSSIO DO POI
NÃO TEM CÁLCIO E MAGNÉSIO - NÃO DÁ PRA TIRAR O QUE NÃO TEM POR DEFINIÇÃO
DECOREBA CIR - (INEP 22 + MEDFOCO ENAMED) febre no pós-operatório: causas
IMEDIATAS
infecção prévia, reação à droga (hipertermia maligna), remit (il1, il6,tnf alfa)
PRECOCES (1-5D)
atelectasia: redução mv, febre baixa, taquicardia, redução da saturação
redução frêmito toracovocal, macicez, retração do hemitórax à inspeção
vni e fisio respiratória
iam, tep, flebite, itu
infecção necrosante <72h: crepitação
drenagem + atb amplo (clinda + genta) +- desbridamento se necrose
TARDIAS
infecção, fístula, deiscência
MACETE: 7P
1-3d padrão, pulmão, perfringens
3-5d perna, piúria
5-10d pele, parede (infecção ferida, deiscência aponeurose) = saída secreção, pcr
CIR - técnica de mcvay: para que serve e como fazer
HÉRNIAS FEMORAIS
MCVAY
correção de hérnia femoral
sutura tendão conjunto (fusão tendão transverso do abdome + oblíquo interno) ao longo do lig. pectíneo (cooper) para tamponar canal femoral = não usa tela
PLUG FEMORAL/PLUG AND PLAY:
tela fixada em cima do canal femoral
evitar sutura na borda lateral (veia femoral)

CIR - técnica de bassini
sutura tendão conjunto no ligamento inguinal, passando pelo oblíquo interno e transverso do abdome e evitando oblíquo externo
hérnia inguinal
técnica com tensão e mais risco de recidiva = hoje é “pré etapa” da lichtenstein

CIR - técnica de shouldice
imbricação de 4 planos musculares na parede posterior
hérnia inguinal
muita tensão, mas pouco risco de recidiva

CIR - (SUS SP 23 + UNICAMP 26) atls lesões cervicais/trauma cervical: abordagem
1) fúrcula - cricoide
muito grave (lesão vasos desfiladeiro torácico, difícil acesso)
fazer imagem
2) cricoide - ângulo mandíbula (carótida, jugular, vertebrais, trato aerodigestivo)
carótidas, vertebrais, trato aerodigestivo
fácil acesso cirúrgico = cirurgia imediata
3) ângulo - base crânio
carótida distal, glândulas salivares, faringe
fazer imagem
NOVO ATLS NÃO USA MAIS ZONAS
estável, sem sinal de lesão vascular ou aerodigestiva = endoscopia, broncoscopia, arteriografia se suspeita penetração platisma
ESTÁVEL
angiotc/arteriografia/doppler
laringoscopia, broncofibroscopia, eda, esofagografia
EMBOLIZAÇÃO ARTERIAL: extravasamento ctx, pseudoaneurisma
SOFT SIGNS
sangramento pequeno, hemoptise leve, enfisema subcutâneo discreto
angiotc
CIR - por que iot gera aumento da pic?
estimulação simpática durante laringoscopia
CM - (USP RP 22) síndromes medulares: tratos sensitivos e motores + diagnósticos diferenciais
corticoespinhal (motor): feixe de neurônios
nasce de um lado, cruza no tronco e desce cruzado na medula = INCENTIVO MOTOR CONTRALATERAL
espinotalâmico (dor e temperatura): entra na medula e já cruza pro outro lado = percebe sensações do outro lado
espinocerebelar (propriocepção, vibração): ipsilateral
sd medular anterior: disfunção motora e sensitiva; alteração esfincteriana; propriocepção e vibração preservadas
sd medular central: disfunção motora (geralmente mais intensa em mmss se cervical)
sd medular posterior: perde propriocepção e sensibilidade vibratória bilateral; motor e termoalgésica preservados
brown séquard: hemiplegia e perda propriocepção ipsilateral,
perda sensibilidade dolorosa/térmica contralateral

CIR - (USP SP 24 + HIAE 25) paciente com tce grave e hic + hérnia diafragmática + mv reduzido: ordem das condutas
craniotomia descompressiva
lapa (lapa antes pode piorar hic e fazer hérnia de úncus)
drenagem torácica (“se fizer antes da lapa vira uma colostomia”)
PREV - 9 critérios de causalidade de hill
1 força da associação (+ forte tem + chance de causal - medidas de associação)
2 consistência (comprovado em vários outros contextos, USANDO FÁRMACO DA MESMA CLASSE)
3 especificidade (exposição só dá 1 resultado, e tirá-la some resultado)
4 temporalidade* (mais importante)
5 gradiente biológico (dose-resposta)
6 plausibilidade biológica (explicação lógica - faz sentido farmacodinâmica, fisiopatologia?)
7 coerência (história natural)
8 evidência experimental (testou humano)
9 analogia (outro fator gerou esse desfecho)
valsartana tem efeito uricosúrico? já sei que losartana tem
DECOREBA PREV - (UNIFESP 24) tipos de variável; métodos estatísticos
CATEGÓRICAS/ QUALITATIVAS = nominal, ordinal
qui-quadrado: variáveis categóricas/ comparar proporções entre expostos e não expostos (dicotômico!)
EM AMOSTRA ADEQUADA
pode usar em estudo transversal
teste exato de fisher (QUI QUADRADINHO): variáveis categóricas em amostras pequenas (<30): variante do qui quadrado
QUANTITATIVAS = discreta,
coeficiente de pearson: correlação linear entre 2 variáveis quantitativas
SE UMA AUMENTA E OUTRA DIMINUI = -1
AMBAS AUMENTAM OU AMBAS DIMINUEM = +1
SEM CORRELAÇÃO = 0
P VALOR = A NÍVEL DE SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA
regressão linear: para 2 variáveis quantitativas
MISTURAR QUALITATIVA E QUANTITATIVA
teste t de student: comparar médias entre 2 grupos quando há uma categórica e outra quantitativa
PRESSUPÕE DISTRIBUIÇÃO GAUSSIANA
ex. quantos cigarros x tem ou não bronquite
anova: comparar quantitativa e qualitativa nominal em 3 ou mais grupos (paramétrico)
mann whitney/wilcoxon para amostras independentes:
compara distribuições/medianas de variável quantitativa/ordinal entre DOIS grupos, não usar para variáveis dicotômicas
comparar amostras independentes e não pareadas teste não paramétrico (não exige amostra gaussiana)
NÃO PARAMÉTRICOS = NÃO SEGUEM GAUSS
kruskal-wallis
PREV - (USP RP 23 + SUS SP 24) curva roc: o que é e como interpretar
capacidade do teste diagnóstico de definir valores de sensibilidade e especificidade
aumenta para Esquerda (eixo x = 1 - Especificidade) e para Superior (Sensibilidade)
parâmetro discriminatório do acaso: linha diagnonal (representa 50% de acurácia)
cai ponto de corte = ganha sensibilidade (qualquer cheirinho de doença já positiva
PREV - (INEP 26) como confirmar surto epidêmico
comparar incidência atual com anos anteriores = montar diagrama de controle (últimos 10 anos)
para cada mês, calcular média de incidência e 2dp acima (limiar superior endêmico) e abaixo
saber se valor tá acima do limiar superior endêmico
PREV - principal manifestação do benzenismo
mielotoxicidade (lma, lmc…)
PREV - o que é amostragem estratificada
dividir população em grupos que compartilham características semelhantes (ex idade)
ideal para representatividade de subpopulações
PREV - intoxicação por isocianatos: ocupação e clínica
poliuretano, verniz, tinta
urticária, irritação sistema respiratório
PREV - (UNICAMP 25) numa distribuição normal da curva de laplace-gauss:
68% (2/3) dos valores ficam a um desvio-padrão da média
95% dos valores ficam a dois desvios-padrão da média
média coincide com mediana e moda
média é ruim quando houver valores extremos; usar mediana

CM - rabdomiólise
cocaína, cafeína, convulsões prolongadas
HIPOCALEMIA GRAVE (UNICAMP 26) - ALTERA CONTRAÇÃO VASCULAR E GERA ISQUEMIA!!!
evitar ringer lactato (tem potássio)
DECOREBA GO - (SUS SP 23) índice de bishop: função
avalia maturação do colo uterino
<6 desfavorável, >9 ocitocina

DECOREBA GO - ganho de peso recomendado para gestante em cada trimestre
baixo peso - ganho 12,5-18kg
peso normal - ganho 11,5-16kg
sobrepeso - ganho 7-11,5kg
obesidade - ganho 5-9kg
GO - (SUS SP 25) assinclitismo posterior x anterior
flexão lateral da cabeça
PARIETAL QUE DESCEU PRIMEIRO DÁ O NOME
Posterior (obliquidade de litzmann): sutura sagital próxima do Púbis e parietal posterior é o primeiro a entrar na escavação pélvica
anterior (obliquidade de naegele): sutura sagital mais próxima do sacro (ânus), parietal anterior desce na pelve em primeiro lugar

GO - ponto de referência fetal e materno na apresentação transversa
fetal: acrômio
mãe: espinha isquiática
DECOREBA GO - (USP RP 24) contraindicações para indução de parto
CI INDUÇÃO
apresentação pélvica (SACROTRANSVERSO…)/ apresentações anômalas (transversa…)
gemelar
hiv (mesmo se cv indetectável) - MAS PODE TER PARTO VAGINAL ESPONTÂNEO
herpes genital ativo
placenta prévia
macrossomia
sofrimento fetal
malformações uterinas
vício pélvico
carcinoma cervical invasivo
INDICAÇÕES ABSOLUTAS DE CESARIANA
desproporção cefalopélvica verdadeira/ VÍCIO PÉLVICO (DX INTRAPARTO!!)
TOCAR PROMONTÓRIO NÃO INDICA DCP, APENAS PREDIZ PARTO MAIS DIFÍCIL
placenta prévia total
transversa
dpp com feto vivo em instabilidade materno-fetal
cicatriz uterina corporal prévia
morte materna com feto vivo
lesões infecciosas com alto risco de transmissão
DECOREBA GO - (SUS SP 22) versão cefálica externa
rotação pélvica pra cefálica ao manipular abdome materno
baixa taxa de complicações
reduz em 60% risco de apresentação não cefálica e 40% risco de cesariana
risco de desaceleração, sangramento, rpmo
CONTRAINDICAÇÕES
bolsa rota com oligodramnia (ila<5)
gemelar
sofrimento fetal
placenta prévia
malformações/tumores


GO - manobras intraparto
CABEÇA DERRADEIRA
bracht (PEGA NA BUNDAAAA): apreender nádegas e fêmur e rodar bebê em relação ao abdome da mãe - aumentar flexão da cabeça e facilitar desprendimento
DISTÓCIA DE OMBRO
ALEERTA
ajuda, avisa, anestesia
levantar (mcroberts)
external suprapubic pressure
EPISIO CONSIDERAR
remover braço posterior (jacquemier)
toque (rubin 2, woods, woods reversa)
alterar posição (gaskin)
primeira linha: mcroberts e pressão suprapúbica (rubin 1)
segunda linha:
rotação:
woods: mão face anterior ombro posterior, roda 180
rubin 2: pressão atrás do ombro anterior do feto empurrando ombro em direção ao tórax do feto (adução ombro anterior)
jacquemier: enfia a mão e puxa braço fetal posterior na fossa antecubital (reduz diâmetro biacromial)
shrug (dar de ombros) - bb com braço estendido impede jaquemier - eu puxo a axila do bb pra cima, com a outra mão giro cabeço e ombro em bloco
quatro apoios: gaskin (aumenta diâmetro ap pelve) ou corredor
zavanelli: empurrar cabeça de volta e fazer cesariana
DESCOLAMENTO PLACENTA
jacob-dublin: leve tração placenta pra descolar membranas (tirar girando)
sinal do pescador: percutir fundo do útero e transmitir para cordão umbilical

GO - defletida de 3º grau: queixo precisa estar em qual posição para nascer?
para cima nasce, para baixo não
DECOREBA GO - tipos de apresentação pélvica
completa (lótus): pelve e pés se apresentando
franca (carpado): pernas fletidas
MELHOR PRO PARTO VAGINAL (volume da potranca dilata melhor)
incompleta (pés/joelhos): muito risco prolapso de cordão

GO - relação entre amniorrexe e idade gestacional
o período de latência é inversamente proporcional à idade gestacional

DECOREBA PED - (SUS SP 22, USP RP 22 + HIAE 23 + 24 + USP SP 23 + 26 + SUS SP 26) perímetro cefálico, comprimento/estatura, peso, imc
PERÍMETRO CEFÁLICO
33-37 cm (média 35)
2cm/mês no primeiro trimestre
1cm/mês no segundo trimestre
0,5cm/mês no segundo semestre
>P97 desenvolvimento normal, sem fator de risco, mesmo canal de crescimento: macrocefalia constitucional, seguimento
COMPRIMENTO/ESTATURA
1º trimestre: 3cm/mês
2º trimestre: 2cm/mês
2º semestre: 10cm ao todo
1º ano todo: 25cm
2º ano: 10-12cm/ano
pré-escolar: 7-8cm/ano
escolar: 6-7cm/ano
PESO (HIAE 24)
1º trimestre: 25-30g/dia (ao todo, 700g/mês)
2º trimestre: 20g/dia (ao todo, 600g/mês)
3º trimestre: 15g/dia (ao todo, 500g/mês)
4º trimestre: 10g/dia (ao todo, 300g/mês)
DUPLICA AOS 4/5 MESES E TRIPLICA COM 1 ANO
IDADE GESTACIONAL
<28 pré-termo extremo
28-31+6 muito pré-termo
32-33+6 pré-termo moderado
34-36+6 pré-termo tardio
PESO DE NASCIMENTO
>3000 adequado
2500-2999 insuficiente
1500-2499 baixo peso
1000-1499 muito baixo peso
<1000 extremo baixo peso
PICO DE CRESCIMENTO INTRAUTERINO
comprimento: segundo trimestre
peso: terceiro trimestre
IMC
<-3 ou p<0,1: magreza acentuada
-3 -2 ou p0,1-3: magreza
-2 +1 ou p3-85: eutrofia
+1 +2 ou p85-97: risco sobrepeso | sobrepeso
+2 +3 ou p97-99,9: sobrepeso | obesidade
>+3 ou p>99,9: obesidade | obesidade grave
PREMATURO USAR GRÁFICO INTERGROWTH PRA CORRIGIR PESO
parâmetro de ganho ponderal: idade corrigida até 2 anos, até 3 anos se <28s
ESTATURA PARA IDADE
bioindicador mais sensível das condições de vida de uma população (crianças do mundo todo têm ritmo idêntico nos primeiros 5 anos, efeito cumulativo agressões crônicas)
< -3 muito baixa
entre -3 e -2 baixa
maior que -2 adequada
PESO PARA IDADE
<-3 muito baixo
entre -3 e -2 baixo
entre -2 e +2 aAdequado*
> +2 elevado
DECOREBA PED - (INEP 24 + SUS SP 24) icterícia neonatal
FISIOLÓGICA
htc mais elevado, meia vida hemácia menor
imaturidade hepática (pouca captação, pouca conjugação pela glicuronil transferase - antes era placenta eliminando bbi)
aumento circulação êntero-hepática (desconjugada e reabsorvida) - trânsito lento, sem microbiota desconjugando (glicuronidase)
normal: início 2-3d, pico 3-5, persiste <14d, não aumenta mais que 5/dia
FATORES DE RISCO HIPERBB SIGNIFICATIVA
<24h pós nascimento
perto limite de foto
pais ou irmãos com necessidade foto ou exsanguineo
incompatibildiade sanguínea/doenças hemolíticas/ policitemia
cefalo-hematoma ou equimose
down
macrossomia, mãe dmg
asiático
KRAMER
1 cabeça e pescoço 6
2 tronco-umbigo 9
3 umbigo-coxas 12
4 tornozelos e punhos 15
5 palmo-plantar 18
EXSANGUINEO
se abo: usar o negativo
se rh: pode usar mesmo tipo sanguíneo, desde que rh negativo (bb tem coombs positivo e rh positivo vai hemolisar mais)
ENCEFALOPATIA BILIRRUBÍNICA: hipotonia, sucção débil, opistótono, convulsão
kernicterus é foram crônica
SÓ BI CAUSA (LIPOSSOLÚVEL PASSA BHE)
rn com sonolência, hipertonia, crise convulsiva com movimentos oculares e “pedalar” em mmii
descartar infeccioso, metabólico (hipoglicemia)
fenobarbital ataque 20mg/kg, monitorização
intubar se apneia, incapacidade proteger via aérea, rebaixamento progressivo
DECOREBA PED - toxoplasmose congênita
INVESTIGAÇÃO FETAL
amniocentese com pcr dna 17-21s
seguimento com usg fetal
tríade de sabin: coriorretinite, hidrocefalia, calcificações intracranianas difusas
APÓS NASCER
fundo de olho, usg transfontanela, bilirrubinas, tgo tgp
esquema tríplice 1 ano
corticoide 2-6s se proteinorraquia >1g ou coriorretinite em atividade
QUANDO TRATAR
igm positivo (IGM E IGA NÃO PASSAM PLACENTA = SÃO DO BB)
fica positivo 1-2s pós infecção aguda, permanece 2-3m
igm negativo não afasta toxo congênita (pode já ter caído e ter só igg)
igg em títulos ascendentes (pico 3-6m, permanece toda a vida)
manifestações clínicas: baixo peso, macrocefalia, icterícia, hepatoespleno
PED - causas para teste do coraçãozinho alterado
CAUSAS DE ALTERAÇÃO: coarctação de aorta (obstrui mmii) com canal arterial patente (sangue não oxigenado pelo shunt tronco para aorta)
hipoplasia de ve não altera teste porque sangue pouco oxigenado vai do canal arterial pro corpo inteiro
DECOREBA PED - (USP SP 25) teste desnaturação alcalina da hb (apt teste): positivo x negativo
misturar amostra sangue com naoh
hbf resistente permanece rosa = positivo (sangramento fetal - gastrite, distúrbio coagulação)
hba mãe desnatura em amarelo-acastanhado = negativo (parto, fissura mamária)
DECOREBA PED - (USP SP 25) manifestações da doença hemorrágica do rn (deficiência vitamina k)
precoce - associação com uso de anticonvulsivantes, warfarina, atb, hic
clássica - sangramento tgi, cutâneo-mucoso
tardia - condições que interferem na absorção de vitamina k
APT TEST POSITIVO (SANGUE REAGE COM NAOH E FICA ROSA)
PED - (USP SP 21) propedêutica na encefalopatia hipóxico-isquêmica
lesão neuronal, diagnóstico de bebês a termo (pré-termo: leucomalácia periventricular)
descartar hipoglicemia e hipocalcemia
NÃO REPOR CÁLCIO SE GLICOSE NORMAL
dose de ataque fenobarbital 20mg/kg e depois manutenção
benzo não
HIPOTERMIA TERAPÊUTICA: se >35s e <6h do insulto (ph<7, apgar <6 no 10º minuto, convulsão, letargia, hipotonia)
resfriamento por 72h com temperatura central 33,5
ajudar neuroplasticidade
ÓXIDO NÍTRICO É PRA HIPERTENSÃO PULMONAR!!!
escore de sarnat: consciência, atividade espontânea, reflexos, pupilas, fc, respiração
moderada/grave: fazer hipotermia terapêutica em <6h do insulto

DECOREBA PED - (USP SP 21 + UNICAMP 25) enterocolite necrosante/ necrotizante: diagnóstico e tratamento
vômitos, distensão, intolerância alimentar/ resíduo gástrico, sangramento retal, geleia de framboesa - suspeita
pode ter pneumoportia
dieta zero, sng, atb, suporte nutricional, rx abdome (dx confirmado se pneumatose intestinal)
operar se pneumoperitônio (pneumatose não indica perfuração)

PED - (UNICAMP 25) decorebas de rn/recém nascido/ neonatologia
TEMPERATURA RN 36,5-37,5 E SALA DE PARTO 23-26
PRIMEIRO BANHO
após 24h do nascimento ou 6h (cultural)
se hiv, mais precoce possível
banho de imersão (menor perda de calor, 37º, 5-10min)
ABAULAMENTO CRANIANO
bossa serossanguínea/caput succedaneum: subgaleal, autolimitado
céfalo-hematoma: subperiosteal, restrito às suturas
CONJUNTIVITE NEONATAL
gonocócica: primeiros dias
clamídia: 7-10d
tt empírico cefriaxone im + eritromicina clamídia + colírio atb
COLÍRIO PROFILAXIA
iodopovidona 2,5% (eficácia contra germes específicos, não gera resistência)
alternativas: eritromicina 0,5% ou tetraciclina 1%
antigamente era nitrato de prata 1% (credé)
PROCEDIMENTO COM DOR MÍNIMA
não farmaco (aleitamento, contato pele a pele, sucção não nutritiva, solução de sacarose)
REPOSIÇÃO/ SUPLEMENTAÇÃO
potássio pós 72h
DECOREBA PED - glicemia normal bebê
Até 4 horas de vida: inferior a 25 mg/dL
Entre 4 e 24 horas de vida: inferior a 35 mg/dL
Entre 24 e 48 horas de vida: inferior a 50 mg/dL
Mais de 48 horas de vida: inferior a 60 mg/dL
DECOREBA PED - teste do eluato na incompatibilidade abo?
coombs direto pode ser falso negativo (rn tem pouco determinante ab nas hemácias)
eluato = amostra que contém ac separados das hemácias
OBS MÃE SENSIBILIZADA NA VIDA, PODE SER PRIMÍPARA

PED - policitemia no rn: causas, diagnóstico, tratamento
hipóxia, clampeamento tardio
htc > 65% (dx laboratorial)
maior viscosidade = hipoglicemia, menor perfusão
tt exsanguineotransfusão (se sintomáatico)
PED - valor de hiponatremia em rn?
menor que 130
PED - tratamento candidíase oral em rn
nistatina 1-4ml 4x/dia 10-14 dias
fluconazol se refratário
DECOREBA PED - (UNIFESP 23 + 24 + HIAE 23 + INEP 24 + USP SP 24) sífilis congênita
GESTANTE TT PRÉVIO COMPLETO, ÚLTIMO VDRL 1:2, HOJE TR+: solicitar novo vdrl
ESTÁGIO ADEQUADO
INICIAR 30 DIAS OU MAAAAAAAAAISSSSSSSSSSSSSSS
25 É MENOR QUE 30
PORRA
INADEQUADA: vdrl sangue periférico, hemograma,
rx ossos longos (periostite, osteocondrite, lesões metafisárias radiolucentes)
líquor
ADEQUADA: vdrl mãe e bb
vdrl bb >2 mãe
<= mãe
PRECOCE
pênfigo sifilítico
rinite serossanguinolenta
condiloma plano
osteocondrite, periostite - pseudoparalisia parrot
TARDIA >2A (CICATRIZAÇÃO)
surdez
ceratite intersticial
articulação de clutton
fronte olímpica/ tíbia em sabre
hidrocefalia
dentes de hutchinson
nariz em sela, perfuração septo
SEGUIMENTO SEM NEUROSSÍFILIS:
teste não treponêmico aos 1, 3, 6, 12 e 18 meses, sendo suspenso quando dois não reagentes consecutivos
SE NÃO CONSEGUIR FAZER VDRL, UMA DOSE PRESUNTIVA BENZETACIL
ideal: queda titulação aos 3 meses e negativação aos 6 meses
aumento em 2 diluições indica falha tratamento
acompanhamento oftalmo, neuro, audiológico 6/6m por 2 anos
se neurossífilis, líquor 6/6m até normalização
NEUROSSÍFILIS SE >25 células (leuco), proteína >150 ou vdrl reagente
OBS DX FORA DO PERÍODO NEONATAL = IDEAL FAZER CRISTALINA
CM - posso ter colestase sem sinais clínicos?
SIM! bd > 1 (fazer usg…)
CIR - classificação de gustillo-anderson
1: <1cm, pouca extensão/contaminação
cefazolina ou clinda se alergia
2: 1-10cm, contaminação moderada
cefazolina ou clinda se alergia
3: >10cm, contaminação
cefazolina + genta
se meio rural ou água parada, cobrir anaeróbio (penicilina)
GO - (INEP 24 + SUS SP 25 + MEDFOCO ENAMED) amenorreia primária: morris x rokitansky
DIFERENCIAÇÃO SEXUAL
até 7s genitalia externa é comum; diferenciação termina ate 12 (externa depende da dht)
genitália interna ainda seformando em 20s, depende do ham
tubérculo genital - clitóris
pregas urogenitais - pequenoslábios, hímen
pregas labioescrotais- grandes lábios
ANOMALIAS MÜLLERIANAS- genéticas, alteraçoes no desenvolvimento embrionário
fertilidade preservada - porem mais risco de parto prematuro e apresentação pelvica, abordamento segundo trimestre, incompetencia istmocervical
didelfo: dois colos e um septo longitudinal
muller paramesonéfricos de cada lado se fundem, parede absorve e gera único útero
PARTE DISTAL É SEIO UROGENITAL, NADA A VER COM MÜLLER
tt ressecão cirúrgica do septo vaginalk
bicorno: fusão incompleta ductos, colo único
septado: reabsorção incompleta do segmento medial dos ductos
arquato/arqueado: discreta convexidade no fundo uterino ou pequeno septo na linha média
EM HOMENS E MULHERES NORMAIS:
HOMENS
gene sry induz formação dos testículos = sertoli secretam amh = regressão ductos de müller
leydig produzem testosterona = ductos de wollf se diferenciam em epidídimo, ducto deferente e vesículas seminais
MULHERES
sem testículos = sem amh = ductos de müller formam tubas, útero e terço superior da vagina
ausência de testosterona regride wollf
INVESTIGAR 13 SEM CSS OU 15 COM CSS
MORRIS/SIAC 46XY
testículos intra-abdominais/inguinais produzem amh e testosterona
regride mesonéfricos/wollf (tecidos periféricos não respondem à testosterona)
regride paramesonéfricos/müller (amh atrofia) - não forma genitália interna (útero, tubas, 2/3 superiores vagina = FICA CURTA)
testo livre convertida em estrogênio periférico = mamas
ROKITANSKY 46XX
reride mesonéfricos (wolff) normalmente pela ausência de testosterona
agenesia müller = tem útero rudimentar ou não tem útero/partes superiores da vagina
ovários funcionam = tem caracter sexual secundário, pelo normal, ovário
SWYER/DISGENESIA GONADAL PURA: MUTAÇÕES SRY
anéis fibrosos no local dos testículos - não produzem ham
nao produz testo = ausencia feedback negativo no eixo hh - aumenta gonadotrofina com reducao estradiol
amenorreia primária, crescimento eunucoide, infantilismo, ovários em fita, útero e tubas normais ou rudimentares

GO - spotting: causa e conduta
aco com baixa dosagem de estrógeno gera atrofia endometrial = vasos ficam expostos
prescrever aine ou anti-fibrinolítico OU trocar pra aco com mais estro ou prog com maior meia vida
CM - alteração do magnésio pode gerar queda no...
pth, levando à hipocalcemia
CM - fórmula de compensação da alcalose
ALCALOSE RESPIRATÓRIA
VR CO2 40 E BIC 24
aguda: delta bic = 0,2 x delta pco2
crônica: delta bic = 0,4 x delta pco2
METABÓLICA
pco2 esperada = bic +15
VOMITO E PERDA POR SONDA GERA ALCALOSE METABOLICAAAAAAAAAAA HIPOOOOOOOOOOOCLOREMICAAAA PERDE ACIDO CLORIDRICOOOOOOOOOOOOOOOO
CM - ânion gap corrigido para hipoalbuminemia?
ag corrigido (normal entre 8 e 12) = ag calculado + (4-alb) x 2,5
CM - ânion gap normal prova que não há distúrbio...
duplo
CM - como calcular o delta-delta
ânion gap doente - ânion gap normal / bic doente - bic normal
RESULTADO >2 = ALCALOSE METABÓLICA CONCOMITANTE
CM - cálculo da variação de sódio (fórmula de adrogué)
na solução - na paciente / act +1
CM - hiperparatireoidismo secundário: fisiopatologia e achados clínicos
SECUNDÁRIO
queda da tfg retém po4 = quela cálcio
rim doente não consegue ativar vitamina d = redução reabsorção intestinal de cálcio
hipocalcemia estimula aumento de pth
osteodistrofia renal = rx reabsorção subperiosteal falanges, crânio sal e pimenta, tumor marrom
SE CITAR CISTOS PERTO DE ARTICULAÇÃO, É AMILOIDOSE RELACIONADA À DIÁLISE (ACÚMULO BETA 2 MICROGLOBULINA) - CONSIDERAR USO DE MEMBRANA DE ALTO FLUXO
HIPERPARATIREOIDISMO TERCIÁRIO
drc produz pth tentando elevar calcemia, mas permanece hipocalcemia
estímulo contínuo do pth hipertrofia paratireoides e podem ficar autônomas
paratireoidectomia com autoenxerto (para hiperplasia)
CM - teste stress furo: como fazer? positivo se...?
1mg/kg
positivo se diurese >200ml em 2h
CM - (USP RP 22 + USP SP 23 + SUS SP 23 + INEP 25 + MEDFOCO ENAMED) sd nefrótica
definição: proteinúria 3,5g/24h*, spot prot/crea >3
criança >50mg/kg/dia OU 40MG/M²/H, prot/crea >2
hipoalbuminemia <2,5*, edema* (defining features)
lipidúria (perda lipoproteína - gera hiperlipidemia)
perda antitrombina: hipercoagulabilidade
perda transferrina: anemia refratária
perda ig: pbe por pneumococo
CAUSAS
lesão mínima (80-90%) criança: 1ª ou 2ª (hodgkin, aine), boa resposta corticoide (2mg/kg/dia, max 60/dia)
FURO EM CASOS SELECIONADOS
gesf: mais comum adulto, 1ª ou 2ª
membranosa: 2º lugar em adulto (branco, idoso)
anti-pla2r
ANTI THS D7A
ANTI NELL 1
neoplasia sólida (secreta antígeno ou gera resposta imune com formação de imunocomplexos), hepatite b, captopril, sais ouro, d-penicilamina, lúpus
principal causa de trombose veia renal (dor lombar, hematúria, piora edema)
gn membranoproliferativa/mesangiocapilar: criança, adulto jovem
parece gnpe e consome complemento >8s, associaçãp hcv
DECOREBA CIR - (UNIFESP 26) divertículo de meckel: regra dos 2, diagnóstico, conduta
anormalidade congênita mais comum do tgi (2% população geral)
ainda mais frequente se crohn
fechamento incompleto conduto onfalomesentérico (ducto vitelínico)
pode complicar com diverticulite e dd apendicite
2 tipos de mucosa ectópica: gástrica e pancreática
2 polegadas de extensão
2 cm na boca do divertículo
2 pés da válvula ileocecal (45-60cm)
dx: padrão-ouro cintilo tn99 (mostra células da mucosa gástrica ectópica)
(UNIFESP 26) bebê com demora na cicatrização de coto umbilical, saída de secreção achocolatada aerada pelo umbigo
CONDUTA
criança: ressecção imediata
adulto: ressecção se complicação ou achado na apendicec incidental
UNICAMP MANDA RESSECAR POSTERIORMENTE SE NECESSÁRIO

CM - nutrientes absorvidos em cada parte do delgado
duodeno: ferro
jejuno
íleo: b12, sais biliares, vitaminas lipossolúveis recebe fatores inibidores da gçastrina
NÃO ABSORVE FERRO
CM - local de absorção intestinal do cálcio e vitamina c?
todo o delgado
CIR - (USP SP 21 + 22 + USP RP 22 + HIAE 23) aneurisma de aorta abdominal: rastreio, indicações de intervenção
aneurisma: dilatação >=50% diâmetro original
<50% ectasia
verdadeiro: todas as camadas
pseudoaneurisma: hematoma pulsátil não contido por todas as camadas
degenerativo - aterosclerose
fusiforme: “dilatação circunferencial concêntrica, transição gradual…”
sacular: dilatação excêntrica focal, protuberância, aspecto diverticular, bolsa
1 infrarrenais: mais comum, colo livre abaixo das renais
prótese reta
2 justarrenais
endopróteses fenestradas, cirurgia aberta (prótese reta não resolve porque precisa ramificar pras renais e viscerais)
3 pararrenais engloba renais
4 toracoabdominais acima e abaixo das renais
FATORES DE RISCO
tabagismo 8:1 > homem, idade, branco, hf+
hipercolesterolemia, has, dpoc
PROTEÇÃO: DIABETES, mulher, cor negra
se mulher tiver, tem mais risco ruptura
massa assintomática, pulsátil, dor abdominal inespecífica
RASTREIO: usg doppler aorta abdominal = homem 65-75a tbg ou ex tbg
ponderar +50a se hf ou tabagismo
usg não avalia ruptura em 50% dos casos (rompe retroperitonial)
dx ideal tc/angio tc: delineamento preciso, relação vasos renais e ilíacos, avalia trombos e calcificações
TRATAMENTO
suspender tabagismo, controle has e dislipidemia (reduzir risco cardiovascular global)
seguimento usg
2,6-2,9 a cada 5 anos
3-3,4 a cada 3 anos
3,5-4,4 a cada 12m
4,4-5,4 a cada 6m
CIRURGIA ELETIVA APÓS ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO: sintomático (dor abdominal, lombar)
>5,5cm diâmetro (5cm mulher) NAO É EXTENSÃO
crescimento >5mm/6 meses ou 1cm/12 meses
complicação (embolização periférica, infecção)
configuração sacular
endovascular boa na infrarrenal
ENDOLEAK: principal falha do reparo endovascular
1 falha na vedação proximal (1a) ou distal (1b)
tt imediato
2 (+ comum): enchimento retrógrado vindo das lombares ou mesentérica inferior
tt se dilatação/embolização
3 falha 1 componente ou na vedação entre eles
tt imediato
4 vazamento pelos poros da prótese | 5 dilatação na ausência de vazamento visível (ultrafiltrado)
autolimitados, resolvem após fim da anticoagulação
RUPTURA: mortalidade 90%
fatores de risco: tabagismo, mulher, diâmetro inicial grande, crescimento rápido, has, tx renal ou cardíaco, redução vef1
sacular
pode ser tamponado pelo retroperitônio: massa pulsátil + dor abdominal + hipotensão (tríade em 1/3)
localização parede posterolateral esquerdo
estável: hipotensão permissiva, angiotc (densidade anômala, hematoma retroperitoneal, ausência clivagem psoas-aorta)
ideal reparo evar (endovascular aneurysm repair) com anestesia local
instável: balão intra-aórtico
favorável = endovascular
não candidato ao evar: reparo aberto (alta mortalidade), b

CIR - benefícios e efeitos adversos do tiopental
hipnótico que reduz a pic (neuroprotetor) e indução rápida
depressão respiratória e hipotensão
CIR - benefícios do bzd
amnésia retrógrada, sedação leve
CIR - efeitos adversos do etomidato
dor
insuficiência adrenal
PED - teste do coraçãozinho: interpretação e conduta
SÓ >34 SEMANAS
normal: maior ou igual a 95, diferença <3
duvidoso: 90-94 e/ou diferença >4
REPETIR EM UMA HORA; SE MANTIVER ALTERADO, REPETIR DE NOVO; SE MANTIVER, PEDIR ECO
positivo: menor ou igual a 89 em um dos membros
avaliação neonatal/cardio completa, eco
não dar alta até esclarecimento

DECOREBA PED - (INEP 25 + HIAE 26 + MEDFOCO ENAMED) asma ambulatorial
ESPIROMETRIA: vef1/cvf <0,75-0,8 adulto | 0,9 criança
prova broncodilatadora positiva pós 15min de saba (aumento vef1 >12% E >200ml em relação ao basal no adulto)
se ja usa saba, suspender 4h antes da espiro
BRONCOPROVOCAÇÃO: assintomático ou espiro normal + forte suspeita dx (queda vef1 >20% pós inalação metacolina ou histamina)
Atividades limitadas (1/mês)
Broncodilatador >2x/semana
Calada da noite (1/mês)
Diurnos >2x/semana
controlada: 0 para todas
parcialmente controlada: sim 1-2
não controlada: sim 3+ OU QUALQUER EXACERBAÇÃO GRAVE ÚLTIMO ANO
DX VEF1 >12% E >200ML PÓS BD
ASMA <5A
DIAGNÓSTICO
episódios recorrentes sibilância aguda (2+ em um ano, >24h, 1 deles preciso flagrar)
sem outro dx mais provável
prova terapêutica positiva
TRATAMENTO (<5A = <5 STEPS)
1 saba sos (sintomas <2/semana)
2 ci dose baixa + saba sos (>2/sem ou 1 crise grave no último ano)
3 ci dobra dose + saba sos
4 especialista
MANEJO AMBULATORIAL 6-11A
1 saba ou ci + formoterol - alívio
2 ci baixa - manutenção
3 ci média | ci + laba baixa | budform dose baixa mart (melhor)
4 ci + laba média manutenção | ci formoterol baixa mart
5 lama, biológico, ci alta dose
CONTROLE >12A
1a e 2b: budform sos (alívio bobo - sintomas <3d/semana)
3c: budform com ci dose baixa 200-400/dia (crônico - sintomas quase diários)
4d: budform com ci dose média 400-800/dia (dose aumentada - sintoma diário ou crise recente)
5e: budform com ci dose alta >800/dia + especialista (laba, fenotipagem pra biológico)
biológico se eos >150, fração de excreção óxido nítrico >20ppb
DECOREBA GO - (USP RP 22 + INEP 22 + 24 + USP SP 26 + USP RP 26 + MEDFOCO ENAMED) indicações de profilaxia gbs/sepse neonatal
NÃO FAZER PROFILAXIA: swab negativo <5 semanas
FAZER PROFILAXIA SE
status desconhecido e:
febre intraparto >38ºc
parto prematuro <37s
amniorrexe >18h
swab/ cultura positiva entre 35-37s
filho anterior gbs, bacteriúria gbs
NÃO COLHER SWAB (JÁ VOU FAZER PROFILAXIA DE QUALQUER JEITO - NÃO CONFIO SE SWAB NEGATIVO):
história sepse neonatal gestação anterior
swab em gestação anterior se status desconhecido na gestação atual
bacteriúria por gbs em qualquer momento da gestação, MESMO TRATADA E CULTURA DE CONTROLE NEGATIVA
NÃO FAZER PROFILAXIA MESMO SE COLONIZADA: cesárea eletiva com bolsa íntegra
NÃO MUDA CONDUTA: swab positivo em gestaçaõ anterior (FODA-SE O SWAB, SÓ LIGO SE NENEM TEVE SEPSEEEE)
DROGAS:
ampicilina 2g ataque + 1g 4/4h até clampeamento
penicilina 5mi ataque + 2,5mi 4/4h
ALERGIA A PENICILINA:
baixo risco anafilaxia (rash maculopapular tardio, prurido leve): cefazolina ataque 2g iv + 1g 8/8h
ige mediada (hpp anafilaxia, broncoespasmo, hipotensão, edema glote, urticária imediata) -
gbs sensível = clindamicina SEM ATAQUE + 900mg iv 8/8 intraparto
resistente/desconhecido = vancomicina SEM ATAQUE + 20mg/kg iv (max 2g) 8/8h
DECOREBA GO - (USP SP 26 + MEDFOCO ENAMED) saaf: critérios, conduta
MORBIDADE GESTACIONAL
1 óbito >20s
1+ óbitos >10s fetos normais
3+ abortamentos consecutivos <10s, excluídas causas cromossomiais ou maternas
1+ partos prematuros <34s feto normal pós pe grave, eclâmpsia ou insuficiência placentária (CIUR, ALTERAÇÃO VITALIDADE…)
TROMBOSE
sítio venoso (mais comum tvp), arterial (mais comum ave)
LAB (2+ ocasiões com intervalo >12s)
anticoagulante lúpico, anti-beta2 glicoproteína IGG IGM, anti-cardiolipina IGG IGM
CONDUTA
na próxima gestação, aas 100/dia + enoxa profilática
OBS PODE TER PLAQUETOPENIA PORQUE PLAQUETAS TÊM AC ANTIFOSFOLÍPIDE
CONTRACEPTIVO MAIS SEGURO:
diu de cobre oms - cat 1
diu levonorgestrel - cat 3 (RESPALDO PELO ACR)
outros progestágenos - cat 3
CM - critérios diagnósticos mash
1 fator de risco cardiovascular + esteatose em exame de imagem
CM - mash/cirrose não alcoólica: tratamento
ELASTOGRAFIA
<8kpa = acompanhamento
fibrose >f2 = semaglutida, pioglitazona
pioglitazona
agonistas glp1
METFORMINA NÃO (NÃO ATUA NA INFLAMAÇÃO)
GO - (INEP 24 + 26 + MEDFOCO ENAMED) doença inflamatória pélvica
SINAL DE CHANDELIER
dor à mobilização do colo uterino (dor tão intensa que paciente pula da maca em direção ao teto, para “agarrar o lustre”)
MONIF
1 endometrite/salpingite sem envolvimento peritoneal (não complicada) - ambulatorial
2 sa com peritonite - atb ev
3 sa com oclusão tubária ou abscesso tubo-ovariano íntegro - atb ev
4 ato roto ou outras complicações - cirurgia
clamídia e gonococo são agentes primários; infecção é polimicrobiana
actinomyces israelii mais comum em diu - penicilina g, amoxi
3M + 1m ou 1e
maiores:
dor abdominal
dor à palpação de anexos
dor à mobilização do colo
menores:
febre >37,5, leuco, pcr, vhs
sinais cervicite, massa pélvica
lab gonococo (cultura thayer-martin), clamídia ou micoplasma
elaborados:
endometrite bx
abscesso tubo-ovariano usg ou rm
aderências pélvicas e outros sinais vl
TT AMBULATORIAL
cef 500mg im dose única + doxi 100mg 12/12h 14d + metro 250mg 2cp 12/12h 14h - reavaliar em 48-72h
TT HOSPITALAR (ABSCESSO JÁ INTERNA)
cef 1g iv 1/dia + doxi 100 12/12h (VO = FLEBITE) + metro 400 iv 12/12h por 14 dias
opção: clinda + genta
24h após cessação da febre, transicionar para vo até completar 14 dias (manter doxi e metro pra casa)
INDICAÇÕES CIRURGIA
falha tratamento clínico
massa pélvica persistente ou crescendo
ato >10cm ou roto
hemoperitônio
abscesso em fundo de saco
COMPLICAÇÕES
sd fitz hugh curtis: exsudato na cápsula de gleason > cronifica com aderências em corda de violino entre parede abdominal anterior e superfície hepática (dor pleurítica, dor hipocôndrio)
GO - (INEP 22 + MEDFOCO ENAMED) candidíase primeiro episódio x recorrente
miconazol 5 noites, nistatina 14 noites
fluconazol 150mg vo
KOH LIMPA LÂMINA E AJUDA A VER PSEUDOHIFAS
ph <4,5
INDUÇÃO:
fluconazol 150mg/dia, dias 1-4-7
itraconazol 100mg 2cp 2x dia 1 dia
miconazol vv 10-14 dias
MANUTENÇÃO:
fluconazol 150mg/semana, por 6 meses
miconazol 2x/semana, por 6 meses
óvulo vaginal 1x/semana, por 6 meses
DECOREBA PREV - saúde do trabalhador
SCHILLING
1 trabalho é sine qua non
2 fator de favorecimento (ler/dort, asma ocupacional, pair, burnout)
3 fator de agravo (has, dm…)
COMUNICAÇÃO ACIDENTE DE TRABALHO/CAT
carteira assinada
abertura na SUSPEITA: médico emite relatório para a empresa
empregador emite até primeiro dia útil seguinte ao acidente, imediatamente se óbito
se omissão, sindicato, trabalhador, médico que o atendeu ou autoridade pública podem emitir
nos primeiros 15d de afastamento, empresa paga salário; depois, auxílio-doença pelo inss
COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA)
rissco físico/verde: radiação, frio, ruído
químico/vermelho
biológico/marrom: microrganismos
ergonômico/amarelo
acidente/mecânico/azul: máquina, queda, eletricidade
DECOREBA CIR - (USP SP 25 + INEP 25 + MEDFOCO ENAMED) coledocolitíase: preditores risco e conduta de acordo com estratificação
MUITO FORTE
usg com cálculo no colédoco
colangite aguda
bb >4 com colédoco dilatado
cpre
FORTE
colédoco dilatado usg >6mm
bt 1,8-4
MODERADO
bioquímica hepática anormal exceto bt
idade >55
clínica pancreatite biliar
RISCO
alto (1 muito forte ou 2 fortes): cpre
intermediário (1+ forte ou moderado)
se vai operar: cvl + colangiografia intraop
não pode operar: colangiorm
NÃO FAZ CPRE PORQUE RISCO PANCREATITE NÃO VALE
baixo: só cvl
PÓS CPRE FEZ DOR EPIGÁSTRICA E TAQUICARDIA, DOR À PALPAÇÃO SEM PERITONITE: PERFUROU DUODENO RETROPERITONEAL (EX 2 E 3 PORÇÃO)
AR ATRÁS DO PÂNCREAAAAAAAASSSSS E ENTRE RIM E DUODENO
MANEJO
PRÉ CVL: cpre, descompressão biliar se cpre inviável
INTRAOP:
cpre posterior se cálculo <2cm e não impactado
derivação biliodigestiva (anastomose coledocoduodenal) se cálculo >2cm pq colédoco litogênico
(USP SP 25) clínica de coledocolitíase melhorada, com colédoco dilatado, sem cálculo visível e sem colangite: usg endoscópico ou colangiorm
CPRE APENAS SE RISCO ALTO DE COLEDOCOLITÍASE
CIR - características específicas do ca de papila de vater
períodos de atenuação dos sintomas + melena
CIR - mirizzi: classificação de csendes e conduta
1 sem fístula (apenas compressão do hepático comum) - cvl + colangio intraop (dreno kehr se dúvida)
2 fístula envolve até 1/3 circunferência do ducto hepático comum - explorar via, sutura fístula, kehr ou coledocoplastia
3 até 2/3 circunferência do ducto - coledocoplastia
4 toda a circunferência do ducto - coledocojejunostomia em y de roux
*5a colecistoentérica sem íleo biliar (coleCINCOentérica com Ausência) - cvl + enterotomia para retirada cálculo
*5b colecistoentérica com íleo biliar - cvl + enterotomia para retirada cálculo
dx cpre intraoperatória

CIR - (USP SP 21) indicações de cvl/colecistec na ausência de sintomas
pólipo >10mm ou em crescimento
associado a cálculo
colangite esclerosante
>50 anos
sintomas típicos
cálculos >2,5-3cm
vesícula em porcelana
anomalia congênita da vesícula
DECOREBA CIR - colecistite
DIAGNÓSTICO (SUSPEITO A+B, DEFINITIVO TODOS)
A inflamação local
murphy
dor/massa palpável, sensibilidade em qsd
B inflamação sistêmica
febre >38
leuco
pcr
C imagem típica
murphy usg, espessamento parede >4mm, distendida >4cm, cálculo encarcerado, líq pericolecístico
tc, rm, cintilo hida imagem típica
TOKYO
3) hipotensão com necessidade de aminas
rebaixamento
pao2/fio2 <300
oligúria, cr>2
inr >1,5
plaqueta <100mil
2) ausência de disfunção orgânica
leuco >18
massa palpável e dolorosa em qsd
>72h
sinais de complicação local (abscesso, perfuração, colecistite enfisematosa)
RESGATE EM CVL DIFÍCIL
conversão para aberta (apenas se material ruim ou limitação da equipe)
colecistec subtotal
com clipagem do coto remanescente (risco de colecistite de coto)
sem clipagem (precisa drenar)
colecistec retrógrada (fundus first)
colecistostomia + cvl tardia 14d
ENFISEMATOSA: clostridium perfiringens, welchii, FAZER TC ABDOME
DILATAÇÃO DO COLÉDOCO SUGERINDO COLEDOCOLITÍASE - EXPLORAÇÃO RADIOLÓGICA INTRAOP
CIR - componentes do tronco celíaco
esplênica, hepática comum, gástrica esquerda
CIR - trajeto vascular até a hepática direita
aorta, tronco celíaco, hepática comum, hepática própria, hepática direita
DECOREBA CIR - colangite: critérios de tokyo
DIAGNÓSTICO:
A inflamação sistêmica
- febre >38 e/ou calafrios
- leuco >10mil, leuco <4mil, pcr
B colestase
- icterícia bt >2
- canaliculares elevadas, tgo/tgp >1,5x lsn
C imagem
- dilatação vias
- evidência etiologia obstrutiva (cálculo,estenose, stent obstruído)
GRAUS DE GRAVIDADE
TOKYO 3
hipotensão com necessidade dva
alteração estado mental
p/f <300
oligúria, cr >2
inr >1,5
plaquetas <100mil
atb + drenagem URGENTE
TOKYO 2
2+ sem disfunção orgânica:
leuco >12 ou <4
febre alta 39
idade 75
bilirrubina >5
hipoalbuminemia (0,7x limite inferior)
atb + drenagem PRECOCE >24h
TOKYO 1: nenhum desses
atb
CIR - contraindicações absolutas a procedimentos eletivos
imc >60 (risco de hipoventilação)
angina instável, valvopatia, ic moderada/grave
asma grave não controlada, fibrose cística
distúrbios de coagulação que necessitam de infusão pós op
gravidez complicada, feto >21s
CIR - strasberg: lesões iatrogênicas de via biliar
A fístula (ducto menor - cístico e luschkas)
B estenose - ducto hepático direito aberrante
C fístula - ducto hepático direito aberrante
D fístula - ducto principal lateral à direita
E estenose - ducto principal

CIR - tumor de klatskin (colangiocarcinoma proximal): fatores de risco
colangite esclerosante primária
cisto de colédoco
litíase intra-hepática
colangite piogênica recorrente
parasitose
lynch
ctx intravenoso
cirrose
CIR - (USP SP 25) bismuth-corlette para tumores periampulares: classificação e tratamento
1 hepático comum + vesícula + linfonodos = y de roux
2 confluência hepáticos + vesícula + linfonodos = hepp couinaud
3a confluência + hepático direito = segmentectomia V
3b confluência + hepático esquerdo = segmentectomia IVb
4 ambos = ressecção completa ou paliação (drenagem)
DX INICIAL TC COM CONTRASTE (TNM)
ANGIOTC RELAÇÃO VASOS MESENTÉRICOS (IRRESSECABILIDADE)

CIR - cisto de colédoco: classificação de alonso-lej/ todani
ALONSO LEJ TODANI 1 dilatação árvore extra-hepática (UMsiforme, número UM em prevalência)
1a dilatação cística
1b dilatação segmentar focal
1c dilatação fusiforme
2 dilatação DIverticular (divertículo verdadeiro de colédoco)
3 dilatação cística da porção intraduodenal do colédoco (coledococele) - ÚNICO QUE NAO TEM RISCO AUMENTADO DE NEOPLASIA
TT ESFINCTEROTOMIA COM CPRE
4a múltiplos cistos via intra e extra
4b múltiplos cistos via extra
5 caroli (múltiplos cistos intra com ou sem fibrose portal)
TRATAMENTO
1, 2, 4 cvl + ressecção lesão e ductos extra-hepáticos + hepaticojejunostomia em y de roux
3 esfincterotomia
5 hepatec/tx/ colangiografias percutâneas para tratamento hepatolitíase

CIR - lesão iatrogênica de via biliar: conduta
antibioticoterapia + drenagem
CM - consenso de baveno: acompanhamento de cirrose por elastografia?
anual
CM - valor de ist que define sobrecarga de ferro?
>45%
CM - hemocromatose
autossômica dominante perda função ferroportina (porteira do macrófago) = nao consegue exportar dos macrófagos, faz sobrecarga reticuloendotelial
saturação transferrina normal em fases iniciais
hepcidina: molécula que bloqueia a absorção de ferro no intestino; reduzida na hemocromatose
DECOREBA GO - (INEP 24) medicações usadas na profilaxia de ists em violência sexual
tarv
vacina 0 1 6 + ig <14d - hbv (se suscetível)
vacina hpv (9-14 2 doses 15-45 3 doses)
em até 14d:
azitro 1g vo - clamídia e cancro mole
benzetacil 2,4mm ui - sífilis
cef 500mg im - gonococo
metro 2g vo 0 - tricomoníase

DECOREBA GO - (USP SP 26 + INEP 22 + 26 + MEDFOCO ENAMED) pcdt: tratamento sindrômico e específico
SINDRÔMICO
evidência vesícula: tratar herpes
sem vesícula
>4 semanas = tratar sífilis, cancroide; investigar linfogranuloma venéreo e donovanose; biopsiar
<4 semanas = tratar sífilis e cancroide (SÍFILIS MESMO SE FOR DOLOROSA)
cancro mole/cancroide (linfadeno dolorosa fistulização 1 orifício, cardume de peixe): múltiplas por autoinoculação
azitro 500mg 2cp dose única OU
ceftriaxone 250mg im
sífilis (linfadeno bilateral indolor não supurativa): penicilina benzatina 2400000 ui im dose única
herpes (linfadeno inguinal dolorosa): aciclovir 400mg 8/8h 7-10d
linfogranuloma (unilateral, bubão, fistuliza em bico de regador):
doxi 100mg 12/12h 21 dias
se gestante: tetraciclinas são contraindicadas - fazer eritromicina
donovanose (não tem linfadeno; pseudobubão por subcutâneo):
azitro 1g 1x/semana por 3 semanas ou até cicatrização
ou doxi 100mg 12/12h por 3 semanas ou até cicatrização
ALTERNATIVA URETRITE CLAMÍDIA-GONOCOCO
dx biologia molecular (naat/pcr), bacterioscopia gram, cultura thayer martin
cef 500 im + azitro 500mg 2cp dose única (MINISTÉRIO DA SAÚDE - RISCO DE RESISTÊNCIA)
cef 500 im dose única + doxi 100mg 12/12 7d (OMS - exceto gestante)
tratar parceiros últimos 60d, abstinência por 7 dias
RASTREAMENTO IST
anual todas as mulheres <30a | >30a com nova parceria, múltipla, hpp ist
gesante 1º trimestre, pvhiv, violência sexual
URETRITE MASCULINA REFRATÁRIA AO CEF + AZITRO: tratar tricomoníase com metro 250mg 2cp 12/12h 7 dias
aguardar mais 14 dias
se mantiver refratário, encaminhar ao especialista
CM - qual valor de sódio urinário indica má adesão de cirrótico à dieta hipossódica?
>80meq/dia
CM - como está a proteína do líquido ascítico na insuficiência cardíaca x cirrose?
>2,5 (fenestras dos sinusoides estão intactas e permitem a passagem de proteínas para a cavidade abdominal)
<2,5/baixa (fibrose dos sinusoides hepáticos oblitera fenestras e só deixa passar água)
gasa
CM - hepatite b
hbsag tem hepatite b
anti hbc igm aguda, igg cicatriz sorológica ou crônica
ANTI HBC TOTAL REAGENTE E IGM NR = SÓ TEM IGG = CRÔNICA
hbeag replicação ativa e infectividade
anti-hbe baixa replicação e baixa infectividade
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
pedir anti hbe, hbeag, hbv dna, avaliação grau de fibrose hepática
INDICAÇÕES TRATAMENTO CRÔNICA
hbvdna >2000ui/ml e alt >1,5lsn confirmada em 2 ocasiões em 3 meses
hbeag + e idade>30
hf de chc
coinfecções hcv, hiv, hdv
manifestações extra-hepáticas
bx mostrando metavir com atividade>2 e fibrose>2
elastografia alterada
antes de tt imunossupressão
gestante com carga viral >200mil ou hbeag positivo
tenofovir 300mg/dia, iniciar entre 24-28s, manter até pos parto
ATÉ QUANDO TRATAR
cirrótico: tempo indeterminado
não cirrótico: após dois exames de hbsag nr com intervalo mínimo de 12m
MUTANTE PRÉ-CORE: hbeag-, anti-hbe +, hbv dna em altos títulos (se replica sem secretar antígeno E e escapa do sistema imune)
GO - (UNICAMP 26 + INEP 25 + MEDFOCO ENAMED) possibilidades de abortamento legal
ANENCEFALIA
LISENCEFALIA, MICROCEFALIA, CALCIFICAÇÕES NÃO SÃO CONSIDERADAS
não precisa de ordem judicial
qualquer ig
duas usg >12 semanas assinadas e datadas por dois especialistas
registro formal em prontuário com laudo médico
2 fotos: feto em sagital e visualização polo cefálico no corte transversal mostrando ausência calota e parênquima
tcle da gestante, >18 anos
RISCO DE VIDA
2 médicos assinam laudo
ESTUPRO
não precisa de perícia, juiz, boletim de ocorrência
CM - (INEP 24 + SUS SP 25 + INEP 25 + 26 + MEDFOCO ENAMED) enxaqueca: tratamento abortivo, profilático e efeitos colaterais
leve/moderada: analgésico, aine
moderada/grave
triptano (agonista serotoninérgico 5ht1)
antagonista cgrp: rimegepant, ubrogepant
lasmiditan
plasil/metoclopramida: pode ser tt isolado (tem propriedade analgésica)
clorpromazina: refratários (efeito antipsicótico)
dexametasona 4mg dose única: graves e refratários (evita recorrência)
PROFILAXIA
se >3-4 crises por mês OU IMPACTO VIDA
propranolol
topiramato - perda ponderal; parestesia, lentifica pensamento
ácido valproico
risco perda gestacional, hipospádia, pé torto congênito
amitriptilina - anticolinérgico
venlafaxina - perda ou ganho ponderal
flunarizina (bloqueador canal cálcio, antagonismo dopaminérgico) - ganho peso, parkinsonismo (2ª linha)
CM - (UNICAMP 23) qual a doença autoimune mais comumente associada ao vitiligo?
hashimoto (20% de prevalência)
outras: graves, dm1, anemia perniciosa, artrite reumatoide