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PED - (HIAE 21) síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica: definição e critérios
síndrome que parece com kawasaki e ocorre 2-4 semanas após contato com covid
febre >38 e >3d + evidência sars cov2
>2 multissistêmico:
oral, mãos, pés
hipotensão/choque
alteração cardíaca
coagulopatia
tgi agudo
marcadores inflamatórios
CM - critérios de west haven (encefalopatia hepática)
leve perda de atenção
flapping/letargia
torpor, clônus, amnésia
coma irresponsivo, descerebração
CIR - consequências do boom de insulina por sne, npt
hipos (fosfatemia, calemia, magnesemia), deficiência b1, retenção na
CIR - clínica da síndrome de realimentação
confusão, convulsão (hipofosfatemia)
arritmia (hipocalemia)
fraqueza, fadiga, queda ca (hipomagnesemia)
encefalopatia (deficiência b1)
edema, congestão, dispneia (retenção na)
aumento insulina
CIR - como evitar sd realimentação?
calcular valor calórico e iniciar fracionado - inicia com 33% no primeiro dia, aumenta a cada 1-2 dias
CIR - composição do soro de manutenção
água, dextrose, sódio, potássio
PODE RETIRAR POTÁSSIO DO POI
CIR - febre no pós-operatório: causas imediatas
infecção prévia
reação à droga (hipertermia maligna)
remit
CIR - febre no pós-operatório: causas precoces (1-5 dias)
atelectasia!!! (principal não fisiológica)
iam, tep
pericardite
flebite
infecção cateter
CIR - febre no pós-operatório: causas tardias (5-30dias)
infecção no geral
CIR - atelectasia pós-op: clínica e conduta
redução mv, febre baixa, taquicardia, redução da saturação
vni e fisio
CIR - técnica de mcvay: para que serve e como fazer
correção de hérnia femoral
sutura tendão conjunto (fusão tendão transverso + oblíquo interno) ao longo do lig. pectíneo (cooper) para tamponar canal femoral = não usa tela

CIR - plug femoral: o que é
tela fixada em cima do canal femoral

CIR - técnica de bassini
sutura tendão conjunto no ligamento inguinal, passando pelo oblíquo interno e transverso do abdome e evitando oblíquo externo
hérnia inguinal
técnica com tensão e mais risco de recidiva

CIR - técnica de shouldice
imbricação de 4 planos musculares na parede posterior
hérnia inguinal
muita tensão, mas pouco risco de recidiva

CIR - por que não posso suturar o plug femoral na borda lateral?
evitar veia femoral
CIR - bassini é feita isoladamente?
não! hoje é apenas uma “pré-etapa” da lichtenstein
CIR - zonas cervicais?
1) fúrcula - cricoide
2) cricoide - ângulo mandíbula (carótida, jugular, vertebrais, trato aerodigestivo)
3) ângulo - base crânio
CIR - lesão 7eic + paciente estável + rx normal. conduta?
videolaparoscopia (tc não pega bem transição toraco-abdominal)
CIR - zona 1 cervical: localização e gravidade
entre fúrcula esternal e cartilagem cricoide
muito grave (lesão vasos desfiladeiro torácico, difícil acesso)
fazer imagem

CIR - zona 2 cervical: localização, componentes
entre cricoide e ângulo da mandíbula
carótidas, vertebrais, trato aerodigestivo
fácil acesso cirúrgico = cirurgia imediata

CIR - zona 3 cervical: localização e componentes
entre ângulo da mandíbula e base do crânio
carótida distal, glândulas salivares, faringe
fazer imagem

CIR - alteração no ecg por queimadura elétrica de baixa x alta voltagem
fibrilação ventricular
assistolia (dano direto)
CIR - por que iot gera aumento da pic?
estimulação simpática durante laringoscopia
CM - síndrome de brown séquard: clínica
hemiplegia e perda propriocepção ipsilateral
perda sensibilidade dolorosa contralateral
CIR - drogas da sequência rápida de intubação?
etomidato 0,3mg/kg e succinilcolina 1mg/kg
CIR - (HIAE 25) paciente com tce grave e hic + hérnia diafragmática + mv reduzido: ordem das condutas
craniotomia descompressiva
lapa (lapa antes pode piorar hic e fazer hérnia de úncus)
drenagem torácica (“se fizer antes da lapa vira uma colostomia”)
CIR - paciente estável com pneumotórax + fast positivo + amputação perna com sangramento ativo + glasgow 3: sequência de atendimento
toracocentese de alívio
torniquete + lapa (conter sangramento = C)
tc crânio
PREV - para que servem os critérios de hill
classificar como causal a relação entre uma exposição e uma condição de saúde
PREV - quais são os 9 critérios de hill
1 força da associação
2 consistência
3 especificidade
4 temporalidade
5 gradiente biológico
6 plausibilidade biológica
7 coerência
8 evidência experimental
9 analogia
PREV - o que é fator de confusão?
fator não estudado associado com desfecho, com exposição e não está presente no caminho causal entre exposição e desfecho
PREV - raciocínio bayesiano
probabilidade do evento acontecer com base no conhecimento prévio, alterando probabilidade à medida que obtém novas evidências
(cada vez que faz estudo descobre novas coisas)
PREV - intervalo de confiança sem significância estatística significa...
imprecisão da amostra em estimar o parâmetro populacional do risco relativo
PREV - se há significância estatística, a amostra é...
precisa (não tem erro aleatório)
PREV - se o intervalo de confiança não é confiável, não há...
validade externa ("em 100 estudos, ele não acertaria em 95")
PREV - (UNICAMP 25) quando não é bom usar a média (considerando medidas de tendência central)
quando houver valores extremos (média é muito influenciada)
PREV - regressão linear/teste t: utilidade
para variáveis quantitativas
PREV - quando usar qui quadrado
variáveis categóricas/ comparar proporções entre expostos e não expostos (dicotômico!)
PREV - curva roc: o que é e como interpretar
capacidade do teste diagnóstico de definir valores de sensibilidade e especificidade
aumenta para Esquerda (eixo x = 1 - Especificidade) e para Superior (Sensibilidade)
PREV - melhor estudo para doenças raras
caso-controle (escolhi hoje a doença = pode ser qualquer uma)
coorte histórica NÃO (precisa começar do risco, ainda que no passado)
PREV - melhor estudo para exposições raras
coorte (escolhi o risco)
PREV - critérios de inclusão doença na lista nacional de notificação de agravos
magnitude
potencial de disseminação
transcendência
vulnerabilidade
compromisso internacional
PREV - períodos de manifestação da doença/ afastamento
isolamento social = respeitar transmissão
quarentena = repouso até a pessoa manifestar sintomas
PREV - como confirmar surto epidêmico
comparar incidência atual com anos anteriores = montar diagrama de controle (últimos 10 anos)
para cada mês, calcular média de incidência e 2dp acima (limiar superior endêmico) e abaixo
saber se valor tá acima do limiar superior endêmico
PREV - principal manifestação do benzenismo
mielotoxicidade (lma, lmc…)
PREV - o que é amostragem em bola de neve
escolho poucas pessoas e elas indicam novas pessoas para participar
PREV - o que é amostragem em conglomerado
dividir população em grupos e escolher aleatoriamente pessoas desses grupos
PREV - o que é amostragem estratificada
dividir população em grupos que compartilham características semelhantes (ex idade)
ideal para representatividade de subpopulações
PREV - o que é especificidade de associação
fator de risco específico causa agravo específico, e se tirar fator não tem agravo
PREV - o que é força de associação
medida aferida por meio do risco relativo/odds ratio
PREV - teste exato de fisher serve para…
variáveis categóricas em amostras pequenas (<30): variante do qui quadrado
PREV - critérios de causalidade de hill: força de associação
quanto mais forte a associação, maior possibilidade de se tratar de relação causal
medida pelo risco relativo ou odds ratio
PREV - critérios de causalidade de hill: consistência ou replicação
mesmo resultado obtido em diferentes circunstâncias
PREV - critérios de causalidade de hill: especificidade
causa leva a um só efeito e efeito tem apenas uma causa
PREV - critérios de causalidade de hill: temporalidade
causa sempre precede efeito
PREV - critérios de causalidade de hill: gradiente biológico
curva de dose-resposta
PREV - critérios de causalidade de hill: plausibilidade biológica
é plausível que esse efeito exista?
PREV - critérios de causalidade de hill: coerência
ausência de conflitos entre achados e conhecimentos sobre história natural da doença
PREV - critérios de causalidade de hill: evidência experimental
evidência em populações humanas
PREV - critérios de causalidade de hill: analogia
replicação de dados: efeitos em exposições análogas existem?
PREV - o odds ratio se assemelha ao risco relativo numa coorte se o desfecho analisado for…
raro
PREV - intoxicação por fumo metálico: ocupação e clínica
soldagem
febre, calafrio, mal-estar, mialgia
PREV - intoxicação por isocianatos: ocupação e clínica
poliuretano, verniz, tinta
urticária, irritação sistema respiratório
PREV - o que é razão de verossimilhança positiva (likelihood ratio)?
quantas vezes é mais provável achar o resultado positivo em um doente, comparado com um sadio
PREV - cálculo da razão de verossimilhança positiva
sensibilidade/ 1-especificidade
1-ESPECIFICIDADE SIGNIFICA ACHADO + EM SADIOS
PREV - cálculo da razão de verossimilhança negativa
1-sensibilidade/especificidade
PREV - premissa fundamental de um estudo
rejeitar hipótese nula para provar associação causal
PREV - erro tipo 1 (alfa)?
αfastar hipótese nula quando ela é verdadeira = erro falso positivo
PREV - erro tipo 2 (Beta)?
βanca hipótese nula quando ela é falsa = erro falso negativo
PREV - o que é viés de antecipação no rastreamento (lead time bias)?
dx excessivamente precoce não necessariamente aumentou a sobrevida
PREV - o que é viés de duração da doença (length bias)?
pessoa viveu mais pela característica indolente da doença, não pelo rastreio precoce
PREV - numa distribuição normal da curva de gauss:
68% dos valores ficam a um dp da média
95% dos valores ficam a dois dp da média
média coincide com mediana e moda

CM - em qual tfg educa X escolhe
30, 20
CM - por que o mecanismo diurético da acetazolamida é discreto?
inibe nacl no tcp - menor reabsorção de água lá, mas a água passa por todos os outros compartimentos e é bem reabsorvida
CM - como está a osmolaridade urinária na hiponatremia normal?
baixa (corpo elimina água para compensar “diluição” do plasma)
CM - por que anemia falciforme gera drc com rins de tamanho normal ou aumentado?
hipóxia crônica aumenta demanda de epo = hipertrofia
CM - por que aine gera drc de tamanho reduzido?
fibrose por nefrite intersticial crônica
CM - por que dm gera drc de tamanho normal ou aumentado?
hiperfluxo gerado pela hiperglicemia
CM - por que gitelman faz hipocalciúria?
deveria reabsorver na (cátion) - não consegue e puxa cálcio
CM - mecanismo da síndrome de liddle/ intoxicação pelo amiloride
facilita absorção de sódio - não retém k e h
CM - fórmula fração de excreção de sódio
una x prc / pna x ucr
CM - fármacos mais associados à nia
beta-lactâmicos
sulfa
hctz
rifampicina
aine
warfarina
ibp (raro ter clínica de hipersensibilidade)
CM - causas de rabdomiólise
cocaína, cafeína, convulsões prolongadas
HIPOCALEMIA GRAVE (UNICAMP 26) - ALTERA CONTRAÇÃO VASCULAR E GERA ISQUEMIA!!!
CM - diurético de alça: cálcio urinário
alto (cálculos!!)
CM - diurético tiazídico: cálcio urinário
baixo (reabsorvido)
HCTZ BOA PRA PEDRA NO RIM
CM - diagnóstico rabdomiólise
fator etiológico (cirurgia longa duração em obeso mórbido…)
cpk total >1000 (geralmente >10000)
dipstick positivo sem hemácias no sedimento
hiperfostatemia, hipercalemia, acidose lática, hipocalcemia….
CM - causas autoimunes de nia
sjögren, sarcoidose, les
CM - medidas para prevenção de síndrome de lise tumoral
hidratação venosa vigorosa (2-3l/dia)
alopurinol se médio-alto risco
CM - como é a evolução da nefropatia por contraste quanto às escórias?
elevação inicia 1-2 dias
pico escórias 3-5 dias
recuperação 7 dias
CM - drogas associadas à nta?
metotrexate
anfo b
ciclosporina
aminoglicosídeos
CM - dhe e ácido-básico associado ao abdome agudo obstrutivo do delgado proximal
alcalose metabólica e hipocloremia pós vômitos
hipocalemia (quem vomita perde potássio na urina)
CM - estágios da retinopatia diabética
1 - microaneurismas
2 - extravasamentos (exsudatos duros, hemorragias em chama de vela)
3 - veias em conta de rosário
4 - shunt av

CM - prescrição sulfato ferroso para correção de anemia
300mg sulfato 3-4x/dia (equivale a 60mg ferro elementar)
GO - anemia em gestante: valor e conduta
<11/33% no 1º e 3º trimestres
<10,5/32% no 2º trimestre
<9s e ig>14 = ferro iv (200mg 2-3 vezes na semana no hospital)
sempre pnar!
GO - anemia grave em gestante: valor e conduta
<8
pnar, investigação (internar)
GO - ila: valor normal
8-18cm
GO - índice de bishop: função
avalia maturação do colo uterino

GO - ig para realização translucência nucal
11-14s (aproveita usg 2º trimestre
GO - ganho de peso recomendado para gestante em cada trimestre
sobrepeso - ganho 7-11kg
obesidade - ganho 6-8kg
GO - teste do fenol vermelho positivo
pingar substância no tampão vaginal inserido na paciente- se vermelho, rpmo
GO - assinclitismo posterior
flexão lateral da cabeça
Posterior (obliquidade de litzmann): sutura sagital próxima do Púbis e parietal posterior é o primeiro a entrar na escavação pélvica
