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extraordinariamente importante, sobretudo como agente da coccidiose aviária, uma das principais doenças da avicultura industrial
Eimeria sp

distribuição Universal
ciclo de vida direto
parasita intracelular das células do intestino (2 excepções) podendo levar à sua destruição
diferentes espécies infetam diferentes espécies de animais
Eimeria sp

Ciclo de vida de Eimeria
nas células do intestino ocorre esquizogonia e gametogonia
no ambiente ocorre esporogonia
tempo e oxigénio induzem esporogonia


esquizonte de Eimeria no intestino


esquizontes de Eimeria no intestino - merozoítos cortados longitudinalmente

gâmentas ♀ de eimeria no intestino
(é difícil distinguir gâmetas ♀ de zigotos)
Oocisto
estrutura com zigoto
usado em vacinas
esporulado - infetante vs. não esporulado - não infetante

diferença entre quisto e oocisto
quisto - forma dormente do parasita que permite a sobrevivência no exterior
oocisto - estrutura que contém e protege um zigoto - resultante de reprodução sexuada
ambos eliminados nas fezes
o que torna a Eimeria auto-limitante, mas ao mesmo tempo muito destrutiva?
número fixo de gerações de esquizontes (varia com o hospedeiro tho) - auto-limitante
amplificação do nº de organismos pela esquizogonia - DESTRUTIVO
V ou F?
os coccídeos são apicomplexa e sempre intracelulares
Verdadeiro

Período pré-patente
Desde que o oocisto esporulado é ingerido até a infeção se tornar patente / detetável (eliminação de oocistos).
Período patente
Período durante o qual a infeção é patente = eliminação de oocistos nas fezes (na eimeria)
O que pode condicionar o período patente e pré-patente
espécie e hospedeiro
tamanho do inóculo infectante
quão profundo ocorre a esquizogonia e a gametogonia
infecções concomitantes
estado nutricional e imunitário do hospedeiro
Localização das lesões produzidas por várias espécies de Eimeria de galinha

Consequências clínicas da Eimeria em aves
+/ graves consoante o nº de oocistos ingeridos
perca de peso, de apetite e vontade de beber
apatia
diarreia hemorrágica
enterite
destacamento do epitélio
morte
infeções sub-clínicas
diminuição da absorção intestinal de alimentos
ganho de peso e índice de conversão alimentar baixos
(quem resiste à infeção fica imune, mas continuam portadores)

patologia de Eimeria no intestino delgado e ceco
Controlo real de Eimeria
Anticoccídios
Usados profilaticamente por rotina e nas rações para prevenir estabelecimento da infecção (ativos contra o esquizonte)
dois tipos de fármacos: i) químicos que afectam o metabolismo do parasita e ii) fármacos que alteram o transporte de iões e perturbam o equilíbrio osmótico
permitem aos animais desenvolver imunidade contra os esporozoítos infetantes; uso rotativo para evitar resistências
Vacinas
vivas atenuadas e mortas
objetivo: criar resistência natural
ex: Paracox - constituída por oocistos de linhas precoces de Eimeria
Forma infetante Eimeria
Oocisto esporulado, porque contém esporozoítos, que são a verdadeira forma infetante.
universal
pouco específico, muitos hospedeiros
parasita das microvilosidades intestinais
quase só em jovens
no homem, oportunista ligado à SIDA
Cryptosporidium
Corante para oocistos de Cryptosporidium
Ziehl-Neelson

Sinais clínicos Cryptosporidium
diarreia
anorexia
baixo crescimento
Ciclo evolutivo Cryptosporidium


Oocistos de Cryptopsporidium em secção histológica de intestino delgado de ovelha
parasita não se desenvolve no interior da célula → não há destruição celular
Criptosporidiose
não é grave, só em casos de imunossupressão
não há tratamento
animais são um reservatório importante
importante manter animal hidratado


Cryptosporidium
V ou F?
Enquanto que a Eimeria é auto-limitante mas perigosa, o Cryptosporiudium não tem limite mas é menos explosivo
Verdadeiro
Cryptosporidium produz oocistos finos que rompem no intestino, permitindo a autoinfeção interna