Trauma - Avaliação Inicial e Vias Aéreas

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Flashcards de vocabulário baseados na aula de Trauma - Avaliação Inicial e Vias Aéreas, focados nos critérios do ATLS 10ª edição.

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129 Terms

1
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ATLS

Método que preconiza o atendimento hierarquizado e sistemático à vítima de trauma, priorizando as condições que representam maior ameaça à vida.

2
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Distribuição trimodal das mortes

Padrão de mortalidade relacionado ao trauma que ocorre em três picos distintos ao longo da linha do tempo.

3
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Primeiro pico de mortalidade

Ocorre em segundos a minutos após o trauma, geralmente por lesões cerebrais extensas, do tronco encefálico, medula espinal alta, rotura cardíaca ou laceração de grandes vasos.

4
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Segundo pico de mortalidade

Ocorre dentro de minutos a algumas horas, sendo causado por sangramentos intracranianos, pneumotórax hipertensivo, hipovolemia e múltiplas lesões.

5
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Terceiro pico de mortalidade

Acontece dentro de dias a semanas, associado a complicações como pneumonia, sepse e disfunção múltipla de órgãos.

6
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Foco do ATLS no segundo pico

Aplicação sistematizada de condutas para reduzir a morbidade e mortalidade que ocorrem minutos a horas após o trauma.

7
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Hora de ouro (GoldenHourGolden Hour)

Intervalo da primeira hora após o trauma onde o diagnóstico e reanimação adequados melhoram muito o prognóstico.

8
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Mnemônico ABCDE

Sistema hierarquizado para identificar e resolver problemas de maior risco de morte no trauma.

9
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Etapa "A" do ABCDE

Airway: Proteção das vias aéreas e imobilização da coluna cervical.

10
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Etapa "B" do ABCDE

Breathing: Respiração e ventilação.

11
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Etapa "C" do ABCDE

Circulation: Circulação com controle de hemorragia.

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Etapa "D" do ABCDE

Disability: Avaliação do estado neurológico.

13
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Etapa "E" do ABCDE

Exposure: Exposição e controle ambiental, evitando a hipotermia.

14
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Avaliação inicial rápida

Perguntar o nome ao paciente; uma resposta apropriada sugere vias aéreas pérvias e consciência mantida.

15
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Equipamentos para proteção cervical

Aplicação de colar cervical, headblocksheadblocks e prancha rígida.

16
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Inspeção visual no "B"

Avaliação de expansibilidade pulmonar, posicionamento da traqueia e estase jugular.

17
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Reposição volêmica inicial

Administração de 1000ml1000\,ml de Ringer lactato aquecido através de dois acessos de calibre 18g18\,g.

18
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Principal causa de morte prevenível no trauma

Hemorragia.

19
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Status da reposição volêmica agresiva

Segundo o ATLS, não substitui o controle definitivo da hemorragia.

20
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Escala de Coma de Glasgow (GCS)

Método rápido para avaliar o nível de consciência através de respostas ocular, verbal e motora.

21
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Pontuação Glasgow para trauma leve

Entre 1313 e 1515 pontos.

22
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Pontuação Glasgow para trauma moderado

Entre 99 e 1212 pontos.

23
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Pontuação Glasgow para trauma grave

Entre 33 e 88 pontos, com indicação imediata de intubação.

24
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Glasgow: Abertura ocular espontânea

44 pontos.

25
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Glasgow: Abertura ocular à fala

33 pontos.

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Glasgow: Resposta verbal orientada

55 pontos.

27
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Glasgow: Resposta verbal confusa

44 pontos.

28
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Glasgow: Melhor resposta motora que obedece comandos

66 pontos.

29
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Glasgow: Flexão anormal (decorticação)

33 pontos.

30
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Glasgow: Extensão anormal (descerebração)

22 pontos.

31
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Tríade letal do trauma

Composta por hipotermia, coagulopatia e acidose.

32
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Temperatura ideal dos fluidos de reanimação

39C39^\circ C.

33
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Regra de progressão do ABCDE

Só prosseguir para a próxima etapa se a anterior estiver concluída.

34
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Pneumotórax hipertensivo

Lesão com risco imediato de morte que deve ser diagnosticada na avaliação primária.

35
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Hemotórax maciço

Condição letal que exige diagnóstico obrigatório durante a etapa "B" da avaliação primária.

36
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Eletrocardiograma no trauma

Útil para diagnosticar arritmias em contusão cardíaca e atividade elétrica sem pulso.

37
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Capnografia

Método não invasivo para avaliação de trocas gasosas e confirmação do posicionamento de sondas traqueais.

38
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Sonda gástrica

Indicada para descompressão estomacal e redução do risco de broncoaspiração.

39
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Contraindicação para sonda nasal

Suspeita de fratura de base de crânio.

40
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Sonda urinária

Indicador sensível de perfusão periférica através do débito urinário.

41
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Contraindicação para sondagem vesical

Suspeita de trauma de uretra, indicada por sangue no meato ou equimose perineal.

42
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Radiografias da avaliação primária

Tórax AP e Pelve AP realizados na sala de trauma.

43
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Radiografia de coluna cervical

Não faz parte da avaliação primária.

44
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Exames radiológicos em gestantes

Não possuem contraindicação em cenários de trauma.

45
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FAST / eFAST

Ultrassonografia direcionada para diagnóstico de líquido livre intra-abdominal, pneumotórax ou tamponamento cardíaco.

46
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Início da avaliação secundária

Apenas após o término da avaliação primária e com o paciente estável.

47
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Mnemônico AMPLA

Roteiro de anamnese direcionada: Alergias, Medicações, Passado médico, Líquidos/alimentos, Ambiente/Mecanismo.

48
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Tomografia Computadorizada (TC) no trauma

Medida auxiliar da avaliação secundária, proibida para pacientes instáveis.

49
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Pneumotórax simples

Considerado uma lesão com risco potencial de morte, diagnosticada na avaliação secundária.

50
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Rotura traumática de aorta

Lesão de risco potencial detectada tipicamente na avaliação secundária.

51
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Oxigenação passiva inicial

Máscara não reinalante com reservatório e fluxo de 1015L/min10-15\,L/min.

52
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Causa mais comum de obstrução de via aérea

Queda da base da língua com obstrução da hipofaringe.

53
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Manobra Jaw-thrust

Tração anterior da mandíbula para desobstrução da via aérea mantendo a coluna cervical neutra.

54
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Manobra Chin Lift

Elevação do mento para abertura de via aérea, evitando a hiperextensão cervical no trauma.

55
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Cânula de Guedel

Dispositivo orofaríngeo para auxiliar na manutenção da perviedade da via aérea em pacientes inconscientes.

56
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Via aérea definitiva

Sonda traqueal com balonete (cuffcuff) insuflado abaixo das pregas vocais, conectada a ventilação assistida.

57
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Indicação de via aérea: Glasgow 8\leq 8

Indicação para proteção de via aérea em pacientes inconscientes.

58
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Indicação de via aérea: Trauma facial

Fraturas de face com risco iminente de comprometimento respiratório.

59
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Intubação Orotraqueal (IOT)

Método de escolha inicial para obtenção de via aérea definitiva no trauma.

60
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Distorções anatômicas do pescoço

Contraindicação para intubação orotraqueal e nasotraqueal (vias não cirúrgicas).

61
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Intubação nasotraqueal

Indicada apenas para pacientes com respiração espontânea e sem suspeita de fratura de base de crânio.

62
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Sinal de Battle

Hematoma retroauricular indicativo de fratura de base de crânio.

63
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Sinal do Guaxinim

Equimose periorbital indicativa de fratura de base de crânio.

64
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Otoliquorreia ou Rinorreia

Sinais de fratura de base de crânio que contraindicam sondas nasais.

65
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Sequência Rápida de Intubação (SRI)

Técnica de escolha no trauma usando sedativo e bloqueador neuromuscular para reduzir risco de broncoaspiração.

66
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Etomidato

Agente sedativo indutor potente recomendado pelo ATLS para a SRI na dose de 0,3mg/kg0,3\,mg/kg.

67
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Succinilcolina

Bloqueador neuromuscular que predispõe à hipercalemia, contraindicado em grandes queimados.

68
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Manobra de Sellick

Pressão digital sobre a cricoide para evitar broncoaspiração durante a intubação.

69
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Vias aéreas cirúrgicas definitivas

Cricotireoidostomia cirúrgica e traqueostomia.

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Cricotireoidostomia cirúrgica

Via aérea cirúrgica de escolha no trauma por ser rápida e simples.

71
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Contraindicação relativa da cricotireoidostomia

Crianças com idade inferior a 1212 anos ou fratura de laringe.

72
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Local da incisão na cricotireoidostomia

Membrana cricotireóidea, entre as cartilagens tireoide e cricoide.

73
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Traqueostomia no trauma

Procedimento de exceção, indicado em fraturas de laringe ou crianças pequenas quando IOT falha.

74
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Traqueostomia percutânea

Proscrita no trauma pois exige hiperextensão do pescoço.

75
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Máscara laríngea (ML)

Dispositivo supraglótico útil no insucesso da intubação, mas não é via aérea definitiva por não ter cuffcuff traqueal.

76
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Cricotireoidostomia por punção

Via aérea provisória (não definitiva) para oxigenação de emergência por curto período.

77
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Tempo máximo da cricotireoidostomia por punção

3030 a 4040 minutos devido ao acúmulo de CO2CO_2 (hipercapnia).

78
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Barotrauma

Risco associado à cricotireoidostomia por punção, especialmente em obstruções completas.

79
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Cenário de múltiplas vítimas

Situação que excede a capacidade de atendimento simultâneo, exigindo triagem.

80
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Método SALT

Sistema de triagem em cinco classes: Imediato, Retardado, Mínimo, Expectante e Óbito.

81
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Prioridade na triagem SALT

Vítimas mais graves que podem ser salvas com os recursos disponíveis.

82
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Atendimento imediato (SALT)

Vítimas com risco de vida, mas com prognóstico de sobrevida.

83
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Conduta expectante (SALT)

Vítimas com lesões tão graves que dificilmente sobreviverão mesmo com recursos.

84
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Agitação psicomotora no trauma

Pode ser um sinal precoce de hipoxemia.

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Preceptor Antonio Rivas

Instrutor do ATLS e médico formado pela UFSC com residência na USP.

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Prêmio Farid Hakme

Concedido ao primeiro colocado nacional da prova de título em Cirurgia Plástica.

87
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Objetivo do ATLS em segundos e minutos

Focar na prevenção, já que a maioria dessas mortes (1º pico) não pode ser evitada no hospital.

88
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Impacto da hospitalização no trauma

Refletido principalmente na redução de mortes do terceiro pico (sepse, pneumonia).

89
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Ausculta pulmonar diminuída no trauma

Pode indicar pneumotórax ou hemotórax.

90
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Compressão local

Medida inicial para controle de hemorragia externa na etapa "C".

91
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Ringer Lactato aquecido

Cristaloide de escolha na reanimação volêmica inicial.

92
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Uretrografia retrógrada

Exame da avaliação secundária para diagnóstico de lesão uretral.

93
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Glasgow ocular: À pressão

22 pontos (antigamente referido como estímulo doloroso).

94
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Glasgow verbal: Sons incompreensíveis

22 pontos.

95
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Glasgow motor: Localiza estímulo tátil

55 pontos.

96
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Glasgow motor: Nenhuma resposta

11 ponto.

97
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Glasgow motor: Flexão normal (retirada)

44 pontos.

98
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Pneumotórax aberto

Lesão que deve ser diagnosticada e tratada no "B" da avaliação primária.

99
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Contusão cardíaca grave

Pode causar choque cardiogênico, avaliado no "C".

100
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Trauma raquimedular

Causa neurogênica de comprometimento hemodinâmico avaliada no "C".