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1
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Quem descobriu os raios X e em que ano?

Wilhelm Conrad Röntgen, em 1895, trabalhando com um tubo de Crookes coberto por papel preto.

2
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Qual foi o primeiro exame radiográfico da história?

A mão da esposa de Röntgen, Anna Bertha Röntgen (1895), mostrando ossos e aliança de casamento radiopaca.

3
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Por qual prêmio Röntgen foi reconhecido e em que ano?

Prêmio Nobel de Física em 1901 (primeiro Nobel de Física da história) — atenção: NÃO foi Nobel de Medicina.

4
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Quais usos inadequados dos raios X ocorreram no início do século XX?

Tratamento de hirsutismo e Tinea capitis; fluoroscópios de sapataria (propaganda); ausência de proteção radiológica, causando dermatites crônicas e neoplasias em trabalhadores.

5
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Onde foi instalado o primeiro equipamento de raios X da América do Sul e por quem foi fabricado?

Em Formiga (Minas Gerais), fabricado pela Siemens (Alemanha) em 1897; funcionava a bateria.

6
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O que são raios X do ponto de vista físico?

Radiação eletromagnética IONIZANTE, situada entre a luz ultravioleta e os raios gama no espectro eletromagnético.

7
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Qual a diferença entre radiação ionizante e não ionizante?

Não ionizante (rádio, micro-ondas, infravermelho, luz visível, UV): sem energia para arrancar elétrons. Ionizante (raios X, gama): energia suficiente para ejetar elétrons, causando dano biológico.

8
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Como são produzidos os raios X no tubo?

Pela colisão de elétrons de alta velocidade, gerados em catodo aquecido, contra o anodo metálico (alvo), por dois mecanismos: Bremsstrahlung e radiação característica.

9
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O que é radiação de freamento (Bremsstrahlung)?

Elétron incidente é desviado e desacelerado pelo núcleo do átomo-alvo, emitindo um fóton de raio X; gera espectro CONTÍNUO de energias; é o mecanismo responsável pela maior parte do feixe clínico.

10
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O que é radiação característica?

Elétron incidente colide diretamente com elétron de camada interna (ex.: camada K), ejetando-o; um elétron de camada externa preenche a vacância, liberando fóton de energia FIXA (específica do elemento); gera picos discretos.

11
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Qual mnemônico diferencia freamento de característica?

"Freou, mas não bateu de frente" (Bremsstrahlung = desvio, espectro contínuo) x "Bateu, arrancou, e alguém tomou o lugar" (característica = colisão direta, energia fixa).

12
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Quais os componentes principais do tubo de raios X?

Catodo (polo negativo, filamento de tungstênio, copos de foco); Anodo/alvo (polo positivo, tungstênio/rênio/molibdênio); invólucro de vidro a vácuo com blindagem de chumbo; óleo isolante/dissipador de calor.

13
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Por que o anodo é giratório nos equipamentos modernos?

Distribui o calor gerado pelo impacto dos elétrons por toda a superfície do disco, permitindo uso de correntes (mA) mais altas sem fundir o alvo e reduzindo tempo de exposição (menos borrão por movimento).

14
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Quais são as propriedades físicas fundamentais dos raios X (mnemônico FIPES)?

Fluorescência em sais metálicos; Invisíveis/Inodoros/Indolores; Propagação retilínea; Enegrecem filmes radiográficos; Secundárias (produzem radiação espalhada/Compton).

15
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O que fundamenta a Lei de Bergonié-Tribondeau (1906)?

Células mais radiossensíveis são as mais indiferenciadas, com maior atividade mitótica e maior expectativa de divisões futuras.

16
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Quais tecidos têm MAIOR radiossensibilidade?

Tireoide; gônadas (útero/ovário); medula óssea (hematopoiético); epitélio do trato gastrointestinal (alta renovação celular).

17
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Quais tecidos têm MENOR radiossensibilidade?

Tecido nervoso (neurônios, não se dividem); tecido muscular; pele (camadas profundas).

18
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Por que exame radiográfico é contraindicado em gestantes sempre que possível?

O feto tem tecido em altíssima proliferação celular, sendo extremamente radiossensível (risco de teratogenicidade e carcinogênese).

19
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Qual a preferência de contraste em crianças e por quê?

Contrastes não iônicos e doses ajustadas ao peso, e sempre que possível técnicas sem radiação ionizante (USG, RM), pelo melhor perfil de segurança.

20
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Como funciona a detecção de raios X pelo filme radiográfico clássico?

O filme contém cristais de sais de prata que precipitam quando atingidos pelos raios X; a revelação retira os cristais não precipitados; onde há mais radiação → PRETO; onde não há → TRANSPARENTE/branco.

21
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Qual a lógica final de preto x branco na radiografia?

Quanto MAIS raios X atravessam o paciente e atingem o filme/detector → MAIS PRETO (ex.: ar nos pulmões); quanto MENOS atravessam → MAIS BRANCO/CLARO (ex.: osso, metal, contraste).

22
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O que é fluoroscopia (radioscopia/escopia)?

Obtenção de imagens radiográficas em tempo real e contínuas (não estáticas), usada em arcos cirúrgicos (arco em C), hemodinâmica e exames contrastados dinâmicos.

23
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Qual a função da grade (grid) antidifusora?

Lâminas de chumbo alternadas com material radiotransparente, posicionadas entre paciente e receptor, absorvendo radiação espalhada (secundária) e deixando passar apenas fótons de trajetória retilínea, melhorando contraste/nitidez.

24
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Quais são as cinco densidades radiológicas básicas, do mais escuro ao mais claro (mnemônico A GAOM)?

Ar (mais preto) → Gordura → Água/partes moles → Osso → Metal (mais branco).

25
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<p>Quais exemplos clínicos correspondem a cada densidade radiológica?</p>

Quais exemplos clínicos correspondem a cada densidade radiológica?

Ar: pulmões aerados, câmara gástrica, alças intestinais com gás. Gordura: panículo subcutâneo, gordura perirrenal, mediastino. Água: músculos, órgãos sólidos, sangue, líquido. Osso: estruturas ósseas, calcificações. Metal: próteses, clipes cirúrgicos, projéteis, contraste iodado/bário.

26
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O que significa estrutura radiopaca (radiodensa)?

Absorve mais raios X que estruturas vizinhas, impedindo a passagem do feixe; aparece mais BRANCA na imagem (ex.: meios de contraste iodo/bário).

27
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O que significa estrutura radiotransparente (radiolúcida)?

Oferece menor resistência à passagem dos raios X; aparece mais ESCURA na imagem (ex.: ar, gordura, lesões líticas ósseas, cistos).

28
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O que sugere uma lesão óssea radiolúcida x radiopaca na prática clínica?

Radiolúcida: destruição óssea, cisto, tumor lítico, menor mineralização. Radiopaca: calcificação, esclerose óssea, corpo estranho metálico, maior mineralização.

29
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<p>Qual a diferença entre incidência AP e PA?</p>

Qual a diferença entre incidência AP e PA?

AP: feixe entra pela face anterior e sai pela posterior (receptor atrás do paciente) — usada em pacientes acamados/graves/crianças. PA: feixe entra pela face posterior e sai pela anterior (receptor à frente) — padrão-ouro para tórax em pacientes que ficam de pé.

30
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Por que a silhueta cardíaca pode parecer aumentada em incidência AP?

No AP, o coração está mais distante do receptor e mais próximo da fonte divergente de raios X, causando maior magnificação geométrica, simulando ou exagerando cardiomegalia.

31
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Qual regra prática ajuda a diferenciar AP de PA (mnemônico)?

PA = Paciente de pé, Peito na frente do chassi (feixe entra por trás, sai pela frente). AP = Aparelho móvel, Acamado, Ampliação do coração — usado em leito/emergência.

32
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<p>Quando o índice cardiotorácico deve, idealmente, ser avaliado?</p>

Quando o índice cardiotorácico deve, idealmente, ser avaliado?

Em incidência PA, em inspiração profunda e com boa técnica — nunca avaliar cardiomegalia em AP sem ressalvas.

33
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O que é incidência oblíqua e para que serve?

Posicionamento angulado entre a incidência frontal e o perfil, usado para desobrepor estruturas específicas (ex.: mamografia, coluna, articulações).

34
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Quais são as contraindicações gerais a exames com contraste/radiação?

Gravidez; alergia a iodo/frutos do mar/contraste prévio, diabetes ou doença renal (sem avaliação prévia); pacientes incapazes de ficar quietos; uso de metformina (sem suspensão adequada).

35
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Qual a conduta correta com metformina antes de contraste iodado endovenoso?

Suspender a metformina no momento do exame contrastado e só reintroduzir após confirmação de função renal preservada (geralmente reavaliada em 48h) — risco de acidose láctica por nefropatia induzida por contraste.

36
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Como se classificam os meios de contraste iodado quanto à química?

Iônico (dissocia-se em solução, maior osmolaridade, maior risco de reações) x Não iônico (não dissocia, menor osmolaridade, melhor perfil de segurança, preferido em crianças/cardiopatas/renais).

37
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Qual a dosagem-padrão de contraste iodado e o preparo necessário?

2 mL/kg de peso corporal; jejum antes da administração endovenosa.

38
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Qual o contraste radiopaco mais usado no estudo do trato gastrointestinal?

Sulfato de bário (VO ou via retal/enema baritado).

39
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O que é a técnica de duplo contraste?

Combinação do sulfato de bário (radiopaco) com dióxido de carbono ou ar (radiotransparente), distendendo o órgão e revestindo a mucosa, permitindo avaliar o relevo mucoso (pequenas lesões, pólipos).

40
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Quais são as contraindicações do uso de bário?

Abdome agudo perfurativo, megacólon tóxico, ruptura de esôfago, deiscência de anastomose cirúrgica recente, após biópsia de próstata.

41
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Qual contraste deve substituir o bário em caso de suspeita de perfuração de víscera oca?

Contraste iodado hidrossolúvel (ex.: Gastrografin), que é reabsorvido com segurança caso extravase, diferente do bário (inerte, causa peritonite química).

42
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Quais exames correspondem à via de administração endovenosa (EV) do contraste?

Tomografia contrastada; Urografia excretora; Angiotomografia.

43
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Qual exame corresponde à via intra-arterial do contraste?

Arteriografia — usada em neurorradiologia intervencionista, cardiologia (cateterismo) e radiologia vascular.

44
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Qual exame corresponde à via intratecal do contraste?

Mielografia — injeção no espaço subaracnóideo espinhal, avalia hérnias de disco e compressões medulares (hoje substituída pela RM na maioria dos casos).

45
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Qual exame corresponde à via intraventricular do contraste?

Cisternografia — avalia dinâmica liquórica, fístulas liquóricas e hidrocefalia de pressão normal.

46
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Qual exame corresponde à via uretral retrógrada do contraste?

Uretrocistografia (retrógrada) — avalia traumas uretrais e estenoses; a versão miccional avalia refluxo vesicoureteral em crianças.

47
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Qual exame corresponde à via uterina/cervical do contraste?

Histerossalpingografia (HSG) — opacifica cavidade uterina e tubas, investiga infertilidade e patologias tubárias.

48
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Quais são as indicações da histerossalpingografia (HSG)?

Investigação de infertilidade, aborto espontâneo de repetição, patologias tubárias (obstrução) e anomalias congênitas do útero (septado, bicorno).

49
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Quais são as contraindicações da HSG?

Gestação, sangramento uterino ativo, alergia ao contraste, doença inflamatória pélvica (DIP) aguda.

50
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Qual o período ideal do ciclo menstrual para realizar HSG e por quê?

Entre o 8º e o 12º dia do ciclo (fase pós-menstrual/pré-ovulatória), com bexiga vazia — reduz risco de gestação inicial não detectada e evita sangramento menstrual atrapalhando a imagem.

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Quais são as principais indicações de TC e RM em relação ao RX simples?

Tórax; pacientes não colaborativos; abdome para rastreamento oncológico; fraturas e luxações (detalhamento 3D); exames contrastados (angio-TC, uro-TC, RM com gadolínio).

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Qual o princípio fundamental da proteção radiológica?

Princípio ALARA (As Low As Reasonably Achievable) — dose tão baixa quanto razoavelmente possível.

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Quais são os três princípios práticos de radioproteção (mnemônico TDB)?

Tempo (reduzir exposição); Distância (aumentar — intensidade cai com o quadrado da distância); Blindagem (barreiras de chumbo).

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Quais são os principais EPIs usados em radioproteção?

Avental de chumbo (0,25 a 1 mm equivalente); protetor de tireoide; óculos plumbíferos; proteção gonadal/de contato local.

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O que são artefatos em radiologia?

Achados na imagem que não representam patologia real, mas objetos externos, materiais estranhos ou falhas técnicas.

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<p>Quais são exemplos de artefatos por corpos estranhos/objetos?</p>

Quais são exemplos de artefatos por corpos estranhos/objetos?

DIU (estrutura metálica radiopaca na pelve); objetos pessoais esquecidos (chaves, botões, fivelas, joias); instrumental cirúrgico esquecido em cavidade (tesoura, compressas, pinças).

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<p>Quais são exemplos de artefatos por material ortopédico/cirúrgico?</p>

Quais são exemplos de artefatos por material ortopédico/cirúrgico?

Próteses articulares (quadril, haste intramedular); placas e parafusos de osteossíntese; material cirúrgico esquecido em cavidade torácica.

58
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Como diferenciar um artefato de um achado patológico real na imagem?

Correlacionar densidade (metal = branco intensíssimo, bordas muito nítidas e regulares, formato geométrico "não biológico") com a plausibilidade anatômica; ausência de correspondência anatômica sugere artefato.

59
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Qual a conduta recomendada antes de repetir um exame por achado radiográfico estranho?

Sempre questionar o paciente/equipe sobre objetos removíveis antes de repetir o exame.