DM2: Farmacologia e Complicações Crônicas

0.0(0)
Studied by 0 people
call kaiCall Kai
Locked
learnLearn
examPractice Test
spaced repetitionSpaced Repetition
heart puzzleMatch
flashcardsFlashcards
GameKnowt Play
Card Sorting

1/110

flashcard set

Earn XP

Description and Tags

Flashcards no formato de pergunta e resposta sobre farmacologia do DM2 e complicações crônicas para revisão de prova de residência médica.

Last updated 7:54 PM on 8/30/26
Name
Mastery
Learn
Test
Matching
Spaced
Call with Kai
Chat

No analytics yet

Send a link to your students to track their progress

111 Terms

1
New cards

Qual o principal estímulo fisiológico da secreção de insulina em não diabéticos?

Aumento dos níveis glicêmicos.

2
New cards

Descreva a sequência fisiológica da secreção de insulina após entrada de glicose na célula-beta.

Glicose → glicose-6-fosfato → reações intracelulares → fechamento do canal de K⁺ → despolarização → entrada de Ca²⁺ → secreção de insulina.

3
New cards

Qual o mecanismo de ação das sulfonilureias?

Ligam-se a receptor específico nos canais de K⁺-ATP-dependentes → inibem influxo de K⁺ → célula permanece despolarizada → entrada de Ca²⁺ → liberação dos grânulos de insulina.

4
New cards

Por que as sulfonilureias estão associadas à hipoglicemia?

Têm duração prolongada (8–32 h) e causam secreção contínua de insulina independente dos níveis de glicose.

5
New cards

Qual sulfonilureia tem maior risco de hipoglicemia?

Glibenclamida.

6
New cards

Qual sulfonilureia tem risco intermediário de hipoglicemia?

Glimepirida.

7
New cards

Quais sulfonilureias têm menor risco de hipoglicemia?

Glipizida e gliclazida.

8
New cards

Qual a conduta na hipoglicemia por sulfonilureia?

Não basta infusão imediata de glicose e alta. Orientar alimentação regular, controles glicêmicos e suspender/trocar a medicação. Fator agravante: piora da função renal (↓ clearance).

9
New cards

Quais particularidades da glimepirida?

Controle glicêmico semelhante com doses menores; efeitos modestos de melhora da sensibilidade periférica à insulina e mimetização da ação insulínica no fígado (inibe produção hepática de glicose).

10
New cards

Quais sulfonilureias são preferidas por seletividade pancreática (menor risco CV)?

Gliclazida ou glimepirida (não se ligam a receptores semelhantes no miocárdio).

11
New cards

Por que a glibenclamida deve ser evitada em pacientes com angina ou IAM?

Não é seletiva → inibe receptores miocárdicos → perda do pré-condicionamento cardíaco → área infartada tende a ser maior.

12
New cards

O que é pré-condicionamento cardíaco?

Isquemia de curta duração seguida de reperfusão que protege contra danos se a isquemia persistir (ex.: angiogênese).

13
New cards

As sulfonilureias causam ganho de peso?

Sim. Efeito comum. Pode ser controlado com mudanças alimentares e atividade física. Diabéticos têm maior dificuldade em perder peso.

14
New cards

Quais as principais contraindicações das sulfonilureias?

TFG < 30 mL/min; pacientes com alto risco de hipoglicemia (ex.: idosos fragilizados); pacientes com doenças cardiovasculares.

15
New cards

Qual o mecanismo de ação das glinidas?

Secretagogos de insulina, semelhante às sulfonilureias: mantêm a célula-beta despolarizada → influxo de Ca²⁺ → excreção dos grânulos de insulina.

16
New cards

Qual a principal vantagem das glinidas em relação às sulfonilureias?

Tempo de ação mais curto (~1–2 horas).

17
New cards

Como devem ser tomadas as glinidas?

Próximo às refeições (cobertura pós-prandial). Mais comprimidos/dia → menor adesão.

18
New cards

Glinidas causam hipoglicemia e ganho de peso?

Sim (secreção independente da glicemia).

19
New cards

Qual a metabolização das glinidas e quando são contraindicadas?

Predominantemente hepática com excreção renal. Não recomendadas em insuficiência hepática ou TFG < 15 mL/min.

20
New cards

Por que não se deve associar sulfonilureia + glinida?

Ambas aumentam secreção de insulina de forma independente da glicemia → maior risco de hipoglicemias graves.

21
New cards

Onde é produzido o GLP-1 e em resposta a quê?

Células L (principalmente no íleo) em resposta ao bolo alimentar.

22
New cards

Quais os efeitos do GLP-1?

Estimula secreção de insulina glicose-dependente; retarda esvaziamento gástrico; inibe secreção de glucagon; atua nos centros hipotalâmicos inibindo hormônios orexígenos.

23
New cards

Que porcentagem da produção de insulina durante a refeição resulta da ação do GLP-1?

Cerca de 70%.

24
New cards

O que acontece com a secreção de GLP-1 no DM2?

Está diminuída (um dos mecanismos da hiperglicemia).

25
New cards

Quais são as drogas da classe iDPP-4?

Sitagliptina, vildagliptina, linagliptina, alogliptina, saxagliptina, evogliptina.

26
New cards

Qual o mecanismo de ação dos iDPP-4?

Inibem a enzima DPP-4 (que degrada o GLP-1) → meia-vida do GLP-1 sobe de ~2 min para até 24 h → níveis de GLP-1 aumentam 2–3 vezes.

27
New cards

Os iDPP-4 causam perda de peso ou hipoglicemia?

Neutros em relação ao peso e não causam hipoglicemia (secreção glicose-dependente). Muito usados em idosos.

28
New cards

Qual iDPP-4 pode ser usada em qualquer estágio de DRC sem ajuste de dose?

Linagliptina.

29
New cards

Quais iDPP-4 podem ser usados em Child-Pugh C?

Apenas linagliptina e saxagliptina.

30
New cards

Em insuficiência hepática + TFG < 30, qual a conduta usual em relação aos hipoglicemiantes?

iSGLT-2 contraindicados → restam linagliptina e insulina; a resposta costuma ser insulinização.

31
New cards

Quais os efeitos colaterais mais comuns dos iDPP-4?

Nasofaringites e infecções de vias aéreas superiores.

32
New cards

Pode-se associar iDPP-4 + aGLP-1?

Não. Sem benefício adicional. Se prescrever aGLP-1, suspender o iDPP-4.

33
New cards

Quais drogas de uso diário SC de aGLP-1?

Exenatida, liraglutida, lixisenatida.

34
New cards

Qual a droga de uso diário oral de aGLP-1?

Semaglutida.

35
New cards

Quais drogas de uso semanal SC de aGLP-1?

Semaglutida e dulaglutida.

36
New cards

Quais são agonistas (“natida”) e quais são análogos (“glutida”) dos receptores de GLP-1?

Agonistas: exenatida e lixisenatida. Análogos: liraglutida, semaglutida e dulaglutida.

37
New cards

Quais aGLP-1 demonstraram benefício cardiovascular em DCV estabelecida?

Liraglutida, dulaglutida e semaglutida.

38
New cards

Qual aGLP-1 tem benefício renal comprovado (estudo FLOW) e indicação na SBD 2025?

Semaglutida. Considerar em DM2 com doença renal, TFG > 25 mL/min/1,73 m² e RAC > 100 mg/g.

39
New cards

Quais outras indicações/benefícios da semaglutida?

ICFEP, SAHOS, osteoartrite de joelhos em obesos, MAFLD/MASH.

40
New cards

Qual aGLP-1 é o único aprovado para tratamento medicamentoso da obesidade?

Liraglutida.

41
New cards

Quais os efeitos colaterais mais comuns dos aGLP-1?

GI (náuseas, vômitos, diarreia/constipação).

42
New cards

Quais efeitos raros dos aGLP-1?

Pancreatite aguda e litíase biliar.

43
New cards

Quais as contraindicações dos aGLP-1?

História prévia de pancreatite; gastroparesia; carcinoma medular de tireoide ou NEM 2; TFG < 15 mL/min.

44
New cards

Quais aGLP-1 são aprovados para crianças com DM2 ≥ 10 anos?

Liraglutida, exenatida e dulaglutida (além de metformina e insulina).

45
New cards

Qual o risco oftalmológico associado à semaglutida?

Aumento de retinopatia no estudo (quase 2× vs placebo); também NOIA não arterítica e piora de degeneração macular relacionada à idade.

46
New cards

Qual o mecanismo de ação da tirzepatida?

Estimula simultaneamente receptor de GLP-1 e de GIP.

47
New cards

Quais os resultados dos estudos SURPASS e SURMOUNT-1 para tirzepatida?

SURPASS: redução de A1c de 2,0–2,5% (até ~2,7%). SURMOUNT-1: perda de peso de até 21% do peso corporal.

48
New cards

Quais benefícios adicionais da tirzepatida?

Sobrepeso/obesidade, ICFEP, SAHOS e MAFLD.

49
New cards

Qual a principal ação da metformina?

Bloqueia enzima da gliconeogênese → reduz transformação de lactato em piruvato (ação predominantemente hepática).

50
New cards

Quais as vantagens da metformina?

Baixo custo, boa tolerabilidade (especialmente XR), não causa ganho de peso (pode haver perda modesta), não causa hipoglicemia.

51
New cards

Deve-se manter a metformina após insulinização plena?

Sim, salvo contraindicações.

52
New cards

Quais as contraindicações da metformina (risco de acidose láctica)?

TFG < 30; doença hepática ativa; abuso de álcool; IC descompensada; risco de hipoperfusão; história prévia de acidose láctica.

53
New cards

Qual a dose máxima de metformina com TFG 30–60?

1.000 mg/dia (dose máxima com função normal: 2.550 mg/dia).

54
New cards

Quando suspender metformina em cirurgias e exames com contraste?

24 h antes de cirurgias; 24–48 h antes de contraste iodado + hidratação adequada.

55
New cards

Quais os critérios laboratoriais de acidose láctica?

Lactato > 4 nmol/L (normal 0,5–1,5) + acidose metabólica com ânion gap elevado.

56
New cards

Quais os efeitos adversos da metformina?

GI (sabor metálico, estufamento, flatulência, dor abdominal, diarreia); deficiência de B12 (até 30% — dosar anualmente após 4 anos).

57
New cards

A partir de qual idade a metformina é aprovada em crianças com DM2?

A partir de 6 anos.

58
New cards

Qual a única TZD disponível no Brasil e seus receptores?

Pioglitazona — agonista de PPAR-γ e PPAR-α.

59
New cards

Quais os efeitos via PPAR-α da pioglitazona?

Aumenta LPL → hidrólise de TG; aumenta apo A-I → eleva HDL. Melhora perfil de TG e HDL.

60
New cards

Quais os efeitos via PPAR-γ da pioglitazona?

Estoques de gordura com menos inflamação; no SNC aumenta apetite; nos ductos coletores: retenção de Na⁺ e água → edema e congestão.

61
New cards

Em quais classes de IC a pioglitazona é contraindicada?

NYHA III e IV.

62
New cards

Por que a pioglitazona aumenta risco de fraturas?

PPAR-γ tipo 2: precursoras mesenquimais viram adipócitos em vez de osteoblastos; PPAR-γ tipo 1: aumenta osteoclastos.

63
New cards

Quais fatores de risco contraindicam pioglitazona por fraturas?

Fratura prévia; idade avançada; baixo peso; glicocorticoides; história familiar de fratura de quadril; tabagismo; álcool excessivo; artrite reumatoide; osteoporose secundária.

64
New cards

Quais outras contraindicações da pioglitazona?

Doença hepática ativa (transaminases ≥ 2,5×); história de câncer de bexiga.

65
New cards

Qual o mecanismo de ação dos iSGLT-2?

Inibem SGLT-2 no túbulo proximal → impedem reabsorção de sódio e glicose.

66
New cards

Quais os efeitos benéficos dos iSGLT-2?

Não causam hipoglicemia; redução ponderal (~3 kg); redução modesta da PA; diminuição do ácido úrico.

67
New cards

Quais os principais estudos e benefícios CV/renais dos iSGLT-2?

EMPA-REG (morte CV, IAM, AVC, morte por todas as causas, hospitalização por IC); DAPA-HF (IC com FE reduzida); EMPEROR (IC com FE preservada); EMPA-REG, CANVAS, CREDENCE, DECLARE-TIMI 58 (desfechos renais).

68
New cards

Quais as indicações preferenciais de iSGLT-2 em associação com metformina?

Alto/muito alto risco CV; DRC (TFG > 20) + albuminúria > 30 mg/g; insuficiência cardíaca (com ou sem diabetes).

69
New cards

Quais os efeitos adversos principais dos iSGLT-2?

Hipotensão (idosos); infecções urogenitais (candidíase vulvovaginal); canagliflozina: ↑ 2× risco de amputação; cetoacidose diabética euglicêmica.

70
New cards

Quais as contraindicações dos iSGLT-2?

DM1; história prévia de cetoacidose; empagliflozina não iniciar se ClCr < 20; dapagliflozina não iniciar se ClCr < 25.

71
New cards

Qual o mecanismo da acarbose?

Inibe a enzima que cliva polissacarídeos em monossacarídeos no TGI superior → atua principalmente na glicemia pós-prandial.

72
New cards

Acarbose causa hipoglicemia ou ganho de peso?

Não (não estimula insulina). Neutra em relação ao peso.

73
New cards

Qual a principal limitação da acarbose?

Baixa adesão: > 70% relatam flatulência e diarreia; ao final de 1 ano < 20% ainda usavam.

74
New cards

Quais as contraindicações da acarbose?

Síndromes de má absorção, DII, obstrução; cirrose; história de CAD; TFG < 30 mL/min.

75
New cards

O que é DRD?

Presença de albuminúria e/ou redução da TFGe em paciente com DM (termo preferível a “nefropatia diabética”).

76
New cards

Quando iniciar o rastreio de DRD?

DM2: no ato do diagnóstico. DM1 adultos: após 5 anos. DM1 crianças/adolescentes: após 3–5 anos + ≥ 11 anos ou puberdade (ADA); após 5 anos ou após puberdade (idade mínima 11 anos) – SBD.

77
New cards

Quais exames solicitar no rastreio de DRD?

Albuminúria + creatinina sérica (TFGe preferencialmente CKD-EPI).

78
New cards

Como diagnosticar DRD pelo critério de albuminúria?

2 de 3 coletas alteradas em período de 3–6 meses.

79
New cards

Quais os valores de normalidade da albuminúria?

Amostra isolada: < 14 mg/L; relação albumina/creatinina: < 30 mg/g; 24 h: < 30 mg/24 h.

80
New cards

Como classificar a albuminúria na DRD?

A1 < 30; A2 30–299; A3 ≥ 300 mg/g ou mg/24 h.

81
New cards

Quais as categorias de TFGe na DRD?

G1 ≥ 90; G2 60–89; G3a 45–59; G3b 30–44; G4 15–29; G5 < 15.

82
New cards

Quando encaminhar ao nefrologista o paciente com DRD (ADA)?

Dúvida se o DM é a causa; TFGe < 30; TFGe < 60 + albuminúria A3.

83
New cards

Quais os sinais de alerta para outras etiologias de DRC além do DM?

Albuminúria em DM1 < 5 anos; início abrupto ou proteinúria rapidamente progressiva; proteinúria nefrótica; declínio de TFGe > 4 mL/min/ano; queda rápida de TFGe após IECA/BRA ou iSGLT2; sedimento ativo; manifestações de outras doenças sistêmicas.

84
New cards

Qual o tratamento específico da DRD?

1) Albuminúria > 30 → IECA ou BRA; 2) DM2 + DRD + TFG > 20 → iSGLT2; 3) Finerenona (DM2 + albuminúria > 30 + TFG 25–75 + K ≤ 4,8); 4) Semaglutida (especialmente se albuminúria > 100).

85
New cards

Metformina retarda a progressão da DRD?

Não tem evidência robusta. Ajuste: TFG 30–45 → máx 1 g/dia; TFG < 30 → suspender.

86
New cards

Qual a maior causa de cegueira na população de 25–74 anos?

Retinopatia diabética.

87
New cards

Quais os mecanismos de perda visual na retinopatia diabética?

Edema macular (principal), hemorragia de neovasos, descolamento de retina, glaucoma neovascular.

88
New cards

Quando iniciar o rastreio de retinopatia diabética?

DM2: ao diagnóstico. DM1 adultos: após 5 anos. DM1 crianças: após 3–5 anos + ≥ 11 anos ou puberdade (ADA); a partir dos 11 anos com pelo menos 2–5 anos de diabetes (SBD).

89
New cards

Qual a periodicidade do rastreio de retinopatia diabética?

Fundoscopia normal → 1–2 anos. Alterada → no mínimo anual.

90
New cards

Como rastrear retinopatia em gestantes?

Pré-concepção ou 1º trimestre + reavaliações trimestrais + monitorização até 1 ano pós-parto.

91
New cards

Qual a definição de neuropatia diabética?

Grupo heterogêneo de desordens com sinais e/ou sintomas de disfunção dos nervos do SNP decorrentes do DM, na ausência de outras etiologias.

92
New cards

Qual a classificação da neuropatia diabética segundo a ADA?

Mononeuropatia; radiculopatia/polirradiculopatia; polineuropatia somática; neuropatia difusa autonômica.

93
New cards

Qual a forma mais comum de neuropatia e seu padrão clássico?

Polineuropatia diabética (PND) — inicia-se pelas plantas (“em bota”); quando atinge a região mediana da perna, acomete as mãos (“botas e luvas”).

94
New cards

Quando rastrear a Polineuropatia Diabética (PND)?

DM2: ao diagnóstico. DM1: após 5 anos. Depois anual se negativo.

95
New cards

Qual o tripé do rastreio da PND?

1) Anamnese; 2) Fibras finas (discriminação térmica + pinprick); 3) Fibras grossas (monofilamento 10 g, diapasão 128 Hz, reflexo aquileu, propriocepção).

96
New cards

Quais as drogas de 1ª linha para dor neuropática (ADA 2017)?

Duloxetina e pregabalina. Outras opções: venlafaxina, amitriptilina/nortriptilina, gabapentina.

97
New cards

Quais opções de 2ª linha para dor neuropática?

Capsaicina tópica, lidocaína em patch, ácido alfalipoico, TENS.

98
New cards

Quais os sintomas típicos a interrogar na neuropatia autonômica?

Tontura/pré-síncope, síncope, intolerância ao exercício, constipação/diarreia, retenção/incontinência urinária, disfunção erétil, mudanças na sudorese.

99
New cards

Qual o sinal mais precoce da neuropatia autonômica cardiovascular?

Diminuição da variabilidade da frequência cardíaca (VFC).

100
New cards

Como definir hipotensão ortostática?

Queda PAS ≥ 20 mmHg ou PAD ≥ 10 mmHg em 3 minutos após ortostatismo.