Tutoria Priscila Prince

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Descrever a metodologia ABP

Segundo a UEL, a ABP é uma metodologia centrada no estudante, na qual a aprendizagem ocorre a partir da discussão de problemas previamente elaborados para estimular a construção do conhecimento. A prática se sobrepõe a teoria, estudo de forma ativa, o aluno identifica o q precisa aprender, busca informações e discute coletivamente sobre o tema. O professor atua como tutor, orientando e estimulando o raciocínio sem dar respostas prontas.

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vigilância sanitária e segurança do paciente

A Vigilância Sanitária (VISA) atua para eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde relacionados a produtos, serviços, ambientes e processos que possam afetar a população.

Ela está muito presente no nosso cotidiano.

Exemplos:

Produtos

  • medicamentos;

  • alimentos;

  • cosméticos;

  • produtos para saúde;

  • saneantes.

Serviços

  • hospitais;

  • clínicas;

  • laboratórios;

  • serviços de vacinação;

  • estabelecimentos de saúde.

Ambientes

  • estabelecimentos que manipulam alimentos;

  • ambientes de assistência à saúde;

  • outros locais sujeitos a riscos sanitários.

A VISA pode, por exemplo, inspecionar estabelecimentos, fiscalizar produtos, estabelecer normas e adotar medidas quando existe risco à saúde.


🛡 Segurança do paciente

Aqui existe uma ligação muito importante:

Vigilância Sanitária → redução de riscos → serviços mais seguros → maior proteção do paciente.

Segurança do paciente significa reduzir o risco de danos desnecessários associados à assistência à saúde.

Exemplos de problemas que podem ser prevenidos:

  • erro de identificação do paciente;

  • erro de medicação;

  • infecções relacionadas à assistência;

  • falhas na comunicação entre profissionais;

  • quedas;

  • problemas durante procedimentos cirúrgicos.

Exemplo

Imagine que um hospital apresenta aumento de infecções relacionadas à assistência.

A vigilância e os serviços de saúde podem investigar:

  • higiene das mãos;

  • esterilização;

  • limpeza;

  • protocolos;

  • estrutura;

  • uso adequado de equipamentos;

  • processos de trabalho.

O objetivo não é simplesmente “achar um culpado”, mas identificar onde existe risco e como evitar que o evento aconteça novamente.

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vigilância epidemiológica

É a parte da Vigilância em Saúde responsável por acompanhar continuamente doenças e agravos, identificando mudanças no seu comportamento para que medidas de prevenção e controle possam ser tomadas.

Segundo a lógica do SUS, ela envolve:

coletar → analisar → interpretar → divulgar informações → agir.

Objetivos principais

  • Detectar surtos e epidemias rapidamente;

  • Identificar mudanças na ocorrência das doenças;

  • Conhecer quem está adoecendo, onde e quando;

  • Identificar fatores de risco;

  • Orientar medidas de prevenção e controle;

  • Avaliar se as medidas adotadas estão funcionando;

  • Subsidiar políticas públicas.

👉 A vigilância não serve apenas para “contar doentes”. Ela transforma dados em ações de saúde.

4
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Notificação compulsória e subnotificação


É a comunicação obrigatória à autoridade de saúde sobre determinados casos suspeitos ou confirmados de doenças, agravos ou eventos de saúde pública que estão definidos na legislação.

Importante: não significa que toda doença precisa ser notificada. Existe uma lista oficial de eventos de notificação compulsória, que pode ser atualizada pelo Ministério da Saúde.

A notificação pode ser:

  • imediata: comunicação em prazo muito curto, geralmente diante de eventos que exigem resposta rápida;

  • semanal: comunicação dentro do prazo estabelecido para os eventos dessa categoria.

Exemplos

Dependendo da situação e da lista vigente, podem envolver doenças e eventos como:

  • dengue e outras arboviroses;

  • meningites;

  • sarampo;

  • tuberculose;

  • violência;

  • acidentes por animais peçonhentos;

  • surtos;

  • eventos de saúde pública de importância.

Por que notificar?

Porque uma única informação pode ajudar a perceber um problema maior.

Caso → notificação → informação → análise → investigação → ação de saúde pública.

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Descrever a Vigilância em Saúde, sua importância e sua função

A Vigilância em Saúde é um conjunto de ações voltadas para identificar, monitorar, prevenir e controlar riscos, doenças e agravos que podem afetar a população.

Ela não olha apenas para quem já está doente. Ela procura entender o que está acontecendo na população e quais fatores podem causar problemas de saúde.

  • Vigilância Epidemiológica: acompanha doenças e agravos, surtos e epidemias.

  • Vigilância Sanitária: controla produtos, serviços e ambientes que podem oferecer riscos à saúde.

  • Vigilância Ambiental: monitora fatores ambientais, como água, ar, solo, desastres e vetores.

  • Vigilância em Saúde do Trabalhador: acompanha riscos e doenças relacionados ao trabalho.

A ideia principal é:

Vigilância em Saúde → coleta informações → analisa → identifica riscos → toma medidas para proteger a população.

Exemplo: começam a aparecer muitos casos de dengue em determinada região. A vigilância identifica o aumento, investiga a situação e orienta ações de controle do mosquito e assistência à população.

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Relatar a importância da ética em pesquisa e do TCLE

o conhecimento científico não pode ser obtido às custas da violação dos direitos dos participantes, respeitando os principios de autonomia, beneficência, não maleficencia e justiça.

TCLE: termo de onsentimento livre e esclarecido, o participante recebe informaçoes sobre a pesquisa e manifesta sua decisao de participar. Respeita a autonoma do paciente. Ele foi sendo construído ao longo da história, principalmente em resposta a abusos cometidos em pesquisas com seres humanos. Após a Segunda Guerra Mundial, foram julgados médicos envolvidos em experimentos realizados em prisioneiros nos campos de concentração nazistas. O julgamento levou à criação do Código de Nuremberg, que estabeleceu princípios éticos para pesquisas com seres humanos.

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Caracterizar índices e indicadores em epidemiologia e diferenciá-los

Indicador: monitora e aavalia a situação de saude de uma população.

Indice: sintetiza diferentes informações em uma medida

  • Taxa: representa velocidade ou ocorencia de um evento em uma população ao longo de determinado periodo.

  • Incidencia: mede a ocorencia de casos novos em uma população sob risco durante determinado período.

  • Prevalencia: quantas pessoas tem a doença em uma populaçao.

  • Mortalidade: ocorrência de óbitos em uma população.

  • Letalidade: óbitos pela doença.

  • Morbidade: ocorrencia de doenças e agravos em uma população.


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tipos de estudos epidemiógicos

Observacionais:

  • Transversal: fotografia da população em um determinado momento, mostra frequência e prevalência de doenças por exemplo.

  • Caso-controle: compara pessoas com e sem doenças, analisando a exposição.

  • Coorte: analisa quem foi exposto e acompanha quem vai ter a doença.

  • Ecológico: analisa grupo ou população, comparando regiões.

Experimentais:

  • Ensaio clinico randomizado: os participantes são distribuídos aleatoriamente em grupos (ex.: grupo intervenção e controle) e depois acompanhados para comparar resultados. Ex.: testar eficacia de um novo medicamento


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diferenciar pandemia, endemia, epidemia

  • Endemia: ocorrencia esperada e habitual de uma doença em uma população ou região.

  • Epidemia: ocorrencia de casos de uma doença acima do esperado em determinada populçao, regiao e periodo.

  • Pandemia: epidemia com ampla disseminaçao geografica, atingindo varios paises ou continentes

  • Surto: aumento de casos restrito a area, grupo, instituiçao, comunidade ou local especifico.

  • Caso esporadico: casos que aparecem ocasionalmente e sem padrao.

  • Epizootia: epidemia em animais.

  • Sindemia: sinergia(efeito conjunto) mais epidemia, Condições de saúde + interação entre elas + contexto social/ambiental → agravamento do problema.Durante a COVID-19, discutiu-se o conceito de sindemia porque a pandemia não afetava as pessoas de maneira isolada.


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pacto pela saúde

  • pacto pela vida

  • pacto pela defesa do sus

  • pacto de gestão do sus


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modelo Flexneriano e Integralidade

Flexneriano: organização do estudo focado na doença e nas causas hospitalares, sem analisar o indivíduo como um todo. Divide o corpo humano e o saber médico em pequenas partes e especializações. Afasta o profissional da realidade social da população atendida.

Integralidade: analisa todo o contexto do indivíduo, a doença, o social, o ambiente, a cultura, integra várias áreas do conhecimento para poder também prevenir e cuidar como um todo.

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Origem da ABP

UEL - ABP, surgiu no final da década de 1960, na Faculdade de Medicina da Universidade McMaster, no Canadá. Ela foi criada como uma resposta às limitações do ensino tradicional e à insatisfação dos educadores da época, que perceberam que um modelo baseado principalmente na memorização de conteúdos não preparava adequadamente os estudantes para enfrentar os desafios da prática profissional. A ABP busca integrar teoria e prática, preparando o estudante de forma ativa desde o início da formação acadêmica. A intenção era reformular o ensino médico, tornando o currículo mais integrado e preparando profissionais mais capacitados para enfrentar os desafios da prática clínica.

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Diferença entre ABP e método tradicional

Método trad foca na transmissão e memorização de conhecimentos, professor responsável por transmiti-los, teoria acima da prática.

ABP integra prática e teoria de forma ativa no estudo, proporcionando a formação de profissionais capacitados para a resolução efetiva de problemas cotidianos na vida profissional.

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surgimento das primeiras escolas médicas no mundo e no brasil

primeiras escolas médicas surgiram na idade média, principalmente na grécia, como a univ de Salerno itália. no Brasil foi com a chegada da família real, na bahia e no rio de janeiro, antes tinha europeus médicos, curandeiros, religiosos etc, práticas empíricas populares.

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diretrizes curriculares nacionais de 2014

Redefinem a formação médica no Brasil, q deve ser generalista, humanista, critica, reflexiva e ética, voltada às necessidades de saúde da população e aos princípios do SUS. Antes a formação era pautada em doenças e hospitais, com prática no final do curso, sem compreender problemas intrínsecos à sociedade.

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Quem foi Hipócrites e quais foram suas principais contribuições

Médico grego, “Pai da medicina”, ajudou a transformar a medicina em uma prática baseada na observação e na razão, em vez de explicações exclusivamente religiosas ou sobrenaturais. Separou medicina de religião e superstição (doenças poderiam ter causas naturais e tratamentos racionais), valorizou observação clínica (análise de sintomas e estudo), ética da profissão (juramento de Hipocrates), relação entre hábitos e saúde.

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Analisar como o perfil dos indivíduos influencia na relação medico-paciente

Médico e paciente possuem seus valores, crenças, experiências pessoais e expectativas diferentes.

Médico: conhecimento científico, experiência profissional, valores e crenças pessoais, cultura, comunicação, possíveis preconceitos.

Paciente: cultura, religião, conhecimento popular, crenças e valores, medo, expectativas, experiências pessoais.

Diferentes pacientes com mesmas doenças precisam de análises individuais para uma conduta efetiva. O médico n precisa concordar, mas precisa respeitar e estabelecer uma boca comunicação

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Descrever os fatores que impactam o processo saúde-doença — antropologia médica

A antropologia médica analisa n só os fatores biológicos, mas o perfil social do paciente (cultura, crenças, hábitos, condições fin.).

A cultura, a religião e as crenças influenciam em como o paciente enxerga a doença, quando procurar tratamento, quais profissionais ouvir, quais tratamentos aceita. As condições financeiras contribuem para a adoção do tratamento, o custeio de consultas e medicamentos, precisar trabalhar ou não (repouso), distancia aos centros de saude. A escolaridade influencia o entendimento da condição e até mesmo na manutenção do tratamento prescrito. Experiências anteriores podem trazer medo, desconfiança, resistência a seguir orientações.

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Comparar medicina tradicional, medicina popular e PICS

Tradicional: baseada no modelo biomédico e nas práticas científicas institucionalizadas. Medicamentos, cirurgias , exames laboratoriais, tratamentos farmacológicos…

Popular: conjunto de saberes e práticas de saúde de determinada sociedade/ cultura. Pode envolver plantas, chás, benzeduras, práticas tradicionais.

PICS: Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. São práticas que podem ser utilizadas como formas complementares de cuidado. Acumputura, homeopatia, meditação, yoga…

No Brwsil existem PICS incorporadas ao sus, são reconhecidas e organizadas dentro de políticas de saúde.

PICS não significa abandonar a medicina convencional.

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origem e evolução da saúde pública e do sus

Antes do sus, só tinha direito a atendimento médico que tinha carteira de trabalho assinada, os demais eram considerados indigentes na saúde e precisavam recorrer a centros filantrópicos. A reforma sanitária buscou mudar a lógica autoritária e excludente da saúde, a oitava Conferência Nacional de Saúde foi a primeira aberta a participação do povo e foi um marco da reforma sanitária. Estabeleceram as bases para a Constituição de 1988 no quesito saúde.

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Marcos legais do SUS ( constituição, leis 8080 e 8142)

Art 196 A saúde é o direito de todos e um dever do estado

Art 198 Princípios organizacionais do sus (Descentralização, Integralidade e participação popular)

Art 200 Apresenta competências do sus, como vigilância sanitária e epidemiológica, ações de saneamento, saúde do trabalhador, fiscalização de alimentos e água etc

Lei 8080: Proposta por Collor que não queria participação popular e nem distribuição automática de recursos. Organização e funcionamento do sus, Responsabilidades dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, cada esfera com sua direção única.

Lei 8142 complementa a outra, participação da comunidade, a cada quatro anos a sociedade avalia as condições de saúde e o serviços, Transferências Inter governamentais de recursos financeiros, a lei determina que 70 por cento dos recursos devem ir para os municípios e apenas 30 por cento fiquem com o estado.

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princípios do sus

Princípio doutrinário/ideológico: representam o coração do sistema, as ideias que fundamentam o direito à saúde, são a universalidade, a integralidade e a equidade.

Princípio organizacional/operativo: explicam como o sistema deve-se a estruturar fisicamente para colocar as ideias acima em prática, Isso é pautado na descentralização, regionalização/hierarquização(atencao 1, 2 e 3) E participação da comunidade.

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funcionamento e gestão do sus

Direção única: apenas um comando em cada esfera de governo (federal:OMS, estadual: secretaria estadual da saúde, municipal: secretaria municipal da saúde) (evitar conflitos, facilitar decisões, fixar responsabilidades).

Questão tripartite CIT: Ministério da Saúde, Estados e municípios Decidem os rumos nacionais do sus por concurso obrigatório, Sem votação por maioria.

Questão bipartite CIB: comissão entre secretaria estadual e municipal para adaptar as regras a realidade local. Plano de saúde com metas a cada 4 anos, Conselho de saúde que é mantido ao longo do tempo E relatório de gestão( prestação de contas). Contrapartida financeira é uma responsabilidade compartilhada, uma vez que os municípios devem gastar seus impostos na saúde, não apenas o estado.

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controle social do sus

Participação da sociedade civil no planejamento e na fiscalização do sistema de saúde, regra da paridade(Aceito os compostos por 50% do povo e 50% trabalhador da saúde e prestador de serviço). conselhos de saúde com reuniões mensais fixas e conferências de saúde que acontecem a cada quatro anos.

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Discutir os níveis de atenção e os diferentes pontos de atenção à saúde

1- APS porta de entrada do sus, nível mais próximo da população. Esf, Ubs, vacinação, pré-natal.

2- + COMPLEXIDADE, profissionais+ especializados, policlínicas, procedimentos + específicos.

3- serviços de alta complexidade, maior tecnologia e estrutura, hospitais de grande porte, UTI, Cirurgias complexas, transplantes, etc.

Pontos de atenção= UBS, CAPS, hospital, maternidade, ambulatório especializado.

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Analisar a organização e a importância das Redes de Atenção à Saúde

Redes de Atenção à Saúde — RAS são uma forma de organizar os diferentes serviços do SUS para que eles funcionem de maneira integrada. Garantir que o paciente tenha cuidado contínuo,integral, encaminhamento quando necessário. a operacionalização da RAS acontece pela interação de três elementos constitutivos:

RAS =

População + Região de Saúde

Estrutura operacional(Pontos de atenção + sistemas de apoio + sistemas logísticos + governança.)

Modelo de atenção à saúde

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Explicar os mecanismos de planejamento, pactuação, regulação e organização da assistência à saúde

Planejamento: o que a população precisa e como atender a essas necessidades.

Pactuação: o união, estados e municípios trabalhando de forma articulada. Responsabilidade, metas, ações e organização dos serviços. Ex encaminhar um paciente de um município a outro.

Regulação: organizar e controlar o acesso aos serviços de saúde, garantir que o paciente seja caminhado para o serviço adequado. Evita que determinados serviços fiquem sobrecarregados e outros fiquem subutilizados.

Organização da assistência: fazer com que os serviços estejam estruturados e articulados para atender às necessidades da população.

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Relatar os processos de referência e contrarreferência

Referência: quando o paciente é encaminhado para outros serviço ou profissional de maior especialização ou complexidade.

Contrarreferência: quando paciente retorna ao serviço de origem, levando informações sobre o atendimento realizado

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Protocolo de Manchester

O Protocolo de Manchester é uma ferramenta de classificação de risco utilizada nos serviços de urgência e emergência. Ele estabelece uma linha de raciocínio para avaliar a gravidade e a prioridade de atendimento dos pacientes, a partir da queixa principal, dos sinais, sintomas e dos chamados discriminadores. A partir dessa avaliação, o paciente é classificado em uma das cinco categorias de prioridade, representadas pelas cores vermelho, laranja, amarelo, verde e azul. O protocolo não tem como objetivo estabelecer um diagnóstico, mas identificar o grau de urgência e organizar o atendimento de acordo com a necessidade clínica, e não pela ordem de chegada.

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o que as DCNs de 2014 queriam mudar na formação médica

As DCNs de 2014 orientam a formação de um médico generalista, humanista, crítico, reflexivo e ético, preparado para atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde e alinhado às necessidades da população e do SUS, não apenas focado nas demandas hospitalares e no tratamentode doenças.

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PDR PPI NOBs

  • PDR (Plano diretor de regionalização): mapa do sus, o que cada região precisa e quais serviços possui

  • PPI (Programação pactuada e integrada): quem vai atender quem e quanto de atendimento será disponibilizado

  • NOBs (Normas operacionais básicas): regulamentam gestão, responsabilidade de cada estação e financiamento