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pré operatório MEDIATO
começa quando o médico indica a cirurgia e vai até ás 24 horas antes do procedimento, ( inclui consultas, exames de sangue e imagem, e preparo em casa)
pré operatório IMEDIATO
ocorre nas 24 horas antes da cirurgia, envolve a internação do paciente, jejum, higiene de pele, limpeza do corpo no hospital.
Transoperatório ENTRADA NO CC
começa quando o paciente chega a área de cirurgia e vai até o fim do procedimento
Intraoperatório
é o tempo exato em que o paciente recebe a anestesia e a equipe realiza a cirurgia
Pós operatório IMEDIATO
as primeiras 24 após o fim da cirurgia. O paciente fica na RPA monitorando sinais vitais.
Pós operatório MEDIATO
A partir do segundo dia até o sétimo dia após o procedimento, com foco nas cicatrizações e volta gradual da alimentação
Pós operatório TARDIO
o período após os setes dias, que continua até a alta completa e o retorno do paciente à sua vida normal
Exame citopatológico
Faixa etária recomendada: mulheres de 25 a 64 anos que já iniciaram atividade sexual.
Periodicidade: inicialmente anual; após dois exames normais consecutivos, a cada 3 anos. Mulheres acima de 64 anos que nunca realizaram o exame devem fazê-lo duas vezes, com intervalo de 1 a 3 anos.
Exceções: não há necessidade de rastreamento após 65 anos se resultados anteriores forem negativos.
ileostomia
o estoma é feito no íleo (intestino delgado), geralmente no lado direito do abdome. As fezes são mais líquidas, pastosas e ácidas, exigindo maior cuidado com a pele ao redor do estoma
indicada quando o intestino grosso precisa ser removido ou protegido, como em doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn, colite ulcerativa) ou após cirurgias complexas no cólon
Colostomia
o estoma é feito no cólon (intestino grosso), geralmente no lado esquerdo ou inferior do abdome. As fezes que saem são mais sólidas e com odor, pois já passaram por parte do processo digestivo
indicada em casos de câncer de cólon, obstrução intestinal, diverticulite ou lesões no intestino grosso. Pode ser temporária ou permanente, dependendo da cirurgia
cuidados com ileostomia e colostomia
o esvaziamento e a higienização regular da bolsa coletora aumenta sua durabilidade, promove conforto ao paciente e evita constrangimentos.
são aspectos a serem observados no efluente: cor, consistência quantidade e odor.
o efluente de ileostomia e de colostomia direita deve ser quantificado em volume, principalmente nos primeiros dias de pós operatório, para cálculo de reposição de líquidos e de eletrólitos.
a adaptação de filtro de carvão ativado na parte superior da bolsa coletora possibilita a saída dos gases, evitando o abaulamento da bolsa, além de diminuir a exalação de odores característicos.
medidas de prevenção a infecção de corrente sanguínea
Higiene de mãos.
Selecionar cateter periférico com base na duração da terapia, viscosidade do fluido, nos componentes e nas condições de acesso venoso.
Preferência para cateteres de menor calibre e comprimento de cânula.
Em adultos, as veias de escolha periférica são as das superfícies dorsal e ventral dos antebraços.
Um novo cateter periférico deve ser utilizado a cada tentativa de punção no mesmo paciente.
Realizar fricção da pele com solução a base de álcool: clorexidina > 0,5%, iodopovidona – PVP-I alcoólico 10% ou álcool 70%.
Limitar no máximo a 2 tentativas de punção periférica por profissional e,no máximo, 4 no total.
A cobertura para cateter periférico deve ser estéril, podendo ser semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.
A cobertura deve ser trocada se suspeita de contaminação e sempre quando úmida, solta, suja ou com a integridade comprometida. Manter técnica asséptica durante a troca.
Avaliar o sítio de inserção do cateter periférico e áreas adjacentes quanto à presença de rubor, edema e drenagem de secreções por inspeção visual e palpação sobre o curativo intacto e valorizar as queixas do paciente ao sinal de desconforto.
Todos os profissionais envolvidos na inserção devem utilizar gorro, máscara, avental estéril de manga longa, luvas estéreis. Utilizar também óculos de proteção.
DEVERES E DIREITO
DEVER: obrigações
DIREITO: fazer a própria escolha
sinais e sintomas da hipoglicemia
as principais: cefaleia, poluria e polifagia
Tremedeira
Nervosismo e ansiedade
Suores e calafrios
Irritabilidade e impaciência
Confusão mental e até delírio
Taquicardia, coração batendo mais rápido que o normal
Tontura ou vertigem
Fome e náusea
Sonolência
Visão embaçada
Dor de cabeça
Sensação de formigamento ou dormência nos lábios e na língua
Fraqueza e fadiga
Raiva ou tristeza
Inconsciência
Convulsões
Pesadelos, choro durante o sono
Falta de coordenação motora
Medida simples e fácil da prevenção da PAV
Cabeceira do Leito deve ser mantida de 30-45 grau
Dano
comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade podendo ser física, social ou pscicológica
Risco
probabilidade de um incidente ocorrer
Incidente
evento ou circunstância que poderia ter resultado ou resultou em dano desnecessário ao paciente
Incidente sem lesão
incidente que atingiu o paciente mas não causou dano
Circunstância notificável
incidente com potencial dano ou lesão
Near miss ( NM)
incidente que não atingiu o paciente
evento adverso
incidente que resulta em dano ao paciente
A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
é uma condição respiratória severa que compromete a oxigenação do sangue e pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória, exigindo atenção médica imediata.
Principais características da SRAG
Febre alta, calafrios e dor de cabeça
Tosse e dor de garganta
Falta de ar ou dificuldade respiratória (dispneia)
Sensação de pressão ou dor no peito
Lábios, dedos ou rosto azulados (cianose)
Saturação de oxigênio inferior a 95%
Em crianças, pode ocorrer perda de apetite e desidratação. A presença de pelo menos dois sintomas gripais junto com sinais de gravidade caracteriza a SRAG
prevenção da SRAG
Vacinação contra influenza e COVID-19
Higiene das mãos e uso de máscaras em ambientes de risco
Evitar contato próximo com pessoas infectadas
A SRAG é de notificação compulsória às autoridades de saúde, permitindo monitoramento epidemiológico e resposta rápida a surtos, É importante não confundir SRAG com a Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA), que é um estágio mais avançado de insuficiência respiratória grave
Gravidade e tratamento da SRAG
A SRAG pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória, sendo potencialmente fatal se não tratada. O tratamento depende da gravidade e inclui
Suporte respiratório, como oxigenoterapia ou ventilação mecânica em casos graves
Medidas de alívio dos sintomas
Monitoramento hospitalar, especialmente para pacientes com fatores de risco, como idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com doenças crônicas ou imunossupressão
Pneumonia associada a ventilação mecânica (PAV)
A PAV é uma infecção pulmonar que surge após 48 a 72 horas de ventilação mecânica invasiva, sendo uma das complicações mais graves em pacientes críticos, com alta morbimortalidade e impacto significativo na internação hospitalar.
pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) é caracterizada como uma infecção do parênquima pulmonar que ocorre mais de 48 horas após a intubação endotraqueal ou traqueostomia e início da ventilação mecânica invasiva
Fatores de Risco da PAV
Pacientes em ventilação mecânica apresentam risco aumentado devido a três fatores principais: diminuição das defesas imunológicas, exposição a microrganismos agressivos e resistentes e possibilidade de aspiração de secreções contaminadas. Outros fatores incluem idade avançada, doenças pulmonares crônicas, cirurgia torácica ou abdominal superior, reintubação, uso prévio de antibióticos de amplo espectro, sedação prolongada, paralisia muscular e desnutrição
Tratamento da PAV
O tratamento envolve início precoce de antibióticos empíricos, ajustados posteriormente conforme resultados microbiológicos. A escolha do antibiótico depende do tempo de início da PAV (precoce ou tardio) e do perfil de resistência local
Prevenção da PAV
Higiene das mãos e cuidados com dispositivos
Aspiração de secreções suprabalonete para reduzir microaspirações
Elevação da cabeceira do leito
Troca adequada de circuitos de ventilador
Redução do tempo de ventilação mecânica sempre que possível
Uso criterioso de antibióticos para evitar resistência
Lesão por Pressão
Dano localizado na pele e/ou tecidos moles subjacentes sobre uma proeminência óssea, podendo estar relacionada ao uso de dispositivo médico ou de outro artefato
AVALIAÇÃO DE RISCO: A Escala de BRADEN é um instrumento de avaliação de risco para o desenvolvimento de lesões por pressão. A avaliação inicial deve ser na admissão do paciente, onde são analisados os fatores de risco associados e medidas específicas de prevenção são implantadas. Os fatores de risco avaliados pela escala são: Percepção sensorial, Umidade, Atividade, Mobilidade, Nutrição, Fricção e Cisalhamento
Estágios da LPP
Lesão por Pressão Estágio 1 - Pele íntegra com eritema não branqueável. Pode ser dolorosa, dura, mole, mais quente ou mais fria quando comparada ao tecido adjacente. Representa sinal precoce de risco
Lesão por Pressão Estágio 2 - Perda parcial da epiderme com exposição da derme. Leito da lesão com tecido viável, úmido com coloração rosa ou vermelha. Pode apresentar-se como uma bolha (flictena) rompida ou intacta (preenchida com exsudato seroso)
Lesão por Pressão Estágio 3 - Perda total da espessura da pele. O tecido adiposo subcutâneo é visível e podem ser cavitárias, fistulizadas e apresentar algum tecido desvitalizado
Lesão por Pressão Estágio 4 - Perda total da espessura da pele e perda tissular. Apresenta exposição óssea, tendões, fáscia ou dos músculos. São frequentemente cavitárias e tunelizadas, podendo ocorrer osteomielite
Não graduáveis/Inclassificáveis - Profundidade indeterminada. Perda total da espessura dos tecidos, o leito está coberto de tecido desvitalizado (amarelo, cinzento, verde ou castanho) e/ou necrótico (amarelo escuro, castanho ou preto) impedindo a estratificação da lesão
Cuidados da enfermagem na LPP
Evitar fricção da pele durante a limpeza, utilizar água morna e sabonete líquido neutro
Secar o paciente após o banho para a pele não macerar e evitando esfregar as áreas de proeminência óssea ou hiperemiadas
Manter a roupa seca e os lençóis sem pregas ou dobras
Trocar as fraldas sempre que necessário
Realizar higiene íntima após cada troca de fralda
Incentivar o uso de comadre/patinho, mantendo as roupas de cama sempre secas
Utilizar coxins e travesseiros para aliviar a pressão das proeminências ósseas e promover conforto ao paciente
Elevar a cabeira 30º para distribuir o peso, se possível
Estimular ingesta hídrica e alimentar. Em caso de baixa ingesta comunicar ao enfermeiro e a equipe médica
Realizar mudança de decúbito e de dispositivos médicos de duas em duas horas
Realizar transferências e movimentações do cliente com o auxílio de coxins e apoios
Posicionar o paciente no leito de forma correta
Estimular a movimentação ativa
Nutrição parenteral
um método de alimentação intravenosa que fornece nutrientes diretamente na corrente sanguínea, indicado quando o trato gastrointestinal não pode ser utilizado
Vias de administração: Central: Utiliza cateter venoso central, indicado para soluções com alta osmolaridade (>900 mOsm/L), garantindo segurança e evitando tromboflebite
Periférica: Utiliza veias periféricas, indicada para soluções com osmolaridade ≤900 mOsm/L
o acesso vascular deve ser EXCLUSIVO para a nutrição parenteral.
Cuidados na nutrição parenteral
Durante a NP, é essencial monitorar:
Níveis de glicose, eletrólitos, ureia, creatinina, vitaminas e minerais.
Função hepática e renal, devido ao risco de alterações metabólicas
Integridade e validade das bolsas de nutrição, especialmente em administração domiciliar
Vitaminas a,d,e,c e k / B12
A: Fundamental para o funcionamento normal do sistema visual, protege os olhos contra a degeneração macular e ainda ajuda no crescimento e manutenção das mucosas. A deficiência pode causar redução na resistência a infecções, pele ressecada e cegueira
D: Favorece a absorção de fósforo e cálcio, fortalecendo ossos e dentes. Também age no sistema imunológico. Sua carência contribui para os sintomas de artrite, osteomalácia, raquitismo e deformações ósseas.
C: É antioxidante, ajuda a fortalecer o sistema imune, o crescimento ósseo e do tecido conjuntivo. Também participa do processo de cicatrização de tecidos e mantém a integridade dos vasos sanguíneos . A deficiência causa escorbuto e hemorragias, além de sangramento das gengivas.
E: Além da função antioxidante, é necessária à formação de hormônios e ao sistema reprodutor, pois estimula a fertilidade. A deficiência, a longo prazo, pode levar a danos no sistema nervoso.
K: Regula o processo de calcificação dos ossos e na coagulação do sangue. Por isso, o sintoma mais comum da carência dessa vitamina é a hemorragia.
B12: Participa da formação de novas células e ajuda a manter saudáveis as células do sistema nervoso. Quando falta, pode causar anemia perniciosa (quando o organismo tem dificuldade em absorver a vitamina e, por isso, há diminuição de glóbulos vermelhos no sangue), fadiga e degeneração de nervos.
A principal complicação aguda da insulinoterapia
é a hipoglicemia

EQUIPAMENTOS DE PRECAUÇÃO PADRÃO
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS, LUVAS E AVENTAL, ÓCULOS E MÁSCARA, CAIXA PERFUROCORTANTE
lave com água e sabonete ou friccione as mãos com álcool a 70% ( se as mão não estiverem visivelmente sujas)

EQUIPAMENTOS PARA PRECAUÇÃO POR GOTÍCULAS
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS, MASCARA CIRÚRGICA PROFISSIONAL, MASCARA CIRÚRGICA P/ O PACIENTE SER TRANSPORTADO E QUARTO PRIVATIVO
Indicações: meningites bacterianas, coqueluche, difteria, caxumba, influenza, rubéola…

EQUIPAMENTOS PARA PRECAUÇÃO DE CONTATO
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS, AVENTAL, LUVAS E QUARTO PRIVATIVO
indicações: infecção ou colonização por microrganismos multirressistente, Varicela, infecções de pele e tecidos moles com secreção não contidas no curativo, impetigo, herpes zoster disseminado ou em imunossuprimidos.

EQUIPAMENTOS PARA PRECAUÇÕES POR AEROSSÓIS
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS, MÁSCARA PFF2 (N-95) PROFISSIONAL, MÁSCARA CIRÚRGICA P/O PACIENTE DURANTE O TRANSPORTE, QUARTO PRIVATIVO. (PORTA SEMPRE FECHADA)
sufixos e prefixos

dieta enteral e parenteral
A nutrição enteral utiliza o trato digestivo para fornecer nutrientes, enquanto a nutrição parenteral administra os nutrientes diretamente na corrente sanguínea.
oxímetro de pulso
realizar troca de 2 a 4h para evitar lesão por pressão por dispositivo médico.
criança de 0 a 9anos 11meses e 29dias/ AO NASCER:
bcg e hepatite B
AOS 2 MESES:
penta, vip, pneumocócica 20-v, rotavirus humano (VORH)
3 MESES
meningocócica C
4 MESES
penta, vip, penumocócica 10-v, rotavirus humano
5 MESES
meningocócica C
6 MESES
penta, vip, influenza e covid 19
7 MESES
influenza e covid 19
9 MESES
covid 19 pfizer e febre amarela
12 MESES
pneumocócica 20-v (R), meningocócica ACWY e triplice viral (SCR)
15 MESES
DTP (R), vip (R), tetraviral e hepatite A, varicela
4 ANOS
DTP (R), febre amarela (R), vip (R), e varicela
IGUAL OU MAIOR QUE 7 ANOS
dT (completar o esquema primário, se necessário, e reforço a cada 5 ou 10 anos
9 A 14 ANOS
hpv4
10 A 14 ANOS
Qdenga
11 A 14 ANOS
meningocócica ACWY
10 A 24 ANOS
hepatite B, febre amarela, triplice viral e dT, se necessário completar esquema primário
ADULTOS ( 25 a 59anos, 11meses e 29dias)
25 A 59: hepatite B, febre amarela, triplice viral e dT, se necessário completar esquema primário
A PARTIR DE 60 ANOS
hepatite B e dT, se necessário completar esquema primário, e pneumocócica 23-V, influenza e covid 19
GESTANTE AO SABER DA GRAVIDEZ
hepatite B e dT, se necessário completar esquema primário, e influenza, covid 19, dTpa ( a partir da 20 semana), vacina contra vírus sincicial respiratório- VVSR (a partir da 28 semana)
Vacina influenza
2 doses na 1 campanha em crianças até 8a 11m e 29d.
a partir de 9 anos, dose única, 1 dose aos 6 meses.
crianças de 6 meses e menores de 6 anos devem ser vacinadas todo ano.
idoso igual ou acima de 60 e gestantes todo ano.
não é indicada para puérperas com menos de 45 dias
para crianças entre 6 meses e 2 anos e 11 meses e 29 dias, deve ser administrada uma dose reduzida de 0,5 mL.
Vacina covid 19
2 doses (6 e 7 meses) com vacina moderna spikevax ou 3 doses (6,7 e 9 meses) com vacina pfizer da tampa amarela (dose de 0,3ml) ou da tampa vinho (dose de 0,2ml)
para crianças imunocomprometidas, 3 doses, com reforço a cada 6 meses até os 4 anos
Vacina febre amarela
a vacina está recomendada para a idade de 6 a 8 meses, idosos e gestantes quando existe alto risco de contrair a doença e não é possível adiar a vacinação
Vacina dT
recomenda-se 1 dose de reforço da dT a cada 10 anos. em casos de exposição ao risco de difteria e tetano, a cada 5 anos
Vacina hpv4
recomendada a meninos e meninas de 9 a 14anos, 11meses e 29dias em dose única, além disso está indicada para o resgate de adolescentes de 15 a 19anos, 11meses e 29dias não vacinados
Vacina Qdenga
está indicada para o grupo de 10 a 14anos, 11meses e 29dias em esquema de 2 doses em municípios de regiões endêmicas
Vacina pneumocócica 23- valente
está indicada para povos indígenas a partir de 5 anos sem comprovação vacinal, usuários de 60 anos ou mais não vacinados e que vivem acamados/ institucionalizados, além de situações especiais detalhadas no manual dos CRIEs
Vacina varicela
esquema básico de 2 doses (15 meses e 4 anos de idade). Para os povos indígenas, está indicada a partir de 15 meses de idade (2 doses, conforme histórico vacinal e na ausência de histórico progresso de doença), sem limite de idade para o resgate vacinal. Também está indicada para trabalhadores da saúde em serviço (2 doses independente da idade) e pessoas acima de 60 anos (vacinação precedida por avaliação de risco - benefício caso a caso, considerando as condições clínicas de cada indivíduo.
Vacina tríplice viral (SCR)
indicada em esquema de 2 doses para trabalhadores da saúde, independentemente da idade. Em situação epidemiológica de risco para sarampo ou a rubéola, a vacinação de crianças entre 6 e 11 meses de idade pode ser temporariamente indicada. Esta dose é considerada DOSE ZERO e não é considerada válida para cobertura vacinal de rotina. Após a administração desta dose, mantém-se a agenda de vacinação calendário nacional de vacinação 2026.
TÉCNICA DE ASPIRAÇÃO TRAQUEAL
A aspiração de secreções pode ser oronasofaríngea e traqueal (oral ou por traqueostomia).
Os pacientes graves, submetidos a intubação orotraqueal ou traqueostomia, em unidades de emergência, de internação intensiva, semi intensivas ou intermediárias, ou demais unidades da assistência, deverão ter suas vias aéreas privativamente aspiradas por profissional Enfermeiro.
realizar movimentos circulares.
usar luvas, luva ESTÉRIL na mão DOMINANTE e luva de PROCEDIMENTO na mão NÃO dominate.
Aspiração traqueal aberta (SAA)
O SAA é utilizado apenas uma vez e exige desconexão do ventilador.
Cateter pode ser reutilizado por mais de uma sessão de aspiração.
Desconecta o tubo do paciente e o cateter de aspiração entra dentro do tubo.
Maior risco de contaminação.
Aspiração traqueal fechada (SFA)
SFA é de múltiplo uso e permite a aspiração sem desconexão. Ele fica posicionado entre o tubo traqueal e o circuito do ventilador mecânico e deve permanecer no paciente pelo prazo máximo de 24 horas.
SFA parece estar associado a algumas vantagens como menor incidência de pneumonias, menos alterações fisiológicas durante o procedimento, menos contaminação bacteriana e menores custos.
Diminuição da PAV.
Elevar a cabeceira do leito (30-45 graus).
Não reutilizar o cateter, uso único.
Não precisa de luva estéril
Boa amamentação
O bebê deve ser colocado para sugar quando ele abrir bem a boca. Quando o bebê pega bem o peito, o queixo encosta na mama, os lábios ficam virados para fora, o nariz fica livre e aparece mais aréola (parte escura em volta do mamilo) na parte de cima da boca do que na de baixo.
Dilatação, Expulsão, Dequitação e Greenberg
DILATAÇÃO tem 2 tempos, a fase de latência e a fase ativa. LATÊNCIA: Nessa fase, o corpo ainda está se preparando para entrar na fase ativa. No terceiro trimestre, o útero começa a ter aumentos de tônus desorganizados e de duração variável, que são as chamadas contrações de “Braxton Hicks” ou “contrações de treinamento”, Quando essa mudança no padrão das contrações ocorre, é dado o início da fase de latência.
ATIVA: a paciente já está ativamente em trabalho de parto, As contrações são intensas, duradouras e frequentes, e conseguem dilatar o colo do útero com facilidade
PERIODO EXPULSIVO: A paciente sente vontade de fazer força através de uma sensação semelhante à vontade de defecar e uma pressão na vagina. Esse período vai da dilatação de 10 cm até a saída do bebê.
DEQUITAÇÃO: vai do nascimento do feto até a saída completa da placenta e membranas.
GREENBERG: quando o útero da paciente está contraindo, fase final.
aspiração nasotraqueal
introduzir o aspirador até a traqueia, aproximadamente uns 20cm, paciente tem o reflexo da tosse, feita de forma estéril, se precisar aspirar traqueia e faringe aspirar primeiro traqueia, antes de inserir o aspirador clampear o aspirador.
quando o aspirador entrar e o paciente fizer reflexo de tosse você puxa 1 a 2 cm do aspirador e então ai você começa a aspirar.
aspiração nasofaringea
até a faringe, feito com luva de procedimento, se precisar aspirar traqueia e faringe aspirar primeiro traqueia, antes de inserir o aspirador clampear o aspirador, ponta do nariz a ponta da mandíbula ( medição
Quais os 3 P’s da diabetes?
Poliúria: Aumento da urina, que ocorre devido à eliminação excessiva de glicose pelo corpo.
Polidipsia: Sede excessiva, que resulta da necessidade de reidratação devido à desidratação causada pela poliúria.
Polifagia: Fome excessiva, que é causada pela resistência à insulina e pela acumulação de glicose no sangue.
Esses sintomas são importantes para o diagnóstico e monitoramento da diabetes.
sobre a insulina regular, quanto tempo para inicio da ação?
30 a 60 minutos
as insulinas disponíveis no brasil tem concentração de?
100 unidades/ml
o intervalo de agendamento de pré natal de uma gestante que esteja com 30 semanas deverá ser?
quinzenal
acidentes botrópico
causados por serpentes da família viperidae, como a jararaca.
A região da picada apresenta dor e inchaço, às vezes com manchas arroxeadas (edemas e equimose) e sangramento pelos pontos da picada, em gengivas, pele e urina. Pode haver complicações, como grave hemorragia em regiões vitais, infecção e necrose na região da picada, além de insuficiência renal.
acidentes crotálico
causados por serpentes da familia viperidae, como a cascavel.
O local da picada muitas vezes não apresenta dor ou lesão evidente, apenas uma sensação de formigamento. Pode ocorrer dificuldade de manter os olhos abertos, com aspecto sonolento (fácies miastênica), visão turva ou dupla, mal-estar, náuseas e cefaleia, acompanhadas por dores musculares generalizadas e urina escura nos casos mais graves.
São identificadas pela presença de guizo, chocalho ou maracá na cauda
acidentes laquético
causados por serpentes da familia viperidae, como a surucucu.
Quadro semelhante ao acidente por jararaca, a picada pela surucucu-pico-de-jaca pode ainda causar dor abdominal, vômitos, diarreia, bradicardia e hipotensão.
acidentes elapídico
causados por serpentes da família elapidae, como a corais verdadeiras.
Características principais são os anéis coloridos.
O acidente por coral-verdadeira não provoca, no local da picada, alteração importante. As manifestações do envenenamento caracterizam-se por dor de intensidade variável, visão borrada ou dupla, pálpebras caídas e aspecto sonolento. Óbitos estão relacionados à paralisia dos músculos respiratórios, muitas vezes decorrentes da demora na busca por socorro médico.
soro botrópico
SABrB ( antibotrópico - pentavalente)
SABLC ( antibotrópico-pentavalente-antilaquético)
SABCP (antibotrópico-pentavalente-anticrotálico)
soro crotálico
SACRE (soro anticrotálico)
SABC ( antibotrópico-pentavalente-anticrotálico)
soro laquético
SABL ( antibotrópico-pentavalente-antilaquético)
soro elapídico
SAElaD (antilapídico-bivalente)
calculo de medicação tempo em hora
gotas: volume/Tempox3
microgotas: volume/Tempo