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TaylorX - objetivo
O objetivo primário definido foi a sobrevivência livre de doença invasiva, procurando demonstrar a não inferioridade da hormonoterapia face à combinação hormonoterapia e quimioterapia em doentes com carcinoma da mama luminal, precoce, sem envolvimento ganglionar (N0)
TaylorX - população
Carcinoma da mama
Luminal (RH positivo I HER2 negativo)
Precoce
Sem envolvimento ganglionar
TaylorX - resultados - população geral
Quimioterapia não acrescentou benefício na redução do risco de recidiva, na população global. No então verificaram-se resultados diferentes na análise de subgrupos
TaylorX - resultados - população > 50 anos
RS (0-25): Não beneficiam de quimioterapia
RS (>26): Beneficiam de quimioterapia
TaylorX - resultados - população < 50 anos
RS (0-15): Não beneficiam de quimioterapia
RS(>26): Beneficiam de quimioterapia
RS (16-25): Pequeno benefício na realização de quimioterapia - 2-6%
RS (16-20): Beneficio de 0-3% dependendo do fator de risco
RS (21-25): Benefício de 6-12%
Abordagem terapêutica no Ca Mama Luminal Precoce
N0 + RS 0-15 + Pre menopausa
Não beneficiam de quimioterapia
Abordagem terapêutica no Ca Mama Luminal Precoce
N0 + RS 16-25 + Pre menopausa
Pequeno benefício na realização de quimioterapia - 2-6%
Abordagem terapêutica no Ca Mama Luminal Precoce
N0 + RS 21-25 + Pre menopausa
Benefício de 6-12% dependendo do fator de risco
Abordagem terapêutica no Ca Mama Luminal Precoce
N0 + RS 16-20 + Pre menopausa
Beneficio de 0-3% dependendo do fator de risco
Abordagem terapêutica no Ca Mama Luminal Precoce
N0 + RS >26+ Pos menopausa
Beneficia quimioterapia
Abordagem terapêutica no Ca Mama Luminal Precoce
N0 + RS 0-25+ Pos menopausa
Não beneficiam QT
TaylorX - Desenho do estudo
Doentes com RS <10 - Baixo risco de recidiva aos 10 anos - Hormonoterapia
Doentes com RS 11-25 - Risco intermédio - randomizados para Hormonoterapia ou Hormonoterapia e quimioterapia
Doentes com RS >26 - Alto risco - Quimioterapia
RxPonder - Objetivo
O objetivo primário definido foi a sobrevivência livre de doença invasiva, procurando demonstrar a não inferioridade da hormonoterapia face à combinação hormonoterapia e quimioterapia em doentes com carcinoma da mama luminal, precoce, N1 (1-3 gânglios)
RxPonder - População
Carcinoma da mama
Luminal (RH positivo I HER2 negativo)
Precoce - T1c I T2 (tumores entre 1-5 cm) I T1b (0,5-1cm) com fatores de risco (G2, G3, invasão linfovascular)
N1 (1-3 gânglios)
RxPonder - resultados - população geral
Quimioterapia não acrescentou benefício na redução do risco de recidiva, na população global. No então verificaram-se resultados diferentes na análise de subgrupos
RxPonder - Desenho do estudo
RS 0-25 - Randomizados para hormonoterapia + quimioterapia
RS >26 - Quimioterapia
RxPonder - Resultados > 50 anos
RS 0-25: Não beneficiam de quimioterapia
RS > 26: Beneficiam de quimioterapia
RxPonder - Resultados < 50 anos
RS 0-25: Benefício 2,5% na redução de sobrevivência livre de progressão de doença invasiva aos 5 anos, que se traduz num beneficio de 1% na sobrevivência global
RS > 26: Benefício da quimioterapia
Ca mama luminal precoce + N0 + > 50 anos + RC > 26
Quimioterapia
Ca mama luminal precoce + N1 + > 50 anos + RC < 25
Não fazem QT
Ca mama luminal precoce + N0 + < 50 anos + RC <15
Não fazem QT
Ca mama luminal precoce + N0 + < 50 anos + RC 20-25
Adicionar fator de risco clínico e discutir caso a caso
Abordagem terapêutica - Quimioterapia - Seleção
T3-T4
Quimioterapia
Abordagem terapêutica - Quimioterapia - Seleção
N2-N3
Quimioterapia
Abordagem terapêutica - Quimioterapia - Seleção
N1 - pré menopausa
Quimioterapia
Abordagem terapêutica - Quimioterapia - Seleção
pT1cN0
Teste genómico
Abordagem terapêutica - Quimioterapia - Seleção
pT2N0
Teste genómico
Abordagem terapêutica - Quimioterapia - Seleção
pT1bN0 + fator de risco
Teste genómico
Abordagem terapêutica - Quimioterapia - Seleção
pT1aN0
Cirurgia
Recomendações da quimioterapia
Tratando-se de quimioterapia com intuito curativo é fundamental realizar na dose total e nos timings corretos, nesses sentido pode ser necessário adicionar fator de crescimento para assegurar a dose/timing indicado.
Timing entre o diagnóstico e início de QT neoadjuvante
4 semanas
Timing entre o término QT neoadjuvante e cirurgia
3 semanas (dose dense) a 4 semanas
Timing entre cirurgia e a QT adjuvante
Idealmente 3 semanas, aceitável entre 6-8 semanas
Vantagens da QT neoadjuvante
Redução do volume tumoral
Sendo particularmente relevante na doença localmente avançada ou grandes tumores operáveis
Também ao facilitar a realização de cirurgia conservadora
Avaliar à resposta ao tratamento in vivi
Guiar a escolha de tratamento após a cirurgia
Erradicação precoce da doença micrometastática
Indicações da QT neoadjuvante
1) Tumores localmente avançados e tumores grandes operáveis
T4 I N2 I N3
2) Sempre que se considere necessário para permitir uma cirurgia mais conservadora
3) Quando a resposta à terapeutica neoadjuvante pode guiar a seleção do tratamento pós operatório
Quimioterapia neoadjuvante e adjuvante
Nos últimos anos, tem-se verificado uma tendência crescente para a utilização de quimioterapia no setting neoadjuvante, motivada pelas vantagens anteriormente referidas. Contudo, na ausência de indicações específicas para esta abordagem, não existe evidência robusta que demonstre superioridade inequívoca da estratégia neoadjuvante relativamente à adjuvante em termos de outcomes oncológicos globais. Assim, ambas as abordagens são consideradas aceitáveis.
Quimioterapia com intuito curativo no cancro da mama luminal precoce baseia-se em que esquema e qual o benefício (risco de mortalidade)
1) Baseia-se na sequenciacão antraciclinas e taxanos
2) Benefício na redução da mortalidade e recidiva
Está combinação quando comparada com a não realização de quimioterapia leva a um redução da mortalidade do cancro de mama que pode chegar aos 40% - está magnitude de benefício vai depender do risco de base de recidiva que está dependente de vários fatores (tamanho do tumor, grau, envolvimento ganglionar)
Doentes com cancro da mama luminal precoce que claramente beneficiam da adição de antraciclinas
Alto volume ganglionar (N2,N3)
Esquemas de QT no cancro da mama luminal precoce
1) 4 ciclos de AC dose dense (ciclofosfamida + doxorrubicina) + 12 administrações de paclitaxel semanal - 80 mg/m2
2) 4 ciclos de AC dose dense (ciclfosfamida + doxorrubicina) + 4 ciclos de paclitaxel quinzenal - 175 mg/m2
3) 4 ciclos de AC dose dense (ciclfosfamida + doxorrubicina) + 4 ciclos de docetaxel a cada 3 semanas - 100 mg/m2
4) 4 ciclos de carboplatina (AUC 6) a cada 21 dias + 12 administrações de paclitaxel semanal - 80 mg/m2 + 4 ciclos de AC dose dense (ciclofosfamida + doxorrubicina)
Benefício de regimes dose dense na quimioterapia no cancro da mama luminal precoce
Redução no risco de recidiva com impacto na mortalidade no cancro da mama.
Importante a co-administração de fatores de crescimento para garantir a administração das doses corretas nos timings certos
Paclitaxel - Classe
Taxanos
Paclitaxel - alvo
Microtúbulos
Responsáveis pela formação do fuso mitótico, manutenção da célula e transporte intracelular
Paclitaxel - Mecanismo
Estabilização dos microtúbulos - Bloqueio da mitose - Apoptose
Paclitaxel - Efeitos adversos (5)
Mielotoxicidade (neutropenia - risco infeccioso - risco de neutropenia febril)
Neuropatia periférica
Alopecia
Reações de hipernsensbilidade (reduzida hidrosolubilidade que obriga a um veiculo de formulação - verdadeiro culpado)
Toxicidade gastrointestinal
Neuropatia periférica
Agentes
Sintomas
Graus
Principal risco
Gestão
Agentes: taxanos (paclitaxel, nabpaclitaxel, docetaxel), platinas (oxaliplatina, cisplatina), alcaloides de vinca, TDM1, enfortumba vedotin
Sintomas: parestesia, disestesias, fraqueza muscular, compromisso da motricidade fina. Cisplatina - acúfenos e hipoacusia
Graus: G1 assintomático, G2 com limitação AVD instrumentais, G3 limitação das AVD básicas, G4 ameaçador de vida
Gestão: exercício físico e abordagem farmacológica inclui duloxetina e pregrabalina
Doxorrubicina - Classe
Antraciclina
Doxorrubicina - alvo
Topoisomerase II
Doxorrubicina - Mecanismo
Intercalação do DNA, inibição da topoisomerase II, formação de radicais livres (cardiotoxicidade) - dano DNA - apoptose
Doxorrubicina - efeitos adversos (6)
Cardiotoxicidade
Mielosupressão
Alopecia
Toxicidade gastrointestinal
Vesicante - risco de necrose tecidular em caso de extravasamento
Leucemia Mieloide Aguda
Abordagem terapêutica - quimioterapia - Tratamento (Geral)
Tumores maiores (T3 + T4 + N2 + N3) - Clara indicação para quimioterapia neoadjuvante - ACdd + Pacliataxel
Tumores locorregionais (T3N0 + pre menopausa N1) - Quimioterapia - sendo discutível o setting neoadjuvante versus adjuvante - ACdd + Paclitaxel
Outros: T1b + fatores de risco N0 I T1cN0 I T2N0 I N1 pós menopausa - N1 por menopausa - Cirurgia + Teste genómico - Se indicação para quimioterapia ACdd + paclitaxel, ponderar a omissão de antraciclinas em tumores sem burden ganglionar…
Abordagem terapêutica - quimioterapia - Tumores maiores (T3 + T4 + N2 + N3)
Clara indicação para quimioterapia neoadjuvante - ACdd + Pacliataxel
Abordagem terapêutica - quimioterapia - Tumores locorregionais (T3N0 + pre menopausa N1)
Quimioterapia - sendo discutível o setting neoadjuvante versus adjuvante - ACdd + Paclitaxel
Abordagem terapêutica - quimioterapia - Outros: T1b + fatores de risco N0 I T1cN0 I T2N0 I N1 pós menopausa - N1 por menopausa -
Cirurgia + Teste genómico - Se indicação para quimioterapia ACdd + paclitaxel, ponderar a omissão de antraciclinas em tumores sem burden ganglionar…
Terapêutica sistémica - Hormonoterapia adjuvante
Indicação
Todos os doentes com expressão de recetores hormonais, inclusive reduzida expressão 1-10% tratados como triplo negativos
Terapêutica sistémica - Hormonoterapia
Agentes
Tamoxifeno e inibidores da aromatase
Tamoxifeno - Classe
Modulador seletivo dos recetores de estrogénio
Tamoxifeno - Alvo
Recetores de estrogénio
Tamoxifeno - Mecanismo de ação
Bloqueio de recetor de estrogénios - Diminuição da estimulação tumoral.
Efeito antagonista: ovário
Efeito agonista parcial: osso e endométrio
Tamoxifeno - Efeitos adversos (3)
Sintomas vasomotores
Tromboembolismo - TVP e TEP - efeito parcial hepático com síntese de fatores de coagulação
Hiperplasia e carcinoma do endometrio
Inibidores da aromatase - Classe e divisão
Inibidores da aromatase
Não esteróides: Anastrozol e letrozol
Esteróides irreversíveis: Exemestano
Inibidores da aromatase - Mecanismo
Inibição da conversão periférica de androgénios em estrogénios - menos síntese de estrogénio - menor estimulação tumoral
Inibidores da aromatase - mulher pré-menopausa versus pós menopausa
Pós menopausa: a principal fonte de estrogénios é a conversão periférica
Pré menopausa: a principal fonte são os ovários; pelo que a administração de IA carece de castração/supressão ovarica (cirurgia ou química com análogo lhrh goserrelina)
Inibidores da aromatase - Efeitos adversos (4)
Sintoma vasomotores
Mialgias e artralgias
Osteopenia e osteoporose
Risco cardiovascular - dislipidemia
Benefício tamoxifeno e IA
Cumprir tamoxifeno durante 5 anos traduziu-se numa redução do risco de recidiva em 50% e numa redução do risco de mortalidade em 40%. Já os inibidores da aromatase demonstraram ser superior ao tamoxifeno com uma redução de 4% no risco de recidiva e 5% no risco da mortalidade
Abordagem terapêutica - Hormonoterapia
Mulheres pós menopausa: Inibidores da aromatase (que são superiores)
Mulheres pré menopausa: Tamoxifeno e Inibidores da aromatize com + aLHRH
Análise SOFT+TEXT
Definição
Outcome
População
Resultados (atualização 2025, 15 anos)
Combinação de dois ensaios SOFT e TEXT
O objetivo primário foi a sobrevivência livre de doença invasiva
Foram incluidas mulheres pre menopausicas com carcinoma da mama luminal precoce
SOFT: 3 braços; tamoxifeno, tamoxifeno + so, exemestano + so
TEXT: 2 braços: tamoxifeno + so, exemestano + so
Resultados, dados de 15 anos demonstraram um benefício de 3-4% favor da castração e IA face ao tamoxifeno, sem ganho significativamente estatístico na sobrevivência global
Abordagem terapêutica - Hormonoterapia - Mulheres pré menopausas
Baixo risco - Mais de 40 anos I T1 I N0 I RH > 50% I ki67 < 15 % — DFS 5 anos de 98% — tamoxifeno 5 anos
Risco intermédio - N+ I G2 I G3 — DFS 5 anos 80-85% — ponderar SO e IA ou tamoxifeno
Risco alto - Menos de 40 anos I T2-T4 I RH < 50% — SO + IA
Inibidores das ciclinas - Alvo
CKD 4/6
Inibidores das ciclinas - Mecanismo de ação
Inibição CDK 4/6 - Inibição da fosforilação da proteína retinoblastoma - Bloqueio do ciclo celular em G1 - Diminuição da proliferação celular
Inibidores das ciclinas - Mecanismo de ação no cancro da mama
Hormonoterapia - diminui a sinalização de estrogénio - diminui a expressão da ciclina D
Inibidores de ciclinas - bloqueio direto na via CDK4/6
Deste forma há um maior bloqueio proliferativo e atraso na resistência endócrina
Abemaciclib - Dose + posologia
150 mg + bid + contínuo
Abemaciclib - Duração
2 anos
Abemaciclib - Hormonoterapia associada
Tamoxifeno ou IA
Abemaciclib - Principal toxicidade
Toxicidade gastrointestinal - Diarreia
Abemaciclib - Ensaio
MonarchE
MonarchE - Objetivo
Sobrevivência livre de doença invasiva
MonarchE - População
1) Carcinoma da mama, luminal, (RH+/HER2 -)
2) Doença ganglionar de alto risco
4 ou mais gânglios
1-3 gânglios + fator de risco (G2 ou tumor mais de 5 cm T3)
MonarchE - Desenho
Randomzação para HT ou HT + abemaciclib
Abemaciclib - Resultados
(Dados 7 anos)
Ganho de 6,5% na sobrevivência livre de doença invasiva
Carry over efect, após o término do tratamento (2 anos), continua a verificar-se a separação das curvas até aos 5 anos - partida este tratamento estará a curar uma % de doentes e não apenas a atrasar a recidiva
Ganho 1,8% na sobrevivência global
Ribociclib - Dose + posologia
400 mg + id + 3 semanas on e 1 semana off
Ribociclib - Duração
3 anos
Ribociclib - Hormonoterapia associada
IA
Não pode ser associado ao tamoxifeno pelo risco trombótico
Ribociclib - Principal toxicidade
Prolongamento do QT e toxicidade hepática
Ribociclib - Ensaio
Nathalee
Nathalee - Objetivo
Sobrevivência livre de doença invasiva
Nathalee - População
Carcinoma da mama luminal HR+/HER2 -
T3
T4
N + (N1,N2,N3)
T2N0 (G3 ou G2+ki67 alto ou G2+alto risco genómico)
Nathalee - Desenho
Randmização para HT ou HT+ribociclib
Nathalee - Resultados
Ganho na sobrevivência livre de doença invasiva, benefício verificou-se em todos os doentes, incluindo os de baixo risco, independentemente de qualquer fator analisado.
Olaparib - Class
Terapêutica alvo - inibido da PARP
Olaparib - Alvo
Enzimas PARP
Olaparib - Mecanismo de ação
Inibição da PARP - Inibição da reparação das quebras de cadeias simples de DNA - Acumulação de danos - Nas células normais ocorre a reparação por recombinação homóloga - Nas células com mutação BRCA não ocorre reparação - Acumulação de dose - Instabilidade genómica - Apoptose
Olaparib - Efeitos adversos
Toxicidade hematológica (anemia, neutropenia, trombocitopenia), toxicidade gastrointestinal (náuseas, vómitos e diarreia), toxicidade constitucional (astenia e anorexia)
OlympiA - objetivo
Sobrevivência livre de doença invasiva
OlympiA - população
1) Carcinoma da mama HER2 negativo (RH positivos ou TN)
2) Mutação germinativa BRCA
3) Subgrupo tumores germinativos: 2 opções - QT NA com doença residual e CPS EG >3 I QT adjuvante com 4 gânglios positivos
OlympiA - desenho
Randomização para placebo ou olaparib 1 ano
OlympiA - Resultados
Ganho 3% na sobrevivência global
Bifosfonatos
Resultados
Indicação
Teste MAF
Diminuição do risco de recidiva e mortalidade
Maior benefício em mulheres pos menopausa (pre menopausa castradas), T3-T4, N+, QT prévia
Teste MAF - Avalia a amplificação do gene MAF (participa na capacidade dos tumores luminais de metastizarem para o osso) I Pos menopausa MAF± traduziu-se num maior/meno beneficio I Mulheres pre menopausa MAF negativo o tx foi detrimental