OSCE P6 - ADULTO

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54 Terms

1
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Quais são os 5T das causas de PCR reversíveis?

Tamponamento cardíaco

TEP

Trombose de coronária

Tensão no tórax

Tóxicos

2
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Quais são os 5h nas causas de PCR reversíveis?

Hipovolemia

Hipóxia

H+ (disfunção ácido-metabólica)

Hipotermia

Hipo/hipercalemia

3
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Qual é a sequência do SBV?

1- Segurança do local

2- Responsividade da vítima

3- Chamar ajuda e pedir o DEA

4- Respiração e pulso

5- Iniciar compressões

4
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O que significa CABD no SBV?

C- Checar responsividade, chamar ajuda, checar respiração e pulso, compressões.

A- Abertura de vias aéreas.

B- Boa ventilação.

D- Desfibrilação.

5
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Como é feita uma compressão de qualidade no RCP?

- Compressão de 5 a 6 cm;

- Frequência de 100-120/min (30:2);

- Permitir o retorno total do tórax;

- Alternar o socorrista a cada 2 minutos ou menos, SEMPRE;

- Minimizar interrupções nas compressões a <10s ou a Força de Contração Total (FCT) >60%;

- Evitar ventilação excessiva;

6
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Qual é a posição correta das mãos na RCP?

Região hipotenar de uma das mãos 2cm acima do apêndice xifóide, e a outra mão apoiada sobre o dorso da primeira.

<p>Região hipotenar de uma das mãos 2cm acima do apêndice xifóide, e a outra mão apoiada sobre o dorso da primeira. </p>
7
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8
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Quais são as duas manobras de abertura das vias aéreas? E como elas funcionam?

Manobra de Chin Lift: elevação do queixo;

Manobra de Jaw Thrust: tração da mandíbula.

<p>Manobra de Chin Lift: elevação do queixo;</p><p>Manobra de Jaw Thrust: tração da mandíbula. </p>
9
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Quais são os ritmos chocáveis?

Fibrilação ventricular e taquicardia ventricular

10
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Quais são os ritmos não chocáveis?

Assistolia e Atividade Elétrica Sem Pulso

11
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Como é o uso correto do DEA quando ele chega ao local?

1- ligar o aparelho

2- conectar os eletrodos no tórax da vítima seguindo os desenhos contidos nas próprias pás (atenção com: molhados, excesso de pelos e uso de marcapassos);

3- encaixe o conector das pás ao aparelho;

4- se for chocável, apertar o botão e verificar se todos estão afastados.

5- retomar as compressões imediatamente após o choque.

12
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Como é feita a cadeia de sobrevivência na PCR intra hospitalar?

1- reconhecimento e prevenção precoce;

2- acionamento do serviço de emergência;

3- RCP de alta qualidade;

4- desfibrilação;

5- cuidados pós PCR;

6- recuperação;

13
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Taquicardia ventricular: taquicardia regular, QRS alargado e com frequência muito elevada.

14
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Fibrilação ventricular: ondulações muito rápidas e desorganizadas.

“fritando”.

15
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Qual é o protocolo para ritmos chocáveis?

  • inicia com suporte básico. -

  • checar ritmo —> chocável? —» 1º CHOQUE, os jaules vai depender se o desfibrilador é bifásico (200J) ou monofásico (300J); após o choque, reiniciar a RCP 2 minutos, continuar monitorizando e providenciar um acesso, minimizando interrupções; Preparar adrenalina 1mg.

  • Após 2 minutos, checar o ritmo novamente, se chocável, administrar o 2º CHOQUE, administrar adrenalina 1mg seguida de flush de 20ml de SF; Pode-se considerar via aérea avançada, preparar amiodarona ou lidocaína.

  • retomar RCP por 2 minutos, monitorizar ritmo, se chocável, 3º CHOQUE, administrar Amiodarona 300mg ou Lidocaína 1-1,5mg/kg, seguida de flush de 20ml SF; Considerar causas reversíveis; Preparar Adrenalina 1mg.

  • RCP 2 minutos, checar ritmo, se chocável administrar o 4º CHOQUE, administrar Adrenalina 1mg seguida de flush de 20ml de SF (3-5 min da primeira dose); Preparar Amiodarona 150mg ou Lidocaína 0,5-0,75mg/kg.

  • RCP 2 minutos, se chocável, administrar o 5º CHOQUE, administrar Amiodarona 150mg ou Lidocaína 0,5-0,75mg/kg seguida de flush 20ml de SF; Preparar Adrenalina 1mg.

  • Checa ritmo, se chocável, administrar 6º CHOQUE, Adrenalina 1mg seguida de flush de 20ml de SF (em intervalos de 3-5min).

<ul><li><p>inicia com suporte básico. - </p></li><li><p>checar ritmo —&gt; chocável? —» 1º CHOQUE, os jaules vai depender se o desfibrilador é bifásico (200J) ou monofásico (300J); após o choque, reiniciar a RCP 2 minutos, continuar monitorizando e providenciar um acesso, minimizando interrupções; Preparar adrenalina 1mg. </p></li><li><p>Após 2 minutos, checar o ritmo novamente, se chocável, administrar o 2º CHOQUE, administrar adrenalina 1mg seguida de flush de 20ml de SF; Pode-se considerar via aérea avançada, preparar amiodarona ou lidocaína. </p></li><li><p>retomar RCP por 2 minutos, monitorizar ritmo, se chocável, 3º CHOQUE, administrar Amiodarona 300mg ou Lidocaína 1-1,5mg/kg, seguida de flush de 20ml SF; Considerar causas reversíveis; Preparar Adrenalina 1mg. </p></li></ul><ul><li><p>RCP 2 minutos, checar ritmo, se chocável administrar o 4º CHOQUE, administrar Adrenalina 1mg seguida de flush de 20ml de SF (3-5 min da primeira dose); Preparar Amiodarona 150mg ou Lidocaína 0,5-0,75mg/kg. </p></li><li><p>RCP 2 minutos, se chocável, administrar o 5º CHOQUE, administrar Amiodarona 150mg ou Lidocaína 0,5-0,75mg/kg seguida de flush 20ml de SF; Preparar Adrenalina 1mg. </p></li><li><p>Checa ritmo, se chocável, administrar 6º CHOQUE, Adrenalina 1mg seguida de flush de 20ml de SF (em intervalos de 3-5min). </p></li></ul><p></p><p></p>
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

AESP: pode ser qualquer ritmo organizado ou semi-organizado que não produza pulso palpável.

17
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Assistolia: protocolo CAGADA.

18
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O que é o protocolo CAGADA?

CA- checar cabos

GA- checar ganho

DA- checar derivação

19
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O que fazer em casos de ritmo não chocável?

  • RCP 2 minutos

  • Epinefrina 1mg a cada 3-5 min

  • Verificar causas reversíveis (5H e 5T)

  • Via aérea avançada (1 ventilação a cada 6 minutos).

20
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Quais são os cuidados pós PCR?

  • Modulação terapêutica de temperatura: principalmente em pacientes comatosos, visar temperaturas entre 32 a 36º por 12-24h. Usar mantas térmicas, pacotes de gelo e infusão de solução salina a 4º. Monitorização da temperatura deve ser central.

  • Otimização hemodinâmica e da ventilação: quadros de hipotensão pós-PCR devem ser tratados com ressucitação volêmica e, se necessário, noradrenalina ou outras drogas vasoativas. Manter a PAS maior ou igual 90mmHg e PAM maior ou igual 65mmHg. SATO2 >94%.

  • Reperfusão coronariana imediata: reservada em casos de PCR por IAM com supra de ST.

  • Controle glicêmico e metabólico: níveis em 144 a 180 mg/dL. Correção de distúrbios eletrolíticos.

  • Atenção aos níveis de potássio para evitar reicidivas de arritmias.

21
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

FV grosseira

22
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

FV fina

23
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

TV monomórfica: Complexos QRS largos com mesma forma e amplitude em todos os batimentos. Geralmente resulta de um único foco ou circuito de reentrada. Alta frequência.

Monomórfica = QRS iguais.

24
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

TV Polimórfica: Complexos QRS largos com formas e amplitudes variáveis, mudando de um batimento para outro. Geralmente associada à isquemia aguda ou distúrbios eletrolíticos.

Polimórfica = QRS diferentes.

25
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

TV Tipo Torsades de Pontes: Tipo específico de TV polimórfica associada a QT prolongado. No ECG, os complexos parecem "torcer" ao redor da linha de base, com aumento e diminuição cíclica da amplitude dos QRS.

Torsades de Pointes = TV polimórfica + QT prolongado + aspecto de torção dos QRS.

26
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Qual é a carga do desfibrilador bifásico?

Entre 120-200J

27
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Qual é a carga do desfibrilador monofásico?

360J

28
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Qual é a primeira medicação usada no suporte avançado de vida? e qual é a dosagem?

Epinefrina 1mg a cada 3-5min após o 2º choque.

29
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Como é usada a Amiodarona?

1º dose: 300mg IV ou IO em bólus após o 3º choque.

2º dose: 150mg IV ou IO após o 5º choque.

30
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Qual medicação pode substituir a Amiodarona? E qual é a dosagem?

Lidocaína: 1-1,5mg/kg EV na 1º dose.

0,5-,0,75mg/kg na 2º dose.

31
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Quais são as principais causas de AESP?

Hipovolemia, tamponamento cardíaco, TEP, pneumotórax hipertensivo.

32
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Como avaliar se o paciente está em bradicardia no ECG?

  • Analisar a frequência cardíaca (FC <50bpm).

  • Analisar a onda P (se ela está facilmente visível e se toda onda P antecede um QRS, se sim, bom sinal).

  • Observar o intervalo PR (alguns bloqueios AV aumentam esse intervalo de 3-5 quadradinhos para >5 quadradinhos).

33
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

  • Bradicardia sinusal: ritmo lento (<50bpm), com onda P facilmente visível, positiva em D1 e D2, antecedendo todo o QRS, RR regular e PR menor que 200ms.

  • Ritmo normal, cuja única diferença é a FC diminuída.

34
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Bloqueio Atrioventricular de 1º grau: é um retardo na condução sinoatrial, mas o estímulo sinusal gera despolarização atrial. É uma bradi benigna. A FC está menor que 50bpm, TODAS as ondas P antecedem um QRS, o que existe é um atraso na condução, ou seja, o intervalo PR é maior que 200ms.

35
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

BAV 2º grau Mobitz I: intervalo PR alarga progressivamente pra então falhar e não produzir QRS. Ou seja, o intervalo PR não é constante. Bradicardia benigna.

36
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

BAV 2º grau Mobitz II: Falha na condução inesperada.

37
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

BAV 2º grau Mobitz I

38
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

BAV 2º grau Mobitz II

39
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

BAV 2º grau 2:1 : duas ondas P conduzidas para uma onda P bloqueada, assim, duas ondas P ocorrem para cada QRS.

40
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

BAV 3º grau ou BAVT: o átrio bate em uma frequência, e o ventrículo em outra. Completamente dessincronizado.

Conduta: MARCAPASSO

41
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Qual é a conduta em bradiarritmia instável?

1- Identificar e tratar a causa base: Monitorização contínua, Oxigênio suplementar (se hipoxemia), Veia (acesso), EGC.

2- Tem instabilidade persistente? (diminuição da pressão, diminuição do nível de consciência, dor torácica, dispneia).

3- Se sim, Atropina 1mg IV a cada 3-5min (dose máxima 3mg).

Se ineficaz, marcapasso cutâneo, ou infusão de dopamina (2-20mcg/kg/min) ou infusão de adrenalina (2-10mcg/min).

42
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Quais são os critérios de instabilidade (5D)?

Desmaio, dispneia, dor torácica, diminuição da PA, diminuição da consciência.

43
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Qual é a conduta da Taquiarritmia instável?

  • Cardioversão sincronizada (na maioria das vezes)

  • Desfibrilação (somente na taqui de QRS largo e irregular, ou seja, a Taquicardia Polimórfica ou Torsades de Pointes).

44
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O que é o Protocolo OSASCO?

São orientações dadas ao paciente antes do procedimento da Cardioversão nas Taquiarritmias.

O- Orientação quanto ao procedimento

S- Sedação/analgesia

A- Aporte de oxigênio

S- Sincronização do cardioversor

C- Cardioversão

O- Observação

<p>São orientações dadas ao paciente antes do procedimento da Cardioversão nas Taquiarritmias. </p><p>O- Orientação quanto ao procedimento </p><p>S- Sedação/analgesia </p><p>A- Aporte de oxigênio</p><p>S- Sincronização do cardioversor </p><p>C- Cardioversão </p><p>O- Observação </p>
45
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Taquicardia Sinusal: onda P precede todos os complexos QRS com morfologia normal, porém FC aumentada. Tratar causa base.

46
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Fibrilação Atrial: completamente desorganizada, não há contração atrial, ausência de onda P. Elevado potencial tromboembólico. QRS estreito. RITMO IRREGULAR. Uso de anticoagulantes.

47
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Flutter atrial: ondas em “dente de serra”, ritmo atrial muito rápido, bloqueio regular (proporção fixa como condução 2:1, 3:1 ou até 4:1).

48
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Qual é a abordagem das taquicardias regulares sem instabilidade?

Manobra Vagal, massagem do seio carotídeo.

Se ineficaz, drogas: Adenosina IV; se ineficaz, Verapamil ou Diltiazem IV; se ineficaz, Betabloqueador IV; se ineficaz, cardioversão elétrica 50-100J.

49
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<p>Que ritmo é esse? </p>

Que ritmo é esse?

TV polimórfica ou Torsades de Pointes: ritmo irregular, mudança cíclica do QRS, desfibrilação a 200J.

50
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Fibrilação atrial: RR irregular + ausência de onda P.

51
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Taquicardia ventricular

52
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Taquicardia Supraventricular: RR regular, QRS estreito, onda P depois do QRS. Regular.

53
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Flutter atrial: QRS estreito + RR regular + FC 150 + linha serrilhada;

54
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<p>Que ritmo é esse?</p>

Que ritmo é esse?

Taquicardia ventricular polimórfica ou Torsades de Pointes.