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Abordagem standard para a doença do colón localizada (estádio II ou III) (3)
Resseção cirurgia, em bloco + amostra ganglionar de 12 gânglios
Todos os doentes devem ser discutido em sede de reunião multidisciplinar para aferir necessidade de terapêutica adjuvante.
Todos os parâmetros do relatório histológico são fundamentais para uma correta caracterização do doente I doença I estádio
A adjuvância é realizada…
Quando existe um elevado risco de recidiva, e em que existe um benefício expectável da quimioterapia associado a um risco de toxicidade considerada aceitável
Estadio I
Vigilância
Estádio II
Avaliação do risco de recidiva caso a caso
Estádio III
Adjuvância
Avaliação do risco de recidiva - introdução (2)
A avaliação do risco de recidiva é fundamente para avaliar a necessidade de terapêutica sistémica adjuvante.
Deve ser realizada nos estádio II e III
A avaliação do risco de recidiva é determinada por (2)
Parâmetros clínicos e patológicos do tumor
Staus MSI/MMR
Estadio TNM
É o critério histológica mais relevante para a determinação do risco de recidiva após a cirurgia
Sobrevivência aos 5 anos, estádio I
99%
Sobrevivência aos 5 anos, estádio II
68-83%
Sobrevivência aos 5 anos, estádio III
45-65%
Estádio II - parâmetros Major a avaliar para aferir o risco de recidiva
Excisão inferior a 12 gânglios
pT4, incluindo perfuração
pT4
Tumor invade o peritoneu visceral, ou outros órgãos adjacentes
Estádio II - parâmetros minor para aferir o risco de recidiva
Grau de diferenciação elevado
Invasão vascular
Invasão linfática
Invasão perineural
Oclusão intestinal à apresentação
Elevação do CEA peri-operátório
A administração de fluoropirimidinas/oxaliplatina reduz o risco de morte em %
Estádio II — 3-5 %
Estádios III — 10-15%
A adição da oxaliplatina acresce este valor em absoluta 3-5%
Fluoropirimidinas - Classe
Análogos das pirimidinas
Fluoropirimidinas - Exemplos
5-FU, capecitabina
Fluoropirimidinas - Alvo
Enzima timidilato sintetase
Fluoropirimidinas - Mecanismo
5-FU entra na célula e é convertido em metabolitos ativos — Um destes metabolitos inibe a enzima timidalato sintetase — Diminuição da síntese de timidina — Bloqueio da síntese de DNA — Apoptose
Fluoropirimidinas - Toxicidade
Toxicidade hematológica (anemia, neutropenia, trombocitopenia)
Toxicidade gastrointestinal (náuseas, vómitos, diarreia, mucosite)
Toxicidade cutânea (sindrome palmoplantar)
Cardiotoxicidade (vasoespamo coronário)
Status MSI/MMR - Introdução
Marcador molecular de prognóstico mais validado na determinação da terapêutica sistémica adjuvante.
Status MSI/MMR - objetivos
Caracterização prognóstico e predizer a resposta à terapêutica adjuvante
Determinar potenciais predisposições genéticas
Status MSI/MMR determinação
IHQ — Determinação da perda da expressão das proteínas MMR (MLH1, MSH2, MSH6, PMS2)
PCR
% de doentes com CCR com instabilidade microsatélite
15%
% de doentes com instabilidade microsatélite e síndrome de Lynch
3%
% de doentes com instabilidade microsatélite e mutação somática no gene MLH1
12%
Nota: Perda de expressão MLH1/PMS2 deve ser seguida de determinação do gene BRAF
Contra-indicações relativas para QT adjuvante:
ECOG PS >2
Infeção ativa
Disfunção hepática ou renal grave
Insuficiencia cardíca (NYHA III ou IV)
Outras comorbilidade com impacto na sobrevivência do doente
Estes doentes devem ser propostos para vigilância
Preditores de toxicidade QT adjuvante
Défice de DPD
Idade
Défice DPD
Definição
Epidemiologia
Recomendação
Avaliação
DPD é a principal enzima envolvida no metabolismo DPD.
3-5% doentes apresentam défice de DPD, por polimorfismo genético, com aumento da toxicidade que pode ser letal
A avaliação deste défice esta recomendado em todos os doentes antes do início da terapeutica com fluoropirimidinas
Avaliação por genotipagem ou fenotipagem
Idade como contra-indicação relativa
A idade não é uma contra-indicação absoluta para o tratamento sistémico
No entanto, em doentes com mais de 70 anos, apesar da adição de oxaliptina não estar contra-indicada, esta deve ser proposta com cautela, uma vez que o benefício parecer ser menor e a toxicidade maior
Outros marcadores genéticos no CCR localizado
Outros marcadores (status BRAF, KRAS e amplificação HER2) não estado recomendados na avaliação do risco de recidiva em doentes com cancro do colo localizado.
Estádio II podem ser categorizados em três grupos de acordo com o risco
Baixo risco: Sem fatores de risco MSI/MSS
Rito intermédio: 1 fator de risco minor
Risco elevado: 1 fator de risco major ou mais de fator de risco minor
Estádio II baixo risco - MSS
Vigilância
Estádio II - baixo risco MSS
Vigilância
Estádio II - risco intermédio MSI
Vigilância
Estádio II - risco intermédio MSS
6 meses de capecitabina ou 6 meses de 5FU
Estádio II - alto risco
FOLFOX 6 meses
CAPOX 6 meses
CAPOX 3 meses