1/33
Looks like no tags are added yet.
Name | Mastery | Learn | Test | Matching | Spaced | Call with Kai |
|---|
No analytics yet
Send a link to your students to track their progress
Distingue as diferentes fases de Diabetes Melittus tipo 1
Fase 1
Presença de autoanticorpos
Ausência de disglicemia
Decréscimo das células Beta até 50%
Fse 2
Presença de autoanticorpos
Presença de disglicemia (pode durar até 1 ano)
Decréscimo de células Beta até 20%
Fase 3
Presença de autoanticorpos
Presença de disglicemia
Surgimento de sintomas
Decréscimo de células Beta até menos de 15%
HLA-DR3-DQ2
Do locus MHC na região HLA
Associado a um maior risco de produção de autoanticorpos contra GAD65
HLA-DR4-DQ8
Do Locus MHC na regiãoHLA
Associado à resistência à insulina
Pode evoluir para produção de autoanticorpors GAD65
Polimorfismos gene INS
Associado a uma fraca expressão de insulina no timo, fazendo com que linfócitos T autorreativos contra a insulina nãos sejam destruídos e libertados na periferia.
Polimorfismos genes PTPN22
Contribui para a sobrevivência de linfócitos T autorreativos no timo durante a seleção negativa
Polimorfismos gene CTLA4
Menor regulação negativa dos linfócitos T autorreativos, promovendo a sua sobrevivência
Polimorfismos gene ERBB3
Regulação da apoptose das células Beta e na apresentação de antigénios
Polimorfismos gene UBASH3
Regula negativamente a ativação de células T CD4+
Menor regulação negativa dos linfócitos T
Polimorfismos gene PTPN2
Aumentam a vulnerabilidade das células Beta à apoptose
Polimorfismos no gene BACH2
Aumentam a vulnerabilidade das células Beta à apoptose
Quais os fatores ambientais desencadeadores de diabetes tipo 1?
Introdução precoce de leite de vaca, ovo e glúten
Destruição da microbiota por uso de antibióticos no bebé
Infeções pré-natais (virais especialmente enterovírus)
Partos por cesariana
Rubéola congénita
Idade materna avançada
Peso elevado do feto
´Puberdade
Traramentos com esteróides
Resistência à insulina
Stress psicológico
Quais os fatores de proteção contra diabetes?
Elevada ingestão materna de vit. D ou elevadas concentrações desta no final da gravidez
Probióticos durante o primeiro mês de vida
Elevadas doses de ómega-3
Introdução de alimentos sólidos durante a amamentação, após os 4 meses
Quais são os anticorpos utilizados para diagnóstico diferencial de DM1?
ICA
IA2
IAA ( + frequentemente detetados precocemente juntamente com os GAD65)
GADA (incluem os GAD65)
ZNT8A
No diagnóstico de DM1 o que indicam os níveis de péptido C?
Da clivagem da proinsulina resulta a hormona insulina e o péptido C.
Assim, níveis reduzidos de péptido C e insulina indicam que a produção de insulina pelas células Beta se encontra prejudicada
Diferencia a cetose diabética do estado hiperglicémico hiperosmolar
DAC
Deficiência de insulina e hiperglicemia - aumento de hormonas metabólicas (adrenalina, glucagon, cortisol, GH) - Aumenta a lipólise — formação de corpos cetónicos levando a acidose metabólica
Há um aumento ainda maior da glicose devido à ação das outras hormonas metabólicas (gliconeogenese, glicogenólise, proteólise)
Desidratação moderada
EHH
Insulina parcial - bloqueia a cetogénese mas não consegue controlar a glicemia - o excesso de glicose excede o limiar renal - glicusúria e diurese - A perda de água leva a desidratação progressiva e hipotensão, choque volémico
Acidose Lática
Desidratação e menor fluxo sanguíneo - hipoxia e inibição mitocondrial - piruvato não entra no ciclo de Krebs - conversão em lactato - acumulação e diminuição do PH - Acidose metabólica
Porque não se aconselha a toma de metformina em casos de acidose metabólica?
Pois inibe ainda mais a gliconeogénese (lactato a glicose), o que faz com que este se acumule ainda mais e agrave a condição
Hipoglicemia Grave
Excesso de insulina exógena - menos glicose plasmática - menos glucagon e mais adrenalina (mecanismo compensatório falha) - o cérebro fica sem reserva energética própria - sintomas neuroglicopénicos.
Quais as complicações e manifestações comuns dos diabetes tipo 1?
Cetoacidose diabética (+comum)
Estado hiperglicémico hiperosmolar
Hipoglicemia
Acidose láctica
Etiologia e epidemologia de DMT1
Tipo 1a (autoimune)
Tipo 1b (natureza desconhecida)
Principalmente na infância
Incidência heterogénea
Quais são os vírus mais frequentemente associados a DMT1?
Enterovírus (com tropismo para células Beta)
Vírus com mimetismos antigénico
Coxsackievirus B
Echovírus
Vírus da rubéola
Como podem os vírus contribuir para a patogénse de DMT1?
Por mimetismo antigénico
Destruindo a célula Beta diretamente (citólise)
Provocando inflamação (IFN-y — + MCH I — TCD8+)
Aumentando a expressão de PKR (degrada MCL-1 e a célula perde proteção contra a apoptose)
Forçando a célula a produzir muitas proteínas virais (Stress do RE — UPC — CHOP — apoptose)
O que é a insulite
Quando linfócitos T CD8+ citotóxicos se inflitram nos ilhéus de Langherhans
Quais as complicações microvasculares de DMT1?
Nefropatia
Retinopatia
Neuropatia (Principalmente devido a alterações metabólicas induzidas pela hiperglicemia)
Quais as complicações macrovasculares da DMT1?
Aterosclerose acelerada
Trombose
(Devido a lesão do endotélio que ativa PKC, AGES e a via dos polióis)
Quais são os órgãos mais afetados pela patologia de diabetes?
Os órgãos mais afetados são aqueles que têm captação de glicose independente de insulina:
M.liso
Neurónios
Nervos periféricos
Cristalino
Medula renal
Via dos polióis
Glicose — Sorbitol — Frutose — consumo de NADPH — diminui a glutationa —aumenta ROS — stress oxidativo — Edema celular e dano osmótico
Via dos produtos de glicação avançada (AGES)
Glicose reage com lípidos, proteínas e DNA — Forma AGES — ligam-se a RAGEs — Ativam NF-kB — inflamação com produção de citocinas — Fibrose e rigidez ECM
Via de ativação da PKC
Mais AGs — Mais DAGs — Ativa PKC — mais endotelina 1, VEGF e proteínas da ECM e menos NO — Disfunção endotelial + hipertensão glomerular, edema ehipóxia
Via das hexosaminas
Glicose — via das hexosaminas — UDP-N-acetilglucosamina — modifica proteínas, lípidos e fatores de transcrição — mais TGF-b e PAI-1 - favorece a deposição de matriz, rigidez vascular e apoptose
Quais são os critérios laboratoriais e clínicos necessários para o diagnóstico de diabetes?
Ter os sintomas clássicos: poliúria, polidipsia, polifagia, perda de peso inexplicada, fadiga.
Sintomas de acidose metabólica: náuseas, vómitos, hálito cetónico…)
Testes à glicose:
Glicemia em jejum > 126
Glicemia 2h após dose de glicose > 200
HbA1c > 6.5%
Glicemia plasmática casual > 200
Quais as estratégias terapêuticas farmacológicas para DMT1?
Insulinoterapia
Essencial e vitalícia porque não há mesmo insulina endógena
Bolus basal + bolus antes das refeições
Pramlintida (análogos da amilina)
Reduz a variabilidade glicémica e retarda o esvaziamento gástrico, promove a saciedade
Qual a influência do alelo DRB115-DQB106:02 em DMT1?
É o alelo protetor clássico para DMT1
O que é a Hipótese da Higiene e como contribui para DMT1?
Esta hipótese diz que a exposição precoce a microrganismos treina o sistema imune, reduzindo o risco de doenças autoimunes. Ajuda o sistema imune a desenvolver tolerância e a evitar respostas autoimunes.
Crianças com maior contato com infecções ou ambientes rurais parecem ter menor risco de desenvolver DMT1.