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1
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Quais sinais da Síndrome nefrótica

Proteinúria > 3,5g

Anasarca

Hipoalbuminemia

hiperlipidemia

2
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Quando indicar biópsia em s. Nefrótica ?

Criança não indica - lesão mínima é mais comum

Adultos e idosos q regra é biopsiar

3
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Características da lesão mínima

Mas comum em criança

Boa resposta a corticoide

Secundária a linfoma e AINE

4
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Características da glomeruloesclerose segmentar e focal (GESF)

Comum em adultos

Causa primária corticoide

Secundária a hiperfiltracao, obesidade e HIV

5
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Causas da glomerulopatia membranosa

Mais comum em idoso

Primária: anticorpo anti- PLA2R +

Secundário: neoplasia, lúpus, hepatite B

6
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Causa da glomerulopatia membranoproliferativa

Infecções: hepatite C, endocardite

Autoimune: Sjögren, crioglobulinemia

7
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Qual a tríade da trombose de veia renal?

Hematuria

Piora da função renal

Dor lombar

8
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Quais são as principais síndromes glomerulares nefróticas ?

Lesão mínima

GESF (glomeruloesclerose segmentar e focal)

Nefropatia membranosa

GN membranoproliferativa

Amiloidose

Nefropatia diabética

Predomina: proteinúria maciça + edema.

9
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Quais são as principais síndromes glomerulares nefríticas?

GN pós-estreptocócica

Nefropatia por IgA (Berger)

GNRP (rapidamente progressiva)

Nefrite lúpica

Síndrome de Goodpasture

Vasculites ANCA

Predomina: hematúria + inflamação glomerular.

10
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Qual marcador precoce da nefropatia diabética ?

Microalbuminúria > 30mg/g de creatinina

11
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Qual a principal diferença entre síndrome nefrótica e nefrítica?

A síndrome nefrótica caracteriza-se por proteinúria > 3,5 g/24h, hipoalbuminemia e edema. A nefrítica se manifesta com hematúria, cilindros hemáticos e geralmente hipertensão, com proteinúria menor. Entender essa diferença é crucial para diagnósticos corretos.

12
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Quais são os principais sinais da síndrome nefrótica?

Os principais sinais incluem proteinúria maciça (> 3,5 g/24h), hipoalbuminemia (< 3,5 g/dL) e edema generalizado. Também pode ocorrer dislipidemia com aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos.

13
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Quais complicações podem ocorrer na síndrome nefrótica?

Pacientes com síndrome nefrótica têm maior risco de trombose venosa, infecções devido à perda de imunoglobulinas e alterações hormonais. As tromboses são frequentemente associadas a hipertensão e dor lombar.

14
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Qual é a conduta inicial para infecção urinária não complicada?

Infecções urinárias não complicadas, como cistite, devem ser tratadas empiricamente com antibióticos sem necessidade de exames prévios como urocultura, a menos que o paciente apresente fatores de risco para complicações.

15
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Quais são os sintomas clássicos da cistite aguda?

Os sintomas típicos da cistite aguda incluem disúria, polaciúria, urgência miccional e dor suprapúbica, sem sinais de infecção sistêmica.

16
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Qual o papel da urocultura no manejo de infecções urinárias?

A urocultura é geralmente indicada em casos de ITUs complicadas ou em pacientes com sintomas atípicos ou fatores de risco elevados, mas não é necessária na maioria das cistites não complicadas.

17
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Como iniciar o tratamento da cistite em mulheres jovens?

O tratamento inicial da cistite em mulheres jovens é geralmente com nitrofurantoína por 5 dias. Caso haja contraindicação, a fosfomicina pode ser uma alternativa em dose única.

18
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O que caracteriza a síndrome de desequilíbrio dialítico?

A síndrome de desequilíbrio dialítico é caracterizada por descompensação aguda com sintomas como náuseas, vômitos e hipotensão, resultantes da rápida remoção de eletrólitos e fluidos durante a diálise. O início dos sintomas costuma ser mais tardio após o início da hemodiálise.

19
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Quais são os principais tipos de reações ao dialisador?

As reações ao dialisador são divididas em tipo A e tipo B. O tipo A ocorre rapidamente, com sintomas como flush e sibilância, geralmente por óxido de etileno. O tipo B tem início tardio e sintomas mais leves, relacionados à ativação do complemento.

20
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Como reconhecer a reação anafilática durante a hemodiálise?

A reação anafilática em hemodiálise se apresenta com sintomas como hipotensão, flush facial e sibilância nos primeiros minutos. É vital interromper a diálise imediatamente e não retornar o sangue ao paciente.

21
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Qual a diferença entre reações tipo A e tipo B durante diálise?

Reações tipo A são agudas, ocorrem logo após o início da diálise e podem ser graves. Já as tipo B se manifestam mais tarde, com sintomas mais brandos, e geralmente melhoram com a continuidade da diálise, sendo menos graves.

22
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Qual é a causa da hiperglicemia e hipoalbuminemia em diálise peritoneal?

A hiperglicemia pode ocorrer devido a soluções de diálise que contêm glicose. A hipoalbuminemia pode ser causada por perda de proteínas e não apenas por infecção. É importante considerar esses fatores ao avaliar pacientes em diálise peritoneal.

23
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Quais são os critérios para diagnóstico de peritonite em diálise?

O diagnóstico de peritonite é feito com base em 2 dos 3 critérios: dor abdominal/líquido turvo, leucocitose no líquido peritoneal (≥100 células/mm³ com ≥50% neutrófilos), e cultura positiva do líquido peritoneal.

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Qual é a microbiologia mais comum da peritonite em diálise peritoneal?

Os estafilococos coagulase negativa são os agentes mais comuns. Bacilos Gram-negativos, como E. coli e Pseudomonas, também são frequentes. O tratamento deve cobrir esses agentes.

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Como abordar um paciente com sospeita de peritonite em diálise?

Inicie a terapia empírica com antibióticos de amplo espectro e colete parâmetro como líquido peritoneal para cultura. Monitore sinais clínicos e evolutivos cercando intervenções necessárias.

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Quais fatores aumentam o risco de peritonite em pacientes em diálise?

Fatores como diabetes, idade avançada, obesidade e condição socioeconômica podem influenciar o risco. Isso também inclui uso de soluções bioincompatíveis durante a diálise.

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Qual é a principal indicação para terapia dialítica?

A terapia dialítica é indicada em casos de insuficiência renal grave, como a presença de sintomas urêmicos, acidose metabólica refratária, hiperkalemia, ou declínio significativo da função renal. Os sinais como pericardite urêmica e encefalopatia são indicações absolutas.

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Qual a definição de Doença Renal Crônica (DRC)?

A DRC é definida pela presença de dano renal ou redução da função glomerular por pelo menos 3 meses. O dano é evidenciado por biópsia ou aumento da albuminúria, enquanto a função é estimada pela Taxa de Filtração Glomerular.

29
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Como é feito o cálculo da Taxa de Filtração Glomerular (TFG)?

A TFG pode ser calculada usando fórmulas como CKD-EPI, que considera creatinina, idade, etnia e sexo. Outra opção é a fórmula de Cockcroft-Gault, que usa peso e creatinina, mas é menos precisa para avaliação clínica.

30
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Qual é o impacto do controle glicêmico na progressão da doença renal?

Embora o controle glicêmico seja crucial na prevenção da instalação de diabetes, não há evidências que demonstrem que uma queda na HbA1C reduza a progressão da doença renal em pacientes com doença renal já instalada.

31
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Como monitorar a saúde renal em diabetes tipo 2?

Deve-se realizar dosagem de albuminúria anualmente e avaliar a taxa de filtração glomerular (TFG) regularmente, além de ajustes na medicação se houver alteração na função renal.