1/30
Looks like no tags are added yet.
Name | Mastery | Learn | Test | Matching | Spaced | Call with Kai |
|---|
No analytics yet
Send a link to your students to track their progress
Quais sinais da Síndrome nefrótica
Proteinúria > 3,5g
Anasarca
Hipoalbuminemia
hiperlipidemia
Quando indicar biópsia em s. Nefrótica ?
Criança não indica - lesão mínima é mais comum
Adultos e idosos q regra é biopsiar
Características da lesão mínima
Mas comum em criança
Boa resposta a corticoide
Secundária a linfoma e AINE
Características da glomeruloesclerose segmentar e focal (GESF)
Comum em adultos
Causa primária corticoide
Secundária a hiperfiltracao, obesidade e HIV
Causas da glomerulopatia membranosa
Mais comum em idoso
Primária: anticorpo anti- PLA2R +
Secundário: neoplasia, lúpus, hepatite B
Causa da glomerulopatia membranoproliferativa
Infecções: hepatite C, endocardite
Autoimune: Sjögren, crioglobulinemia
Qual a tríade da trombose de veia renal?
Hematuria
Piora da função renal
Dor lombar
Quais são as principais síndromes glomerulares nefróticas ?
Lesão mínima
GESF (glomeruloesclerose segmentar e focal)
Nefropatia membranosa
GN membranoproliferativa
Amiloidose
Nefropatia diabética
➡ Predomina: proteinúria maciça + edema.
Quais são as principais síndromes glomerulares nefríticas?
GN pós-estreptocócica
Nefropatia por IgA (Berger)
GNRP (rapidamente progressiva)
Nefrite lúpica
Síndrome de Goodpasture
Vasculites ANCA
➡ Predomina: hematúria + inflamação glomerular.
Qual marcador precoce da nefropatia diabética ?
Microalbuminúria > 30mg/g de creatinina
Qual a principal diferença entre síndrome nefrótica e nefrítica?
A síndrome nefrótica caracteriza-se por proteinúria > 3,5 g/24h, hipoalbuminemia e edema. A nefrítica se manifesta com hematúria, cilindros hemáticos e geralmente hipertensão, com proteinúria menor. Entender essa diferença é crucial para diagnósticos corretos.
Quais são os principais sinais da síndrome nefrótica?
Os principais sinais incluem proteinúria maciça (> 3,5 g/24h), hipoalbuminemia (< 3,5 g/dL) e edema generalizado. Também pode ocorrer dislipidemia com aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos.
Quais complicações podem ocorrer na síndrome nefrótica?
Pacientes com síndrome nefrótica têm maior risco de trombose venosa, infecções devido à perda de imunoglobulinas e alterações hormonais. As tromboses são frequentemente associadas a hipertensão e dor lombar.
Qual é a conduta inicial para infecção urinária não complicada?
Infecções urinárias não complicadas, como cistite, devem ser tratadas empiricamente com antibióticos sem necessidade de exames prévios como urocultura, a menos que o paciente apresente fatores de risco para complicações.
Quais são os sintomas clássicos da cistite aguda?
Os sintomas típicos da cistite aguda incluem disúria, polaciúria, urgência miccional e dor suprapúbica, sem sinais de infecção sistêmica.
Qual o papel da urocultura no manejo de infecções urinárias?
A urocultura é geralmente indicada em casos de ITUs complicadas ou em pacientes com sintomas atípicos ou fatores de risco elevados, mas não é necessária na maioria das cistites não complicadas.
Como iniciar o tratamento da cistite em mulheres jovens?
O tratamento inicial da cistite em mulheres jovens é geralmente com nitrofurantoína por 5 dias. Caso haja contraindicação, a fosfomicina pode ser uma alternativa em dose única.
O que caracteriza a síndrome de desequilíbrio dialítico?
A síndrome de desequilíbrio dialítico é caracterizada por descompensação aguda com sintomas como náuseas, vômitos e hipotensão, resultantes da rápida remoção de eletrólitos e fluidos durante a diálise. O início dos sintomas costuma ser mais tardio após o início da hemodiálise.
Quais são os principais tipos de reações ao dialisador?
As reações ao dialisador são divididas em tipo A e tipo B. O tipo A ocorre rapidamente, com sintomas como flush e sibilância, geralmente por óxido de etileno. O tipo B tem início tardio e sintomas mais leves, relacionados à ativação do complemento.
Como reconhecer a reação anafilática durante a hemodiálise?
A reação anafilática em hemodiálise se apresenta com sintomas como hipotensão, flush facial e sibilância nos primeiros minutos. É vital interromper a diálise imediatamente e não retornar o sangue ao paciente.
Qual a diferença entre reações tipo A e tipo B durante diálise?
Reações tipo A são agudas, ocorrem logo após o início da diálise e podem ser graves. Já as tipo B se manifestam mais tarde, com sintomas mais brandos, e geralmente melhoram com a continuidade da diálise, sendo menos graves.
Qual é a causa da hiperglicemia e hipoalbuminemia em diálise peritoneal?
A hiperglicemia pode ocorrer devido a soluções de diálise que contêm glicose. A hipoalbuminemia pode ser causada por perda de proteínas e não apenas por infecção. É importante considerar esses fatores ao avaliar pacientes em diálise peritoneal.
Quais são os critérios para diagnóstico de peritonite em diálise?
O diagnóstico de peritonite é feito com base em 2 dos 3 critérios: dor abdominal/líquido turvo, leucocitose no líquido peritoneal (≥100 células/mm³ com ≥50% neutrófilos), e cultura positiva do líquido peritoneal.
Qual é a microbiologia mais comum da peritonite em diálise peritoneal?
Os estafilococos coagulase negativa são os agentes mais comuns. Bacilos Gram-negativos, como E. coli e Pseudomonas, também são frequentes. O tratamento deve cobrir esses agentes.
Como abordar um paciente com sospeita de peritonite em diálise?
Inicie a terapia empírica com antibióticos de amplo espectro e colete parâmetro como líquido peritoneal para cultura. Monitore sinais clínicos e evolutivos cercando intervenções necessárias.
Quais fatores aumentam o risco de peritonite em pacientes em diálise?
Fatores como diabetes, idade avançada, obesidade e condição socioeconômica podem influenciar o risco. Isso também inclui uso de soluções bioincompatíveis durante a diálise.
Qual é a principal indicação para terapia dialítica?
A terapia dialítica é indicada em casos de insuficiência renal grave, como a presença de sintomas urêmicos, acidose metabólica refratária, hiperkalemia, ou declínio significativo da função renal. Os sinais como pericardite urêmica e encefalopatia são indicações absolutas.
Qual a definição de Doença Renal Crônica (DRC)?
A DRC é definida pela presença de dano renal ou redução da função glomerular por pelo menos 3 meses. O dano é evidenciado por biópsia ou aumento da albuminúria, enquanto a função é estimada pela Taxa de Filtração Glomerular.
Como é feito o cálculo da Taxa de Filtração Glomerular (TFG)?
A TFG pode ser calculada usando fórmulas como CKD-EPI, que considera creatinina, idade, etnia e sexo. Outra opção é a fórmula de Cockcroft-Gault, que usa peso e creatinina, mas é menos precisa para avaliação clínica.
Qual é o impacto do controle glicêmico na progressão da doença renal?
Embora o controle glicêmico seja crucial na prevenção da instalação de diabetes, não há evidências que demonstrem que uma queda na HbA1C reduza a progressão da doença renal em pacientes com doença renal já instalada.
Como monitorar a saúde renal em diabetes tipo 2?
Deve-se realizar dosagem de albuminúria anualmente e avaliar a taxa de filtração glomerular (TFG) regularmente, além de ajustes na medicação se houver alteração na função renal.