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O que significa a sintaxe?
Em quais partes a sintaxe é dividida?
Estudar a função e a posição de palavras e termos, isto é, saber “o que a palavra faz”.
Concordância nominal e verbal; regência verbal e nominal; colocação (pronominal).
O que é uma frase?
É uma sentença organizada de palavras.
Essas palavras estão organizadas de uma forma compreensível. Assim, tem-se a presença de uma frase.
Se as palavras não estiverem em ordem compreensível, então não há uma frase.
O que é uma oração?
É um tipo de frase dotada de verbo.
É correto afirmar que toda oração é uma frase, mas nem toda frase é uma oração.
O que é um período?
É um espaço do texto em prosa, ou seja, em parágrafos.
O espaço do texto é iniciado com letra maiúscula e o período vai até uma pontuação (ponto final, ponto de interrogação e ponto de exclamação). As reticências podem ou não encerrar um período.
O que é período simples e período composto?
Período simples: caracteriza-se por possuir apenas uma oração.
Período composto: é constituído por mais de uma oração.
Qual é a organização padrão dos termos de uma oração em língua portuguesa?
Sujeito + Verbo + Complemento + adjunto adverbial.
No entanto, é possível ter inversões.
De acordo com a sintaxe, o que é sujeito?
Termo com o qual o verbo estabelece concordância (concordância verbal).
Quais perguntas ao verbo ajudam a identificar o sujeito?
Perguntar ao verbo: quem? / o que?
Exemplo: “o aumento dos preços dos alimentos assustou os brasileiros”.
Verbo: “assustou”.
Pergunta: “o que assustou?”
Resposta: “o aumento dos preços dos alimentos” (sujeito).
Como identificar o núcleo do sujeito?
Identifica-se a partir de um substantivo sem preposição. O núcleo do sujeito não pode ser preposicionado.
Exemplo: “o aumento dos preços dos alimentos assustou os brasileiros”.
Sujeito: “o aumento dos preços dos alimentos”.
“preços” e “alimentos” estão preposicionados, então não pode ser o núcleo do sujeito.
Núcleo do sujeito: “aumento”.
Como funciona a concordância verbal em relação ao sujeito?
O verbo concorda com o núcleo do sujeito e se subordina a ele.
O sujeito pode ser separado do verbo pelo uso de vírgula?
Não se separa o sujeito do verbo com o uso de uma vírgula.
O que é predicado?
Todo o conteúdo da sentença que não for sujeito.
Qual é o sujeito da sentença: “cabe às autoridades a aprovação dos projetos”?
Verbo: “cabe”.
“`às autoridades” está preposicionado e não concorda com o verbo “cabe” em número, então não pode ser sujeito.
Sujeito: “a aprovação dos projetos”.
Núcleo do sujeito: “aprovação”.
O sujeito pode conter dois núcleos?
Sim. Analise a sentença como sujeito posposto (depois do verbo):
“Nas cidades do interior, vivem em paz os homens e as mulheres de bem”.
Sujeito: “os homens e as mulheres de bem”.
Núcleos: “homens” e “mulheres”.
O núcleo do sujeito pode ser um verbo? Como isso se chama?
Sim. E quando o núcleo do sujeito é um verbo, chama-se de sujeito oracional.
Exemplo: “cabe às autoridades aprovar os projetos”.
Sujeito: “aprovar os projetos”.
Núcleo do sujeito: “aprovar”.
O verbo que possui sujeito oracional (quando o sujeito é um verbo) fica no singular ou no plural?
O verbo que possui sujeito oracional deve ficar no singular.
O Sujeito Expresso pode ser simples ou composto.
O que são sujeitos simples e composto?
Sujeito Simples: dotado de apenas um núcleo.
Exemplo: "o aumento do preço dos alimentos assustou os brasileiros”.
Sujeito com um núcleo (simples): “aumento”.
Sujeito Composto: tem mais de um núcleo.
Exemplo: “nas cidades do interior, vivem em paz os homens e as mulheres de bem”.
Sujeito com dois núcleos (composto): “homens” e “mulheres”.
O que é Sujeito Elíptico/Desinencial/Oculto?
Sujeito que, apesar de não expresso, pode ser identificado pelo texto ou pelo discurso (o final do verbo determina quem é o sujeito).
Analise a sentença: “Ouvi os poetas. Disseram palavras de amor”.
Qual é o tipo de sujeito da sentença?
“Ouvi” é um verbo. Quem ouviu os poetas? “Eu”. “Eu” não está explícito, logo há um sujeito elíptico oculto ou desinencial.
Quem “disseram palavras de amor”? “Eles”. No texto é possível saber quem são “eles”, isto é, “os poetas”. “Disseram” é um verbo na 3ª pessoa do plural com referente textual, sendo assim, é mais um exemplo de sujeito elíptico, oculto ou desinencial.
O que é um sujeito indeterminado?
Sujeito que não é identificável pelo texto ou pelo discurso.
Verbo na 3ª pessoa do plural SEM referente textual.
Analise a sentença: “Disseram palavras de amor”.
Qual é o tipo de sujeito da sentença?
Quem “disseram palavras de amor”?
Não se sabe, portanto é um sujeito indeterminado.
Analise a sentença: “É preciso confiar em Deus”.
Qual é o tipo de sujeito da sentença?
Tem-se os verbos “é” e “confiar”. Quando se tem dois verbos, tem-se dois possíveis sujeitos.
“Confiar em Deus” é o sujeito do verbo “é”. Esse sujeito, inclusive, é um sujeito oracional.
“Confiar” é um verbo que termina em “ar”, ou seja, está no infinitivo.
Não dá para saber quem é que confia em Deus. Quando se diz “é preciso confiar em Deus”, quer-se dizer que é preciso que qualquer pessoa confie em Deus – essa é a semântica dessa frase.
Esse infinitivo, portanto, não se refere a ninguém – tem-se um infinitivo impessoal, que é traço de sujeito indeterminado.
Analise a sentença: “É preciso confiar em Deus”.
Qual é o tipo de sujeito da sentença?
Tem-se os verbos “é” e “confiar”. Quando se tem dois verbos, tem-se dois possíveis sujeitos.
“Confiar em Deus” é o sujeito do verbo “é”. Esse sujeito, inclusive, é um sujeito oracional.
“Confiar” é um verbo que termina em “ar”, ou seja, está no infinitivo.
Não dá para saber quem é que confia em Deus. Quando se diz “é preciso confiar em Deus”, quer-se dizer que é preciso que qualquer pessoa confie em Deus – essa é a semântica dessa frase.
Esse infinitivo, portanto, não se refere a ninguém – tem-se um infinitivo impessoal, que é traço de sujeito indeterminado.
O que são orações sem sujeito?
São orações em que os verbos que não admitem a posição do sujeito – ela não é ocupada, pois o verbo não permite que ocorra um sujeito.
Existe oração sem sujeito, mas não existe oração sem predicado, pois não existe oração sem verbo, e o verbo já é o predicado.
Analise as sentenças:
“Choveu durante a cerimônia”.
“Choveu confete durante a cerimônia”.
Quais são os tipos de sujeitos das sentenças?
“Choveu durante a cerimônia”: tem-se o verbo “chover”. Quem choveu durante a cerimônia? O que choveu durante a cerimônia? Não se sabe. Os verbos impessoais indicam fenômenos da natureza. “Choveu” é um verbo impessoal. Sendo assim, tem-se um caso de oração sem sujeito, ou sujeito inexistente.
“Choveu confete durante a cerimônia”: o verbo “chover” não tem um sentido de fenômeno da natureza. A ideia é a de que caiu confete durante a cerimônia. O que choveu durante a cerimônia? Confete. “Confete” é sujeito simples. O verbo “choveu”, aqui, é um verbo pessoal, admitindo sujeito.
Analise a sentença: “havia plantas na varanda”.
Qual é o tipo de sujeito da sentença?
É admitida a frase: “haviam plantas na varanda”?
O verbo “haver” foi empregado com o sentido de “existir”. É o mesmo que dizer “existiam plantas na varanda”. O verbo “existir” é um verbo pessoal. Significa dizer que ele admite sujeito.
No entanto, “haver”, no sentido de “existir”, é um verbo impessoal que marca uma oração sem sujeito. Por isso, ele só pode ficar no singular.
Ou seja, além de ser uma sentença sem sujeito, não se pode dizer “haviam plantas na varanda”.
Quando se tem uma sentença com locução verbal e o verbo principal é impessoal, a locução inteira é impessoal. Assim, o auxiliar só pode ficar no singular.
“Deve haver plantas na varanda” e não “devem haver plantas na varanda”.
Analise a sentença: “faz oito meses que eles esperam a criança”.
Qual é o tipo de sujeito da sentença?
É admitida a frase: “fazem oito meses que eles esperam a criança”?
O verbo é impessoal e é uma oração sem sujeito, por isso só pode ficar no singular. A gramática da língua portuguesa não aceita substituir o “faz” por “fazem”.
CONCORDÂNCIA VERBAL:
Expressões partitivas (uma parte de, a metade de, uma porção de...) OU coletivos especificados (um bando de, um grupo de, uma multidão de...)
A concordância pode ser feita com o núcleo do sujeito ou com o termo que especifica o núcleo.
Exemplo: Uma parte dos candidatos reclamou/reclamaram da estrutura das salas.
CONCORDÂNCIA VERBAL:
Sujeito com numerais percentuais e fracionários.
É possível concordar com a porcentagem (que é o núcleo do sujeito) ou com o termo que especifica o núcleo.
Exemplo: “20% de todo o montante serão doados/será doado àquela creche”.
Pode-se concordar com “20%” ou com “o montante”.
Quando há uma fração, deve-se concordar com o numerador ou com o termo que especifica o sujeito.
Exemplo: ¼ dos médicos está/estão em greve.
Pode-se concordar com “¼” ou com “médicos”.
CONCORDÂNCIA VERBAL:
Quantidades aproximadas
É preciso concordar com o núcleo do sujeito.
Exemplo: “cerca de 30 pessoas falaram com os manifestantes”.
Núcleo do sujeito: “pessoas”.
CONCORDÂNCIA VERBAL:
Expressão “mais de um”
É preciso concordar com com o núcleo do sujeito.
Exemplo: “mais de um deputado será candidato à reeleição”.
Núcleo do sujeito: “deputado”.
CONCORDÂNCIA VERBAL:
Sujeito com palavras pluralizadas
Se houver um artigo, é preciso concordar com o artigo.
Exemplo: “os Estados Unidos pautam a economia mundial”.
Se não houver um artigo, o verbo fica no singular.
Exemplo: “Minas Gerais integra a região Sudeste”.
CONCORDÂNCIA VERBAL:
Sujeito composto
Ordem direta: verbo no plural.
Exemplo: “o homem e a mulher batalham por melhorias”.
Ordem indireta: é possível concordar com os dois núcleos ou com o núcleo mais próximo.
Exemplo: “batalham/batalha por melhorias o homem e a mulher”.
Ordem indireta: se o verbo for tiver “reciprocidade”, só é possível concordar com os dois núcleos.
Exemplo: “beijaram-se ardentemente o homem e a mulher”.
Se o sujeito tiver a conjunção “ou”, concordar com um núcleo ou com os dois núcleos muda o sentido da sentença.
Exemplo: “Ana ou Joana casará/casarão nesta manhã”.
“Ana ou Joana” “casará” ou “casarão”, ambas as concordâncias estão corretas, mas com sentidos diferentes. Uma delas casará ou as duas podem se casar (“casarão”).
CONCORDÂNCIA VERBAL:
Verbo SER
É preciso concordar com o pronome do caso reto ou pessoa.
Exemplo: “nós somos o futuro” / “João era as preocupações de todos”
Quando não há pronome do caso reto pessoa, pode concordar com sujeito ou com o predicativo.
Exemplo: “tudo na vida é/são flores”.
Na ideia de quantidade, a concordância é feita com a quantidade.
Exemplo: “trezentos reais é muito para uma jovem”.
Concordância feita com a quantidade (“muito”).