1/49
Cartões de memorização com conceitos essenciais, modelos teóricos, estruturas organizacionais, teorias motivacionais, ferramentas de gestão de projetos e controle da qualidade em Administração Geral.
Modelo Clássico
Abordagem administrativa fundamentada na estrutura organizacional, com ênfase na tarefa e na tecnologia, busca pela eficiência por meio da racionalização, visão do trabalhador como Homo economicus e foco em recompensas salariais e materiais.
Modelo Humanístico
Abordagem administrativa fundamentada na dinâmica de grupo e relações interpessoais, com ênfase na pessoa e no contexto do cargo, busca de eficiência via satisfação dos trabalhadores, visão de Homo social e recompensas simbólicas e sociais.
Teoria Científica
Teoria formulada por Taylor com ênfase nas tarefas e conceito de homem econômico, caracterizada pelo estudo de tempos e movimentos, especialização e divisão do trabalho, padronização, remuneração por produtividade e visão mecanicista do homem.
Teoria Burocrática
Teoria formulada por Max Weber com ênfase na estrutura organizacional e homem organizacional, caracterizada por impessoalidade, profissionalização, procedimentalização, formalização, previsibilidade e meritocracia.
Teoria Comportamental
Teoria associada a Herbert Simon e Douglas McGregor com ênfase nas pessoas e no ambiente, fundamentada na concepção de homem administrativo e responsável pela criação das teorias modernas de motivação e liderança.
Delegação
Transferência formal de determinado nível de autoridade que ocorre especificamente entre pessoas no ambiente de trabalho.
Descentralização
Distribuição do poder decisório e da autoridade que ocorre formalmente entre cargos e departamentos da organização.
Função Direção
Função administrativa de caráter interpessoal que compreende a designação de pessoas para cargos, coordenação, liderança, motivação, comunicação e orientação dos colaboradores na execução das atividades.
Função Controle e Avaliação
Função administrativa impessoal voltada a definir padrões, monitorar, avaliar o desempenho e corrigir desvios, com foco prospectivo voltado ao aperfeiçoamento da gestão organizacional.
Planejamento Estratégico
Nível de planejamento voltado para toda a organização com foco no longo prazo (2 a 5 anos), definindo objetivos gerais, amplos, genéricos e sintéticos.
Planejamento Tático
Nível de planejamento voltado para departamentos ou áreas específicas, com foco no médio prazo, alocação de recursos e detalhamento setorial dos objetivos organizacionais.
Planejamento Operacional
Nível de planejamento com conteúdo analítico e bem detalhado voltado para o curto prazo, concentrado na execução de atividades, tarefas e cursos de ação específicos.
Missão
Declaração fundamental que define a razão de ser da organização, esclarecendo o motivo de sua existência e as necessidades sociais que visa atender.
Visão
Declaração estratégica que define onde a empresa pretende chegar no futuro a longo prazo.
Meta
Desdobramento quantitativo e temporal de um objetivo, especificando quanto e quando se pretende atingir determinado resultado.
Matriz SWOT
Instrumento de diagnóstico estratégico que relaciona fatores internos controláveis (forças e fraquezas) com fatores externos incontroláveis (oportunidades e ameaças) para estruturar estratégias de sobrevivência, manutenção, crescimento ou desenvolvimento.
Matriz GUT
Ferramenta de priorização de problemas com base na multiplicação das notas atribuídas aos critérios Gravidade, Urgência e Tendência (G×U×T).
Planejamento por Cenários Prospectivos
Metodologia que gera diversos cenários futuros possíveis em contextos de incertezas e mudanças aceleradas, exigindo que os cenários sejam claros, plausíveis, relevantes e focados.
Balanced Scorecard (BSC)
Metodologia de gestão estratégica que equilibra indicadores financeiros com objetivos agrupados em quatro perspectivas integradas: Financeira/Orçamento, Clientes/Cidadãos, Processos Internos e Aprendizado/Crescimento.
Planejamento Estratégico Situacional (PES)
Modelo de planejamento governamental modular, político e não determinista estruturado em três dimensões de análise: Projeto de Governo, Governabilidade e Capacidade de Governo.
Amplitude de Controle
Número de subordinados diretos alocados sob a responsabilidade de um único executivo ou chefe na hierarquia organizacional.

Estrutura Linear
Estrutura organizacional rígida baseada na unidade de comando, centralização das decisões e comunicação vertical, onde cada funcionário se reporta exclusivamente a um único superior.

Estrutura Funcional
Estrutura fundamentada no princípio da especialização, na qual cada subordinado responde simultaneamente a múltiplos superiores técnicos em suas respectivas áreas de atuação.

Estrutura Linha-Staff
Estrutura hierárquico-consultiva mista que preserva a autoridade linear única de execução nos órgãos de linha, combinando-a com o suporte técnico e consultivo de órgãos de assessoria (staff).

Estrutura Matricial
Modelo organizacional híbrido que sobrepõe a estrutura divisional à funcional, caracterizado pela ausência de unidade de comando e pela subordinação dupla a gerentes de projeto e gerentes funcionais.
Estrutura em Rede
Arranjo formado por organizações essencialmente independentes que se integram e cooperam flexivelmente para produzir determinado bem ou serviço em torno de um objetivo comum.
Departamentalização Funcional
Critério de departamentalização que agrupa especialistas e recursos sob chefias especializadas de acordo com as funções da empresa, indicado para ambientes estáveis e rotineiros.

Hierarquia das Necessidades Humanas
Teoria motivacional de Maslow estruturada em níveis progressivos de necessidades: fisiológicas, segurança, sociais, estima e autorrealização, pressupondo que a motivação superior exige a satisfação prévia da inferior.
Fatores Higiênicos
Fatores extrínsecos ao cargo na teoria dos dois fatores de Herzberg (salário, relações interpessoais, supervisão e condições de trabalho) que, quando atendidos, apenas evitam a insatisfação, mas não geram motivação.
Fatores Motivacionais
Fatores intrínsecos relacionados ao conteúdo do trabalho, realização pessoal, autonomia e responsabilidade que geram motivação efetiva e duradoura.
Teorias X e Y
Modelos conceituais de McGregor sobre a postura dos colaboradores: a Teoria X presume que os trabalhadores são indolentes e avessos à responsabilidade; a Teoria Y considera o trabalho uma atividade natural e as pessoas capazes de automotivação e criatividade.
Teoria da Expectação
Teoria formulada por Victor Vroom que define a motivação como resultado da multiplicação: Motivac¸a˜o=Expectativa×Recompensas (Valeˆncia)×Instrumentalidade.
Teoria ERC
Modelo motivacional de Alderfer que agrupa as necessidades em Existência, Relacionamento e Crescimento sem impor hierarquia rígida, permitindo satisfação concomitante de múltiplas dimensões.
Empowerment
Prática gerencial de conceder autonomia, autoridade para agir e responsabilidade direta pelos resultados finais aos colaboradores, impulsionando a agilidade nas decisões e o engajamento.
Riqueza do Canal de Comunicação
Capacidade de um meio de comunicação de transmitir múltiplos sinais informativos, oferecer personalização e possibilitar feedback imediato (conversa cara a cara representa o nível máximo e relatórios o mínimo).

Efeito Halo
Viés consciente de avaliação de desempenho em que o avaliador generaliza uma única característica marcante do avaliado (positiva ou negativa) para todos os quesitos de sua performance.
Avaliação 360 Graus
Processo de avaliação de desempenho circular no qual o colaborador é avaliado simultaneamente por superiores, pares, subordinados, clientes, fornecedores e por si próprio.

Método das Escalas Gráficas
Técnica de avaliação de desempenho que mensura fatores preestabelecidos em uma tabela com notas graduadas (ex.: péssimo a excelente), vulnerável à subjetividade e generalizações.

Método da Escolha Forçada
Método de avaliação de desempenho que visa diminuir a subjetividade ao obrigar o avaliador a assinalar frases pré-selecionadas em blocos padronizados com sinais positivos ou negativos.

Reengenharia
Abordagem administrativa orientada a mudanças radicais e reconfiguração total dos processos a partir do ponto zero, buscando melhorias drásticas e imediatas de custos, qualidade e velocidade.
Projeto
Esforço temporário planejado e executado para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo e singular, diferindo da operação contínua e repetitiva.
Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Decomposição hierárquica e orientada às entregas do trabalho do projeto, estruturada para definir, organizar e comunicar o escopo total contratado.

Triângulo das Restrições (PMBOK 3ª edição)
Conceito clássico de gerenciamento de projetos que expressa a relação de interdependência entre as variáveis de Tempo, Custo e Escopo.
Crashing (Compressão)
Técnica de aceleração de cronograma em gerenciamento de projetos baseada no aumento de recursos alocados para encurtar a duração das atividades.
Fast Tracking (Paralelismo)
Técnica de compressão do cronograma que consiste em executar simultaneamente atividades ou fases que seriam originalmente executadas em sequência, gerando maior risco.
Ciclo PDCA
Método iterativo e contínuo de gestão da qualidade composto por quatro etapas sequenciais: Planejar (Plan), Executar (Do), Verificar (Check) e Agir/Padronizar (Act).

Diagrama de Ishikawa
Ferramenta da qualidade em formato de espinha de peixe usada para identificar, organizar e exibir visualmente as possíveis causas-raiz de um problema ou efeito indesejado.

Gráfico de Pareto
Diagrama estatístico baseado no princípio 80/20 que organiza ocorrências em ordem decrescente, destacando a minoria de causas vitais (20%) que geram a maioria dos impactos ou perdas (80%).

Diagrama de Dispersão
Gráfico cartesiano de pares de dados utilizado na análise da qualidade para verificar a existência e a intensidade de correlação entre duas variáveis.

Gráfico de Controle
Ferramenta estatística composta por linha média e limites superior e inferior de controle para acompanhar a variabilidade e a estabilidade temporal de um processo.