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Síndrome de Cólica
Posição de Cão Sentado

Síndrome de Cólica
Sudorese. Fluidoterapia obrigatoria por perda de eletrolitos e fluidos.
Suor hiperosmótico

Sindrome de Cólica
Refluxo nasogastrico secundário à impactação do trato GI

Síndrome de Cólica
Intubação nasogastrica

Abdominocentese: avalia o estado do estomago e peritoneu.
Cor amarela e aspeto translucido é normal mas não pode ter conteudo celular

Abdominocentese: avalia o estado do estomago e peritoneu.
Aspeto translucido sem cor amarela é patológico - tem mais água

Abdominocentese: avalia o estado do estomago e peritoneu.
Conteudo celular. Aspeto translucido. Alteração patologica do trato GI

Abdominocentese: avalia o estado do estomago e peritoneu.
Turvo e com presença de sangue. Vascularização comprometida

Abdominocentese: avalia o estado do estomago e peritoneu.
Hemoperitoneu. Conteudo celular, proteina, turvo. Tipico de Vulvo, invaginação, etc.

Punção do baço. Quando liquido sedimenta por gravidade há eritrocitos, buffy coat e plasma.
Feito quando o Hematocrito periferico é superior ao esperado.

Abdominocentese: avalia o estado do estomago e peritoneu.
Sedimentação por gravidade. Conteudo instestinal ou estomacal. Sinal de rutura e peritonite

Mesotelioma - liquido peritoneal

Atrésia do jejuno

Atrésia do CVD

Atrésia do cólon-megacólon
Acumulação de ingesta
1. Atrésia do segmento distal do cólon
2. Atrésia do ânus
3. Impactação por meconium

Ducto vitelino persistente (onfalomesentério)
Diverticulo de Meckel

Artérias vitelinas vestigiais
Fazem constrição do mesentério e intestino

Síndrome letal do poldro branco
Ausência de SNA
Atrésia do cólon e íleo por angangliose intestinal

Hérnia escrotal

Hérnia umbilical

Fístula enterocutânea

“postura de cauda levantada"
1. Impactação por meconium
2. Síndrome da rotura da bexiga
3. Atrésia do ânus
4. Atrésia do cólon

Úlcera Gastrica
Espuma secundaria ao bruxismo
Analisar sangue oculto nas fezes.

Úlcera Gástrica

Ulceração duodenal
Inflamação extensa em torno do piloro e no duodeno proximal
Esvaziamento gástrico retardado

Ulceração Crónica do piloro

Constrição duodenal

Ulceração gástrica no margo plicatus
Localização preferencial de ulceraçao no cavalo adulto
Em jovens é mais tipico na zona glandular
Em casos de uso extensivo de AINES a lesão também é tipica na zona glandular.

Dilatação gástrica

Rutura Gástrica.
Ocorre normalmente ao nivel da curvatura dorsal maior - evita-se com a entubação nasogástrica

Impactação do Íleo - Síndrome de cólica
Acumulação de alimento a montantes; A jujante, multiplicação da população bacteriana com presença de gás

Invaginação íleo-ileal
Invaginações comuns em segmentos intestinais mais livres
Secundário ao aumento do presistaltismo intestinal em sentido retrogrado. Causas: inflamação; infeção; parasitas GI

Invaginação íleo-jejuno-cecal
Ileo meteu-se dentro do jejuno
Jejuno+ileo meteu-se dentro do ceco

Invaginação ceco-cecal

Lesão de estangulamento do ID

Hérnia escrotal
Implica normalmente castração

Lipoma - lesão benigna, pedunculada - serve de eixo
Associada ao mesentério. Eventualmente em situações de peristaltismo aumentado, gera torção intestinal

Lipoma - lesão benigna, pedunculada - serve de eixo
Associada ao mesentério. Eventualmente em situações de peristaltismo aumentado, gera torção intestinal

Volvo nodosus de jejuno

Torção mesentérica do ID de 360º

Adesão fibrosa entre os varios segmentos de jejuno - peritonite difusa;
Pontes de fibrina entre paredes do intestino

Peritonite Difusa

Hipertrofia do íleo, íleo distal à esquerda
Aumento progressivo da camada muscular com hipertrofia
+++ Estrôngilos

Torção longitudinal do ceco

Deslocamento doral à esquerda do cólon maior (estrangulamento com o ligamento nefro-esplénico);
Alteração topográfica muito comum; Palpavel por palpação transretal

Meteorismo intestinal
Implica acumulação de gás ao nivel do IG, cólon e ceco (+++ no IG). Deteção à percussão. Necessidade de aumento de peristaltismo

Torção do cólon maior (450º)
Poldro recém-nascido. Local típico da torção: segmento proximal do cólon direito, imediatamente anterior ao ceco. Rotação no sentido dos ponteiros do relógio (visto da parte traseira do cavalo). Alterações graves no cólon maior distal e distensão gasosa do ceco e ID

Torção do cólon maior (270º)
Edema da parede intestinal do CVE, do CDE e do Mesocólon. Rutura vísivel ao nível da flexura pélvica

Fecaloma e rutura da parede do intestino.
Cólicas por fecalomas têm resolução por administração de parafina

Cólica de areia. Inflamação difusa do ápice do ceco

Enterocólitos - calculos intestestinais;
Começa por fecaloma que fica cronicamente desidratado

Enterocolito

Fecaloma

Abcesso cecal;
Abcessos comuns ao nível dos ganglios mesentéricos

Prolapso retal

Prolapso retal
Importante manter hidratado com água morna, camas limpas e conter pêlos das caudas para que nao irritem mais a mucosa

Rotura do mesorreto;
Comum em casos recidivantes de prolapso retal

Ileo paralítico - desautonomia equina;
Sudorese

(CIMA) Desautonomia equina - fezes com muco, escuras tipo caganitas de coelho
(BAIXO) Desautonomia equina crónica

Rx de contraste da dilatação do esofago, acumuação de alimento

Refluxo gástrico em animais com desautonomia equina; Parte final do esófago. Ulcerações na porção distal do esofago

Enterite granulomatosa eosinofílica crónica
DDx: tuberculose intestinal

Diarreia por rotavírus

Diarreia por salmonelose

Salmonelose pós operatória

Clostridiose aguda do Poldro;
Abcessos ao nível da parede intestinal

CIMA
Sindrome de enterite proximal ao nível do duodeno e jejuno;
Por Clostridiose
BAIXO
Gastroenterite localizada

Tuberculose intestinal

Acscaridose por Parascaris equorum com invaginação

Estrongilos pequenos na mucosa do colon menor

Larvas migrantes para a parede do intestino

Quisto da migração de larvas na parede instestinal

Migração de larvas na parede instestinal causam obstrução de vasos que provocam isquémia»necorse

Enfarte parasitário por Strongylos edentatus
Hemomelasma ilei
Achado acidental durante laparotomia. Lesões focais no jejuno terminal e íleo devio a pequenas hemorragias originadas pela migração de larvas Strongylus vulgaris. Geralmente sem sintomatologia clínica

Cythostome spp. ou estongilos pequenos.
Diarreia aguda, anorexia, cólica.
Espessamento da mucosa do ceco devido a congestão e edema.
Lesões de pequenas dimensões, rosadas (1-3mm) onde se fixam as larvas

Lesão ulcerativa profunda e área de alopécia na região perianal, resultantes de autotraumatismo crónico por fricção. A automutilação foi provocada para aliviar o prurido intenso característico da deposição de ovos associada à infeção por Oxyuris equi.

Abcesso e Lesão gástrica por Habronema spp.

Anoplocephala perfoliata
Ulcerações extensas da mucosa e edema (ceco).
Cavalo com uma invaginação ceco-cecal e com hipertrofia do íleo.

Gastrophilus intestinalis.
Larvas avermelhadas, áreas discretas de inflamação, edema e ulceração da mucosa onde as larvas se fixaram.

Carcinoma gástrico de celulas escamosas

Linfoma

Pólipo