1/62
Looks like no tags are added yet.
INCIDENCIA
Casos novos
Novos casos/ população susceptivel x 10n
RISCO
INCIDENCIA ACUMULADA
Risco em um periodo de tempo de uma pessoa ter a doença
*Substituir n de pessoas doentes da população total
Geralm em estudos epidemiologicos
n. de pessoas q desenvolveram a doença no periodo/ n. de pessoas sem a doença no inicio do estudo x 1000
PREVALENCIA
Tds os casos atuais da doença
Doentes/ população total x 10n
Incidencia x Duração da doença
MAGNITUDE
TIPOS DE PREVALENCIA (3)
3 CONCEITOS:
Pontual/ momentanea/ instantanea→ freq em um instante no tempo (1d)
Periodo/ Lápsica→ freq em um periodo (1 ano)
Na vida→ freq de pessoas q apresentam pelo menos um ep da doença ao longo da vida
ENDEMIA x EPIDEMIA x PANDEMIA x SURTO- E SUAS PROJEÇÕES
PROJEÇÃO FEITA PELO DIAGRAMA DE CONTROLE
ENDEMIA
Incidencia dentro do esperado, considerando variações sazonais
SURTO
Numero acima do esperado mas apenas em uma pequena região: casos relacionados entre si em area geograf delimitada ou restrita
EPIDEMIA
Incidencia acima do esperado, que ultrapassa o limiar epidemico
PANDEMIA
Epidemia q atinge mais de um país/ continente ou disseminação mundial; cruza fronteira
NUMERO BASICO DE REPRODUÇÃO
Quantas pessoas 1 pessoa infectada consegue infectar→ n. de casos q se espera na população susceptivel a partir de 1
CADEIA DE TRASMISSÃO
Agente Causal→ Reservatorio→ Porta de Saida (agente)→ Modo de transmissão→ Porta de Entrada (hosp)→ Susceptibilidade
TIPOS DE HOSPEDEIRO
TIPO HOSPEDEIRO:
Definitivo/Maduro→ agente em fase de maturidade ou de reprodução sexuada
Intermediario/Imaturo→ agente em fase imatura (larva) ou reprodução assexuada
TIPO DE TRANSMISSÃO
DIRETA→ pele/mucosa
Gotículas→ fica mais no ar no tempo seco
Aerossois→ Menores, ficam suspensas no ar mais tempo
INDIRETA→ veículos
Materiais, vetores, ar
Classificações geográficas e de posicionamento
CASO AUTÓCTONE
Caso oriundo do msm local q ocorreu
CASO ALÓCTONE
Importado de outro local
TRANSMISSÃO COMUNITARIA
Já a circulaçao da doença nessa area definida
CONTACTANTE/ COMUNICANTE
Individuo q teve contato com o metodo de transmissão
ZOONOSE
Animais como reservatorio
TRIPLA CARGA DE DOENÇA
Doença infecciosa, parasitaria e desnutrição→ Estão cada vez menores
Doenças cronicas não transmissiveis (DCNT)
Causas externas
INFECTIVIDADE x PATOGENICIDADE x VIRULENCIA x LETALIDADE
INFECÇÃO INAPARENTE/ ASSINTOMATICA
INFECTIVIDADE
Capacidade de infectar um individuo susceptivel
INFECÇÃO MANIFESTA/ DONEÇA
PATOGENICIDADE (mod)
Capacidade de produzir a doença/ sintomas
VIRULENCIA (grave)
Capacidade de progredir pr casos graves e letais
LETALIDADE (fatal)
Capacidade de progredir pr casos letais
INDICE x INDICADOR x COEFICIENTE x TAXA
INDICE
Td os descritores da vida, valor absoluto
INDICADOR
Indice selecionado pelo observador pr auxiliar tomada de decisões→ divisão, proporção
COEFICIENTE
Resultyado de indice pr formular um indicador
TAXA
Aplicação de calculos em um coeficiente pr projeções ou estimativas desse indicador
BRUTA→ indicador q é resultado apenas da formula
AJUSTAMENTO/ PADRONIZAÇÃO DAS TAXAS→ pr fatores especificos
MELHOR COMPARAÇÃO ENTRE AS POPULÇÕES
PELA IDADE
TAXA DE ATAQUE
Util pr surtos ou epidemias em população bem definida ]
x 100
Pd ser:
Primario→ igual incidencia (n. casos novos no lacal e periodo/ populaço exp no local e periodo x 100)
Secundario→ n. casos em contatos de casos primarios/ n. total de contatos x 100
COEFICIENTE/ TAXA MORATLIDADE GERAL
N. de mortes no periodo/ população total x 1000
MORTALIDADE PROPORCIONAL (MP)
N. de obitos por uma causa especifica/ n. total de obitos X 100
COEFICIENTE DE MORTALIDADE ESPECIFICA (CME)
N. de obitos por causa especifica/ população especifica x 1000
TAXA DE MORTALIDADE POR CAUSA
N. de obitos pela causa especifica em determ local e periodo/ população total do local e periodo x 100.000
MORTALIDADE MATERNA
N. de obitos maternos/ Nascidos vivos x 100.000
*Puerpera até 42 dias
*NV até 1 ano
CAUSAS EXTERNAS NÃO ENTRAM
CAUSA DIRETA
gravidez, parto ou puerperio
CAUSA INDIRETA
Doença agravada ou desencadeada pelo efeitro fisiologico da gestação
MODELO DAS TRES DEMORAS NA MORTALIDADE MATERNA EVITAVEL
modelo das três demoras é amplamente utilizado em saúde pública para compreender os fatores que levam à mortalidade materna evitável. Cada demora representa um momento crítico na cadeia de cuidados:
A primeira demora refere-se ao atraso em reconhecer sinais de complicação e tomar a decisão de buscar cuidados médicos. Está relacionada a fatores como conhecimento sobre sinais de alarme, aspectos culturais e socioeconômicos.
A segunda demora corresponde ao tempo entre a decisão de buscar cuidados e a chegada ao serviço de saúde. Envolve aspectos como disponibilidade de transporte, distância geográfica e acessibilidade aos serviços, a exemplo da própria maneira de acesso e acolhimento à demanda espontânea nas unidades.
A terceira demora é o tempo entre a chegada ao serviço de saúde e o recebimento de cuidados apropriados. Esta demora está diretamente relacionada à qualidade da assistência prestada dentro da unidade de saúde, incluindo protocolos de atendimento, disponibilidade de recursos, capacitação da equipe e organização dos processos de trabalho.
MORTALIDADE INFANTIL
Obitos ate 1 ano/ NV x 1.000
Divisão:
Neonatal precoce→ até 7d
Neonatal tardio→ 7-27d
Pós neonatal→ 28d- 1 ano
NEONATAL→ Causas endogenas ou q dependem da assistencia PN/ PARTO
PÓS-NEONATAL→ Causas socioeconomicas (exogenas)
MORTALIDADE PERINATAL
N. obitos fetais (>= 22 IG) + obitos até 7d / NV + Perdas fetais até >=22 IG x 1.000
NATIMORTALIDADE
N. nascidos mortos (IG >= 22) / NV + NM x 1.000
INDICE DE SWAROOP-UEMURA
ISU= n. obitos >= 50 anos / n. total de obitos x 100
GRUPO 1→ isu >= 75%: pais desenvolvido
GRUPO 2→ 50-74%
GRUPO 3→ 50-25%
GRUPO 4→ <= 25%: alta prop de mortes entre jovens; subdesenvolv
Desenvolvido→ 80-90%
Em desenvolvimento→ mais ou menos 50%
CURVAS DE NELSON MORAIS
IDADES:
<1
1-4
5-19
20-49
>50
TIPO 1- N invertido/ mt baixo→ causas externas e infecções altas afetando população tbm de 20-49a
TIPO 2- L ou J invertido/ baixo→ problema maior no perinatal
TIPO 3- U/ regular→ mais idosos mas ainda tem mortalkidade infantil import
TIPO 4- J/ elevado

LETALIDADE
N. de obitos da doença/ n. de pessoas infectadas pela doença x 100
GRAVIDADE
DALY
Anos de vida perdidos ajustados por incapacidade:
tempo vivido com incapacidade (AVI) + tempo perdido pela mortalidade prematura (APVP)
Com alta carga de diagnosticos precoces vem aumentando os anos não saudaveis
QALYU
Anos de vida ajustados por qualidade de vida quando uma medida é adotada
Bom para ver qual medicação tem melhor custo-beneficio
DIAGNÓSTICO SITUACIONAL
Diag dos problemas, necessidades e situações de saude em uma comunidade
Aspectos demograficos da popu (idade, expectativa de vida, genero..) + dados epidemiologicos
3 formas:
Estimativa rapida→ info perspectivas dos atores sociais envolvidos
Territorização
Sistema de informação
TAXA DE NATALIDADE
NV população/ população total x 1000
TAXA DE FECUNDIDADE
NV/ Mulher 15-49 anos
Se <2,1 já é redução populacional
INDICE DE ENVELHECIMENTO POPULACIONAL
>=60 anos/ <15 anos x 100
CRESCIMENTO VEGETATIVO
Taxa natalidade- Taxa de mortalidade
RAZÃO DE DEPENDENCIA TOTAL
< 14 anos + >=60 anos / 15-59 anos x 100
RAZÃO DE MASCULINIDADE
Sexo mac / sexo feminino x 100
> 100→ predominio masc
REDE INTERAGENRIAL DE INFORMAÇÕES PARA A SAÚDE (RIPSA)
Unifica e analisa as info geradas pelo SUS pr obter os indicadores
Fornece periodicamente os Indicadores de Dados Basicos (IDB)
TRANSIÇÃO DEMOGRAFICA FASES
1- PRÉ- TRANSIÇÃO
Equilibrio entre natalidade e mortalidade→ mt altos
Epidemias, condições sanitarias precarias, sem planejamento familiar,. menor expec de vida
2- ACELERAÇÃO OU EXPLOSÃO DEMOGRAFICA
Crescimento populacional por redução da mortalidade→ melhora social e de saude
3- DESACELERAÇÃO DEMOGRAFICA
Redução da natalidade→ estabiliza natal e mort→ mt jovens
4- ESTABILIZAÇÃO DEMOGRAFICA
natalidade e mortalidade se equilibram em media baixa→ controle do crescimenmto demografico→ envelhecimento popul
5- DECRESCIMO POPULACIONAL
Diminuição da populaçãop absoluta
Taxa mortalidade > natalidade→ cresc vegetativo negativop, mais idosos dq popul economicamente atv (PEA)

TRANSIÇÃO EPIDEMIOLOGICA
Substituição de doenças transmissiveis por não transmissiveis
Carga de morbimortaliodade passa a ser maior em idosos
Substituição de mortalidade por morbidade (doenças cronicas)
TRANSIÇÃO NUTRICIONAL
Desnutrição→ Obesidade + sedentyarismo
DIMENSÕES DA VULNERABILIDADE
1- Individual:
individuo
2- Social
cultura, social e economico
3- Programática
recursos sociais pr proteção dos individuos→ programas
ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL (IVS)
De 0 á 1
Quanto maior, mais vulneravel
É a media aritimetica de 3 subindices:
Infraestrutura urbana
capital Humano
Renda e Trabalho
INDICE DE GINI E INDICE DE PALMA
GINI→ Desigualdade da distribuição de renda→ quantop maior mais desigual
PALMA→ Desiqualdade de renda e indiretamente vulnerabilidade social. Quanto menor a razão melhor é:
Renda 10% mais ricos/ Renda 40% mais pobres x 100
DAHLGREN E WHITEHEAD
MICRODETERMINANTES→ MACRODETERMINANTES/ DISTAIS:
Idade, sexo, HF
Estilo de vida
Redes sociais e comunitarias
Condições de vida e trabalho
Condições socioeconomicas, culturais e ambientais

DOENÇAS