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Conjunto abrangente de flashcards no estilo vocabulário com conceitos, leis, gráficos e fórmulas fundamentais de Mecânica, Termologia, Óptica, Ondulatória, Eletricidade, Magnetismo e Física Moderna.
Conversão entre Celsius e Fahrenheit
Relação matemática entre as temperaturas expressas nas escalas Celsius (θC) e Fahrenheit (θF), definida pela equação 5θC=9θF−32.
Dilatação superficial
Aumento na área de um corpo sólido proporcional à variação de temperatura, calculado pela expressão ΔA=A0⋅β⋅ΔT, onde β=2α.
Corpos claros e escuros (Radiação térmica)
Propriedade térmica na qual corpos escuros atuam como bons absorvedores e bons emissores de radiação, enquanto corpos claros atuam como bons refletores e maus emissores/absorvedores.
Calor latente (Q=m⋅L)
Quantidade de energia térmica transmitida ou absorvida por unidade de massa durante a mudança de estado físico de uma substância, ocorrendo sob temperatura constante.
Transformação isovolumétrica
Transformação gasosa ocorrida em volume constante (como em recipiente rígido de êmbolo fixo), regida pela proporção direta T1P1=T2P2, onde a duplicação da temperatura absoluta dobra a pressão exercida.
Condição para variação da energia interna de um gás ideal
A variação da energia interna (ΔU) de uma amostra de gás ideal depende exclusivamente da variação de sua temperatura absoluta (ΔT), inexistindo caso a transformação seja isotérmica.
Trabalho em transformação isobárica
Trabalho mecânico realizado ou recebido por um gás quando a pressão se mantém constante, calculado por τ=P⋅ΔV.
Transformação adiabática
Transformação termodinâmica tão rápida na qual não ocorre tempo hábil para haver troca de calor (Q=0) entre o gás e o ambiente.
Rendimento do ciclo de Carnot
Eficiência térmica máxima teórica alcançada por qualquer máquina térmica operando entre as temperaturas absolutas da fonte quente (TQ) e da fonte fria (TF), expressa por ηc=1−TQTF.
Eclipse lunar
Fenômeno astronômico decorrente do alinhamento óptico em que a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, fazendo com que o satélite seja total ou parcialmente encoberto pela sombra projetada da Terra.
Número de imagens em espelhos planos angulares
Quantidade de imagens (N) formadas por um objeto posicionado entre dois espelhos planos que formam um ângulo α entre si, calculada por N=α360∘−1.
Imagem em espelho convexo
Imagem óptica conjugada por espelho esférico convexo para um objeto real; apresenta-se obrigatoriamente virtual, direita e menor.
Aumento linear transversal (A)
Razão de proporção entre o tamanho da imagem (hi) e o tamanho do objeto (ho), expressa pela relação com as posições ópticas: A=hohi=−DoDi.
Lei de Snell-Descartes
Princípio da refração luminosa que relaciona os índices de refração dos meios com os senos dos ângulos formados com a reta normal: n1⋅sen(θ1)=n2⋅sen(θ2).

Lentes esféricas de bordas delgadas
Conjunto de lentes delgadas representadas respectivamente pelas formas: A plano-convexa, B biconvexa e C côncavo-convexa.
Imagem de objeto entre o ponto antiprincipal e o foco (Lente convergente)
Configuração óptica em lente convergente que projeta uma imagem com características real, invertida e maior que o objeto.
Vergência (convergência)
Medida da capacidade refrativa de convergência ou divergência de uma lente, calculada pelo inverso de sua distância focal (V=f1), com unidade no Sistema Internacional expressa em dioptrias (di, ou graus, com f em metros).
Hipermetropia
Defeito de refração ocular caracterizado pela dificuldade de enxergar de perto devido ao globo ocular excessivamente curto ou ao cristalino pouco convergente, corrigido mediante uso de lentes convergentes.
Equação fundamental da ondulatória
Relação básica que calcula a velocidade de propagação de uma onda a partir do comprimento de onda (λ) e de sua frequência (f): v=λ⋅f.
Timbre
Qualidade fisiológica do som determinada pela forma da onda sonora resultante dos harmônicos emitidos, permitindo diferenciar instrumentos tocando uma mesma nota com mesma frequência e intensidade.
Velocidade de ondas superficiais na água
Comportamento hidrodinâmico em que a velocidade de propagação das ondas na superfície líquida é proporcional à profundidade do meio, tornando a onda mais veloz em regiões mais fundas.
Efeito Doppler
Fenômeno acústico ou óptico de aparente alteração da frequência observada devido ao movimento relativo entre a fonte emissora e o receptor; a frequência percebida cresce com a aproximação e diminui com o afastamento.
Frequências naturais em tubos sonoros fechados
Conjunto de frequências sonoras ressonantes formadas em tubo de extremidade fechada, nas quais ocorrem apenas os harmônicos ímpares calculados pela equação fN=4LN⋅v (N∈{1,3,5,…}).
Interação eletrostática entre corpo carregado e neutro
Interação de atração mútua induzida sempre que um corpo eletrizado (indutor) aproxima-se de um condutor ou isolante eletricamente neutro, provocando separação interna ou polarização de cargas.
Eletrização por contato em esferas desiguais
Processo de distribuição eletrostática no qual esferas condutoras conectadas atingem o equilíbrio no mesmo potencial elétrico, resultando em cargas finais proporcionais aos seus respectivos raios: R1Q1′=R2Q2′.
Campo elétrico de carga puntiforme
Vetor de intensidade da perturbação eletrostática gerada no espaço por uma carga fonte pontual Q a uma distância d, formulado por E=d2k⋅∣Q∣.
Trabalho da força elétrica
Energia trocada no deslocamento de uma carga elétrica puntiforme q entre dois pontos que apresentam uma diferença de potencial elétrico U, dada por τ=q⋅U.
Rigidez dielétrica
Intensidade máxima do vetor campo elétrico que um material dielétrico (isolante) suporta sem se ionizar e permitir a passagem abrupta de corrente elétrica.
Segunda Lei de Ohm
Relação geométrica que quantifica a resistência de um resistor ôhmico a partir de sua resistividade (ρ), comprimento condutor (L) e área de seção transversal (A): R=Aρ⋅L.
Consumo de energia elétrica (E)
Medida do trabalho elétrico ou energia dissipada calculada diretamente pelo produto entre a potência de funcionamento do equipamento (P) e o intervalo de tempo de operação (Δt): E=P⋅Δt.
Associação de resistores em série
Disposição de resistores interligados em sequência que partilham da mesma intensidade de corrente, cuja resistência total equivale ao somatório de suas resistências individuais: RT=R1+R2.

Deslocamento do cursor no reostato
Ao deslocar o contato móvel (cursor) para a direita no circuito, aumenta-se o comprimento do fio resistivo ativo, o que eleva a resistência total, reduz a corrente elétrica no ramo e diminui o brilho da lâmpada.
Instalação do amperímetro
Regra operacional para medição de corrente elétrica na qual o aparelho deve ser sempre inserido em série no trecho do circuito e possuir resistência interna ideal nula.
Equação do gerador elétrico real
Expressão da tensão útil (V ou U) disponibilizada nos terminais de um gerador dotado de força eletromotriz E e resistência interna r: V=E−r⋅i.
Capacitância de capacitor de placas planas e paralelas
Capacidade eletrostática de retenção de cargas calculada a partir dos parâmetros físicos das placas de área A e espaçamento d preenchidas com permissividade ε: C=dε⋅A.
Linhas de indução magnética em torno de fio condutor
Padrão de linhas circulares concêntricas ao condutor retilíneo cujo sentido de circulação ao redor da corrente de saída (sinal pontual) obedece à regra da mão direita no sentido anti-horário.
Campo magnético no centro de espira circular
Módulo da indução magnética gerada exatamente no centro de uma espira plana circular de raio R conduzindo corrente i: Bespira=2Rμ0⋅i.
Força magnética sobre carga elétrica pontual
Ação mecânica defletora que age sobre uma carga elétrica móvel sob campo magnético, ortogonal simultaneamente ao vetor velocidade e ao vetor indução magnética.
Fluxo magnético
Medida do número efetivo de linhas de campo magnético que atravessam uma dada área superficial A, formulada por Φ=B⋅A⋅cos(θ).
Lei de Lenz
Princípio da conservação de energia eletromagnética que estabelece que o sentido de uma corrente elétrica induzida sempre se opõe à variação do fluxo magnético que a gerou.
Relação de transformação em transformador ideal
Proporcionalidade entre as diferenças de potencial no primário (Vp) e secundário (Vs) e as quantidades de espiras correspondentes (Np e Ns): VsVp=NsNp.
Equação do efeito fotoelétrico de Einstein
Balanço energético de emissão de elétrons por quantum de luz: a energia cinética máxima do fotoelétron liberado equivale à energia do fóton incidente subtraída da função trabalho da superfície: Ec=Efoˊton−W0.
Função horária da posição no MRU
Equação de movimento retilíneo uniforme indicando velocidade linear constante com o passar do tempo: s=s0+v⋅t.
Fórmulas fundamentais do MRUV
Conjunto de três equações que regem o movimento uniformemente variado: a função horária da velocidade v=v0+a⋅t, a função horária da posição s=s0+v0⋅t+2a⋅t2 e a equação de Torricelli v2=v02+2a⋅Δs.
Gráfico s×t no MRUV
Curva parabólica cuja inclinação da reta tangente expressa a velocidade instantânea do móvel, enquanto a área geométrica sob a curva não possui significado físico.
Lei dos intervalos de Galileu
Propriedade cinemática indicando que um móvel que parte do repouso sob aceleração escalar constante percorre, em intervalos de tempo consecutivos e idênticos, distâncias que seguem a progressão dos números ímpares (x,3x,5x,7x,…).
Alcance horizontal no lançamento oblíquo
Extensão máxima de alcance no plano horizontal para um projétil lançado a partir do solo com velocidade inicial v0 sob ângulo de elevação θ: A=gv02⋅sen(2θ).
Relação entre velocidade linear e velocidade angular
Vínculo físico em movimentos curvilíneos que estabelece que a velocidade escalar linear (v) equivale ao produto da velocidade angular (ω) pelo raio (R): v=ω⋅R.
Repouso momentâneo
Instante mecânico transitório no qual a velocidade é zero (v=0), mas a força resultante e a aceleração não são nulas (FR=0, a=0), como na altura máxima de um lançamento vertical, não configurando situação de equilíbrio.
Força de atrito estático máxima
Valor crítico da força de atrito no limiar do escorregamento entre as superfícies de contato, formulado por Fat, maˊx=μe⋅N.
Sentido da força de atrito em rodas tracionadas e não tracionadas
Distribuição dinâmica na qual o atrito sobre as rodas que recebem tração (motoras) atua para a frente a fim de impulsionar o veículo, enquanto nas rodas sem tração (livres) o atrito aponta para trás.
Velocidade mínima no topo de um looping vertical
Velocidade escalar estritamente necessária no ápice de uma volta circular vertical para que o móvel não perca o contato com o trilho, dada por vmıˊn=R⋅g.
Área sob o gráfico força versus deslocamento
Interpretação gráfica na qual a área sob a curva no diagrama F×d corresponde numericamente ao trabalho mecânico (τ) executado pela força.
Energia potencial gravitacional (Epg)
Energia mecânica armazenada devido à altura h que um corpo de massa m ocupa em relação a um plano de referência em campo gravitacional g: Epg=m⋅g⋅h.
Impulso de uma força variável
Variação do momento linear calculada numericamente a partir da área demarcada sob o gráfico cartesiano da força em função do tempo (F×t).
Colisão perfeitamente elástica entre corpos de mesma massa
Interação mecânica com conservação total da energia cinética em que corpos de massas idênticas chocam-se unidimensionalmente e trocam integralmente de velocidades entre si, a exemplo do pêndulo de Newton.
Variação da pressão atmosférica com a altitude
Comportamento barométrico em que a pressão diminui com a elevação da altitude, decorrente da redução no peso da coluna de ar sobreposta.
Empuxo (Princípio de Arquimedes)
Força hidrostática ascensional vertical para cima que um fluido exerce sobre o corpo imerso, equivalente ao peso do volume de fluido deslocado: E=dfluido⋅Vsub⋅g.
Momento de uma força (Torque)
Grandeza que mede a eficiência rotacional de uma força em relação a um eixo, formulada pelo produto da força pela distância ao polo e pelo seno do ângulo de aplicação: M=F⋅d⋅sen(θ).
Alavanca interpotente
Sistema mecânico de rotação em que a força potente (FP) é aplicada entre o polo ou ponto de apoio fixo (O) e a força resistente (FR), exemplificado pela pinça e pela articulação muscular do bíceps humano.

Terceira Lei de Kepler
Lei harmônica orbital segundo a qual a razão entre o quadrado do período de translação e o cubo do raio médio orbital é uma constante (R3T2=K), cujo valor depende unicamente da massa do corpo central orbitado.