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o que é um biossensor?
aparelho analítico que é usado na deteção de substâncias químicas
é integrado e autonomo
combina componente biológica com um detetor fisicoquimico
transdutor oq é
elemento detetor que transforma um sinal em outro como resultado da interação entre o analito e o ambiente bio
entendido como o elemento que transforma o sinal que resulta da interação do analito com o elemento biológico em outro tipo de sinal mais facilmente quantificável
converte uma interação bioquímica que ocorre na camada de reconhecimento num sinal mensuravel e quantificável
permite quantificar e medir esta interação
que componentes tem o biossensor?
biorecetor
transdutor
detetor
zona linear/ intervalo/linear range
intervalo de valores de entrada ou saída para o qual o dispositivo produz um sinal diretamente proporcional e linear em relação ao sinal de entrada
aka a zona onde o sensor responde de forma proporcional à concentração
limite de deteção (LOD)
corresponde ao menor número que pode ser discriminado pelo sensor
geralmente é calculado como 3x o ruído
quão pequena pode a concentração ser e ainda haver sinal de presença dela
intervalo dinâmico
razão entre a concentração máxima e a menor concentração mensurável do analito
diz de forma geral entre que concentrações o sensor consegue fazer medições
tempo de resposta
tempo necessário para que o instrumento registe uma percentagem designada (geralmente 90%) de uma alteração brusca na variável que é medida
aka quão rapidamente o sensor reage a uma alteração
tempo de recuperação
tempo que o sensor demora a estar pronto p/realizar uma nova medição
p/voltar ao estado inicial
fiabilidade (reliability)
probabilidade de o sensor desenpenhar a sua função SEM falar, sob condições estabelecidas e durante determinado tempo
funcionar sem falhar em determinado periodo e condições
estabilidade
capacidade de o instrumento de medição manter as suas caracteristivcas metrologicas constantes ao longo do tempo
continuar a dar resultados consistentes ao longo do tempo
sensibilidade
quanto o sinal muda com a concentração do analito
o quanto o sinal do sensor muda quando aquilo que está a medir muda
especificidade
capacidade de responder preferencialmente ao analito pretendido perante outros
sensibilidade vs especificidade
tendem a ir em direções opostas
sensibilidade em termos de verdadeiros positivos e assim
verdadeiros positivos/ (verdadeiramente positivos e falsos negativos)
ou seja quem verdadeiramente é positivo entre todos os que têm a doença
especificidade em termos de verdadeiros positivos e assim
verdadeiros negativos/ (verdadeiramente negativos + falsos positivos)
verdadeiros negativos entre todos os que não tem a doença
classificação de biossensores de acordo com o tipo de interação que detetam
metabolicos
baseiam se em reações cataliticas/enzimaticas; analito é consumido
(enzimas, )
afinidade
sem consumo ou transformação, o sinal vêm da ligação fisica e especifica
(mAB, pAB, fragmentos Fab2 ou Fab, biotina streptoavidina, proteina A e G, peptidos, oligonucleotidos, lectona, MIPs)
metabolicos
baseiam se em reações cataliticas/enzimaticas; analito é consumido
(enzimas, )
afinidade
sem consumo ou transformação, o sinal vêm da ligação fisica e especifica
(mAB, pAB, fragmentos Fab2 ou Fab, biotina streptoavidina, proteina A e G, peptidos, oligonucleotidos, lectona, MIPs)
e categorias de transdutores
pode ser:
ótico
eletroquimico
termico
piezoeletrico
triboeletrico
transdutores eletroquímicos
medem propriedades elétricas como
corrente
potencial
conductância
impendância
capacitância
A ligação bq gera ou altera a transferência de eletrões ou altera as propriedades elétricas da interface
transdutores óticos
a ligação do analito altera a forma como a luz interage com a superficies
medem
absorvância
fluoresncência
indice de refração
SPR
transdutores de massa ou acusticos
a adição de massa à superficie do sensor torna o sistema mais pesado o que reduz a vibração que ele gere
a variação da frequencia é proporcional à massa ligada
medem
freq de ressonância
fase ou carga/massa acumulada
transdutores térmicos
medem a geração de calor ou a variação de temperatura
explora o calor libertado ou absorvido durante uma reação quimica especifica
transdutores mecanicos
medem a
deflexão
tensão/stress
deformação
força
quando os analitos se ligam gera-se uma tensão mecanica de superficie assimetrica que força a estrutura flexivel a sobrar-se
oq são alterações interfaciais?
dada a ligação do analito à camada de reconhecimento ocorrem mudanças físicas ou químicas do sensor
quais são as principais alterações interfaciais tipicas?
1) transferência de carga ou troca de eletrões
2) alterações dielétricas ou de impendância
3)massa acumulada
4) alteração do indice de refração
5) libertação ou absorção de calor
6) tensão superficiaç ou deflexão
impendância
A impedância é a oposição que um material oferece à passagem de corrente elétrica alternada (AC). Ela depende de fatores como:
Resistência elétrica;
Capacitância;
Frequência do sinal elétrico.
sensor de impendância
um biossensor de impendância deteta a ligação de um analito através da alteração das propriedades elétricas na na interface, nomeadamente da impendância
imobilização o que é?
processo de condicionamento de biorecetores a uma superfície (substrato) de forma estável e uniforme, de modo a manter as suas propriedades de afinidade e especificidade p/uso no biossensor
em que deve resultar a imobilização
alta densidade de biorecetores na superficie
preservação da atividade e especificidade do biorecetor
otimização da carga de superficie
atenção ao overcrowding, problemas de distribuição
reprodutibilidade do processo de imobilização
estabilidade da camada de imobilização
que métodos de imobilização existem?
adsorção física
aprisionamento físico
bioafinidade
ligações químicas
- lig covalente
- crosslinking
adsorção física
método de imobilização física
quando as moléculas se agarram a uma superficie, via forças fracas (van der waals, lig. eletrostáticas, lig. hidrofóbica, lig H)
cria orientações aleatórias e attachament heterogeneo
ocorre de rápida forma (mas menor estabilidade)
adsorção física caracteristicas
fraca ligação
organização aleatoria
simples e de fácil preparo
sem reação química c/ biorecetores
adsorção não especifica (ruido maior, menor seletividade se contaminado)
sujeito a alterações de pH
aprisionamento físico
forma simpples, baseia-se na adsorção física
imobiliza-se o biorrecetor em matrizes 3D, ou seja o substrato é poroso e dentro dele está o biorecetor
caracteristicas aprisionamento físico
sem reação química entre monomeros e biorecetor
espessura ajustavel da camada
porosidade ajustavel
pode ser oticamente transparente
pode ser preparado com materias adequadoa a sensores eletroquimicos
Sol Gel
imobilização de aprisionamento físico
enzima fica presa numa rede tridimensional de sílixa
vantagens aprisionamento físico
não interfere com a reability do recetor
limita contaminação por proteínas na amostra
limita biodegradação do recetor
desvantagens de aprisionamento físico
difusão de analitos para o biorecetor pode ser lenta (a taxa de difusão é uma limitação)
pode haver contaminação (aprisionamento de moléculas não desejadas na própria rede polimérica
o biorecetor pode libertar-se
Imobilização via Bioafinidade
sem recurso a ligações covalentes
fazem recurso a ligações covalentes
exemplo é a biotina avidina
a avidina reconhece e liga-se à biotina com muita afinidade
o alvo é modificado para se ligar à biotina, que se liga à avidina que está imobilizada num substrato

caracteristicas Imobilização via Bioafinidade
afinidade muito elevada
formação rápida
elevada estabilidade
imobilização via ligação covalente
ligação química entre um grupo químico e um biorecetor na superficie de um transdutor
reação química tem de ser compatível com a integridade do recetor

imobilização via crosslinking
moléculas biorecetoras estão ligadas entre si e também à superfície transdutora - formam rede polimérica de crosslinking
utiliza-se um agente de crosslinking p/estabelecer ligações químicas entre duas moleculas ou um substrato
vantagens imobilização via crosslinking
estabilidade boa devido à forte ligação
controlol sobre orientação do biorecetor é possível (mas complicado)
quando se usa um eletrodo como transdutor
desvantagens imobilização via crosslinking
dano ao recetor com perda de seletividade ou ativ catalitica
reação de dificil controlo (especialmente a nivel de overcrowding)
metodos de preparação e funcionalizaçáo do substratp
SAM
Silanização
SAM
self assembly monolayer
superficie organicas, altamente orientadas
formadas por adsorç´´ao de alkanetioies em ouro
podem alcançar grande nivel de organização
controlo preciso de direção e densidade
usado em sensores eltronicos e oticos
formam-se sozinhas

silanização
método de preparação da camada
funciona em todas as superficies de oxidos metálicos
mais complicado de se obter uma monocamada homogenea

o que é microfluidica de papel?
tecnologia que utiliza o papel como material de base para criar dispositivos capazes de transportar e analisar pequenas quantidades de líquido sem a necessidade de bombas ou equipamentos complexos
vantagens do uso do papel como elemento microfluidico
papel é um material barato, acessível e abundante
suporta uma grande variedade de químicos de biomedicina (bom p/aplicações biomédicas)
consegue transportar liquidos por forças capilares (s/necessidade de bombas ou equipamentos)
vantagens de biossensores baseados na microfluídica de papel
baixos custos de produção e utilização,
de fácil uso e manuseamento, não exigindo conhecimentos técnicos super especializados)
descartáveis
não necessitam de equipamentos extra (adequados para lugares sem recursos
em que se baseia o funcionamento dos muPADS
baseia-se no transporte de líquidos através do papel devido à capilaridade - capacidade de um líquido fluir espontaneamente em canais estreitos contrariando a força da gravidade; equlibrio entre adesão e coesão.
quais os elementos principais dos muPADs
matriz hidrofílica
canal
barreiras hidrofóbicas
Barreiras Hidrofílicas nos muPADs
função
repelem a água e impedem que o líquido da amostra se espalhe para fora dos canais - essenciais no controlo do movimwnto dos líquidos no papel.
Barreiras Hidrofílicas nos muPADs
composição
podem ser criadas através de diferentes materiais (e técnicas)
podem ser compostas de
resina fotossensível
cera
fotolitografia nos muPADs
o que é e funcionamento
técnica para a formação da barreira hidrofóbica
1) impregnação do papel com a resina fotosensível;
2) pré aquecimento
3) alinhamento da máscara (padrão pretendido molde)
4) exposição a UV
%) pos aquecimento
6) revelação e remoção da resina não curada
fotolitografia nos muPADs
resumo
faz uso de resinas fotossensíveis que quando expostas à luz sofrem alterações químicas que as tornam resistentes a determinados reagentes
técnica para formar barreira hidrofóbica nos muPADs
wax printing nos muPADs
o que é e funcionamento
técnica para a formação da barreira hidrofóbica
faz uso da cera como uma tinta sólida
1) Desenho dos padrões
num programa de computador, definindo os canais, zonas de teste e a gemoetria do dispositivo
2) Impressão em cera
através de uma impressora de tinta sólida
3) Difusão por aquecimento
papel é colocado numa placa de aquecimento, de modo à cera conseguir penetrar e difundir-se na espessura do papel, ao solidificas ficam as barreiras hidrofóbicas criadas
4) depoisção dos reagentes
5) selagem
para prevenir contaminação externo ou evaporação
wax printing nos muPADs
generalidade
para formação de barreiras hidrofóbicas
não poluente, sendo considerada greenprint
associada ao Xerox
escolha do papel nos muPADs
é muito importante pois influencia a forma como os liquídos se deslocam, são absorvidos e transportam substâncias
angulo de contacto!
angulo de contacto no papel dos muPADs
propriedade importante relacionada ao tipo de papel em uso nos muPADs
permite avaliar o comportamento hidrofílico e hidrofóbico
é considerado como o angulo que se forma entre a superfície de contacto e a tangente da superfície da gota
se inferior a 90: superfície é hidrofílica
se superior a 90: superfície é hidrofóbica
se semelhante a 0: líquido espalha-se totalmente
papel de cromatografia
papel desenvolvido para aplicações laboratoriais
tem estrutura porosa uniforma
boa absorção, sendo esta favorecida (alta afinidade pela água
boa reprodutibilidade no uso em muPADs
angulo de contacto=12 → bastante adequado para muPADs, é hidrofílico
papel de escritório - xerox performes
a sua superficie é lisa e completa
menor porosidaade que o papel de cromatografia
angulo de contacto = 106,2 → logo o comportamento é hidrofóbico e a água tem dificuldade a espalhar-se por ele
papel reciclado - cópia 200
pode apresentar fibras de diferentes comprimentos e caracteriditcas, tendo uma estrutura menos homogénea
angulo de contacto=97,7 → comportamente hidrofóbico, água tem dificuldade a espalhar-se
papel de filtro de café - silvex
feito mesmo para deixar a água passar
a sua estrutura é fibrosa e porosa
angulo de contacto = 18,3º → logo é hidrofílico e permite que a água se espalhe
tipos de deteção que podem ser integrados nos muPADs
deteção colorimétrica
glucose, proteínas, nitritos, bactérias, pH
deteção eletroquímica
glucose, colesterol, ácido úrico, chumbo, etanol
deteção eletroquímica luminescentes
NADH, ferro na hemoglobina


exemplo de deteção colorimétrica para deteção de dois marcadores: Glucose e BSA
glucose fica vermelho
proteína fica azul/verde
útil para análise de urina
witch fabrication
integração de válvulas/interruptores fluídicos mecânicos no muPADs
Estes vão permitir controlar a passagem de líquidos dentro de um dispositivo microfluídico
permite controlar reações multipasssos, ou seja ensaios complexos
3D muPADs
tridimensionalidade permite o cruzamento de canais sem mistura e o processamento de ensaios multiplexados em larga escala
muPADs medição do nível de glucose em soluções
importância
a glucose é a fonte primária de energia celular, sendo transportada na corrente sanguínea; é muito relevante em vários contextos médicos como na monitorização da Diabetes
muPADs permitem PoC
muPADs medição do nível de glucose em soluções
construção
3 componentes
película superior
protege o dispositivo e possui aberturas para introduzir a amostra
papel com canais de cera
canais microfluídicos onde a solução circula
película inferior
fecha dispositivo
muPADs medição do nível de glucose em soluções
geometria
trifurcado
ou seja líquido introduz-se num canal central que se difunde em 3, criando 3 zonas de deteção independentes
as 3 zonas permitem a realização de réplicas experimentais e de ajustamento a condições - maior confiança na medição; distinguir concentrações diferentes e evitar saturações ou limitações de cada ensaio
muPADs medição do nível de glucose em soluções
deteção química
método enzimático GOD-POD (glicose oxidase - reage com glucose - e peroxidade - oxidação indicador cromogénico -, respetivamente)
3 tipos de reação a ocorrer
iodeto de potássio IK
torna-se amarelo castanho com oxidação
indicador AB
acomplamento oxidativo fica vermeljo
indicador misto AB+IK
resposta intermédia colorimétrica
A transferência da informação colorimétrica é feita pelo sistema RGB, que analisa quantitativamente a concentração de glucose
muPADs Leishmaniose
importancia e doença
aplicação veterinária para o rápido diagnóstico de leishmaniose canina
a leishmaniose é uma doença parasitária causada por protozoários Leishmania, sendo uma doença zoonotica
é importante haver esta identificação de cães infetados para
detetar precoce/ a infeção
acompanhar o tratamento animal
impllementar medidas de controlo do vetor
contribuir para a prevenção da doença aos humanos
point of care
muPADs Leishmaniose
dispositivo de diagnóstico
funciona segundo o principio do lateral flow assay
o liquido percorre 4 zonas através da capilaridade
sample pad
zona da amotra, onde se insere a amostra biológica
permite o inicio do transporte
conjugate Pad
tem partículas coloridas ligadas a ac ou outros reagentes
quando a amostra passa estes reagente entram em contacto com o alvo a detetar
membrana de nitrocelulose
zona onde ocorre a deteção
possui as linhas de controlo e teste
teste: responsável pela deteção, se o marcador estiver presente ocorre a reação de captura, com acumulação de partículas coloridas que cria a linha
controlo: verifica se o teste está a funcionar corretamente, confirma que reagentes estão a funcionar
wicking pad
zona absorvente, absorve o excesso de liquido no fim do dispositivo
muPADs Leishmaniose
Fabrico
preparação do papel, com desenho da estrutura do canal pelas barreiras hidrofóbicas
deposição linhas T e C
colocam se os reagentes que ficam imobilizados na membrana
na linha T são os antigenios leishmania e na C os ac de controlo
Deposição do conjugado
marcador colorimétrico
Aplicação de amostra
Desenvolvimento do teste


leishmania
imunodeteção da leishmania
Anticorpos no circulo no inicio são da amostra biologica sendo Y verde o anti leishmania ac e o Y azul outro
a estrela é a proteina A conjugada ao AuNO, que são os responsáveis por oferecer a cor vermelha se concentrados
na zonas de teste há a primeira, estrela preta, que contem o antigenio leshmania imobilizado
e a de controlo tem um anticorpo controlo para verificar funcionamento do teste
conforme a solução flui a proteina A-AUNP liga-se à região constante dos ac da amostra
na linha de teste os anticorpos da leishmania são capturados ao se ligar aos antigenios leishmania da zona (epitopos livres) - acumulação deles gera uma linha vermelha
na linha de controlo, os restantes complexos imunes são capturados pelos anticorpos

identifica
cinzento: positivo
laranja: negativo
azul claro: não válido
Sensores Eletroquímicos
os seus transdutores convertem reações químicas em sinais elétricos
a resposta analítica deles surge devido a transferência de carga na interface do elétrodo/eletrólito (que é heterogénea)
reações redox geram potencial, corrente e impendância
o sinal eletrico é proporcional à concentração de analito
sistema de 3 eletrodos
dos sistemas mais usados em anáçlises eletroquímicas de precisão
cada eletrodo tem uma função diferente
working eletrodo
é onde ocorre a reação de oxidação ou redução
referência
mantém o potencial estável e conhecido
auxiliar
passagem de corrente elétrica
sistema de 2 eletrodos
no caso o WE e CE
a configuração é mais simples, mais barata e adequada a PoC
contudo pode levar a problemas na polarização do contra eletrodo, diminuindo a precisão do teste
materiais usados para eletrodo de trabalho
carbono
outro
platina
grafeno
LIG
nanoparticulas de metal
modos de operação de sensores eletroquimicos
voltametricos (3 eletrodo setup)
amperometrico (3 eletrode setup)
impedimetricos (3 eletrode setup)
potenciometrico (2 eletrodos)
exemplos e aplicações de sensores eletroquimicos
biossensores de glucose
amperimetricos, enzimatidos ou medidores
biossensores de lactato
amperometrico, wearables
ph
potenciometricos
biossesnores de afinidade
impediometricos
O que significa LIG?
fabricação dos elétrodos LIG?
vantagens
Laser-Induced Graphene: grafeno produzido por indução laser.
Preparação do substrato, laser patterning e encapsulamento.
Prototipagem rápida, montagem simples, utilização de diferentes substratos e otimização da geometria e das propriedades dos materiais.
O que é a biofuncionalização do working electrode?
Imobilização de enzimas (GOx ou GDH) e mediadores na superfície do elétrodo, por adsorção ou ligação covalente.
Como funciona o sensor enzimático não mediado de glucose?
A GOx oxida a glucose, produzindo gluconolactona e H₂O₂. A oxidação do H₂O₂ gera eletrões, originando uma corrente elétrica mensurável.
SEM um mediador eletrónico adicional, neste caso um mediador à base de ferro.
Qual é a diferença entre sensores mediados e não mediados?
O não mediado deteta o H₂O₂ produzido pela reação enzimática. O mediado utiliza um mediador para transferir eletrões entre a enzima e o elétrodo, permitindo a deteção eletroquímica da glucose.
Anticorpos Policlonais
caracteristicas e vantagesn/desvantagens
direcionados contra todos os epitopos do antigénio, i.e
tem propriedades heterogéneas, existem uma variedade de anticorpos com especificidades e afinidades diferentes
baixa pureza
menor custo de produção
obtidos relativamente depressa
tem a vantagem de reconhecer várias regiões do antigénio, contornando bloqueios pela obstrução de 1 epitopo
mas tem maior variabilidade e menor consist~Encia
produção anticorpos policlonais
admnistração do antigénio num animal, de modo a induzir uma resposta imunitária (SI reconnhece como estranho, ativa linfócitos B que maturam a plasmócitos e produzem anticorpos)
centrifugação de sangue do animal, separando os seus componentes. O anti-soro é a fração liquida que contem os ac produzidos contra o antigenio, proteinas plasmaticas e outras proteinas
purificação dos ac de interesse
obtém-se uma misturas de anticorpos com diferentes especificidades
produção anticorpos monoclonais
admnistração do antigénio num animal, de modo a induzir uma resposta imunitária (SI reconnhece como estranho, ativa linfócitos B que maturam a plasmócitos e produzem anticorpos)
mata-se o animal e recolhe-se o baço, onde se encontram os linfócitos
fundem-se com células de mieloma, formando hibridoma que é cpaz de produzir ac e dividir-se indefinidamente
seleção celular, purificação
anticorpos monoclonais
→ direcionados a 1 único epitopo
são produzidos a partir de um único clone de linfócitos B
propriedades homogéneas
maior pureza
caracteristicas especificas
mais caro
mais tempo de produção
anticorpos recombinantes
→ segmentos clonados de um gene de uma célula que expressa o ac
produzidos por técnicas de engenharia genética
propriedades homogeneas
alta purezza
selecionada de uma biblioteca de cDNA
avaliabilidade curte
caros
Imunoensaio
técnica de laboratório que utiliza a ligaçãoque ocorre entre o antigénio e o anticorpo correspondente para identificar e quantificar o antigenio/anticorpo ou substância numa amostra
a afinidade anticorpo antigénio forma um complexo estável que serve de base para o imunoensaio
ensaio que quantificica um ac ou antigenio por meios imunoquímicos
métodos de deteção utilizados em imunoensaios
imunofluorescência
imunonefelometria
radioimunoensaio
imunofluorescência
método de deteção utilizado em imunoensaios
Utiliza anticorpos ligados a marcadores fluorescentes.
O anticorpo reconhece e liga-se ao antigénio específico.
Quando iluminado com um comprimento de onda adequado, o marcador emite luz fluorescente.
A fluorescência permite identificar onde está o antigénio.
Portanto, a deteção é feita através da emissão de luz fluorescente.
Imunonefelometria
método de deteção utilizado em imunoensaios
O antigénio reage com o anticorpo específico numa solução.
Formam-se complexos antigénio–anticorpo.
Estes complexos podem formar partículas que dispersam a luz.
Mede-se a intensidade da luz dispersa, que está relacionada com a concentração do analito.
Portanto, a deteção é feita através da dispersão da luz (light scattering).
solução turva se houver formação de partículas
Radioimunoensaio
método de deteção utilizado em imunoensaios
Utiliza antigénios ou anticorpos marcados radioativamente.
Um exemplo de marcador é o iodo-125 (¹²⁵I).
O marcador radioativo permite detetar a ligação através da medição da radioatividade.
A intensidade do sinal permite determinar a concentração do analito.
Portanto, a deteção é feita através da medição da radioatividade.
quimioluminescência
É um fenómeno em que uma reação química liberta energia sob a forma de luz.
Pode ser utilizada em:
Imunoensaios (deteção de antigénios ou anticorpos).
Biossensores.
Deteção de determinadas moléculas em amostras biológicas.
Análises químicas e ambientais.
Ensaio Imunoenzimático (EIA) para Deteção de Antigénios
técnica de imunoensaio baseada na ligação específica entre um antigénio e um anticorpo, utilizando uma enzima para produzir um sinal detetável.
Consoante o tipo de marcador e substrato utilizados, o sinal pode ser:
Colorimétrico: produz uma alteração de cor (o formato clássico de ELISA).
Quimioluminescente: produz luz através de uma reação química.
Fluorescente: utiliza um marcador fluorescente para produzir um sinal luminoso.