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Flashcards em estilo de pergunta e resposta abrangendo a vida e obra de Vilanova Artigas, Paulo Mendes da Rocha, Marcos Acayaba e as diretrizes do trabalho avaliativo prático N1.
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Edificação habitacional de 1946 no bairro de Higienópolis (SP) composta por dois blocos articulados por um pátio jardim, marcada pelas janelas em fita, persianas vermelhas e uso pioneiro de pastilhas na fachada.
Obra: Edifício Louveira (São Paulo) | Arquiteto: João Vilanova Artigas

Residência unifamiliar de 1949 no Campo Belo (SP) caracterizada pela cobertura inovadora com platibanda-viga, plano inclinado, fachada com painéis coloridos e integração com o jardim.
Obra: 2ª Casa do arquiteto Vilanova Artigas (São Paulo) | Arquiteto: João Vilanova Artigas

Residência de 1959 em São Paulo emblemática do brutalismo paulista puro, constituída por um volume prismático fechado em concreto aparente com aberturas pontuais e estrutura marcante.
Obra: Casa Mário Bittencourt (São Paulo) | Arquiteto: João Vilanova Artigas

Edifício universitário (1961-1969) no campus da Capital (SP), formado por um grande bloco cego exterior em concreto aparente apoiado em pilares trapezoidais, pátio central e iluminação zenital contínua.
Obra: Edifício da FAU-USP (São Paulo) | Arquiteto: João Vilanova Artigas

Terminal rodoviário de 1973 no interior de SP com pronunciadas coberturas em concreto armado brutalista, pilotis de geometria expressiva e iluminação superior.
Obra: Rodoviária de Jaú (SP) | Arquiteto: João Vilanova Artigas

Estrutura náutica de 1961 na Represa Billings (SP), com marcantes vigas trianguladas e apoios pontuais de concreto aparente lançados sobre a água.
Obra: Garagem de Barcos Santapauta Iate Clube (São Paulo) | Arquiteto: João Vilanova Artigas

Praça esportiva de 1957 composta por um grande anel circular em concreto pré-esforçado sustentado por seis apoios externos e cobertura suspensa por cabos, inspirada nas obras de Pier-Luigi Nervi.
Obra: Ginásio do Clube Atlético Paulistano | Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha

Estrutura temporária da Expo 70 no Japão composta por uma grande marquise retangular de concreto aparente que toca o terreno topográfico acidentado em apenas quatro pontos.
Obra: Pavilhão Brasileiro em Osaka (1970) | Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha

Equipamento cultural de 1986 na Av. Europa (SP) definido por uma monumental viga/marquise de concreto de 60 metros suspensa ('pedra no céu') e espaços expositivos subterrâneos.
Obra: Museu Brasileiro de Esculturas (MuBE) | Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha

Edificação religiosa de 1987 em Campos do Jordão (SP) constituída por um volume quadrado de vidro sob uma espessa laje de concreto suportada por um pilar central sobre o espelho d'água.
Obra: Capela de São Pedro Apóstolo | Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha

Edifício comercial de 1987 na Av. Pedroso de Morais (SP) com um bloco prismático suspenso em concreto aparente, rasgo horizontal envidraçado e galeria aberta no térreo.
Obra: Loja Forma (São Paulo) | Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha

Residência brutalista de 1989-1990 em São Paulo constituída por uma grande caixa elevada de concreto pré-fabricado apoiada sobre apenas seis pilares, liberando o nível térreo.
Obra: Casa Gerassi (São Paulo) | Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha

Intervenção de 1988-1999 em edifício neoclássico de tijolos aparentes no centro de SP, com inserção de passarelas metálicas, claraboias de vidro nos pátios internos e rotação do acesso principal.
Obra: Reforma da Pinacoteca do Estado de São Paulo | Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha
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Residência moderna de 1951 no Morumbi (SP) composta por um volume envidraçado suspenso sobre esbeltos pilares metálicos tubulares imerso na vegetação da Mata Atlântica.
Obra: Casa de Vidro (São Paulo) | Arquiteta: Lina Bo Bardi
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Edifício de museu de 1968 na Av. Paulista (SP) famoso pelo seu volume suspenso em vidro e concreto sustentado por dois pórticos vermelhos de grande vão livre de 74 metros.
Obra: Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) | Arquiteta: Lina Bo Bardi
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Complexo cultural e esportivo de 1977 em SP que combina galpões industriais preservados em tijolo aparente com grandes torres brutas de concreto interligadas por passarelas aéreas.
Obra: SESC Fábrica da Pompéia | Arquiteta: Lina Bo Bardi
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Recuperação de conjunto arquitetônico do século XVII em Salvador/BA para museu de arte moderna, destacando-se a famosa escada interna helicoidal de madeira sem pregos.
Obra: Solar do Unhão – MAM (Salvador/BA) | Arquiteta: Lina Bo Bardi
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Projeto de intervenção urbana e gastronômica na Ladeira da Misericórdia em Salvador/BA, integrado às ruínas e encosta com uso expressivo de painéis pré-fabricados de concreto e argamassa armada.
Obra: Restaurante Coati (Salvador/BA) | Arquiteta: Lina Bo Bardi
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Conjunto institucional em Salvador/BA construído em componentes pré-fabricados de concreto aparente com marcantes quebra-sóis (brises) integrados ao paisagismo da vegetação local.
Obra: Secretarias do Centro Administrativo da Bahia (CAB) | Arquiteto: João Filgueiras Lima (Lelé)
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Edificação pública em Salvador/BA caracterizada por uma ousada estrutura tensionada e suspensa por mastros de concreto aparente, projetada para grandes eventos e exposições.
Obra: Centro de Exposições da Bahia (CAB) | Arquiteto: João Filgueiras Lima (Lelé)
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Templo religioso em Salvador/BA construído com estrutura pré-fabricada de concreto em formato piramidal/triangular que se projeta sobre a topografia do terreno.
Obra: Igreja do Centro Administrativo da Bahia (CAB) | Arquiteto: João Filgueiras Lima (Lelé)
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Complexo hospitalar no DF marcado pelo uso extensivo de sistemas pré-fabricados, sheds curvados para ventilação e iluminação natural, solários e humanização do espaço da saúde.
Obra: Hospital da Rede Sarah (Brasília) | Arquiteto: João Filgueiras Lima (Lelé)
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Unidade hospitalar em Salvador/BA integrada à vegetação, com tecnologia industrial pré-fabricada em aço e argamassa armada, galerias cobertas e ventilação por efeito chaminé.
Obra: Hospital da Rede Sarah (Salvador/BA) | Arquiteto: João Filgueiras Lima (Lelé)

Residência unifamiliar de 1972 em São Paulo projetada sobre aclive acentuado, caracterizada por uma casca/cobertura curva em concreto de inspiração niemeyeriana.
Obra: Residência Milan (Cidade Jardim) | Arquiteto: Marcos Acayaba

Residência de 1990 em São Paulo em terreno íngreme, executada com estrutura pré-fabricada de madeira itaúba cuja montagem levou apenas 40 dias.
Obra: Residência Hélio Olga (São Paulo) | Arquiteto: Marcos Acayaba

Residência praiana de 1997 em Iporanga, Guarujá/SP, implantada em terreno inclinado com estrutura leve de madeira e amplas aberturas voltadas para a mata e a paisagem.
Obra: Casa Baeta (Guarujá/SP) | Arquiteto: Marcos Acayaba

Residência de veraneio de 1997 no litoral paulista, elevada sobre pilares triangulados de madeira em meio à topografia íngreme da Mata Atlântica e conectada por passarelas.
Obra: Residência em Tijucopava (Guarujá/SP) | Arquiteto: Marcos Acayaba
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Torre hoteleira de grande porte nos Jardins (SP) com fachada recortada e expressiva, linguagem pós-moderna marcante e uso refinado de vidros e caixilharia.
Obra: Hotel Renaissance (São Paulo) | Arquiteto: Ruy Ohtake
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Complexo cultural e empresarial em Pinheiros (SP) marcado por formas esculturais curvas e onduladas nas fachadas, painéis coloridos e grande volume de vidro azul.
Obra: Instituto Tomie Ohtake (São Paulo) | Arquiteto: Ruy Ohtake
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Residência no Campo Belo (SP) caracterizada por um grande volume brutalista de concreto aparente com aberturas expressivas e espaços internos contínuos para atelier e habitação.
Obra: Casa Tomie Ohtake (São Paulo) | Arquiteto: Ruy Ohtake
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Edifício hoteleiro de luxo nos Jardins (SP) com volumetria escultural marcante em formato de meia-lua ('casco de navio'), fachada revestida de placas de cobre e janelas circulares (vigias).
Obra: Hotel Unique (São Paulo) | Arquiteto: Ruy Ohtake
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Conjunto habitacional universitário em Campinas/SP projetado com alvenaria estrutural de tijolos, componentes pré-fabricados e técnicas de racionalização da construção de baixo custo.
Obra: Moradia Estudantil da UNICAMP | Arquiteto: Joan Villà
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Residência praiana em Ubatuba/SP construída com abóbadas de cerâmica armada e alvenaria aparente, valorizando a simplificação construtiva e o canteiro artesanal.
Obra: Residência Simão Fausto (Ubatuba/SP) | Arquiteto: Sérgio Ferro (Arquitetura Nova)
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Casa unifamiliar em São Paulo que aplica os princípios do grupo Arquitetura Nova, com uso sistemático de abóbadas de tijolo/cerâmica e eliminação de vigas e pilares tradicionais.
Obra: Residência Dino Zammataro | Arquiteto: Sérgio Ferro (Arquitetura Nova)
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Casa de veraneio no Guarujá/SP marcada pela cobertura em estrutura de cascas/abóbadas e pela crítica ao formalismo brutalista por meio de métodos construtivos simplificados.
Obra: Residência Carlos Ziegelmeyer (Guarujá/SP) | Arquiteto: Sérgio Ferro
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Residência de 1961 em São Paulo com cobertura em abóbadas cerâmicas e pesquisa de pré-fabricação leve, considerada um dos marcos práticos iniciais do grupo Arquitetura Nova.
Obra: Casa Bernardo Issler (1961) | Arquiteto: Sérgio Ferro
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Residência de 1968 no Butantã (SP) composta por abóbadas de tijolos armados e organização desalienada do canteiro de obras, expoente da proposta do grupo Arquitetura Nova.
Obra: Casa Juarez Brandão Lopes (1968) | Arquiteto: Rodrigo Lefèvre / Sérgio Ferro