Sistema Nervoso e Fisiologia Muscular

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Fichas de vocabulário e conceitos essenciais sobre a anatomia e fisiologia do Sistema Nervoso Central, Periférico, órgãos sensoriais e fisiologia da contração e do metabolismo muscular.

65 Terms

1
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<p>Organização geral do Sistema Nervoso</p>

Organização geral do Sistema Nervoso

Divisão do sistema nervoso em Sistema Nervoso Central (SNC), composto por andar superior (córtex cerebral), andar médio (tronco cerebral, cerebelo, tálamo, hipotálamo e gânglios da base) e andar inferior (medula); e Sistema Nervoso Periférico (SNP), formado pelos nervos cranianos e espinais.

2
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Sistema Nervoso Central (SNC)

Parte do sistema nervoso responsável pelo processamento e integração de informação, constituída pelo encéfalo e pela espinal medula, estruturada em três andares (superior, médio e inferior).

3
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Sistema Nervoso Periférico (SNP)

Parte do sistema nervoso encarregada da condução de informação entre o SNC e a periferia, constituída por nervos sensitivos, motores ou mistos (12 pares cranianos e 31 pares espinais).

4
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Sistema Nervoso Somático

Divisão funcional do sistema nervoso periférico responsável pelo controlo motor do aparelho locomotor e coordenação dos músculos esqueléticos, atuando de forma dependente da vontade.

5
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Sistema Nervoso Autónomo (SNA)

Divisão funcional do sistema nervoso responsável pela regulação de funções involuntárias e viscerais, como as dos aparelhos circulatório, digestivo e urinário.

6
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Substância cinzenta

Tecido do SNC especializado no processamento e integração de informação, composto predominantemente por corpos celulares de neurónios, dendrites, axónios não-mielinizados e botões terminais.

7
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Substância branca

Tecido do SNC especializado na condução rápida de informação, formado principalmente por feixes de axónios mielinizados.

8
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<p>Neurónio</p>

Neurónio

Célula fundamental do sistema nervoso responsável pela receção, integração e condução de impulsos nervosos, dotada das propriedades de excitabilidade e condutibilidade.

9
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Dendrites

Prolongamentos citoplasmáticos ramificados do neurónio especializados na receção de estímulos de outros neurónios ou receptores.

10
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Cone de emergência

Região cónica de transição entre o corpo celular e o axónio que tem como função disparar os estímulos e potenciais de ação para o axónio.

11
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Axónio

Prolongamento único e cilíndrico do neurónio responsável pela condução de estímulos nervosos do corpo celular até aos botões terminais.

12
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Nódulos de Ranvier

Interrupções periódicas na bainha de mielina ao longo do axónio com elevada densidade de trocas iónicas de sódio e potássio, que tornam possível a condução saltatória.

13
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Corrente saltatória

Mecanismo de propagação rápida do impulso nervoso em fibras mielinizadas, no qual o potencial de ação salta de um nódulo de Ranvier para o seguinte.

14
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Potencial de repouso

Diferença de potencial elétrico através da membrana do neurónio em repouso, caracterizada pelo citoplasma negativo em relação ao fluido extracelular, mantida pela permeabilidade iónica seletiva e pela bomba de sódio-potássio.

15
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<p>Potencial de ação</p>

Potencial de ação

Variação rápida do potencial elétrico da membrana de uma célula excitável, constituída por uma fase de despolarização (entrada rápida de Na+Na^+) seguida de repolarização (saída de K+K^+).

16
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Estímulo limiar

Intensidade mínima de excitação necessária que um estímulo tem de atingir para desencadear um potencial de ação numa célula nervosa.

17
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Lei do Tudo ou Nada

Princípio fisiológico que estabelece que, se o limiar de excitação for alcançado, o potencial de ação é disparado na sua amplitude máxima e constante, independentemente do aumento da intensidade do estímulo.

18
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Período refratário absoluto

Intervalo de tempo após o início de um potencial de ação durante o qual a membrana está totalmente inescitável, sendo impossível gerar um novo potencial de ação qualquer que seja a intensidade do estímulo.

19
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Período refratário relativo

Fase que se segue ao período refratário absoluto, na qual a célula pode voltar a disparar um novo potencial de ação apenas se o estímulo for supra-limiar e suficientemente intenso.

20
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Sinapse

Zona de contacto funcional entre dois neurónios ou entre um neurónio e uma célula efetora, formada por membrana pré-sináptica, fenda sináptica e membrana pós-sináptica.

21
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Somação espacial

Mecanismo de integração em que vários estímulos provenientes de botões terminais em locais diferentes da membrana somam os seus efeitos simultaneamente no neurónio pós-sináptico.

22
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Somação temporal

Integração neuronal gerada por disparos sucessivos de estímulos libertados pelo mesmo botão terminal com intervalos de tempo muito reduzidos.

23
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Circuito divergente

Circuito nervoso no qual a informação de um único neurónio se ramifica e transmite impulsos para múltiplos neurónios ou células efetuadoras sucessivas.

24
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Circuito convergente

Circuito neural no qual múltiplos neurónios de diferentes origens enviam impulsos que convergem sobre uma única célula neuronal final.

25
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Transdutor biológico

Estrutura sensora ou receptor sensorial capaz de detetar uma forma física ou química de energia estimuladora e convertê-la num influxo elétrico ou impulso nervoso.

26
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Metâmero medular

Unidade segmentar da espinal medula, existindo 31 metâmeros no total, cada um correspondendo à emergência de um par de nervos espinais.

27
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Dermátomo

Área cutânea específica da pele inervada pelas fibras sensitivas de uma única raiz posterior ou nervo espinal.

28
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Miótomo

Conjunto ou grupo de fibras musculares esqueléticas inervadas pelas fibras motoras provenientes de um determinado segmento ou nervo espinal.

29
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<p>Organização interna da medula espinal</p>

Organização interna da medula espinal

Corte transversal que evidencia a substância cinzenta central em forma de 'H' (com cornos anteriores motores e cornos posteriores sensitivos) perfurada pelo canal do epêndimo, rodeada perifericamente por substância branca e conectada às raízes anteriores e posteriores.

30
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Cornos anteriores da medula

Porções anteriores da substância cinzenta medular que alojam os corpos celulares dos motoneurónios, desempenhando funções essencialmente motoras.

31
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Cornos posteriores da medula

Porções posteriores da substância cinzenta da medula onde terminam as fibras sensitivas aferentes que entram pela raiz posterior.

32
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Motoneurónios alfa

Neurónios somato-motores com corpos nos cornos anteriores que inervam as fibras musculares esqueléticas extrafusais, atuando como via final de convergência motora.

33
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Motoneurónios gama

Neurónios que inervam as fibras musculares intrafusais dos fusos neuromusculares, regulando a sensibilidade desses receptores e modulando o tónus muscular.

34
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Arco reflexo

Circuito ou percurso neuronal que serve de suporte anatómico à resposta motora involuntária e rápida (ato reflexo), ligando o receptor sensorial, o centro no SNC e o órgão efetor.

35
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Reflexo miotático

Reflexo de estiramento monossináptico, homolateral e segmentar que responde ao alongamento brusco do músculo, cujo exemplo clássico é o reflexo patelar.

36
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Vias próprio-espinais

Fibras de substância branca que conectam diferentes segmentos da espinal medula entre si sem saírem da própria medula.

37
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Córtex cerebral

Camada de substância cinzenta situada na superfície dos hemisférios cerebrais (andar superior do SNC), responsável pelas funções executivas complexas e pela regulação da atividade consciente.

38
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Área 4 de Brodmann

Área do córtex motor primário situada no lobo frontal que abriga as células piramidais de Betz e dá origem à via corticoespinal para execução dos movimentos voluntários.

39
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Área 3 de Brodmann

Área cortical primária da sensibilidade somática geral localizada no lobo parietal, encarregada da análise das sensações cutâneas e proprioceptivas conscientes.

40
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Corpo estriado

Conjunto formado pelo núcleo caudado e pelo núcleo lenticular (putamen e globo pálido), principal centro subcortical de regulação dos automatismos primários e do tónus muscular.

41
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Tálamo

Estrutura diencefálica composta por múltiplos núcleos cinzentos que atua como centro de retransmissão e processamento de vias da sensibilidade somática e específica para o córtex cerebral, com exceção da via olfativa.

42
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Substância reticulada

Rede difusa de neurónios no tronco cerebral com ramificação ascendente responsável pelo controlo da vigília cortical e ramificação descendente que regula o tónus muscular.

43
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Cerebelo

Estrutura situada na fossa postero-inferior craniana dividida em vérmis e dois hemisférios, com funções de comparador motor, regulação do equilíbrio, tónus e programação do movimento rápido.

44
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Sistema límbico

Complexo funcional de estruturas encefálicas (como hipocampo, amígdala, hipotálamo, fórnix e corpos mamilares) envolvido no processamento de reações emocionais, sentimentos afetivos e memória.

45
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Plexo nervoso

Rede entrecruzada formada pela anastomose dos ramos anteriores de diferentes nervos espinais, originando nervos terminais periféricos com fibras de múltiplos segmentos medulares.

46
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Plexo braquial

Rede nervosa constituída pelos ramos anteriores dos segmentos de C5 a T1 (ou C5 a C8), da qual partem nervos como o circunflexo, músculo-cutâneo, radial, cubital e mediano.

47
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Nervo ciático

Maior nervo do corpo humano, proveniente do plexo sagrado (L4 a S4), que inerva a região posterior da coxa e se bifurca no joelho em nervos tibial e peroneal.

48
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Nervo vago (X par)

Décimo par craniano, classificado como nervo misto, que se destaca pela sua ampla inervação parassimpática de vísceras torácicas e abdominais.

49
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<p>Globo ocular</p>

Globo ocular

Órgão sensorial fotorreceptor composto por túnica externa fibrosa (esclerótica e córnea), túnica média vascular (coroideia, íris e corpo ciliar) e túnica interna sensorial (retina).

50
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Cones

Fotorreceptores retinianos de resposta rápida, concentrados principalmente na fóvea, responsáveis pela visão diurna nítida, com grande acuidade visual e discriminação cromática.

51
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Bastonetes

Fotorreceptores retinianos de elevada sensibilidade luminosa mas baixa acuidade e resposta lenta, incapazes de discriminar cores, adaptados à visão crepuscular/noturna.

52
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<p>Ouvido</p>

Ouvido

Órgão sensorial duplo dividido em ouvido externo (pavilhão e conduto auditivo), ouvido médio (tímpano e cadeia ossicular de martelo, bigorna e estribo) e ouvido interno (vestíbulo, canais semicirculares e cóclea).

53
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Órgão de Corti

Receptor sensorial auditivo situado na membrana basilar do ducto coclear, responsável pela transdução de vibrações mecânicas da endolinfa em potenciais elétricos nervosos.

54
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Canais semicirculares

Três canais ósseos e membranosos no ouvido interno orientados nos três planos do espaço que contêm células sensoriais para deteção do equilíbrio dinâmico e aceleração angular.

55
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Sarcolema

Membrana plasmática que envolve a fibra muscular esquelética, dotada de propriedades de condutibilidade e excitabilidade e prolongada internamente pelos túbulos T.

56
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Sarcómero

Unidade funcional e contrátil básica da miofibrilha, delimitada entre duas linhas Z sucessivas, composta pela banda A central e duas semi-bandas I periféricas.

57
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Retículo sarcoplasmático

Rede membranosa intracelular especializada da fibra muscular que armazena grandes quantidades de iões Ca2+Ca^{2+} e os liberta no sarcoplasma para iniciar a contração muscular.

58
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<p>Ciclo das pontes cruzadas</p>

Ciclo das pontes cruzadas

Sequência mecânica cíclica na qual a libertação de cálcio desencadeia a ligação entre as cabeças da miosina e os filamentos de actina, tracionando-os em direção ao centro do sarcómero sob consumo de ATP.

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Contração concêntrica

Tipo de contração dinâmica em que a tensão gerada pelo músculo supera a resistência externa, provocando o encurtamento do ventre muscular e a redução da largura das bandas I e H no sarcómero.

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Contração excêntrica

Tipo de contração dinâmica em que o músculo se alonga sob tensão enquanto controla uma sobrecarga, ocorrendo o afastamento das linhas Z e aumento da largura das bandas I e H.

61
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Tétano muscular perfeito

Contração muscular sustentada e contínua sem oscilações de tensão, provocada por frequências de estimulação tão elevadas que os novos estímulos surgem antes de qualquer início de relaxamento muscular.

62
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Fosfocreatina (CP)

Composto de fosfato de alta energia muscular utilizado para transferir o seu grupo fosforilo para o ADP, ressintetizando ATP de forma ultrarrápida durante esforços de intensidade máxima e curtíssima duração.

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Metabolismo anaeróbio aláctico

Via energética citoplasmática de ressíntese de ATP a partir da fosfocreatina, sem necessidade de oxigénio e sem produção de ácido láctico, caracterizada por altíssima potência e baixa capacidade.

64
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Metabolismo anaeróbio láctico

Via metabólica citoplasmática que degrada o glicogénio muscular em ácido pirúvico e posteriormente em lactato na ausência de oxigénio suficiente, fornecendo energia para esforços intensos até cerca de 1 minuto.

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Metabolismo aeróbio

Via oxidativa mitocondrial de ressíntese de ATP na presença de oxigénio a partir da oxidação de glicose e ácidos gordos, caracterizada por elevada capacidade energética e menor potência, predominante em atividades de longa duração.