Otara fica envergonhada ao surgir o assunto de casamento, algo comum na cultura indiana.
O palestrante menciona que já falou sobre seu próprio casamento em uma entrevista no Sesc, disponível no YouTube no canal "Coleções Sesc", em um episódio sobre a comunidade indiana no Brasil.
No dia seguinte, Adilson (Arjuna disfarçado) está praticando música quando Otara entra e o cumprimenta, fazendo referência ao seu guru.
Abir a mala (Arjuna disfarçado) nota que Otara está corada devido aos comentários sobre casamento.
Otara demonstra curiosidade sobre as possibilidades de casamento, mas reluta em discutir o assunto diretamente.
Escolha do Noivo e o Conselho de Arjuna
Otara pergunta a Abir a mala (Arjuna) qual guerreiro seria um bom noivo e se ela poderia ter uma cerimônia para escolher seu noivo, como ocorreu com Draupadi e Subhadra.
Arjuna responde que o noivo deve ser alguém que ela goste.
Ele aconselha Otara a refletir sobre o tipo de esposa que ela deseja ser, em vez de se concentrar em qual noivo seria adequado para ela.
Ao ser pressionado, Arjuna sugere que nenhum dos guerreiros que perderam a recente guerra contra o irmão de Otara seria adequado.
Otara percebe que está limitada às opções dos guerreiros que conhece.
Sugestão de Abhimanyu como Noivo Ideal
Arjuna (Abir a mala) sugere que apenas um homem deveria ter a honra de ser marido de Otara: Abhimanyu, neto de Pando, sobrinho do Senhor Krishna e filho de Subhadra com Arjuna.
Otara pergunta se Arjuna já viu Abhimanyu. Ele responde que o viu há cerca de 13 anos, quando era criança.
Desconfiança do Príncipe Otávio
O Príncipe Otávio percebe que Otara está feliz e mais corada do que no dia anterior.
Ela evita conversar com o irmão sobre o assunto.
Conversa entre Príncipe Otávio e Arjuna (Disfarçado)
O Príncipe Otávio confronta Arjuna (Abir a mala), dizendo que está na hora de abandonar o disfarce e revelar sua verdadeira identidade, e sugere que ele volte a ser Arjuna.
Arjuna responde que só revelarão quem realmente são no dia seguinte, após darem satisfação às pessoas e pedirem licença ao rei para retomarem suas vidas.
O Príncipe Otávio questiona o motivo de não revelarem a verdade imediatamente.
Arjuna explica que ele e seus irmãos respeitam e obedecem ao irmão mais velho.
O Príncipe Otávio sugere que Arjuna foi punido por obedecer ao irmão.
Arjuna discorda, afirmando que o que parece punição pode ser uma recompensa. Ele reflete sobre como o jogo pode ser cruel, transformando irmãos e esposas em objetos materiais.
Arjuna afirma que a experiência da derrota não saiu tão cara, dependendo do que farão com ela. Ele pede ao príncipe que não julgue seu irmão, pois nem mesmo os sábios têm capacidade para isso, e os mais jovens não devem julgar os mais velhos.
Reflexões sobre Derrota e Respeito
O Príncipe Otávio se desculpa e pondera sobre o que teria acontecido se Arjuna e seus irmãos tivessem usado suas armas na guerra.
Arjuna explica que todos, exceto o Senhor Vishnu, um dia experimentarão a derrota.
A derrota é amarga e destrói o respeito próprio, transformando figuras importantes em pessoas comuns com funções servis.
Arjuna aconselha o príncipe a nunca desrespeitar aqueles que perderam uma guerra, pois eles também são dignos de respeito.
Humilhação e Perdão
O Príncipe Otávio lamenta a humilhação sofrida por Arjuna e seus irmãos.
Ele menciona que seu pai agrediu o Imperador e que sua mãe tratou Sara Andre como uma pessoa qualquer para satisfazer os desejos do tio Kishi.
O Príncipe Otávio se ajoelha e pede perdão à família de Arjuna e à terra.
Arjuna levanta o príncipe e garante que sempre respeitarão a terra que os abrigou.
Respeito e Destino
Arjuna enfatiza que o respeito próprio de uma serva deve ser igual ao de uma rainha, pois ambas são mulheres.
Tornar-se servo pode ser um azar do destino, e desrespeitar alguém por isso é desrespeitar o próprio Deus.
Arjuna aconselha o príncipe a sempre tratar os serventes com respeito, pois nunca se sabe quem eles foram no passado.
Arjuna expressa o desejo de que o príncipe nunca enfrente o que eles enfrentaram.