5T -Porifera

Invertebrados Marinhos Filo Porifera

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  • Introdução ao tema de invertebrados marinhos do Filo Porifera, apresentado por Susana MF Ferreira.

Página 2: Generalidades do Filo Porifera

  • Existem cerca de 8.000 espécies conhecidas.

  • Variedade de tamanho: de alguns centímetros até 2 metros de altura.

  • A maioria das espécies são marinhas, habitando em profundidades de até 5.500 metros (linha de maré baixa).

  • Exceções dulçaquícolas: pertencem às famílias Spongillidae, Potamolepidae, Lubomieskiidae.

  • Adultos são sésseis e coloniais, fixos a substratos como madeira, conchas, rochas.

  • Historicamente, foram considerados plantas durante séculos.

  • Larvas são móveis e planctônicas.

  • Reconhecimento de sua natureza animal ocorreu apenas em 1765, e a posição sistemática foi clarificada em 1857.

  • Estrutura pode ser assimétrica ou simétrica radialmente.

Página 3: Estrutura e Função dos Porifera

  • Corpo composto por poros, canais, e câmeras.

  • Apresentam1 esqueleto interno (fibra orgânica: espongina) e/ou espículas (silicosas ou calcáreas).

  • Presença de células totipotentes que possibilitam alta capacidade de regeneração.

  • A estrutura básica é um agregado frouxo de células, sem diferenciação em tecidos ou órgãos (Subreino Parazoa).

  • Circulação de correntes de água é uma característica importante.

Página 4: Estruturas Corporais

  • Esponjas primitivas: simétricas radialmente, em forma de tubo ou copo.

  • Esponjas de organização elevada: assimétricas, podendo ser achatadas, arredondadas ou ramificadas.

Página 5: Movimento e Aberturas

  • Apesar de imóveis, as esponjas movimentam água ao redor.

  • Corpo perfurado por aberturas com duas funções:

    • Poros inalantes (ósculos): onde a água e partículas alimentares entram - menores e mais abundantes.

    • Poros exalantes: maiores geralmente únicos, onde a água é expelida.

  • Reação ao toque é uma característica das esponjas.

  • Conexão entre os dois tipos de aberturas através de sistemas de canais.

Página 6: Células em Porifera

  • Imagem de células e estrutura da esponja, incluindo componentes como porócitos, colar, e espículas (visão detalhada das células por microscópio eletrônico).

Página 7: Ósculo e Espongiocélio

  • O ósculo é frequentemente posicionado acima do corpo, evitando a recirculação de água já usada.

  • A parede do corpo delimita uma cavidade central chamada espongiocélio. Algumas esponjas mais complexas têm um labirinto intrincado de canais e câmaras com células flageladas.

Página 8: Tipos de Células

  • Pinacócitos: células planas que formam a epiderme, mas não são um tecido verdadeiro.

  • Porócitos: células com um poro que penetram a parede do corpo, regulando a entrada da água.

  • Amebócitos: células livres móveis que participam no crescimento, regeneração e nutrição, também ajudam na formação de gametas.

Página 9: Coanócitos e Digestão

  • Células de revestimento interno que criam correntes de água

  • Realizam digestão intracelular, armazenando nutrientes capturados.

  • Descobertas modernas de esponjas de profundidade que não têm coanócitos.

Página 10: Estruturas e Funções

  • Detalhes sobre os coanócitos em ambientes visuais.

Página 11-12: Estruturas Corporais em Cortes Longitudinais

  • Vários tipos de estrutura corporal: asconóide, siconóide, leuconóide.

Página 13: Tipo Asconóide

  • Estrutura simples, com paredes revestidas por pinacócitos externamente e coanócitos internamente, com mesênquima gelatinoso.

Página 14: Tipo Siconóide

  • Mais mesênquima do que asconóides e com dois tipos de canais: radiais e aferentes.

  • Processo de circulação da água descrito.

Página 15: Estruturas de Siconóide

  • Imagem detalhada das células e suas interconexões.

Página 16: Tipo Leuconóide

  • Estruturas mais complexas que incluem diversas câmaras vibráteis.

Página 17: Estruturas Esqueléticas

  • Compostas de espongina e espículas com diferentes composições químicas (calcárias ou siliciosas).

Página 18-19: Micro e Megascleres

  • Classificação das espículas em megasclere e microsclere e suas características.

Página 20-21: Alimentação e Excreção

  • Alimentação por filtração, respiração e excreção realizadas de forma difusiva nas células.

Página 22: Circulação e Coordenação

  • A circulação de água e as respostas a estímulos, sem um sistema nervoso definido.

Página 23-24: Reprodução Sexuada

  • Detalhamento do processo, mostrando a origem dos gametas e o desenvolvimento do zigoto.

Página 25: Desenvolvimento do Zigoto

  • Desenvolvimento inicial do zigoto e formação da larva anfiblástula.

Página 26-28: Formação da Larva

  • Desenvolvimento crítico da larva e processos de fixação ao substrato.

Página 29: Reprodução Assexuada

  • Mecanismos de gemiparidade, fragmentação e gemulação.

Página 30: Classificação das Espécies

  • Classe Calcarea: características específicas, distribuição, e exemplos de esponjas calcárias.

Página 31: Classe Hexactinellida

  • Descrição dos tipos de espículas e seu habitat predominante.

Página 32: Classe Demospongiae

  • Composição das espículas e as características de diversidade das esponjas.

Página 33: Classe Sclerospongiae

  • Propósito e características das esponjas tropicais e sua relação com recifes de coral.

Página 34: Importância dos Porifera

  • Comércio de esponjas de banho, pesquisa farmacêutica e importância na filogenia.

Página 35: Questionário

  • Perguntas sobre as informações discutidas e relacionadas à biologia das esponjas.