Cromatografia Líquida
Método de separação baseado na interação do analito com fases: estacionária e móvel.
Princípios Básicos
A separação ocorre pela afinidade diferencial entre os componentes das misturas e a fase estacionária (fixa) e a fase móvel (fluido/solvente).
A polaridade das moléculas determina a interação com as fases.
Evolução Histórica
Mikhail Tswett em 1906: Isolamento visual de pigmentos de plantas.
Martin & Synge (1941): Introdução de duas fases líquidas e novos métodos para compostos incolores.
Tipos de Cromatografia
Cromatografia em Fase Normal: Fase estacionária polar, fase móvel apolar.
Cromatografia em Fase Reversa: Fase estacionária apolar, fase móvel polar (exemplo: HPLC).
Instrumentação e Classificação
Cromatografia Clássica: Tubos de vidro, gravidade, partículas grossas.
Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (HPLC): Colunas metálicas, alta pressão, partículas ultrafinas.
MECANISMOS DE INTERAÇÃO
Interação por adsorção, partição, troca iônica e exclusão por tamanho.
Adsorção é a interação na fase sólida, enquanto a partição é no líquido.
Execução da Cromatografia
Desenvolvimento: A fase móvel arrasta os componentes na coluna.
Revelação: Pode ser física (UV) ou química (iodo).
Análise e Resultados
Cromatograma: Representação gráfica do tempo de retenção e quantidade detectada.
A área do pico é proporcional à concentração do analito.
Métodos de Quantificação
Normalização interna e externa para calcular concentrações baseadas em áreas de pico.
A precisão depende do controle de injeção e sensibilidade do detector.