Froyen (1999) cap.12
Page 1:
Debate entre economistas keynesianos e novo-clássicos
Crítica mútua entre os dois lados
Necessidade de novas pesquisas para suporte
Dois novos rumos na pesquisa macroeconômica
Teoria dos ciclos reais de negócios
Teoria novo-keynesiana
Page 2:
Características dos modelos de ciclos reais de negócios
Agentes otimizam
Mercados se equilibram
Atenção às bases microeconômicas do modelo
Ciclo de negócios como fenômeno de equilíbrio
Contraste com visão keynesiana
Desemprego voluntário nos modelos de ciclos reais de negócios
Causas de flutuações no produto e no emprego
Variações nas oportunidades reais da economia privada
Fatores como choques na tecnologia, variações nas condições ambientais, alterações nos preços reais de matérias-primas importadas, mudanças nas alíquotas tributárias e preferências individuais
Visão distinta dos teóricos dos ciclos reais de negócios em relação aos economistas novo-clássicos
Mudanças imprevistas na demanda agregada como principal causa de flutuações no produto e no emprego para os novo-clássicos
Possibilidade de um papel importante para variáveis do lado da oferta nos ciclos reais de negócios
Page 3:
Teóricos dos ciclos reais de negócios acreditam que mudanças em fatores reais do lado da oferta determinam flutuações de curto prazo no produto e no emprego
Mudanças imprevistas na demanda eram vistas como a principal fonte de flutuações cíclicas no produto
Choques tecnológicos ou mudanças nas preferências individuais recebiam menos atenção
Teóricos dos ciclos reais de negócios rejeitam a explicação novo-clássica da causa de flutuações de curto prazo no produto
Evidências empíricas sobre o papel de mudanças imprevistas na demanda agregada são confusas
A idéia de que erros na previsão da demanda agregada podem explicar flutuações grandes e custosas no produto viola o postulado de que os agentes otimizam
Há duas interpretações possíveis para a teoria dos ciclos reais de negócios
Fatores reais do lado da oferta são mais importantes do que influências nominais do lado da demanda
Choques monetários e outros choques nominais do lado da demanda não têm nenhum efeito significativo sobre o produto e o emprego
Page 4:
Modelos de ciclos reais de negócios têm uma base firme e explícita na microeconomia
Um modelo simples de ciclos reais de negócios
A economia é povoada por um grupo de indivíduos idênticos
O comportamento do grupo pode ser explicado pelo comportamento de um agente representativo chamado Robinson Crusoé
Robinson Crusoé busca maximizar sua utilidade através do consumo e lazer
Função utilidade de Robinson: U = c + lc
Robinson precisa trabalhar para gerar produto e deixar de lado o lazer
Função produção: y = F(K, N) + z
Termo adicional z
Page 5:
Capítulo 12- Os Rumos Novo-Clássico e Novo-Keynesiano
Os ciclos reais de negócios são influenciados por vários fatores:
Choques tecnológicos
Fatores ambientais
Mudanças em regulamentações governamentais que afetem a produtividade
Mudanças na disponibilidade de matérias-primas
Diferença entre a Equação (12.2) e a versão anterior da função produção:
A ausência de uma barra sobre o K em (12.2)
No ciclo real de negócios, o estoque de capital não é fixo
O estoque de capital é escolhido para cada período pelo agente representativo
A poupança mais o consumo deve ser igual à renda
A poupança hoje irá aumentar o consumo no futuro
O estoque de capital no período t + 1 é igual à poupança no período t mais a parte do estoque de capital que sobrou do período t
O comportamento do produto agregado, emprego, consumo e poupança é descrito de acordo com as escolhas feitas por Robinson Crusoé
Page 6:
Efeitos de um Choque Tecnológico Positivo
Suposição de um choque tecnológico favorável temporário
O choque tecnológico positivo desloca a função produção para cima
A função produção torna-se mais inclinada para qualquer nível de mão-de-obra
O choque aumenta a produtividade marginal de Robinson
O aumento na produtividade e no uso de mão-de-obra resulta em um aumento no produto
Page 7:
Aumento no produto pode ser destinado ao consumo ou poupança
No caso de um choque temporário, é provável que uma parte do aumento seja poupada para permitir um consumo mais alto no futuro
A poupança mais alta resulta em investimento mais alto e estoque de capital mais elevado no período seguinte
O produto nos períodos seguintes será maior do que seria na ausência do choque tecnológico
Choques de longa duração na produtividade resultam em mudanças persistentes no produto, estoque de capital e emprego
Crítica keynesiana ao modelo novo-clássico é que não pode explicar a persistência dos ciclos de negócios no mundo real
Outros fatores considerados nos modelos de ciclos reais de negócios incluem mudanças nas condições ambientais, preços relativos de matérias-primas, variações na carga tributária e mudanças nas preferências
Page 8:
Em um modelo de ciclos reais de negócios, as flutuações originam-se das reações dos indivíduos a mudanças no ambiente econômico
Política monetária em um modelo de ciclos reais de negócios
Fatores reais, e não monetários, são responsáveis por flutuações no produto e no emprego
Políticas monetárias devem se concentrar no controle do nível de preços
Política fiscal em um modelo de ciclos reais de negócios
Mudanças na carga tributária afetam as escolhas dos agentes otimizadores
Ações de política fiscal afetam o produto e o emprego por meio de efeitos no lado da oferta
Capítulo 12 - Os Rumos Novo-Clássico e Novo-Keynesiano
Os efeitos das políticas fiscais podem causar distorções
Imposto sobre a renda dos trabalhadores leva a escolha de lazer em vez de emprego
Imposto fixo por pessoa afeta o comportamento individual
A política fiscal deve minimizar as distorções tributárias sem prejudicar a provisão de serviços governamentais necessários
A política monetária pode desempenhar um papel alternativo
Financiar os gastos do governo pela emissão de moeda
Reduzir a distorção tributária pela criação de mais moeda
Taxa de senhoriagem - governo obtém recursos reais pela emissão de moeda
Taxa de senhoriagem tem custos - taxa de inflação aumenta com o crescimento da oferta de moeda
Uso ótimo das políticas fiscal e monetária é combiná-las para minimizar os custos totais da inflação e da distorção tributária
Questões sobre Modelos de Ciclos Reais de Negócios
Críticas à teoria dos ciclos reais de negócios
Não oferece uma explicação empiricamente plausível para as flutuações econômicas
Levantamento de questões sobre ciclos reais de negócios
Outras maneiras de pagar gastos governamentais além da emissão de moeda
Levantamentos da literatura sobre ciclos reais de negócios com diferentes pontos de vista
Page 10
Questões fundamentais na teoria dos ciclos reais de negócios:
Choques tecnológicos e sua magnitude
Mudanças no emprego como escolhas voluntárias dos agentes econômicos
Importância dos choques tecnológicos:
Críticos questionam se os choques tecnológicos são suficientemente grandes para explicar as flutuações econômicas observadas
Alguns choques tecnológicos são específicos a setores individuais, enquanto recessões afetam setores diversos
Críticos argumentam que não há quantidade suficiente de choques tecnológicos para explicar recessões com queda de até 10% no produto
Outros choques, como elevação no preço do petróleo importado, podem ser considerados como principais causas de recessões
Mudanças na demanda agregada também podem explicar recessões, como no caso de uma política monetária restritiva
Mudanças voluntárias no emprego:
Agentes econômicos respondem a mudanças nas condições econômicas
Choques tecnológicos positivos aumentam a produtividade e o emprego
Choques tecnológicos negativos diminuem o produto e o emprego
Mudanças no emprego são voluntárias e desejáveis
Page 11
Os indivíduos se movem ao longo de suas curvas de oferta de mão-de-obra em resposta a mudanças em suas produtividades marginais e salários reais.
Críticos afirmam que seria necessária uma resposta inaceitavelmente alta da oferta de mão-de-obra a mudanças no salário real.
Estudos mostram apenas pequenas respostas na quantidade de horas trabalhadas a mudanças no salário real.
Críticos afirmam que os dados são mais consistentes com a explicação keynesiana, em que os trabalhadores são tirados de suas curvas de oferta de mão-de-obra e o desemprego é involuntário.
Fluxos no Mercado de Trabalho
Críticos afirmam que a natureza dos fluxos no mercado de trabalho é inconsistente com uma teoria em que o desemprego cíclico é voluntário.
Figura 12.2 mostra a participação no desemprego total de pessoas que deixaram o emprego e de pessoas que perderam o emprego nos Estados Unidos entre 1984 e 1991.
Na longa recuperação após a recessão de 1981-1982, a proporção de pessoas que perderam o emprego diminuiu, enquanto a de pessoas que deixaram o emprego subiu.
Na recessão que começou em 1990, a proporção dos que perderam o emprego subiu abruptamente, enquanto poucos trabalhadores largaram o emprego.
Esses dados parecem mais consistentes com uma explicação do desemprego cíclico como sendo involuntário.
Page 12
Os teóricos dos ciclos reais de negócios acreditam que o ciclo de negócios pode ser explicado como um fenômeno de equilíbrio.
Flutuações no produto surgem quando agentes econômicos otimizadores reagem a choques reais que afetam as possibilidades de produção.
Políticas econômicas para tentar evitar essas flutuações são desnecessárias e mal direcionadas.
Críticos da ab
Capítulo 12 - Os Rumos Novo-Clássico e Novo-Keynesiono
Página 13
A queda na demanda por mão-de-obra leva a uma queda no nível de emprego e produto, resultando em aumento do desemprego.
Economistas keynesianos têm buscado explicações adicionais para o desemprego involuntário, resultando nos modelos novo-keynesianos.
A nova pesquisa é uma resposta à crítica novo-clássica aos modelos keynesianos mais antigos.
Os novo-keynesianos têm como principal tarefa aperfeiçoar as bases microeconômicas do sistema keynesiano.
Elementos comuns nos modelos novo-keynesianos:
Pressupõe-se alguma forma de concorrência imperfeita para o mercado de produtos.
Além da rigidez do salário monetário, também se volta para a rigidez dos preços dos produtos.
Introduzem a rigidez real, que provoca a rigidez do salário real ou do preço relativo das firmas diante de mudanças na demanda agregada.
Referências:
N. Gregory Mankiw e David Romer, orgs., New Keynesian Economics, Cambridge, Mass., MIT Press, 1991, p. l.
Robert J. Gordon, "What Is New Keynesian Economics", Journal of Economic Literature, 28, setembro de 1990, p. 11 15-71.
Page 14
Vamos examinar três tipos de modelos novo-keynesianos: modelos de preços rígidos (custo do menu), modelos de salário-eficiência e modelos incluído-excluído.
Os primeiros modelos keynesianos viam o salário monetário como a variável que não se ajustava a mudanças na demanda agregada; produto e emprego tinham de se ajustar.
O mercado de produtos nesses modelos era caracterizado pela concorrência perfeita.
Os economistas keynesianos não acreditavam necessariamente que a maior parte dos mercados de produtos da vida real fosse perfeitamente competitiva.
O pressuposto da concorrência perfeita era feito por uma questão de simplificação, e refletia a ideia de que a rigidez do salário monetário era a verdadeira culpada na explicação do desemprego.
Modelos de Preços Rígidos (Custo do Menu)
Um elemento crucial nos modelos de preços rígidos novo-keynesianos é que a firma não precisa estar em concorrência perfeita.
Com concorrência perfeita, os preços são simplesmente definidos pelas forças de oferta e demanda.
Firmas individuais não têm poder sobre os preços de seus produtos; elas deparam-se com curvas de demanda horizontais.
Se houvesse um concorrente monopolista, ou uma firma oligopolista, a situação seria diferente.
Se o McDonald's não baixasse os preços diante de uma queda geral na demanda por refeições rápidas em restaurantes, ele perderia alguns, mas não todos, os seus clientes.
Similarmente, durante uma recessão, quando a demanda por automóveis diminui, a Ford pode continuar a vender.
Exemplos de modelos de preços rígidos
N. Gregory Mankiw, "Small Menu Costs and Large Business Cycles: A Macroeconomic Model of Monopoly", Quarterly Journal of Economics, 100, maio de 1985, p. 529-38.
George Akerlof e Janet Yellin, "A Near Rational Model of the Business Cycle with Wage and Price Inertia", Quarterly Journal of Economics, 100, suplemento, 1985, p. 823-38.
Definições
Page 15
Firms in imperfectly competitive markets may not lower prices even when demand falls
Monopolistic and oligopolistic competitors have some control over prices
They may maintain their initial price to avoid losing sales
Costs of changing prices, called menu costs, may outweigh the benefits of price reduction
Perceived costs of price reduction include loss of prestige and triggering price wars
Page 16
Studies show that prices in the real world are often rigid
Stephen Cecchetti found considerable price rigidity in newsstand magazine prices
Alan Blinder conducted interviews with executives and found that 55% of firms changed prices once a year or less
Efficiency wage models suggest that worker efficiency depends on the real wage they receive
Henry Ford's implementation of the five-dollar day for workers in 1914 is an example of efficiency wages
Page 17:
Capítulo 12 - Os Rumos Novo-Clássico e Novo-Keynesiano
A ideia do salário-eficiência pode ser formalizada pela definição de um índice de eficiência do trabalhador, ou produtividade (e)
A eficiência do trabalhador é uma função positiva do salário real
A função produção agregada depende da quantidade de capital (K) e da quantidade de mão-de-obra medida em unidades de eficiência
O produto aumenta quando mais unidades de mão-de-obra são contratadas ou quando a eficiência da força de mão-de-obra existente melhora
A meta da firma é estabelecer o salário real de forma que o custo de uma unidade de eficiência de mão-de-obra seja minimizado ou, dizendo de outro modo, maximizar o número de unidades de eficiência de mão-de-obra compradas com cada unidade monetária despendida na folha de pagamento
Isso é feito aumentando o salário real até o ponto em que a elasticidade do índice de eficiência em relação ao salário real seja igual a 1
Page 18:
Suponhamos que um aumento de 1% no salário real leve a um aumento de 2% na eficiência de mão-de-obra
A firma se beneficia desse aumento, pois cada unidade monetária da folha de pagamento passará a comprar mais unidades de eficiência de mão-de-obra
Com aumentos adicionais na folha de pagamento, os ganhos em eficiência começam a declinar
No ponto em que um aumento de 1% no salário real produz apenas 1% de aumento na eficiência, a firma não achará ótimo aumentar ainda mais o salário real - o salário-eficiência foi atingido
Os salários reais são determinados com base nos cálculos de eficiência, não se ajustando para equilibrar os mercados de trabalho
Capítulo 12- Os Rumos Novo-Clássico e Novo-Keynesiono
Página 19
A relação entre salário e eficiência
A firma oferece salários acima do mercado
Os trabalhadores se esforçam mais em troca
Aplicabilidade da lógica salário-eficiência
Não se aplica a balconistas em restaurantes fast-food
Em setores com salários acima do equilíbrio de mercado, pode haver desemprego involuntário
Trabalhadores preferem empregos com salários mais altos
Rigidez do salário real
Explica o desemprego involuntário
Não explica como mudanças na demanda agregada afetam o produto e o emprego
Rigidez nominal, custo do menu e rigidez do salário real explicam mudanças no desemprego involuntário
Modelos Incluído-Excluído e Histerese
Altas taxas de desemprego na Europa desde 1980
Contraste entre altas taxas de desemprego persistente e baixas taxas anteriores
Hipótese de desemprego persistente
15. Um argumento diferente para a relação positiva entre a eficiência do trabalhador e o salário real é mais aplicável a países em desenvolvimento. Um salário real mais alto permite um nível mais elevado de consumo, o que proporciona melhor nutrição e saúde. Isso, por sua vez, reduz as faltas ao trabalho e torna os trabalhadores mais saudáveis e produtivos. Um modelo mais antigo dessa relação está em Harvey Leibenstein, "The Theory
Page 20
O desemprego atual é influenciado pelo desemprego passado
Economias podem ficar presas em armadilhas de desemprego
O termo usado para isso é histerese
Modelos de histerese procuram explicar por que altas taxas de desemprego persistem mesmo depois que sua causa inicial já deixou de existir
Uma explicação para a histerese é o modelo incluído-excluído
Modelo incluído-excluído
Requer concorrência imperfeita
Pressupõe que tanto o mercado de produto como o mercado de mão-de-obra sejam imperfeitamente competitivos
Exemplo: indústria siderúrgica alemã com um sindicato no lado dos empregados e poucas firmas empregadoras
Membros do sindicato têm poder de negociação com os empregadores
É caro substituir os membros do sindicato por trabalhadores não pertencentes ao sindicato
Membros do sindicato podem impor custos aos excluídos que tentem aceitar empregos por salários mais baixos
Os incluídos empurram o salário real para cima do nível de equilíbrio do mercado
Isso resulta em um grupo de excluídos desempregados
Os incluídos só empurram o salário real para cima até um certo ponto
Quanto mais alto o salário real, menos incluídos estarão empregados
O nível de empregos depende negativamente do salário real
Se a demanda agregada da economia reduzir-se inesperadamente, os incluídos podem acabar sem emprego
Referências:
Olivier J.
Page 21: Capítulo 12 - Os Rumos Novo-Clássico e Novo-Keynesiano
O desemprego resulta de um salário real fixado acima do nível de equilíbrio do mercado (desemprego de excluídos) e de uma resposta cíclica a mudanças na demanda agregada.
Característica nova desses modelos é a inter-relação desses dois tipos de desemprego.
Durante as recessões, algumas dispensas são permanentes e alguns trabalhadores saem dos sindicatos.
Com o conjunto de incluídos reduzido, quando ocorrer uma recuperação econômica o sindicato negociará um salário real mais alto do que o anterior.
O desemprego passado causa o desemprego atual por transformar incluídos em excluídos; esse é o fenômeno da histerese.
Os modelos incluído-excluído explicam por que altas taxas de desemprego persistiram em alguns países europeus por períodos tão longos.
Page 22
A teoria dos ciclos reais de negócios é uma versão moderna da economia clássica.
O ciclo de negócios é um fenômeno de equilíbrio.
Políticas de estabilização macroeconômica são contraproducentes.
A economia novo-keynesiana apóia-se firmemente na tradição de John Maynard Keynes.
Os economistas novo-keynesianos acreditam que boa parte do desemprego é involuntária.
A economia novo-keynesiana é uma tentativa de melhorar as bases microeconômicas dos modelos keynesianos tradicionais.
Examinamos algumas críticas à explicação dos ciclos reais de negócios para flutuações econômicas.
A economia novo-keynesiana também tem seus críticos.
Questões para Revisão
Compare a visão dos teóricos dos ciclos reais de negócios quanto a flutuações do produto e do emprego com a visão dos economistas novo-cláss
Capítulo 12 - Os Rumos Novo-Clássico e Novo-Keynesiono
Página 23
8. Os economistas novo-clássicos acreditam que modelos macroeconômicos úteis são aqueles em que:
a) os agentes otimizam
b) os mercados equilibram-se
Os modelos que surgem das pesquisas novo-keynesianas apresentam alguma ou ambas essas propriedades? Explique.
9. Explique a relação entre os modelos novo-keynesianos e os modelos keynesianos examinados nos Capítulos 5 a 8.